Entrevista | Bryan Giles (Red Fang): “são músicas boas para quem está mal-humorado”

Cinco anos após Only Ghosts, o Red Fang está de volta com mais um ótimo disco de estúdio. Arrows, o quinto álbum da carreira, saiu no início de junho. Aliás, será a base da turnê da banda pelos Estados Unidos, após quase dois anos sem shows. Serão 29 shows em 32 dias, a partir de 15 de outubro, em Tacoma/WA. No entanto, antes, no dia 21 de agosto, fará uma apresentação em Las Vegas. O guitarrista e vocalista, Bryan Giles, conversou com o Blog n’ Roll sobre o processo de gravação de Arrows, pandemia, relação com os fãs, videoclipes divertidos e o carinho pelo Brasil. Confira abaixo. Como foi o processo de gravação de Arrows? Fizeram algo inusitado? Foi bom! Gravamos aqui em Oregon, e fizemos com o Chris Funk, que também produziu nosso primeiro e nosso segundo álbum. Eu me dou muito bem com ele e adoro a sensibilidade estética que ele tem. Ele se interessou em trabalhar conosco nesse álbum, então foi um processo bem natural. Nós gravamos as baterias em uma piscina. Foi estranho, mas deu certo (risos). Estava vazia, claro, e eu amei o resultado. A pandemia atrapalhou de alguma forma os planos da Red Fang? Nós gravamos o álbum em outubro de 2019. A pandemia não atrapalhou. E dá para perceber que as músicas não têm nada a ver com esse momento (risos). O que os fãs podem esperar de Arrows? Acho que são os mesmos músicos produzindo, e nós não mudamos nossa filosofia. Acho que fizemos o que gostamos, e todos nós gravitamos em torno de sons mais agressivos. Quando as pessoas escutam, elas reconhecem o som do Red Fang. Talvez esse álbum seja um pouco mais assustador que os outros, e eu gosto muito disso. O Red Fang sempre é muito criativo e divertido em seus vídeos. Essa característica será mantida em Arrows? Acabamos de divulgar nosso segundo vídeo. É divertido lançar esse tipo de coisa, então com certeza faremos mais. Gravamos antes da pandemia também. Como é voltar aos palcos após uma pandemia tão mortal? Nós temos uma turnê nos EUA marcada para outubro. Será a primeira vez que tocaremos para o público em um ano e meio, então estou bem animado. Imagino que não será exatamente a mesma coisa de antes, mas estou otimista para que todos estejam vacinados até lá e as pessoas possam tossir em público sem ser expulsas do local. Você acredita que as pessoas vão tirar lições da pandemia? Acredito que sim. Seres humanos estão acostumados a pisar nos próprios pés. Pessoas se preocupam com suas contas bancárias enquanto milhares estão morrendo. Estamos preocupados com o dinheiro, mas se o mundo está em chamas, não vamos ter onde parar nosso barco, porque todos estarão mortos. As pessoas são rasas muitas vezes, e não veem a perspectiva de tudo. Acho que é possível que a humanidade melhore, mas imagino que o mundo fique ainda pior, infelizmente. Acho que uma grande porção da população não está nem aí. Se a gente pensar em mudanças climáticas… é complicado. Nos importamos com a nossa geração e não ligamos para a dos nossos filhos. Arrows é indicado para quem? Nós aproximamos o tom das faixas, e o álbum é muito coerente nisso. É uma experiência bacana de 43 minutos, porque é um álbum contínuo. Mas, em relação às músicas, acho que elas são boas para quem está mal-humorado (risos). Você costuma buscar bandas novas no streaming? Gosto de algumas bandas novas, mas dependo muito dos meus colegas de banda para conhecer novas bandas, porque geralmente eles me apresentam. Mas, não tem banda há mais de um ano (risos), estou meio perdido. O que você lembra de divertido da passagem de vocês pelo Brasil, em 2018? Fizemos o Maximus Festival em 2018, e foi muito empolgante estar no Brasil. Foi bem legal conhecer as pessoas, e eu fiquei muito surpreso só de me chamarem para tocar no Brasil. A gente abriu para o Slayer em Porto Alegre, e aquilo me aterrorizou, porque os fãs de Slayer são assustadores. No entanto, foi um momento único, porque sou muito fã de Slayer e acompanho a carreira deles há muitos anos. Mas, lembro que fiz uma tatuagem no Maximus Festival. Foi de graça, e me disseram que o tatuador não falava inglês (risos). Tentei falar espanhol, mas me disseram que não seria legal e eu só fiquei quieto (risos). Fiz uma caveira em alta voltagem, e ficou bem legal.
Bodies, novo álbum do AFI, chega ao streaming; ouça!

