Costa Gold reúne sucessos de carreira no Arena Club

Costa Gold

Depois de passar um tempinho no Japão, com uma turnê de sucesso pelo outro lado do mundo, Costa Gold retorna com peso. O grupo se apresenta no Arena Club em 6 de março para um show cercado de hits. Com seis álbuns e uma ampla bagagem internacional, Costa Gold não só retorna com uma proposta diferente, mas também traz mais atitude. O show também pode trazer uma palhinha do próximo disco, o duplo Projeto 6, que está em produção desde 2019. Ele se divide em duas partes, vermelho e azul, mas ambas promovem mensagens diferentes. No material duplo, o grupo pretende mesclar várias fluentes divergentes. Entre elas, trap, MPB e boom-bap. Para tal, apostam em um instrumental forte, mas também investem na eletrônica. Para o show do Arena Club, os ingressos já estão disponíveis. A compra pode ser feita online, através do Bilheto, ou na própria bilheteria da casa. A censura é de 18 anos, mas menores de idade podem entrar acompanhados de um responsável legal ou com uma declaração feita por um responsável. Entretanto, a mesma deve ser reconhecida em cartório. Serviço Costa Gold em Santos no Arena Club06/03/2020Horário: 23hArena Club – Av. Senador Pinheiro Machado, 33 – Vila Mathias, Santos (SP)IngressosVenda onlineBilheteria do Arena Club – Sem taxa (Dinheiro, Débito e Crédito à vista) 

Rica Silveira lança versão de música da Dance Of Days

Rica Silveira

O rapper Rica Silveira lançou É Só o Inferno e Mais Nada, quarto single de seu EP de estreia, Low. O debute está marcado para o próximo mês, contando com seis faixas, no total. A faixa é original do álbum Coração de Tróia (2002), da banda Dance Of Days. Com uma roupagem mais psicodélica e divertida, o rapper permeia a cena hardcore dos anos 2000, homenageando uma das bandas mais influentes do gênero na época. O próprio Rica Silveira fez parte da cena hardcore. Ele tocou em bandas como DeCore, Gritando FxC e Calibre 12. Sobre o Dance Of Days, o rapper comenta que sempre teve uma grande ligação com a banda. “Tenho uma grande ligação com a banda, dividimos palco muitas vezes, viajamos juntos, […] Nenê além de ser meu amigo até hoje é um cara que tenho grande admiração e apreço, sou fã do trabalho que ele sempre desenvolveu não só na música, mas na cena underground em geral. É uma honra regravar uma música da banda”, elogiou Silveira. Confira a versão de É Só o Inferno e Mais Nada: Ouça também a faixa original da Dance Of Days:

Entrevista | Edgar – “Minhas letras vêm do âmago”

