ONG defende que ‘rodas punk’ sejam proibidas em shows depois da quarentena

Fãs dos famosos moshs terão de esperar um pouco mais do que só o fim da quarentena para realizar a prática em shows. Em síntese, a ONG Event Safety Alliance, publicou um documento orientando casas de shows de como proceder durante apresentações pós coronavírus. Na publicação, a instituição cita as famosas rodas punk, especialmente em shows de rock, como algo ‘absolutamente proibido’. “As pessoas não poderão ficar todos à frente do palco como estão acostumados. Mosh e crowd surfing são violações do distanciamento social e estão absolutamente proibidos”, afirma a organização. Aliás, a ONG também listou outras recomendações que devem ser seguidas em um futuro próximo: Lavar as mãos de hora em hora, e basicamente a todo momento Uso de máscaras é obrigatória Sanitização de maçanetas, torneiras, botões de elevador, telefones, bebedouros, latas de lixo e computadores, etc Medir a temperatura de todos os atendentes do show Implementação de barreiras transparentes para os guichês Empregadores deverão remunerar seus funcionários, caso eles se ausentem por razões de doença.

Little Richard: o arquiteto do rock nos deixou…

Entre panelas, pratos e frigideiras da cozinha do restaurante do terminal de ônibus, o pequeno Richard cantava tentando reproduzir seus sons e ruídos. Dessa “onomatopia”, surge o eterno e mais famoso grito da história do rock ‘n’ roll: A-wop-bop-a-loo-bop-a-lop-bam-boom! O americano Richard Penniman nasceu em 5 de dezembro de 1932. Segundo sua mãe, aos 15 anos, além de aprender a cantar hinos religiosos e tocar piano, também percorria as feiras da região acompanhando grupos de ambulantes onde se destacava com apresentações de sapateado e canto. Posteriormente, em 1955, já como Little Richard, emplacou seu primeiro e mais famoso hit, Tutti Frutti. Em suma, o consagrou como o rei e rainha do rock ‘n’ roll. Negro e bissexual, sua música fundia o gospel e o rhythm ‘n’ blues em um ritmo excitante e sensual. Em resumo, ajudou a afastar as barreiras descriminatórias entre raças, sexos e gerações. Essa virtude frenética marcaria para sempre todas as futuras gerações de artistas, brancos ou negros. Voltando ao seu primeiro hit, Tutti Frutti vendeu mais de 3 milhões de discos, causando entusiasmo entre negros e brancos. Empolgava os jovens, enquanto enfurecia os adultos. O impacto do sucesso de Little Richard Em pouco tempo passou de um mero lavador de pratos para uma das figuras mais importantes e emblemáticas da música. Muitos hits vieram depois: Long Tall Sally, Lucille, Good Golly Miss Molly, Rip it Up, Jenny Jenny, Keep A Knocking… Little Richard, um dos pioneiros do rock, se auto intitulava “o arquiteto do rock”. E para muitos ele representava a conjunção, a somatória dos maiores showman da história do rock. Neste 9 de maio de 2020, ele nos deixou, mas, sem dúvida, vai levar seu talento e alegria para todo mundo dançar e ecoar seu grito, esteja ele onde estiver. A-wop-bop-a-loo-bop-a-lop-bam-boom! E um Rock abraço, Aldo Fazioli