Depois de cinco meses de pré-lançamentos, Bodies, o novo álbum do AFI, banda de hardcore punk da Carolina do Norte, está disponível nas plataformas digitais. Até aqui, a banda conseguiu mais de 5,6 milhões de streamings com os lançamentos de sete singles. Anteriormente, eles divulgaram Twisted Tongues, Escape From Los Angeles, Looking Tragic, Begging For Trouble, Dulcería, Far Too Near e Tied To A Tree. O álbum foi produzido pelo guitarrista Jade Puget e mixado por Tony Hoffer (Silversun Pickups). Um curta dirigido por Kes Glozier também foi disponibilizado aos fãs. Aliás, a banda já vendeu 4,5 milhões álbuns, apenas nos EUA, além de ter certificado de platina nos discos Sing The Sorrow e Decemberundergound. Todavia, seu último disco, homônimo (mas referenciado pelos fãs como The Blood Album), chegou na quinta posição da Billboard 200 Charts.
Entrevista | Charlie Starr (Blackberry Smoke) – “O sul que eu cresci tem uma bela cultura”

A região Sul dos Estados Unidos historicamente é lembrada pelo modelo da grande propriedade de terras e da monocultura. Ao contrário do que vigorou no Norte, o trabalho escravo com negros prevaleceu por lá. E isso explica muito da desigualdade presente na terra de republicanos e democratas até hoje. No entanto, a música sempre foi um fator muito positivo. O Blackberry Smoke chama a atenção para isso com o recém lançado álbum You Hear Georgia. Celebrando seu vigésimo aniversário como grupo este ano, Blackberry Smoke continua a incorporar o rico legado musical da Geórgia com sua nova gravação, honrando o povo, os lugares e os sons de seu estado natal. Com a parceria do produtor Dave Cobb (Chris Stapleton), amigo de Geórgia, You Hear Georgia faz homenagem ao profundo respeito da banda por suas raízes. “Não é muito sobre amar a Georgia, mas sobre a opinião que as pessoas têm de quem é do Sul dos EUA. É uma música feita para que as pessoas nos entendam. Nós amamos Georgia, tanto que nunca pensamos em mudar para Los Angeles ou Nova York. O Sul que cresci tem uma bela cultura, ótimas música, uma comida muito boa e pessoas incríveis”, comenta o vocalista e guitarrista Charlie Starr. “Não julgue um livro pela capa. Você não pode acreditar em tudo que lê. Essa é a mensagem da música”. Charlie Starr, vocalista e guitarrista do Blackberry Smoke Sem problemas com rótulos Questionado se o rótulo de southern rock incomoda, Starr disse não ter problemas em receber rótulos. “Eu não acho que isso nos incomode. Poder colocar rótulos nas coisas parece deixar as pessoas mais confortáveis para entender conceitos. Isso não incomoda a gente, ainda mais se as pessoas nos colocam como uma banda de southern rock por sermos livres. Porque todas as bandas do Sul, dos anos 1970, eram completamente diferentes, mas sempre livres em seus estilos”. O vocalista conta que o álbum é “sobre a vida”. Starr cita o single Ain’t The Same como uma das histórias marcantes transformadas em canções. “Essa é muito especial. É inspirada em um amigo meu que sofre de estresse pós-traumático. Ele passou por coisas muito difíceis, e isso me fez refletir sobre como ele enfrentou os problemas. E eu sei que muitas pessoas passam por isso, mas não conseguem ajuda e precisam tentar lidar sozinhos com os problemas. Ainda bem que existem muitas organizações que ajudam soldados que sofrem com isso. Foi daí que veio a ideia da música”. Diferentemente de muitas bandas, o Blackberry Smoke não teve grandes empecilhos para manter a produção intacta durante a pandemia. “Nós decidimos gravar em um local onde todos fossem se sentir confortáveis. E fizemos isso em um estúdio em Nashville. Foi bem tranquilo manter o distanciamento um do outro”. Sem Brasil, mas com shows nos EUA Agora, com a situação da pandemia já controlada no país, Starr celebra a possibilidade de excursionar pelos Estados Unidos. “Isso vai ser um desafio, mas nós temos feito shows. Estamos tocando em diversos estados dos EUA que já estão liberados. Muitas pessoas estão sendo vacinadas, os números estão caindo, e os públicos vão aumentando”. Starr, que cita Exile On Main St, do Rolling Stones, Physical Graffiti, do Led Zeppelin, e Rocks, do Aerosmith, como os grandes álbuns de sua vida, afirma que gosta de ir atrás de artistas novos. “Gosto bastante das novas coisas, mas não curto pop. Um dos artistas que costumo ouvir é Jason Isbell. É difícil dizer, porque tem muita música nova que não me chama atenção, mas meus filhos adoram. Eu amo música boa”. Muito mais do que uma banda de rock, o Blackberry Smoke também mantém uma pegada social ao longo da carreira. Em resumo, a banda arrecadou cerca de US$500 mil em prol de pesquisas sobre câncer infantil. “É importante ajudar quando se pode, não importa quem você seja. Nos encontramos em uma posição em que podemos ajudar. Tem uma organização de caridade que nós ajudamos, que trabalha com pesquisa para cuidar de crianças com câncer. A ideia veio de um membro da banda, que enfrentou uma situação dessas com a filha. E todos da banda entenderam que era uma boa causa, então passamos a doar o dinheiro que ganhamos com nosso meet and greet ao longo dos anos para essa instituição”. *Entrevista, transcrição e texto por Caíque Stiva e Lucas Krempel
Edgar lança o poderoso álbum Ultraleve; ouça!

