Viper fará show especial no Sesc Belenzinho; confira data e preços

O Viper fará um show no Sesc Belenzinho no próximo dia 30 de março. Além de clássicos de toda a carreira da banda, o grupo apresentará canções do disco Timeless, lançado ano passado. Os ingressos já estão disponíveis pelo site do Sesc. A formação atual da banda conta com Leandro Caçoilo nos vocais e Kiko Shred na guitarra, se juntando aos veteranos Pit Passarell (baixo), Guilherme Martin (bateria) e Felipe Machado (guitarra). O disco Timeless, primeiro da banda em 15 anos, foi produzido por Maurício Cersosimo, que já trabalhou com nomes como Paul McCartney e Avril Lavigne. Produziu também To Live Again: VIPER Live in São Paulo, álbum/DVD ao vivo gravado na turnê em que André Matos voltou para a banda, em 2013, além do single The Spreading Soul Forever (2020). Além de músicas do novo álbum, a banda também apresentará canções clássicas como Living for the Night, Rebel Maniac e To Live Again, entre outras. VIPER NO SESC BELENZINHO, EM SÃO PAULO Local: Comedoria do Sesc Belenzinho Endereço: R. Padre Adelino, 1000 – Belenzinho, São Paulo Data: Sábado, 30 de março de 2024 Abertura: 20:30 Classificação etária: 14 anos Ingressos Credencial plena – R$ 15,00 Meia entrada – R$ 25,00 Inteiro – R$ 50,00
Capital Inicial anuncia show extra em São Paulo; ingressos estão à venda

Após esgotar os ingressos para o show de encerramento da turnê 4.0, a banda Capital Inicial anunciou um show extra em São Paulo. A apresentação acontece no dia 30, com as faixas preferidas dos fãs, novidades e versões inéditas dos clássicos. O evento começa às 22h, com ingressos a partir de R$ 90,00, no site da Eventim. O projeto Capital Inicial 4.0 foi lançado como uma comemoração da história e legado de uma das maiores bandas de rock do Brasil, com foco no futuro e na conexão cada vez mais forte com o público de diferentes gerações. Com a atual turnê, o Capital Inicial passou por vários festivais e capitais do Brasil nos últimos meses. O espetáculo conta com direção musical de Dudu Marote, produção executiva de Fernando Tidi, direção geral de Luiz Oscar Niemeyer e direção executiva de Luiz Guilherme Niemeyer. A direção de arte é assinada por Batman Zavareze, projeto de iluminação por Cesio Lima e direção de fotografia por Márcio Zavareze. Os arranjos são da própria banda com Dudu Marote. Serviço Capital Inicial show extra no Espaço Unimed Data: 30 de junho (domingo) Horário: A partir das 22h Local: Espaço Unimed – Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP Valor: a partir de R$ 90,00 Ingressos
Kool Metal Fest anuncia Possessed e Venom Inc. para São Paulo

O Kool Metal Fest, que acontece em 9 de junho no Vip Station, em São Paulo, anunciou dois nomes de peso: a lenda do death metal mundial Possessed e o Venom Inc., com os membros originais Mantas e Tony Dolan, relembrando o pioneirismo do black metal. O metal sul-americano também marca presença com os chilenos do Necrodemon. A velha guarda do metal nacional será representada pela Vulcano, uma referência histórica do metal brasileiro, ao lado da nova geração com as bandas Velho e Cemitério. A edição de junho do Kool Metal ainda terá sets de três DJs: Mari Cave, Bebê do Abismo e Pati Death. Kool Metal FestData: 9 de Junho de 2024Local: Vip Station (R. Gibraltar, 346 – Santo Amaro, São Paulo) Lineup: Possessed, Venom Inc, Necrodemon, Vulcano, Velho e Cemitério Abertura da casa: 14h | Término 22h Ingressos: Pista 1º lote R$ 150,00 (meia/solidário) Camarote 1º Lote R$ 250,00 (meia/solidário) Link de vendas
Tortoise vem ao Brasil para tocar clássico álbum na íntegra

