Fresno toca na Arena Club, em Santos, neste sábado; veja preços

A Fresno se apresenta neste fim de semana em Santos. O show acontece no sábado (7), no Arena Club. Ainda há poucos ingressos disponíveis ao público. É a primeira apresentação da banda por aqui em mais de dois anos. O público teve uma breve noção do que pode esperar com a performance marcante no Lollapalooza Brasil. Agora, como headliners do próprio show, a Fresno promete passear pela história da banda, sem deixar o filho mais novo de fora. >> Confira entrevista com a Fresno “Vamos tocar, obviamente, um show baseado no Vou Ter Que Me Virar, mas também vai ter muita coisas dos outros outros álbuns, até porque os classicão da Fresno não podem faltar”, comenta o vocalista Lucas Silveira. Para acompanhar o show será necessário apresentar o comprovante de vacinação, seja em formato físico ou digital, com pelo menos duas doses. Serviço Fresno @ SantosData: 7 de maio (sábado)Local: Arena Club | Av. Senador Pinheiro Machado 33 – Vila Mathias – SantosHorário: A partir das 22h IngressosFront Stage – Inteira – 4º Lote | R$180 + taxasFront Stage – Meia – 4º Lote | R$90 + taxasMezanino – Inteira – 3 Lote | R$200 + taxasMezanino – Meia – 3º Lote | R$100 + taxasPista – Inteira – 3º lote | R$120 + taxasPista – Meia – 3º lote | R$60 + taxas

Djonga e Onze20 são atrações na Arena Club, em Santos

O final de semana será de rap e reggae na Arena Club, em Santos. Quem abre a programação na sexta-feira (8), às 22 horas, é o rapper Djonga. No sábado (9), no mesmo horário, é a vez da banda Onze20. O mineiro Djonga, que tem 12 anos de carreira e cinco álbuns lançados, iniciou a carreira muito cedo, e nunca escondeu sua grande paixão e admiração por música e poesia, tendo ele crescido em uma família muito musical, ouvindo principalmente MPB. Suas inspirações vieram do funk e do rap nacional, tendo em vista que seus primeiros CD’s foram do grupo Racionais MC’s e de Dogão. No repertório da apresentação, sucessos como Corpo Fechado, Redenção, O Mundo é Nosso, Favela Vive 3, Olho de Tigre, entre outros. Na estrada há 12 anos, o grupo Onze20 é formado por Vitor (vocal), Chri Baumgratz e Fábio Barroso (guitarras), Marlos Vinicius (baixo), Athos Santos (teclados) e Fábio Mendes (bateria). Diretamente de Juiz de Fora, os artistas misturam os estilos roots, rock e reggae. Na Arena Club devem interpretar hits como Deixo Você Ir, Vem Cá, Não Vai Voltar, Fica do meu Lado, entre outras. SERVIÇO DjongaData: 08/04, sexta-feira. Abertura: 22h Ingressos – Preços: R$ 50,00 a R$ 200,00 Onze20Data: 09/04, sábado. Abertura: 22h Ingressos – Preços: R$ 40,00 a R$ 160,00 Arena Club Endereço: Av. Senador Pinheiro Machado, 33 – Vila Mathias, Santos – SP

Fresno retorna a Santos com turnê ‘Vou Ter Que Me Virar’

Uma das turnês nacionais mais aguardadas do ano virá a Santos. A Vou Ter Que Me Virar, da Fresno, chega ao Arena Club, em 9 de abril. Os ingressos já estão à venda e custam entre R$ 40,00 (pista/meia) e R$ 160,00 (mezanino/inteira). Atração do Lollapalooza, no fim deste mês, a Fresno anunciou, até o momento, datas em Porto Alegre (23 de abril), Belo Horizonte (13 de maio), Rio de Janeiro (28 de maio), São Paulo (4 e 5 de junho) e Curitiba (9 de julho). Com uma linguagem totalmente diferente da já conhecida pelos fãs, a Fresno surgiu recentemente com o lançamento do nono álbum de carreira. Chamado de Vou Ter Que Me Virar, o disco conta com 11 canções e três participações especiais. O novo projeto mescla letras que são um verdadeiro desabafo, a uma sonoridade mais eletrônica e pop. E não somente as músicas tiveram alterações. É perceptível uma mudança na linguagem visual da Fresno também. A capa do álbum e os videoclipes de Vou Ter Que Me Virar e Já Faz Tanto Tempo feat. Lulu Santos, têm o intuito de trazer esperança para o público e uma roupagem menos datada para o projeto. Sobre Vou Ter Que Me Virar Em entrevista recente ao Blog n’ Roll, o vocalista Lucas Silveira comentou as mudanças na banda. “Apesar de sermos velhos (risos), somos muito modernos no sentido de saber produzir à distância e embora sejamos uma banda, tratamos cada música e cada disco como uma criação musical diferente, que nós, enquanto um grupo de pessoas que decide por fazer um novo trabalho, fazemos a obra em conjunto”. Aliás, após o lançamento do álbum, a Fresno também revelou um compilado de remixes de Vou Ter Que Me Virar. “O remix mostra realmente os limites de onde dá pra chegar com uma música nossa, neles somos mais arriscados”, reflete o vocalista. Depois das muitas versões que o disco Vou Ter Que Me Virar – lançado em novembro de 2021 – teve nas mãos dos próprios integrantes, agora, o álbum recebe novos desdobramentos com o primeiro compilado de remixes.