O multiartista Edgar lançou nesta sexta-feira (28) o sucessor de Ultrassom. Batizado de Ultraleve (Natura Musical/Deck), o novo álbum traz paisagens um pouco mais solares que o disco anterior, mas os assuntos são sempre urgentes. Em resumo, excesso de tecnologia, destruição ambiental, violência e individualismo. A ancestralidade também está representada pelas participações de Kunumi MC, morador da aldeia indígena Krukutu, localizada na região de Parelheiros (SP), e da cantora e compositora iunk (primeiros povos habitantes do Alaska, Groenlândia e Canadá) Elisapie. Ambos cantam em seus idiomas nativos. O projeto conta ainda com clipes que bebem das referências psicodélicas do artista. Aliás, os vídeos A Procissão dos Clones e Mentes Mirabolantes também chegam aos fãs nesta sexta-feira (28). Logo depois, às 19h, Ultraleve ganhará uma live transmitida direto do canal de Edgar no YouTube. Em síntese, o repertório fará uma viagem planando por todas as faixas inéditas do álbum. Produzido por Pupillo, Ultraleve traz instrumentos construídos por Edgar. O multiartista trabalha nisso desde 2016 e três desses instrumentos criados a partir de lixo reciclável introduzem novos timbres ao som do álbum, um pouco menos tecnológico do que seu antecessor. Edgar foi selecionado pelo Natura Musical, por meio da lei federal de incentivo à cultura, ao lado de Elza Soares, Emicida, João Donato e Letrux. Ademais, ao longo dos 16 anos, Natura Musical já ofereceu recursos para mais de 140 projetos no âmbito nacional.
Nightwish apresenta experiência inédita para divulgar novo álbum

