Freedom – The Wolves Within é a segunda amostra do novo álbum da Epica

O gigante do metal sinfônico Epica anunciou recentemente o lançamento de seu novo álbum, Omega, para 26 de fevereiro de 2021 via Nuclear Blast. Em suma, é o primeiro álbum de estúdio da banda em cinco anos. Anteriormente, Simone Simons e companhia já haviam revelado o videoclipe de Abyss of Time, primeiro single do álbum. Agora, todavia, o grupo apresenta mais uma produção audiovisual de Omega. Aliás, a faixa escolhida é Freedom – The Wolves Within. Sobretudo, o guitarrista Mark Jansen comentou um pouco sobre a nova canção de trabalho da Epica. Em resumo, ele faz uma analogia para deixar a proposta mais clara. “Freedom foi baseada em um conto antigo de uma briga entre dois lobos. Um sábio senhor está discutindo sobre a vida com seu neto. Ele diz ao menino há uma luta acontecendo dentro de mim entre dois lobos. Um lobo é mau, ele incorpora raiva, inveja, tristeza, arrependimento, ganância, arrogância, culpa, ressentimento, mentiras, falso orgulho, superioridade e ego. O outro lobo é bom, alegre, pacífico e incorpora amor, esperança, serenidade, humildade, bondade, empatia, generosidade, verdade, compaixão e fé. Todos nós temos a mesma luta acontecendo dentro de nós e o resultado dessa batalha irá refletir no mundo afora”. Ademais, sobre a reação do menino, Jansen complementa. “O menino fica curioso e pergunta ao seu avô qual lobo irá ganhar? O senhor apenas responde o que você alimentar mais. O que queremos ser e o que queremos refletir no mundo depende de qual lobo nós alimentamos e do nível de controle que temos sobre os nossos lobos. Somos capazes de controlá-los ou eles que irão nos controlar?”.

Música Pra.Curar Brasileira, terceiro álbum de Gabriel Elias, tá on!

O cantor Gabriel Elias está com grandes novidades para encerrar 2020 com chave de ouro! O mineiro lançou nesta sexta-feira (27) o terceiro álbum da carreira, Música Pra.Curar Brasileira. Certamente entre os destaques estão as participações especiais de Vitor Kley, Atitude 67 e Onze:20. Ademais, o novo álbum vem acompanhado do single Toda Perfeitinha. Exaltando a mulher da maneira mais pura, Toda Perfeitinha não se prende aos estereótipos de gêneros básicos como padrão de beleza, por exemplo, e enaltece a beleza singular de cada uma. “Essa música não exalta os estereótipos pre-conceituados da mulher, mas enaltece a singularidade de cada uma. É um som que as encoraja a enxergarem mais as suas próprias qualidades que seus pseudos-defeitos”. Sobretudo, a canção foi composta por Gabriel Elias em parceria com Tiê Castro, manager e parceiro de caneta de longa data. Música Pra.Curar Brasileira Produzido pelo próprio mineiro durante o período de quarentena e respeitando o distanciamento social, Música.Pra Curar Brasileira traz canções populares de amor e o autoconhecimento na superação dos problemas atuais como a ansiedade e depressão. Aliás, o novo trabalho mostra toda diversidade musical do artista que flutua pelo reggae, pop e surf music e conta com 12 faixas inéditas. “O conceito deste disco é bem autoexplicativo. Acredito muito que o artista tem muito chão quando ele tem uma causa e esta é a minha! Além da natureza e da praia, me dediquei a compor canções que possam mudar a vida das pessoas. São canções para embalar um ‘life style’, sabe? Espero que comece pelo ouvido das pessoas essa mudança para uma vida e pensamentos mais saudáveis”, conta. Solar As novidades não param por aí. Simultaneamente ao lançamento do Música Pra Curar Brasileira, o cantor ainda mostra seu lado empreendedor. Isso porque o artista anunciou o lançamento de Solar, sua nova marca que conta com uma linha de produtos exclusivos. Em resumo, são camisetas, sacolas, garrafas e shoulder bags que se comunicam com as músicas de seu novo álbum. A estreia será na próxima semana.