Edgar

Edgar Pereira da Silva é poesia pura. O rapper paulista nascido em Guarulhos tem uma aura de cidadão do mundo crescente, que torna seu rap ainda mais voraz. Em compromisso com a exposição da realidade, Edgar mescla sensações num material criativo, contemporâneo e colorido até nos sons. Seu álbum mais recente, Ultrassom (2018), trata de temas sociais vívidos. Com 10 faixas, todos os textos são sentidos à flor da pele. “Vem da minha vivência, dos lugares que passei, de tudo que vou atravessei. As letras vêm do âmago”. Apesar de cada letra ter uma entonação diferente, o artista não se vê fazendo essas escolhas. “Eu não sei explicar, não tenho uma técnica teatral, um nome específico, não estudei isso. É uma fita bem do autor, mesmo”. “Eu leio diversas vezes pra canalizar, decorar, e vou percebendo as coisas. Se é debochado, se tem raiva, é mais uma energia que tenho que transmitir pras pessoas se contagiarem do que uma dramaturgia”. Tento ser autêntico nisso, porque é uma parada de sentimento. A música pede e eu entrego Edgar sobre a entonação de suas letras Ideias interligadas As ideias fluem como nômades, sem um destino final. Cada tema abordado em Ultrassom, desde a morte de Marielle Franco até a problemática do plástico, tem caminho próprio. Assim como as músicas, cada performance leva rumo distinto. “Eu tenho percebido que as performances que tenho proposto abrangem mais o ecológico, o meio ambiente, mas ficam numa linha tênue do começar a ajudar logo. Elas têm um estágio de subir no palco e mudar isso”. “Eu estouro o plástico com a boca e peço pro público ajudar a tirar. ‘Tem uma hora que só a plateia pode ajudar o artista, preciso de vocês’, e eles vêm. A performance rompe essa linha entre palco e plateia, e é como se o show fosse no plateia”. A sinergia com o público é parte fundamental de sua performance, quebrando até mesmo as barreiras do diálogo. Esta ideia surgiu especialmente quando Edgar foi para a França, participar do Festival MaMA, em Paris, em outubro do ano de 2018. O toque, o tom e a performance “Quando eu fui pra França, as pessoas não entendiam o meu idioma, então eu tinha que achar uma forma deles entenderem que eu tava falando de plástico, de excesso, sem usar palavras. Era um jeito que conseguia trazer uma reação nas pessoas”. Esta foi a primeira experiência internacional do artista, que embarca em breve para o mesmo país. Cada local é uma nova sensação, assim como cada show forma uma apresentação diferente. “Se o lugar é mais intimista, a performance é mais potente. Quando é festival, tem uma pegada mais pra cima – boa noite, começo, meio e fim, pra fazer render. O Edgar solo é uma parada que me acompanha desde que eu nasci (risos), então é uma coisa natural”. Visual e som se misturam em tudo. Na verdade, a estética de Edgar é tão única que você escuta visualizando. Cada detalhe é estudado com precisão cirúrgica. “O visual gosto de estar alternando, no sentido de ter que ser cada vez mais uma puxada de diferentes roteiros. Dá pra fazer outras linguagens, que funcionam bem, dar uma fugida do padrão”. “Sonoramente a estética já é mais solidificada, a gente sabe o que quer. Na sonoridade não fica elegante mudar o tempo todo, como temos feito com esse som mais hi-tech, tecnológico, moderno”. Edgar e seus encontros musicais A projeção além do universo hip hop permitiu que Edgar fizesse trabalhos distintos. Entre eles, uma participação no álbum Deus é Mulher (2018), de Elza Soares. A canção escolhida foi Exu nas escolas, composta por Kiko Dinucci e agitada no rap de Edgar. “A Elza Soares, madrinha, é maravilhosa. Amo, quero, sou! Foi muito mágico!”, conta Edgar. Além da canção, Edgar foi convidado especial de Elza em sua apresentação no Rock in Rio. Subiu para cantar Blá Blá Blá, em meio ao protesto político onde bradou “o futuro é um presidente com medo de nós”, em alusão ao seu discurso em Plástico. Outra participação foi com Baiana System e Curumin, na faixa Sonar, em O Futuro Não Demora (2019). “Ali é família, galera é muito amor, fazer alguma coisa com eles foi maragnífico, de maravilhoso e magnífico mesmo, nossa”. A admiração é mútua, e Edgar arranca elogios. “Majestoso, né? Uma qualidade impecável de voz. Foi um convite muito honroso”. Lollapalooza 2020 “Não tenho dinheiro pra isso não (risos). Nunca nem fui, fora da minha realidade”. O convite para participar do Lolla traz a primeira oportunidade de estar no festival. “Preciso ver o local do show, é mais fácil de trabalhar o espetáculo. Se eles tiverem uma projeção simultânea igual do Rock in Rio, consigo fazer uma performance pra todo mundo ver”. As várias trocas de palco e escolhas de repertório ainda estão em pauta. Outra coisa que ainda não está certa é sobre os artistas que vai assistir. “É tanta gente que eu não consigo nem ver! Nem deu tempo de pensar. Tem que ser por partes”, brinca.