A banda finlandesa Nightwish está prestes a dar início a Human. :II: Nature. – World Tour, com uma super experiência interativa intitulada An Evening with Nightwish In a Virtual World, que acontece na sexta-feira (28) e sábado (29). Em resumo, o grupo se apresentará em uma taverna chamada The Islanders Arms, construída em um mundo virtual por duas noites. Em ambas as ocasiões, os fãs experimentarão uma performance inesquecível, conferindo, com exclusividade, as principais músicas do último álbum Human. :II: Nature. pela primeira vez ao vivo. Esses dois shows terão seus próprios setlists ligeiramente diferenciados. Para aguçar ainda mais a curiosidade do público, os músicos lançaram recentemente dois teasers revelando um pouco dessa experiência. Os ingressos e pacotes VIPs continuam à venda no site do Nightwish. O pacote VIP inclui uma sessão virtual com baixista escolhido para a Human. :II: Nature. tour, entre outras vantagens. A identidade do músico será revelada na sessão virtual ao vivo incluída no pacote VIP na sexta-feira. Serviço Sexta-feira, 28 de maio – Europa: 8pm CEST / 7pm BST – duração aproximada: 90min. Os eventos ao vivo acontecerão via Burst. A gravação do show ficará disponível até 48 horas após o evento para todos os portadores de ingressos. Sábado, 29 de maio: América do Norte e Sul: 8pm ET (UTC-4) / 5pm PT (UTC -7) / 9pm BRT (UTC-3) / 7pm CST (UTC -5) /Europa: Domingo, dia de maio – 2am CEST / 1am BST – duração aproximada: 90min. Os eventos ao vivo acontecerão via Burst. A gravação do show ficará disponível até 48 horas após o evento para todos os portadores de ingressos. Preços por noite a partir de 35 € (+ taxa de conveniência 1 €) inclui direito a assistir ao show de sexta-feira ou sábado gravação do show ficará disponível até 48h após o término da apresentação Ingresso para as duas noites a partir de 45 € (+ taxa de conveniência 1 €) inclui direito de assistir aos dois shows gravação do show ficará disponível até 48h após o término da apresentação VIP World a partir de 79 € (+ taxa de conveniência 1 €) inclui ingresso para os shows, sessão virtual com o baixista da Human. :II: Nature. Tour antes da apresentação. inclui direito de assistir os dois shows gravação do show ficará disponível até 48h após o término da apresentação para clientes de todo o Mundo VIP World upgrade a partir de 49 € (+ taxa de conveniência 1 €) inclui sessão virtual com baixista da Human. :II: Nature. Tour antes da apresentação ingresso para o show deve ser adquirido separadamente para clientes de todo o Mundo
Acidental estreia com álbum introspectivo; ouça!

Objetos Arremessados Pela Janela, álbum de estreia da banda Acidental, já está entre nós. Em resumo, o disco traz nove belas e introspectivas canções sobre a vida e nosso percurso na terra. Aliás, o trabalho chega ao mundo via Hearts Bleed Blue (HBB) em disco de vinil, CD e também nas principais plataformas digitais. O vocalista e guitarrista da banda, Alexandre Machado, é impossível falar deste trabalho sem mencionar Paulo Senoni, produtor do disco. “O Paulo fez as músicas chegarem bem mais longe, transformou canções que poderiam passar despercebidas em obras que me representam como um todo. A gente fez as gravações sem seguir uma referência, seguindo as nossas próprias ideias. Acredito realmente que fizemos um grande trabalho”. Antes mesmo do lançamento, o Acidental já havia divulgado dois videoclipes deste álbum. O primeiro, dirigido por Gil Gonçalves, foi de uma versão de Mesmo Que Mude, dos gaúchos da Bidê ou Balde, que contou com cenas cotidianas emotivas. Enquanto o segundo vídeo foi do single inédito E agora eu preciso, que contou com uma produção cinematográfica assinada pelo diretor Cleverson Cassanelli. O álbum, que traz influências que vão de Clube da Esquina e Guilherme Arantes a Kent e Flaming Lips, conta com a participação dos músicos Joe Gomes (ex-Pitty) e Luiz Gadelha (Talma & Gadelha) na faixa Nada Demais e Deny Bonfante (Perpetual Dreams) em Palíndromo.
Dropkick Murphys lança single Queen Of Suffolk County

O Dropkick Murphys lançou o single Queen Of Suffolk County. Aliás, é o segundo hino instântaneo de seu décimo álbum de estúdio, Turn Up That Dial, que será lançado dia 30 de abril. A banda comemorou, recentemente, o Dia de São Patrício em um evento transmitido pela internet. Todavia, se você não viu, assista agora ao St. Patrick’s Day Stream 2021…Still Locked Down de Dropkick Murphys. Ademais, vale ressaltar que o novo álbum do Dropkick Murphys, Turn Up That Dial, que será lançado pelo selo da banda Born & Bred Records, foi produzido por Ted Hutt. Anteriormente, a banda havia revelado o single Middle Finger. O Dropkick Murphys é Al Barr (vocais), Tim Brennan (guitarras, apito de lata, acordeão, piano, voz), Ken Casey (vocais), Jeff DaRosa (guitarras, banjo, bandolim, vocais), Matt Kelly (bateria, percussão, vocais), James Lynch (guitarras, vocais), Kevin Rheault (baixo em turnês) and Lee Forshner (gaita de foles em turnês). Portanto, ouça Queen of Suffolk County abaixo
Chris Cornell canta Guns n’ Roses, John Lennon e Prince em novo álbum