Leo Maier retorna mais intimista com o álbum Distant Tones

Quando lançou I Choose the Blues, seu álbum de estreia, em 2017, o guitarrista catarinense Leo Maier já apresentou um cartão de visita impressionante. No Blog n’ Roll, Nuno Mindelis festejou a estreia do blueseiro: “pessoas nascem, se apaixonam pelo blues nos moldes tradicionais e, principalmente, respeitam com sabedoria os seus mestres. Seria ótimo se todos aprendessem com as raízes como este grupo fez”. Agora, três anos após essa estreia, Leo Maier disponibiliza Distant Tones, seu segundo disco de estúdio nas plataformas de streaming. Mais intimista, acústico e reflexivo, o álbum carrega influências marcantes, como Blind Willie Johnson, Lightnin’ Hopkins, Big Bill Broonzy, Tampa Red, entre outros. Mas não para por aí. Quando lançou I Choose the Blues, seu álbum de estreia, em 2017, o guitarrista catarinense Leo Maier já apresentou um cartão de visita impressionante. No Blog n’ Roll, Nuno Mindelis festejou a estreia do blueseiro: “pessoas nascem, se apaixonam pelo blues nos moldes tradicionais e, principalmente, respeitam com sabedoria os seus mestres. Seria ótimo se todos aprendessem com as raízes como este grupo fez”. Agora, três anos após essa estreia, Leo Maier disponibiliza Distant Tones, seu segundo disco de estúdio nas plataformas de streaming. Mais intimista, acústico e reflexivo, o álbum carrega influências marcantes, como Blind Willie Johnson, Lightnin’ Hopkins, Big Bill Broonzy, Tampa Red, entre outros. Mas não para por aí. “Fui influenciado por outros estilos acústicos como a música caipira e o folk. Não que eu tenha pensado nisso durante o processo de composição, mas tive essa impressão ouvindo o disco depois. Nas instrumentais com o slide, por exemplo, ficou claro a influência do David Gilmour e do Ry Cooder na minha música”, destrincha o músico. Influência da pandemia em Leo Maier Em suma, a sonoridade mais acústica e intimista está relacionada com a pandemia, garante Maier, que escreveu o álbum no segundo mês do isolamento social. “Estava sozinho no meu apartamento expressando meus sentimentos e minhas impressões em forma de música. Lembro de ter pensado em gravar um disco acústico, mas isso era plano para o futuro. A pandemia veio e mudou tudo. Acabei optando por não gravar com a banda em função do distanciamento social e falta de ensaios para essa novas composições. Tive dois músicos convidados apenas: Fernando Santos na gaita e Alexandre Green no piano”. Minimalista, Distant Tones aborda saudade, esperança e solidão. Todavia, para o catarinense, Better Times é o grande retrato do atual momento para ele. “Ela fala da esperança por tempos melhores. Estamos presenciando uma fase complexa e única na história da humanidade e nos perguntamos quando isso vai passar. Nessa letra eu começo com a frase Hey, meu querido(a) amigo(a), logo tudo ficará bem…. Pensei em todas as pessoas aflitas, sem esperança e que estavam se sentindo sozinhas naquele momento. Foi uma forma de comunicar e musicar, mesmo que distante”. Em resumo, Distant Tones conta com dez canções, sendo cinco instrumentais e outras cinco com vocais.

Entrevista | Tom Zé: “Não faço música com facilidade”

