Funk, latina e tropical: Mappia exala energia em EP de estreia: Água pra gringa

Mappia: Água pra Gringa

Mini-álbum é prato cheio para quem gosta de Rosalía e Bad Bunny Tropical, intenso e principalmente latino. Este é o espírito do EP Água pra gringa, de Mappia. Um projeto que transcende o pop, com nuances de reggaeton, rap e funk, evidenciando a musicalidade do Brasil e da América Latina como um todo ao decorrer de quatro faixas: Perde a linha, Nem são 3 ainda, Fala Fala e Velocidad. Para transmitir toda essa energia, Mappia trabalhou com o DJ e produtor kLap no estúdio BC Music, em Brasília (DF). Na oportunidade, a cantora se inspirou em nomes como Rosalía, Karol G, Bad Bunny, Anitta, Daddy Yankee, Maluma, entre outros.  Essa é a primeira vez que a artista compila o seu trabalho em um mini-álbum. Também vale frisar que o EP Água pra gringa ainda conta com a participação especial do cantor e compositor Bwayne na faixa Perde a linha.  Natural de Taguatinga (DF), Mappia conta que sua sonoridade ideal foi fortalecida após viajar para o Rio de Janeiro com o produtor musical KLap e com Juliah, co-compositora e responsável pela produção vocal das quatro canções do setlist. “Tive uma experiência intensa, com festas e rolês pelo Rio. Eu voltei encantada e certa que eu queria transmitir aquela energia positiva somada ao sentimento de ser brasileira e latina. Ou seja, o EP foi pensado e moldado para valorizar os nossos ritmos do Brasil e de toda a América Latina, trazendo bastante energia e tropicalidade”, frisou.O EP Água pra gringa é lançado através do selo Dreamscape via Shake Music.

Maria Diva expõe vivências de uma MC no Litoral Norte em “Ok, tô bem”

Considerada umas principais vozes femininas da cena trap e rap do Litoral Norte de São Paulo, a cantora, produtora musical e compositora Maria Diva, 27 anos, lançou o videoclipe da canção Ok, ‘tô’ bem!, repleto de referências em prol ao combate do machismo e sexismo sofrido pelas mulheres na atual sociedade. Com uma estética e composição artisticamente periférica, o videoclipe possui coreografia de break-dance criada pelo Grupo de dança RT e um figurino cheio de cores que foi elaborado pela própria rapper que remete ao estilo de clipes de pop music. Além disso, o elenco de figurantes foi formado apenas por mulheres e a inspiração para compor a letra veio através das vivências, sentimentos e pensamentos dela durante um longo período de autoconhecimento passado na pandemia de covid-19. “Esse trabalho vai ficar para sempre na minha memória, foi um projeto incrível! Acredito que nós, mulheres, continuamos uma luta incessante para conquistarmos cada dia o nosso espaço em setores diferentes e o rap é uma dessas áreas. Por isso, sigo ‘batendo’ de frente e trabalhando com esse viés revolucionário”, comenta Diva. A produção do videoclipe ficou a cargo da Produtora Maresias TV e os espaços usados como cenários foram a praça, a pista de skate e o parque de diversões localizados no Centro de Caraguatatuba. A Inspiração e a luta para produzir De acordo com Diva, a inspiração vem e as ideias fluem de forma natural nas obras dela. Com este método, ela conseguiu dar vida as melhores composições de sua carreira. “Dessa vez, não foi diferente. Não sou de forçar para tentar escrever e a criação de qualquer letra em si, para mim é algo único”, explica a rapper. Diva estuda produção musical constantemente para ganhar maior independência nas gravações, apesar de ainda não produzir os beats, a artista é responsável por realizar a captação de voz, a mix e master da maioria dos trabalhos atuais em um Home Studio construído por ela, conhecido como LabWood. “A letra de Ok, tô bem! já estava pronta, só precisava de um beat para tirar o projeto do papel. Escutando o catálogo de beats do RB Alves, uma batida me chamou atenção, logo me identifiquei com a base e comecei a cantar o que havia escrito naquele ritmo. Após isso, tudo aconteceu igual mágica”, detalha Diva. Embora, o projeto de Ok, tô bem! tenha sido concretizado com fluência, outros planos de estreias musicais da artista acabam sofrendo com a falta de reconhecimento, investidores e tempo. “No Litoral, vejo que tem poucas mulheres envolvidas no hip hop, mas elas existem! Analiso que falta valorização da cena do Litoral e um destaque maior para as mulheres do rap nacional. Sigo um conselho próprio para superar as adversidades desse ramo: Se você deseja viver da sua arte não espere incentivo de amigos, nem mesmo da sua família, seja você o seu próprio estimulador, vai lá e faça”, conclui a rapper. Quem é a Diva? Ao se deparar com o nome forte e empoderado dessa artista, logo se imagina se tratar de um nome artístico/fictício. Entretanto, se enganou quem tirou essa conclusão. Maria Diva Martins de Abreu foi denominada diva quando nasceu, em 1995, na pequena cidade mineira de Josenópolis, mas há cerca de sete anos, mora no Litoral Norte paulista. A jovem garante que desde a infância é ligada à música e sempre sentiu vontade de se tornar uma cantora e compositora. Quando completou 16 anos, definitivamente, Diva decidiu que iria escrever canções e cantar. A partir daí, a artista se encontrou no rap e segue se dedicando para conquistar o sucesso tão sonhado. Atualmente, Diva trabalha como garçonete em um hotel no expediente de oito horas diárias, cuida do filho de cinco anos, e, nos poucos momentos vagos, usa o tempo livre para fazer shows em eventos e produzir no estúdio caseiro dela. “Meu maior sonho sempre foi inspirar as pessoas que estão a minha volta, conquistar meu espaço na cena e poder ter minha renda exclusivamente com meu trabalho musical. O que eu mais quero é dar uma vida melhor para meu filho e para minha família com a minha vocação artística”, afirma a rapper. A rapper garante que tem muitas novidades para serem divulgadas nos próximos meses, pois a principal intenção é lançar um álbum só com faixas inéditas. “Estou com muitas letras e músicas sendo trabalhadas em meu Home Studio, faltam alguns detalhes para a conclusão do álbum. Aguardem”, completou Diva.