No One Sings Like You Anymore, uma coleção de dez covers de canções selecionadas a dedo por Chris Cornell, chegou ao streaming nesta sexta-feira (11). Em resumo, são faixas que foram curadas por ele e reunidas para celebrar artistas e canções que inspiraram o seu trabalho. Gravado por Chris em 2016, o projeto, seu último álbum completo de estúdio, apresenta versões para Watching The Wheels, de John Lennon; Sad Sad City, de Ghostland Observatory; Jump Into The Fire, de Harry Nilsson; You Don’t Know Nothing About Love, de Carl Hall; Showdown, de Electric Light Orchestra; To Be Treated Rite, de Terry Reid; Stay With Me Baby, de Lorraine Ellison; Get It While You Can, popularizada na voz de Janis Joplin, e uma nova gravação de estúdio de Nothing Compares 2 U, composição de Prince. Ademais, o cover de Chris para Patience, do Guns n’ Roses, lançado no dia do aniversário dele deste ano, também foi incluído no repertório do novo álbum. Além disso, todos os instrumentos que aparecem em No One Sings Like You Anymore foram tocados por Chris Cornell e Brendan O’Brien, que também assina a produção e mixagem do álbum. Assim sendo, o projeto é um presente para todos os fãs e apoiadores de longa data de Chris. No entanto, a família Cornell espera também que novos fãs e ouvintes possam ser inspirados pela voz única e poderosa de Chris nessas inacreditáveis versões. Inspiração “O álbum é tão especial porque é um trabalho de arte completo, criado por Chris do início ao fim. A escolha dele para os covers proporciona um olhar pessoal de seus artistas preferidos e das canções que o tocaram. Ele estava muito ansioso para lançar este projeto. Esse momento é ‘bittersweet’, porque ele deveria estar aqui lançando o projeto, mas é com um peso no coração – e ao mesmo tempo grande alegria – que nós compartilhamos este projeto especial. Todos nós precisamos um pouco deste álbum incrível que, para mim, ilustra o motivo pelo qual ele sempre será amado e honrado como uma das maiores vozes de todos os tempos”, disse Vicky Cornell. Os formatos em mídia física do álbum estão disponíveis para a pré-venda. Posteriormente, o álbum físico será lançado, em 19 de março de 2021.
Carol Biazin revela primeira faixa secreta do álbum; Ouça Frank Ocean

Logo depois de disponibilizar o clipe Beijo de Judas, Carol Biazin divulgou nesta sexta-feira (11) Frank Ocean, primeira faixa secreta do seu álbum. Recentemente, o formato de lançamento do novo trabalho da ruiva foi pioneiro no mundo. Em resumo, Carol disponibilizou o disco com faixas escondidas na tracklist das plataformas digitais; de modo que nem todas as músicas eram passíveis de clicks. O objetivo da ação foi trabalhar o projeto gradualmente, com diferentes picos de atenção. De acordo com a cantora, Frank Ocean foi feita “num momento de descontração num acampamento criativo com pessoas distantes da minha bolha habitual”. Aliás, esta é a única música do disco que não foi assinada pelo coletivo Los Brasileiros, ganhando produção do curitibano Lucas Vaz – trazendo um frescor sonoro importante para o álbum. Em suma, a música reflete um pouco mais do lado sensual da ruiva, que aborda num típico R&B o desejo de reconciliação de um relacionamento que recentemente chegou ao fim. “Tenho certeza que muita gente vai se identificar com essa história. Pros fãs que gostam do meu lado mais íntimo, se preparem pra um típico pop sofrência”, brinca a cantora. Sobre o título em homenagem ao cantor e compositor norte-americano Frank Ocean, Carol Biazin relembra que conheceu suas músicas através da interpretação de uma das suas maiores inspirações, Tori Kelly, com Thinkin Bout You.