Em 1969, o cantor, compositor e arranjador baiano Tom Zé já despertava o interesse do Brasil todo com o seu jeito criativo e inovador. No ano anterior, além de vencer o 4o. Festival de Música Popular Brasileira com a canção São São Paulo Meu Amor, ele marcou presença no icônico álbum Tropicália ou Panis et Circencis, gravado por Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, Nara Leão, Os Mutantes, além dos poetas Capinam e Torquato Neto, e do maestro Rogério Duprat. Diante de tais acontecimentos, que incluiu ainda o lançamento do seu primeiro álbum solo, a trajetória de Tom Zé estava pavimentada. E foi entre 1969 e 1976 que o artista conseguiu mostrar que era um artista que havia chegado para ficar. Agora, mais de 50 anos depois, Tom Zé tem suas joias sonoras reunidas no álbum Raridades (Warner Music Brasil). Raridades reúne 14 canções dos catálogos dos selos Continental e RGE. Entre os destaques do repertório, estão raras versões alternativas de canções conhecidas de Tom Zé, como Senhor Cidadão e Augusta, Angélica e Consolação, além das músicas que ele gravou para a novela Xeque-Mate, da extinta TV Tupi. “Até pra mim esse disco foi uma verdadeira revelação. O Renato Vieira (jornalista responsável pela curadoria), por sorte, descobriu atos e fatos inumeráveis da minha vida”, comenta Tom Zé, que conversou com A Tribuna por telefone. Relíquias de Tom Zé Entre os achados, o baiano destaca Você Gosta, faixa que abre o álbum, uma parceria com o poeta e compositor gaúcho Hermes Aquino, um raro representante do tropicalismo gaúcho. “O Hermes Aquino fez muito sucesso com uma música chamada Nuvem Passageira, mas naquela época ele morava aqui (São Paulo) e passou um tempo tentando a vida por esses lados”, relembra Tom Zé, ao falar do hit que foi tema da novela O Casarão, da Rede Globo (1976). Outra preciosidade encontrada por Renato, segundo o baiano, foram os arranjos especiais do argentino Hector Lagna Fietta. “O Enrique Lebendiger, da RGE, trouxe o Lagna Fietta, que era um nome forte do bolero e tango. Quando vi esse arranjo fiquei admirado de como ele era bem feito, fácil de cantar. A introdução chamava o cantor a cantar. Eu não tinha hábito de ler arranjos, mas Jeitinho Dela tem isso”, justificou o artista ao falar da terceira faixa do álbum. Durante a nossa conversa, Tom Zé estava empolgado, disposto a fazer um faixa a faixa do disco, tamanha a felicidade com o repertório resgatado por Renato Vieira. Parou assim que o telefone tocou. “Esse telefone tá doido. Preciso até não ser demorado nas respostas porque gosto de contar histórias, mas acaba engavetando e atraso os outros compromissos”, comentou, aos risos. Para resumir o que faltou do álbum, Tom Zé voltou a elogiar a participação de Lagna Fietta. “Quase todos os arranjos foram dele. Ele era um craque de arranjador. Depois, o Lagna Fietta participou das últimas músicas de Vinicius com Toquinho. O Toquinho viu o que ele fez comigo e chamou”. Sem parar Mas enquanto celebra a redescoberta de seus tesouros, Tom Zé também segue ativo no seu processo de criação. Entre lives e conversas com os amigos, diz que segue acordando às 4h da manhã para escrever novas canções. “Sempre trabalhei muito dentro de casa porque não faço música com facilidade. É uma batalha muito grande”. No momento, Tom Zé afirma que tem se dedicado a compor mais faixas para o musical Língua Brasileira, de Felipe Hirsch. “Era um musical sobre meu disco da Tropicália, mas ele viu a música Língua Brasileira (do álbum Imprensa Cantada, de 2003) e disse que queria mudar. Agora estou dia e noite aproveitando a quarentena para fazer músicas que ele vai me passando de diversas possibilidades na peça”.

Shame Shame: Foo Fighters divulga primeiro single do novo álbum

O Foo Fighters transformou o Studio 8H em uma festa com a primeira apresentação do single Shame Shame. A exibição aconteceu no Saturday Night Live, do último sábado (7), sob o comando do amigo da banda Dave Chappelle. Em resumo, Shame Shame é o primeiro single do próximo álbum da banda, Medicine at Midnight, com lançamento previsto para 5 de fevereiro de 2021. Medicine at Midnight já está disponível para pré-venda, também com uma edição limitada em vinil roxo. No entanto, a versão exclusiva está à venda apenas na loja da banda. Produzido por Greg Kurstin e Foo Fighters, projetado por Darrell Thorp e mixado por Mark Stent, Medicine at Midnight traz nove faixas. Ademais, a banda também divulgou o tracklist do álbum.