Sv7urno e Sigma mesclam trap com game em “Fliperama Shawty”

Os trappers Sv7urno e Sigma misturaram o trap com o mundo dos games em um novo trabalho intitulado Fliperama Shawty. O single está repleto de referências aos jogos de videogame dos anos 1990, como Mario Kart, Sonic, Street Fighter, entre outros. Trazendo uma tendência que é a de mesclar formas de expressão de uma maneira inovadora, os trappers surpreendem em uma wave diferenciada e com um beat/instrumental produzido pelo beatmaker Caio Lopes Hellboy, que remete a trilhas e vinhetas de games antigos. A canção foi inspirada nas várias madrugadas de sono perdido em que os cantores ficavam jogando RPG’s e escutando hip hop. Para Sv7urno, essa é a realidade de muitos jovens que são considerados nerds na atualidade e de muitos adultos que são players até hoje. “Busco ser real e falar das coisas que eu realmente vivo. Já perdi muitas horas online, acredito que tenho mais horas de League of Legends e Tibia do que na rua com os meus amigos. De fato, tudo isso realmente faz parte da minha vida, antes de conhecer a música, eu já conhecia a trilha sonora do Super Mario World inteira”, explica Sv7urno. Com produção musical da Cabine 808, a música está em todas plataformas de streaming e no canal do YouTube do Sv7urno. A capa do single foi feita a mão pela artmaker Gabriela Mantoan, e para Sv7utno, este é o ponto alto do trabalho, pois apresenta a estética necessária para introduzir o público no mundo de Fliperama Shawty. Featuring with Sigma Amigos de vida e adversários de inúmeras batalhas de rima pelo Litoral Norte há cerca de seis anos, os trappers decidiram se unir para esse feat depois que Sv7urno percebeu o talento do Sigma na faixa solo Passion Fruit Shawty. “Estava de olho na originalidade do Sigma faz tempo. Teve uma época que ele começou a ‘dropar’ várias músicas no SoundCloud, até que ele lançou Passion Fruit e a minha mente entrou em transe. A estética era de plug, totalmente diferenciado de tudo que já tinha visto por aqui. Foi quando percebi que era o momento certo para convidá-lo para essa parceria”, conta Sv7urno. Sigma comenta que se aproximou mais do Sv7urno em 2017 e que decidiu produzir músicas só em 2020, pois até o momento citado, ele só participava de batalhas de rap. “A partir de uma releitura de um som meu que essa música nasceu, desacredito disso até hoje! Apesar de ter sido rápido, foi muito bom porque a liberdade para falar sobre coisas que eu gosto”, disse Sigma. Fanfic Para contextualizar o trabalho de Fliperama Shawty, Sv7urno foi além e criou uma fanfic inspirada na composição para dar mais detalhes sobre o mundo criado nessa música. “Senti que faltava alguma coisa… era uma história ampla, algo que desse vida ao som”. Os sentimentos causados por nostalgia, a imersão em um mundo repleto de aventuras e a magia se juntam com as recordações da fase de criança que Sv7urno procura nunca esquecer. “Gosto muito de trabalhar com nostalgia, gosto muito de sentir essa energia. Para mim, é o melhor sentimento que existe, pegar algo que eu amava quando era mais novo e continuar fazendo, simplesmente, porque eu gosto. Amo games, mangás, HQ’s e ainda amo me viver coisas de quando eu era uma criança”, complementou. Trecho da Fanfic “O Mundo colorido era um planeta muito feliz, cheio de vida, cercado de experiências únicas e repletas de amor e paixão em meados dos anos 2000”. “Sua princesa, a Diamante Amarelo, era doce, bondosa e muito carismática. Sempre zelava por todos do seu reino, e amava todos os seus súditos menos uma pessoa, uma maga terrível e com muita inveja da felicidade dos outros, isso irritava ela de uma forma que fazia ela tremer em nervos”. “Os habitantes desse planeta se alimentam de Passion Fruit, uma fruta amarela muito abundantemente no nosso mundo, ela impedia que os habitantes do mundo colorido ficassem velhos, porém com o tempo, e com uma ajudinha da Maga Negra, essa fruta deixou de existir no mundo colorido, e consequentemente seus habitantes cresceram, se tornando velhos, chatos e rabugentos”. Para conferir a fanfic completa com animação e áudio visite as redes sociais e o canal do artista: Spotify, Instagram, TikTok e YouTube.

