The Cult traz aclamada turnê de 40 anos ao Brasil em fevereiro de 2025

The Cult traz ao Brasil, em fevereiro de 2025, a turnê que celebra 40 anos de carreira. A tour visitará três capitais brasileiras: Rio de Janeiro (22/02, Viva Rio), São Paulo (23/02, Vibra SP) e Curitiba (25/02, Live Curitiba). Comandada por Ian Astbury (vocalista) e Billy Duffy (guitarrista), o The Cult tem como legados uma legião global de fãs e uma discografia coesa e repleta de hits atemporais, com destaque para quatro álbuns que constantemente figuram entre os grandes lançamentos de todos os tempos da história do rock: Love (1985), Electric (1987), Sonic Temple (1989) e Ceremony (1991). O rock direto e empolgante do The Cult, que em alguns momentos flerta com o hard rock típico dos anos 80 com o então emergente rock alternativo, explodiu em rádios mundo afora – músicas como She Sells Sanctuary, Fire Woman, Rain e Give me Mercy são ainda hoje tocadas e pedidas em programas radiofônicos, inclusive no Brasil. Vale ressaltar a presença marcante do vocalista Ian Astbury, altamente influenciado por David Bowie, com suas performances épicas, e que na primeira metade dos anos 2000 “substituiu” Jim Morrison (1943-1971) no projeto The Doors of the 21st Century (com ex-membros do próprio The Doors). O último disco de estúdio do The Cult saiu em 2022: Under the Midnight Sun, o 11º da carreira. O álbum foi produzido por Tom Dalgety principalmente no Rockfield Studios, onde a banda gravou seu primeiro álbum Dreamtime, em 1984. O disco traz uma mistura de rock, psicodelia e elementos eletrônicos. Os ingressos estarão à venda a partir das 13h desta sexta-feira (8). No Rio de Janeiro, a venda já começou com uma pré-venda para clientes Vivo por meio do site Fastix. The Cult no Rio de Janeiro Data: 22 de fevereiro de 2025 Local: Vivo Rio – Av. Infante Dom Henrique, 85 – Rio de Janeiro Ingressos The Cult em São Paulo Data: 23 de fevereiro de 2025 Local: Vibra SP Ingressos The Cult em Curitiba Data: 25 de fevereiro de 2025 Local: Live Curitiba Ingressos

Veterana do metal Converge estreia em São Paulo no domingo

A banda veterana do metal torto Converge chega ao Brasil para um show único no próximo domingo (10), no Cine Joia, em São Paulo. A realização é da Powerline Music & Books. Ingressos já estão à venda. Converge, formada em 1990, em Salem, nos Estados Unidos, é uma veterana banda que faz uma mistura única e mundialmente reconhecida entre o hardcore e o metal, que ajudou a popularizar e definir os gêneros metalcore e mathcore. Nesta inédita passagem por São Paulo, o Converge preparou um setlist que vai contemplar músicas de distintas fases da banda, incluindo petardos do clássico Jane Doe, do integrante Axe to Fall e do moderno The Dust in Us. Faixas de tantos outros discos também são aguardadas, como do mais recente lançamento, Bloodmoon: I, de 2021, composto em parceria com a renomada cantora e musicista norte-americana Chelsea Wolfe. A pluralidade do Converge é criar músicas que dilaceram e, quase num mesmo instante, trazem conforto. A ousadia também é uma constante na carreira da banda: facilmente se encontra elementos de outras vertentes entre as músicas, como punk, thrash metal e até noise, sem nunca perder o fio condutor agressivo e barulhento. Com 33 anos de atividades, o Converge se tornou uma das bandas mais cultuadas da música pesada desde o lançamento do quarto disco, em 2001, o icônico – e caótico – Jane Doe: um álbum que rompeu estruturas com tempos quebrados, vocais alucinados e um peso descomunal para os padrões do início daquela década. O quarteto é desde o início dos anos 2000 formado por Jacob Bannon (vocal), Kurt Ballou (guitarra), Nate Newton (baixo) e Ben Koller (bateria). Cada integrante possui uma biografia recheada de feitos. O Converge é seguido de perto por uma enorme legião de fãs, fanáticos pelas diversas texturas sonoras e a aura caótica oferecidas em doses cavalares, numa intensidade e dinâmica comparadas ao que fazem bandas tão seminais quanto, como Neurosis, The Dillinger Escape Plan e Norma Jean.