Supercombo toca na Arena Club, em Santos, neste sábado

A banda Supercombo faz show neste sábado (5), a partir das 18 horas, na Arena Club (Av. Senador Pinheiro Machado, 33), em Santos. O ingresso custa R$ 50,00 e está disponível na plataforma Bilheto. O mais recente lançamento do grupo é o EP Supercombo, de 2021, e o DVD Ao Vivo Quando a Terra Era Redonda, gravado em São Paulo com diversos sucessos da carreira em shows que ocorreram antes da pandemia. Criada em 2007, na cidade de Vitória (ES), a Supercombo é formada por Leonardo Ramos (voz e guitarra), Carol Navarro (baixo e voz), Pedro Toledo Ramos (guitarra e voz), Paulo Vaz (teclado) e André Dea (baterista). Com letras que levam a uma jornada de autodescobertas, a banda consegue tocar no íntimo dos ouvintes que refletem sobre situações do cotidiano, gerando uma identificação pessoal com a música. Com uma carreira consolidada no mercado nacional, a banda tem números impressionantes nas redes sociais e nas plataformas de streaming. O canal do grupo no YouTube conta com mais de um milhão de inscritos; no Instagram, são mais de 150 mil seguidores. Já no Spotify, a Supercombo ultrapassou a marca de 138 milhões de plays. Estas conquistas foram alcançadas com o lançamento de cinco álbuns de estúdio e marcantes apresentações ao vivo. Além disso, o grupo já se apresentou nos principais palcos do Brasil, como Audio Club, Cine Jóia, Circo Voador, Imperator, e em grandes festivais como o Lollapalooza, Planeta Atlântida e Expo Music.

Venda de ingressos para o show de Emicida em Santos começa nesta terça

A venda de ingressos para o show de Emicida em Santos começa nesta terça-feira (15), a partir das 14h, no site do Sesc. A tendência é que se esgote rapidamente. Serão duas apresentações na sexta (18) e sábado (19), às 20h, no Teatro do Sesc Santos. Para um mundo em decomposição, Emicida optou por escrever como quem manda cartas de amor. O resultado desse exercício é o novo projeto de estúdio do rapper paulista, AmarElo, em que ele propõe um olhar sobre a grandeza da humanidade. Agora, o artista leva este trabalho para os palcos. O show tem se revelado uma grande experiência, uma celebração com contornos de comunhão. No repertório as novas canções, como a faixa-título e Eminência Parda, além de músicas que marcaram a sua carreira. Local: Teatro do Sesc SantosDias 18 e 19/2. Sexta e sábado, às 20hIngressos: R$ 15,00 a R$30,00Classificação etária: 16 anosVenda on-line, dia 15/2, a partir das 14h, no site Venda presencial dia 16/2, a partir das 17h, nas bilheterias do Sesc SP

Rapper Santista, Augusto Pakko divulga a faixa 157; veja o clipe

O rapper santista Augusto Pakko divulgou nesta quarta-feira (17) o single 157, o primeiro de sua mixtape, que será lançada neste sábado (20). Ademais, a faixa veio acompanhada de um clipe. Na produção, o artista expõe o cotidiano violento vivido por diversos jovens negros que moram em periferias pelo Brasil. Em resumo, todo o elenco do clipe é composto por pessoas negras. Para o músico, a faixa traz a tona um grito para o fim da desigualdade. “Mostra que todos estão unidos e cansados de tanto preconceito… Com um sentimento de revanche, de reviravolta e principalmente de resistência”. Para a mixtape, Augusto escolheu o D’ASSALTO como título. Segundo Pakko, o nome representa como ele é visto por uma parcela da sociedade todos os dias quando sai de casa. “Sou visto como um suspeito ou alguém que é uma ameaça, por isso decidi vestir este estereotipo e é como se eu quisesse tomar de assalto tudo aquilo que eles me tiraram”.