Kendrick Lamar lança poderoso álbum Mr. Morale & The Big Steppers

Pouco menos de um mês após ter anunciado o lançamento de seu novo álbum, o rapper Kendrick Lamar revelou o aguardado Mr. Morale & The Big Steppers. Com 18 faixas inéditas divididas em duas sessões, o disco conta com participações especiais e de peso, como Summer Walker, Kodak Black, Ghostface Killah, Blxst, Baby Keem e muito mais. Na capa do álbum, Kendrick usa uma coroa de espinhos na cabeça e uma arma de fogo na cintura, enquanto segura seu filho. A esposa do rapper também é vista logo ao fundo, com um bebê no colo. O novo álbum sucede DAMN, disco de 2017. No domingo passado, o astro divulgou a faixa The Heart Part 5, com mais de cinco minutos de duração. Apesar da novidade, a canção não entrou no repertório do novo álbum. O surpreendente videoclipe oficial, cheio de simbolismo e mensagens ocultas, já ultrapassou a incrível marca de mais de 21 milhões de views. Além de divulgar o novo disco, Kendrick também anunciou sua próxima turnê mundial. Com mais de 60 datas, The Big Steppers Tour 2022 terá início em julho, nos Estados Unidos, passando por cidades como Nova Iorque, Los Angeles, Oakland, entre outras. A partir de outubro, ele desembarca na Europa, Austrália e Nova Zelândia para uma sequência de shows.