Rodrigo Suricato lança segundo EP do One Man Band

Em agosto, Rodrigo Suricato fez uma live na qual reuniu as principais canções da sua carreira como líder e compositor do projeto Suricato, que leva seu sobrenome. Em resumo, Suricato One Man Band ao vivo possui um total de 16 canções, divididas em volumes 1 e 2. Agora, todavia, o volume 2 chega às plataformas digitais, com as últimas sete faixas. Posteriormente, todas as canções ganharão clipes extraídos e editados da própria performance dirigida por Suricato e Pedro Secchin. Entre elas, a única inédita de estúdio, A Vida é Foda, que fala sobre os dilemas dos tempos digitais. Também fazem parte do repertório Hoje, A Canção Que Todo Mundo Anda Fazendo, Astronauta e Na Mão as Flores, do disco recém indicado ao Grammy Latino. Ademais, releituras com a pitada blues do artista, como Nosso Estranho Amor (Caetano Veloso) e Como Nossos Pais (Belchior). Em suma, o EP reforça Suricato como o maior one man band brasileiro e um dos maiores guitarristas do país, modernizando o estilo criado por músicos de rua no início do século 21. “Trata-se do maior desafio da minha carreira. Uma performance extremamente complexa e única”, conta Rodrigo Suricato. Posteriormente, o músico promete mais novidades em breve, tanto como Suricato como no Barão Vermelho.

Vídeos novos: Erasure, Wallows e Mogwai

Erasure – Fallen Angel O Erasure lançou um novo vídeo, evocando o espírito de Halloween com o curta sombrio para Fallen Angel. A produção conta com as participações de Heidi N Closet (RuPaul’s Drag Race) e a modelo Alexa Abraxas. A direção é de Brad Hammer, responsável pelo fabuloso vídeo de Nerves of Steel. O vídeo antecipa o lançamento do novo vinil 12” e um box set de CD, ambos previstos para o dia 4 de dezembro. Wallows – Wish Me Luck Seguindo o lançamento do EP Remote, na última semana, o Wallows divulgou o vídeo de Wish Me Luck, dirigido por Dillon Dowdell. O clipe animado mostra a banda em uma jornada espacial épica, completando a Curly Fry Trilogy, narrativa que começou com o clipe de OK, seguido do registro de Nobody Gets Me (Like You). Mogwai – Dry Fantasy O Mogwai anunciou o álbum As the Love Continues para 19 de fevereiro de 2021. E já divulgou o primeiro single do disco, Dry Fantasy, que veio com videoclipe oficial. As the Love Continues é a continuação do álbum Every Country’s Sun, de 2017. O novo álbum foi gravado no início deste ano em Worcestershire, na Inglaterra, com o produtor Dave Fridmann. O novo álbum será lançado nos formatos vinil, digital e CD, bem como uma caixa de edição especial que inclui o CD, vinil duplo colorido, um único LP com faixas demo do disco ao vivo e um álbum de fotos.

Passenger anuncia o álbum Songs for the Drunk and Broken Hearted

The Way That I Love You

O Passenger anunciou o novo álbum, Songs for the Drunk and Broken Hearted, para 8 de janeiro de 2021. Para marcar o início da divulgação do disco, ele compartilhou a faixa que nomeia o disco, A Song for the Drunk and Broken Hearted, com um videoclipe. Além disso, todas embalagens físicas de CDs e vinis serão feitas 100% de material reciclado, e uma árvore será plantada para cada cópia física vendida através da loja online de Passenger, graças a uma parceria com Ecologi e Eden Project. Enquanto não pode se apresentar para platéias, Rosenberg convida seus fãs para um show no famoso Royal Albert Hall, em Londres. O concerto será transmitido dia 10 de Janeiro de 2021 para comemorar o lançamento do álbum. Todos que realizarem o pre-order do álbum através da loja online oficial, terão prioridade para acessar o evento. A maior parte de Songs for the Drunk and Broken Hearted foi composta quando o músico ficou solteiro. “Sair de um relacionamento cria uma janela muito frágil. Você se torna extremamente vulnerável por alguns meses. Você está tão acostumado com a segurança de estar com alguém e de repente você está no mundo por sua conta própria. E você fica bravo e provavelmente toma algumas péssimas decisões. Em algumas formas, você dificulta para si mesmo. Mas é um momento delicado, perder o amor e ficar bêbado. E é universal. Todo mundo passa por isso em algum momento da vida”.