Vidaincerta canta O Que Sobrou da Tristeza em seu novo disco

“Eu acho que tristeza dá nome a muita coisa que eu quero deixar pra trás, mas sinto a necessidade de ela ocasionalmente existir no futuro pra que a alegria do presente seja valorizada”. É dessa forma que o rapper Vidaincerta apresenta o seu segundo álbum de estúdio, intitulado O Que Sobrou da Tristeza Vol. 1. O disco, lançado nesta sexta (12), traz músicas que o rapper santista escreveu enquanto passava por um dos momentos mais difíceis da sua vida. As faixas tratam sobre depressão, tristeza e solidão. O trabalho surgiu da necessidade de falar sobre esses momentos como passageiros. “O meu primeiro álbum, Pessoa Tóxica, tratava sobre morar na tristeza, mas O Que Sobrou da Tristeza Vol. 1 é sobre a redenção, a libertação. É sobre o que fica quando a tristeza passa. Voltando para essas músicas hoje, consigo entender que não vale a pena desistir nos piores momentos. Eles que tornam os bons momentos ainda melhores”, explica Vidaincerta. O novo trabalho do Vidaincerta soa também como um manifesto sobre o emo rap no Brasil. Com frases como “eu não sou emo suficiente pros brancos e não sou rap suficiente pros pretos”, O Que Sobrou da Tristeza Vol. 1 fala sobre as dores de um homem preto periférico que sempre se viu segregado em todos os ambientes que frequentou. Faixas de O Que Sobrou da Tristeza Nos últimos anos, o Vidaincerta tem levantado a bandeira do emo rap no Brasil e falado sobre emos pretos em todos os estilos musicais, mas o álbum também traz músicas mais politizadas, como Emodrill, que é uma aposta num som mais pesado e que já foi apresentado ao público com um clipe gravado nas ruas de Santos. “Por mais que eu tenha o foco no emo rap, é muito difícil não falar sobre a situação que o Brasil está hoje. Os casos de racismo descarados e todas as desgraças que estão rolando enquanto alguns aplaudem. Quem não olha pra isso tá muito tranquilo na vida ou tá de chapéu”, explica Vidaincerta ao comentar a faixa. Outras duas músicas conhecidas do público que estão no álbum são O Novo feat. Gah Góes, e O Drill Mais Triste do Mundo feat. Lil Godfather, uma homenagem à banda Fresno. Além das inéditas Sentimento, Lacuna INC, Ragaton da Depression, #GIBAPARAIRMÃO, Grande Ponte Naruto e Sobre o Passado feat. Kevin Willian. O Que Sobrou da Tristeza Vol. 1 foi produzido e mixado pelo Vidaincerta em parceria com o Aladindaleste, com exceção da faixa O Novo, que foi produzida e mixada pelo Gah Góes, que também compôs junto do Vidaincerta.

Resenha | Scalene retorna aos palcos no Sesc Santos

Após quase dois anos sem apresentações ao vivo, acredito que ninguém que foi ao Sesc Santos, na noite do último sábado (6), sabia direito o que esperar do primeiro show de rock no local. E quando falo ninguém, incluo também os membros da banda Scalene. Contudo, todo esse sentimento de viver algo novo acabou tornando o show emocionante. Assim que Danse Macabre deu o pontapé inicial na performance, não pareceu que era a primeira vez que o conjunto se apresentava ao vivo depois de tanto tempo. Muito à vontade no palco, o vocalista Gustavo Bertoni se mostrou com ótima presença de palco. Ainda falando sobre primeiras vezes, esta foi a performance de estreia da Scalene após a saída do baterista Philipe “Makako” Nogueira. Quem assumiu as baquetas foi Alana Ananias, que cumpriu muito bem o papel. O ponto alto da primeira metade da apresentação foi a presença do vocalista santista Rafael Costa, o Bola da Zimbra, na faixa Surreal, uma das canções mais conhecidas pelo público. Aliás, a banda soube mesclar momentos mais explosivos, com músicas presentes no disco Magnetite, além de faixas mais calmas, como foi Furta-Cor. Em síntese, o grupo também trouxe seus novos singles para o show. O destaque ficou para Névoa, que soa ainda melhor quando tocada ao vivo. Já no fim, o guitarrista Tomás Bertoni se emocionou ao falar sobre os momentos difíceis vividos por cada um de nós durante a pandemia. As palavras emocionadas vieram seguidas de phi, que encerrou uma noite carregada de sentimentos no local. Por fim, após diversas apresentações na cidade, Santos ficará guardada nos corações dos membros da Scalene após este fim de semana, no Sesc Santos.

Gilberto Gil e Caetano Veloso são homenageados no Som das Palafitas

Após a etapa regional, o Instituto Arte no Dique abre neste fim de semana a fase nacional do festival O Som das Palafitas. Gilberto Gil e Caetano Veloso serão homenageados pelos seus filhos, Zezé Motta, Paulinho Moska, João Donato, Eduardo Dussek, Margareth Menezes e Armandinho Macedo. A programação completa será online, gratuita e antecipa celebração de 80 anos de vida destes dois grandes nomes da música popular brasileira. Para assistir, fique de olho no YouTube do Arte no Dique. “Essa edição do Festival O Som das Palafitas se estenderá entre 2021 e 2022, ao estilo das temporadas de futebol europeias. E decidimos sair na frente na homenagem a esses gigantes da MPB”, destaca José Virgílio. Programação completa do Som das Palafitas 6 de novembro, 20h – Moreno Veloso 13 de novembro, 20h – Bem Gil 20 de novembro, 20h – Armandinho Macêdo, Marco Lobo & YacoceSimões: Retocando Gil e Caetano 27 de novembro, 20h – Margareth Menezes 4 de dezembro, 20h – Os Gilsons 11 de dezembro, 20h – João Donato 18 de dezembro, 20h – Zezé Motta 8 de janeiro, 20h – Eduardo Dussek 15 de janeiro, 20h – Paulinho Moska