Antes do Fim: álbum de Brenalta MC quer deixar legado às próximas gerações

A cada 23 minutos um jovem preto morre no Brasil. Por isso, o rapper caiçara Brenalta MC celebra sempre que faz aniversário. Para esse ano de 2022, a comemoração dos 23 anos foi o lançamento do seu novo álbum Antes do Fim, no dia 31 de março.  “Antes do Fim é sobre a ansiedade constante em que vivemos nos dias atuais e o desejo de realizar grandes feitos, fazer história, deixar um legado para que as gerações futuras lembrem nosso nome”.  Brenalta MC O álbum está recheado de mescla de sonoridades e ritmos. Brenalta também se jogou e foi bem versátil na voz, se diferenciando muito do seu último álbum Escombros, de 2021.  “Quem não corre não anda” é uma das músicas presente no álbum e ilustra bem a vida de Brenalta: faz de tudo para trazer representatividade preta e para o Litoral Norte de São Paulo com sua arte.  Antes do Fim conta com parcerias de diversos artistas da região: Dj Pipoo, Tubarão MC, Masthif, Henrique Morgan, DV Vico, Yara e Vintone. O lançamento do álbum aconteceu no último dia 2 de abril em Boiçucanga, com a presença de público e de vários artistas do Litoral Norte. Antes do Fim já está disponível em todas as plataformas digitais. Dá uma conferida!  Sobre Brenalta MC Caiçara, Breno da Silva nasceu e foi criado em São Sebastião, cidade do Litoral Norte de São Paulo, no bairro de Boiçucanga. Viveu a maior parte de seus 23 anos se dedicando à arte e por isso coleciona diversos prêmios vinculados à cultura hip hop e literatura marginal. São mais de 80 títulos de batalhas de improviso e slam (torneios de poesias), além de lançamento de singles, o EP Amanhã Não Tem Show (2020), o álbum Escombros (2021) e Antes do Fim (2022).  Acompanhe o trabalho do artista pelas redes sociais.

Hakham convoca Choice para o single Quanto Tempo; ouça!

A cena do hip hop nacional tem mais um nome de peso: Hakham. O cantor e compositor lançou na última sexta-feira (26) em todas as plataformas digitais o single Quanto Tempo. Com produção de Pepa Beat Maker e distribuição da New Music Brasil, Quanto Tempo é uma parceria de Hakham com o rapper Choice. A faixa, forte candidata a rap do verão, traz frescor a cena ao unir Hakham, estrela em ascensão, a Choice, rapper dono de milhões de streams nas plataformas digitais. Quanto Tempo conta a história de um casal que apesar de ainda se amar, por decisões próprias, acabam separados. E, como ainda há amor, a música fala sobre a possibilidade de uma reconciliação. “Quando comecei a escrever a música já senti uma conexão muito grande com a história e as melodias e pensei que seria incrível ter a participação do Choice como feat. nesse som. E foi aí que começamos a conversar sobre esse projeto e escrever essa música”, conta Hakham. Para Hakham trabalhar com Choice “foi uma experiência incrível e um aprendizado muito grande. Ter a oportunidade de estar junto com alguém com a experiência e o talento dele não tem comparação”. E completa, “sempre admirei muito as músicas, o comportamento e toda a história dele e trabalhar em um projeto juntos é uma sensação inexplicável”. O single chega acompanhado de um clipe produzido por Kauê Barreto, que estará disponível no canal oficial no YouTube. Assista aqui. Natural de Maringa, Paraná, Hakham despontou no cenário com Deu Certo, single de estreia que alcançou a marca de 100 mil visualizações no YouTube em apenas uma semana. Com o segundo single, Tradução, o rapper seguiu trilhando seu caminho e se firmou como a nova grande aposta do cenário nacional. Mestre do freestyle, Hakham se destaca com composições originais que apresentam rimas variadas e jogos de palavras bem estruturados acompanhados de melodias originais. “Creio que esse lançamento vai ser um passo muito importante para minha carreira e, com certeza, marca um grande momento de início”, diz. “Acredito que tenho muito a acrescentar na cena do Hip-Hop e quero mostrar muitos outros trabalhos incríveis como esse”, finaliza.