Mais enxuto, mas potente e solto, Smashing Pumpkins emociona em SP

Em sua quinta passagem pelo Brasil, a primeira em nove anos, o Smashing Pumpkins mostrou estar em alto nível. No domingo (3), no Espaço Unimed, Billy Corgan e companhia demonstraram estar confortáveis em cena para desfilar uma sequência infinita de hits. The Everlasting Gaze, a melhor e mais pesada do álbum Machina/The Machines of God (2000), abriu o show e foi a faísca que faltava para esquentar de vez o Espaço Unimed. O início do show ainda trouxe uma versão inusitada de Zoo Station, do U2, com solo de bateria, que em alguns momentos pareceu até uma simulação de samba. A interação entre banda e público passou a ficar mais intensa quando as canções dos álbuns Siamese Dream, Mellon Collie and the Infinite Sadness e Adore passaram a marcar presença no set. Today emocionou muita gente na plateia, enquanto Tonight, Tonight fez Billy Corgan para a canção para contemplar a resposta do público. Aliás, chamou a atenção dos outros integrantes como se dissesse: “entenderam porque aqui é diferente?”. E faz muito sentido. Antes do show de São Paulo, a última vez que assisti ao Smashing Pumpkins foi em 2018, na T-Mobile Arena, em Las Vegas. Na ocasião, já acompanhado novamente de James Iha e Jimmy Chamberlin, a banda entregou um show de 3h15 de duração, o dobro da atual turnê, mas sem uma resposta tão enérgica do público. Vale destacar que na apresentação de Las Vegas, James Iha ainda não parecia muito confortável com o retorno ao grupo. Cenário totalmente diferente no Espaço Unimed, no qual ele apresentou a banda, imitou os trejeitos de Brian Johnson (AC/DC) e ainda cantou, de surpresa, Ziggy Stardust, de David Bowie, no fim do show. Surpresas, que por sinal, marcaram a apresentação do Smashing Pumpkins em São Paulo. Após Disarm, Billy Corgan ficou sozinho no palco para uma dobradinha acústica, com Landslide (Fleetwood Mac) e Shine On, Harvest Moon (Ruth Etting). Ver Billy Corgan feliz e leve no palco deixou uma ótima impressão para os fãs. Da última vez, no Lollapalooza 2015, o vocalista estava abatido com a morte de um dos seus gatos, além de estar acompanhado de músicos que pareciam apenas cumprir uma função determinada, sem muita emoção. A guitarrista Kiki Wong e o baixista Jack Bates deram um novo fôlego para a banda. A turnê The World Is a Vampire, que praticamente ignora o álbum mais novo do Smashing Pumpkins, Aghori Mhori Mei (tocou apenas Sighommi), segue pela América do Sul, com shows na Argentina, Chile, Peru, Equador e Colômbia. Terno Rei Uma das bandas mais cultuadas do momento no Brasil, a paulistana Terno Rei foi a responsável pela abertura do show do Smashing Pumpkins em São Paulo. Apesar do pouco tempo, 30 minutos, o grupo conseguiu empolgar o público com uma divisão igualitária dos seus dois últimos álbuns, Violeta (2019) e Gêmeos (2022). Solidão de volta e 93, tocadas logo no início, tiveram ótimo retorno dos fãs. Muitos cantaram de ponta a ponta na pista premium. No fim, antes de Esperando Você, o vocalista Ale Sater revelou que, apesar de ter feito a abertura de vários shows internacionais, o Smashing Pumpkins era o mais importante. “Vamos tocar uma música que achamos que tem muito a ver com o som deles”, disse.

La Ciencia Simple, banda chilena de post-rock, estreia no Brasil

O grupo chileno La Ciencia Simple estreia no Brasil no próximo dia 15, no Sesc Avenida Paulista, em São Paulo. Aliás, vem com o vinil do álbum Ritmos en Cruz, seu quarto trabalho lançado em 2022 – produzido por John McEntire (Tortoise, The Sea and Cake) e masterizado por Heba Kadry (Björk, Explosions in the Sky). O álbum combina influências de post-rock, math-rock e atmosferas sonoras densas, propondo momentos de tensão e harmonia gradual ao longo de suas oito faixas. A banda chilena cativou públicos ao redor do mundo apresentando uma viagem emocional, que visita diferentes paisagens sonoras hipnóticas e momentos de energia intensa. A experiência visual e sensorial da La Ciencia Simple pode ser conferida no registro do show realizado em 2023, na Sala Master, dentro da Radio Universidad de Chile. A banda, formada em 2014, em Santiago, possui quatro álbuns de estúdio. A formação atual conta com Rienzi Valencia (guitarra e sintetizadores), Gonzalo Valencia (bateria, sintetizadores e programação), Edgar Sandoval (baixo) e Jorge Schain (guitarra). “Uma banda de pós-rock que vem de uma base hardcore-emo, o que confere grande intensidade às suas performances ao vivo, muitas vezes resultando em uma catarse profunda. Além disso, o grupo se destaca pelo uso de polirritmos, aproximando-se do math rock, mas sem a hipercinesia típica do gênero, e sim com atmosferas vibrantes e hipnóticas”, explica Gonzalo Valencia. O baterista e compositor, Gonzalo, assim como a banda estão ansiosos para tocar e conhecer um pouco mais do Brasil: “há alguns anos conhecemos uma banda chamada Hurtmold. Também gostamos muito de Bike, Ema Stoned e Glue Trip. Vamos adorar aproveitar essa viagem para saber um pouco mais sobre essas bandas e outras novas.”

Adi Oasis retorna ao Brasil para shows no Rio e em São Paulo

Após se tornar uma das atrações mais elogiadas do Queremos! Festival no começo do ano, a franco-caribenha Adi Oasis retorna ao país para shows intimistas nos Blue Note de São Paulo e do Rio de Janeiro. Ela se apresenta nos dias 12 e 15 de novembro, respectivamente, às 20h. No Rio, os ingressos variam entre R$ 30 e R$ 150. Já na capital paulista, entre R$ 60 e R$ 150. Adi Oasis tem o baixo como instrumento principal e une, em suas músicas, R&B, soul e funk com letras sobre questões sociais, como feminismo e violência urbana. Anteriormente conhecida como Adaline, a artista já se apresentou ao lado de nomes como Lenny Kravitz, Gregory Porter, Masego, Chet Faker, Keyshia Cole e Anderson .Paak. Coroando uma fase de enorme sucesso na carreira solo, ela é a sexta artista francesa mais ouvida no mundo e está no Top 20 do Spotify global entre artistas de indie soul. Seu lançamento mais recente é a edição deluxe do aclamado álbum Lotus Glow, com participações especiais da brasileira Luedji Luna em Multiply, além de Danielle Ponder (Dumpalltheguns), Samm Henshaw (Serena), Jamila Woods (Red to Violet) e Durand Bernarr (na faixa-foco Le Départ). Localizados em pontos importantes das cidades, o Blue Note São Paulo fica localizado na Avenida Paulista, 2073 – 2º Andar, no Conjunto Nacional e sua versão carioca, na Av. Atlântica, 1910, na praia de Copacabana.