Mac Miller terá álbum póstumo lançado em janeiro

Mac Miller

A família de Mac Miller anunciou o lançamento de um álbum póstumo em homenagem ao músico. Com previsão de estreia em 17 de janeiro, o novo disco se chama Circles, remetendo ao antecessor Swimming (2018) em uma metáfora bem sensível Após o lançamento de Time, sua primeira canção póstuma, o novo álbum traz uma carga muito pesada para a família. Em comunicado oficial, a família comentou algumas dificuldades neste processo. Além do lançamento póstumo, o comunicado também esclarece o processo de criação de Mac, explicando o conceito de estar “nadando em círculos”, como sugerem os títulos de seus dois discos. O rapper faleceu aos 26 anos, em 2018. Mac foi vítima de uma parada cardíaca em decorrência de overdose. De acordo com o TMZ, o rapper teria ingerido fentanil por acidente, pois esperava analgésicos a base de oxicodona. O traficante responsável pela troca foi indiciado e levado pela polícia em setembro de 2019. Leia o comunicado completo da família de Mac Miller: “Aqui estamos. O ato de estar aqui escrevendo isso é surreal. No momento da sua morte, Malcolm estava bastante envolvido no processo de gravar o álbum que acompanharia Swimming, chamado Circles. Dois estilos diferentes se complementando, completando um círculo – O conceito era estar nadando (‘swimming’) em círculos (‘circles’). Ele vinha trabalhando com Jon Brion, que após ouvir algumas versões iniciais das canções, cancelou outros compromissos para ajudar Malcolm a deixá-las perfeitas. Após a sua morte, Jon se dedicou a finalizar Circles baseado no tempo que passou e nas conversas que teve com Malcolm. Somos eternamente gratos a Jon e a todos que se dedicaram ao trabalho difícil e emocional de trabalhar nesse lançamento. Esse é um processo complicado que não tem resposta certa. Não tem um caminho claro. Somente sabemos que seria importante para o Malcolm que o mundo ouvisse. Uma das decisões mais difíceis no processo é como comunicar isso da melhor forma para as pessoas – como passar a mensagem com conteúdo ao mesmo tempo em que as coisas que devem permanecer sagradas permaneçam sagradas. Então esse aqui será o único post em qualquer um dos seus canais. Informações sobre esse lançamento, sua instituição de caridade e o próprio Malcolm podem ser encontradas no @92tilinfinity. Obrigado a todos os fãs que o apoiaram incondicionalmente todos esses anos. Sentimos a falta dele. Só podemos imaginar aonde Malcolm iria e apreciarmos onde ele esteve. Esperamos que vocês separem um tempo para ouvir. O rosto dele quando todo mundo ouvia dizia tudo. Com humildade e gratidão. A família de Malcolm“.

Travis Scott lança EP com várias colaborações

Travis Scott

Depois do sucesso de Astroworld, Travis Scott mergulha em um novo projeto. O rapper lançou na madrugada desta sexta-feira (27) o EP Jackboys. Com sete faixas, o EP reúne parcerias com vários artistas pop e rap. Entre eles estão Rosalía, Quavo, Offset, Young Thug e Dom Toliver. Com Lil Baby, Scott lançou um remix do single Highest In The Room. A nova versão agita um pouco mais a canção. No total, o EP soma pouco mais de 20 minutos. Ouça Jackboys, já disponível em todas as plataformas digitais:

Kanye West adia vinda ao Brasil por tempo indeterminado

Kanye West

Era bom demais para ser verdade! O rapper Kanye West adiou sua apresentação em São Paulo, que faria parte das comemorações do aniversário da cidade. A informação é do colunista João Batista Jr., da Veja. Entretanto, nem tudo são perdas. Aparentemente, a negociação de uma nova data pode manter a apresentação próxima. Ainda não há confirmação de quando será a apresentação. Para compensar pela notícia ruim, eis uma boa novidade: em pleno Natal, o Sunday Service lançou seu segundo álbum gospel. Jesus is Born segue o primeiro disco, lançado em outubro.