Vidaincerta canta O Que Sobrou da Tristeza em seu novo disco

“Eu acho que tristeza dá nome a muita coisa que eu quero deixar pra trás, mas sinto a necessidade de ela ocasionalmente existir no futuro pra que a alegria do presente seja valorizada”. É dessa forma que o rapper Vidaincerta apresenta o seu segundo álbum de estúdio, intitulado O Que Sobrou da Tristeza Vol. 1. O disco, lançado nesta sexta (12), traz músicas que o rapper santista escreveu enquanto passava por um dos momentos mais difíceis da sua vida. As faixas tratam sobre depressão, tristeza e solidão. O trabalho surgiu da necessidade de falar sobre esses momentos como passageiros. “O meu primeiro álbum, Pessoa Tóxica, tratava sobre morar na tristeza, mas O Que Sobrou da Tristeza Vol. 1 é sobre a redenção, a libertação. É sobre o que fica quando a tristeza passa. Voltando para essas músicas hoje, consigo entender que não vale a pena desistir nos piores momentos. Eles que tornam os bons momentos ainda melhores”, explica Vidaincerta. O novo trabalho do Vidaincerta soa também como um manifesto sobre o emo rap no Brasil. Com frases como “eu não sou emo suficiente pros brancos e não sou rap suficiente pros pretos”, O Que Sobrou da Tristeza Vol. 1 fala sobre as dores de um homem preto periférico que sempre se viu segregado em todos os ambientes que frequentou. Faixas de O Que Sobrou da Tristeza Nos últimos anos, o Vidaincerta tem levantado a bandeira do emo rap no Brasil e falado sobre emos pretos em todos os estilos musicais, mas o álbum também traz músicas mais politizadas, como Emodrill, que é uma aposta num som mais pesado e que já foi apresentado ao público com um clipe gravado nas ruas de Santos. “Por mais que eu tenha o foco no emo rap, é muito difícil não falar sobre a situação que o Brasil está hoje. Os casos de racismo descarados e todas as desgraças que estão rolando enquanto alguns aplaudem. Quem não olha pra isso tá muito tranquilo na vida ou tá de chapéu”, explica Vidaincerta ao comentar a faixa. Outras duas músicas conhecidas do público que estão no álbum são O Novo feat. Gah Góes, e O Drill Mais Triste do Mundo feat. Lil Godfather, uma homenagem à banda Fresno. Além das inéditas Sentimento, Lacuna INC, Ragaton da Depression, #GIBAPARAIRMÃO, Grande Ponte Naruto e Sobre o Passado feat. Kevin Willian. O Que Sobrou da Tristeza Vol. 1 foi produzido e mixado pelo Vidaincerta em parceria com o Aladindaleste, com exceção da faixa O Novo, que foi produzida e mixada pelo Gah Góes, que também compôs junto do Vidaincerta.

Medo Todo Mundo Tem: Singular ressalta positividade e empatia em novo single

Singular - Medo Todo Mundo Tem

Nada é melhor do que uma dose de positividade para superar os medos, receios e aflições. Essa é a mensagem principal da banda Singular no single Medo Todo Mundo Tem. A faixa chega nas plataformas de streaming através do selo Musikorama Music Entertaiment, agora integrado à gravadora New Music.  A música é recheada de brasilidade, trazendo nuances de reggae, rap e sendo inspirada na sonoridade de nomes como BaianaSystem e Chico Science & Nação Zumbi. As sessões de gravação ocorreram em meados de 2018, com produção de Matheus Brasil. Na ocasião, a Singular ainda contou com o suporte do percussionista Jefferson Rasta. O vocalista e guitarrista Wilamis Motta aponta que a canção deve servir como uma espécie de mensagem de apoio. “Todos temos medos. Porém, podemos enfrentá-los com positividade e empatia. Esperamos chegar nos ouvidos e corações das pessoas”, frisou. Além de Wilamis, a Singular conta com os músicos Weslley Motta (voz e baixo); Jony Bravo (bateria) e Menotti Bolinelli (guitarra). O grupo está em atividade desde 2009 e divulgou os singles Cheiro Verde, No Controle e Lençol anteriormente em 2020. 

Gravadora de Santos junta rappers de estados diferentes em “Além”

A gravadora de Santos HomiesProd. juntou três DDD na faixa colaborativa Além, lançada recentemente. Em resumo, o pessoal da gravadora, em 2020, foi para São Paulo “resolver umas metas”. No entanto, voltaram com essa faixa produzida em apenas dois dias. Os representantes da gravadora Primeiramente, do DDD 013, representando a Baixada Santista, participa o rapper Iram Bernardo, morador do bairro Saboó, em Santos. “Eu já estava na linha desse projeto com a HomiesProd, a parada fluiu e tô animado pra muito mais que está por vir”, afirma. Já o Sistema Cruel, veio de Sergipe, representando o DDD 079, mas foi buscar seu sonho em São Paulo. Ele foi passar uma semana em São Paulo para finalizar um trabalho e acabou conhecendo os “moleques da Baixada Santista”, como diz.  “Tudo fluiu e fechamos esse trabalho que eu levo para o resto da minha vida”, comenta o artista.  Por fim, o terceiro participante da faixa Além foi Narciso, representando Macaé, Rio de Janeiro, com o DDD 022. “Me encontrei com o Arthurzinho (Sistema Cruel), estávamos procurando um estúdio para captar voz, conhecemos a rapaziada da HomiesProd e fluímos mais um trampo”.