O grupo norte-americano Tortoise vem ao Brasil, em apresentação única no dia 9 de maio no Cine Joia, em São Paulo. Aliás, a banda apresentará o clássico álbum TNT (1998) na íntegra. Os ingressos já estão à venda online, no site da Ingresse, nos setores pista e mezanino. A formação ao vivo conta com os músicos Dan Bitney, Doug McCombs, Jeff Parker, John Herndon e John McEntire, além de um conjunto de cordas e sopros, interpretando assim fielmente a gravação original do álbum. Este é o primeiro de seus álbuns onde estão presentes instrumentos como violino, trombone e violoncelo, mostrando uma evolução do anterior Millions Now Living Will Never Die (1996), agora trazendo composições mais complexas e etéreas. Isto será refletido no show, acompanhados de um conjunto de cinco músicos para recriar da melhor forma todas as texturas sonoras. Neste trabalho seminal do grupo, há também a troca de instrumentos por parte de seus integrantes, o que organicamente os levou a uma direção em que pudessem explorar mais livremente algumas sonoridades como o jazz, o minimalismo ou a influência eletrônica do krautrock. Considerada uma das bandas mais importantes na consolidação e massificação do pós-rock nos Estados Unidos, o quinteto está em atividade ininterrupta há mais de três décadas. Nesse período, lançaram sete álbuns de estúdio, sendo The Catastrophist (2016) o mais recente. Esse show de vanguarda vem sendo apresentado pelo Tortoise em grandes palcos de todo o mundo, como nos festivais Primavera Sound em Barcelona, o Pitchfork Music Festival em Chicago, o festival japonês Fuji Rock e muitos outros. Este é o terceiro anúncio de show internacional da Balaclava neste ano, que já contou com a passagem do inglês King Krule e a vinda em 18 de agosto do trio de rock alternativo Karate, em apresentação única no Brasil. Assista TNT ao vivo na íntegra no Pitchfork edição Midwinter em 2019: Serviço Balaclava apresenta: Tortoise em São Paulo – Show do álbum “TNT” na íntegra Data: 9 de maio de 2024, quinta-feira Local: Cine Joia Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade Horários: Portas 19h / Show 21h Ingressos
Simple Plan promove festa repleta de clichês do pop punk em São Paulo

Ninguém levou tão a sério o conceito de diversão das bandas de pop punk e emo dos anos 2000 como o Simple Plan. Headliner da primeira edição do I Wanna Be Tour, no Allianz Parque, em São Paulo, o grupo canadense brincou muito com os fãs durante quase 1h30, montou uma escala forte de hits, além de ter tocado Mamonas Assassinas, justo no dia em que completava 28 anos da tragédia com os integrantes. A entrada do Simple Plan no palco foi antecedida pela execução da música-tema do Star Wars. Logo na sequência, Pierre Bouvier e companhia invadiram o palco para iniciar o show mais aguardado do festival. A trinca inicial teve I’d Do Anything, Shut Up! e Jump. Perfeito, para nenhum fã botar defeito. Com participação da cantora e influencer Air Yel, que tem acompanhado a banda em turnês pelo mundo, o Simple Plan tocou Jet Lag, que também foi muito bem recebida pelo público. Welcome to My Life, um dos maiores hits da banda, veio na metade do set. Na hora da execução da faixa, a plateia ficou ainda mais empolgada, cantando o som na íntegra. Posteriormente, em Summer Paradise, Pierre parou a canção no meio para perguntar sobre o estado de saúde de uma fã, que não passava bem naquele momento. Preocupado, ele perguntou o que o pessoal estava precisando, recebeu como resposta pedidos por água. Não pensou duas vezes, junto com os demais integrantes, jogou todas as garrafas da banda para o público. Aqui fica registrado que impor limite de uma garrafa por pessoa foi um grande erro. O acesso à água só estava ok para quem ficou na grade. Quem não estava, precisou enfrentar uma luta árdua para conseguir com os vendedores, que comercializavam a bebida por R$ 8,00, em um copinho com menos de 300ml. Será que a tragédia no show da Taylor Swift, no Rio de Janeiro, não ensinou nada? Na reta final da primeira parte do show, o momento mais controverso para os críticos, que não entendem a zueira característica das bandas de pop punk dos anos 2000. Pierre puxou um medley como All Star (Smash Mouth), Sk8er Boi (Avril Lavigne) e Mr. Brightside (The Killers), que caíram super bem no set. Logo depois, o palco foi invadido por vários fãs com a fantasia de Scooby Doo, que participaram da execução de What’s New Scooby Doo?, que foi gravada pela banda em uma das trilhas do desenho, inclusive com a participação dos integrantes na animação. Posteriormente, Pierre disse que gostava das festas brasileiras, elogiou a alegria das pessoas, citou caipirinha e pão de queijo, antes de indicar que tocaria uma música muito conhecida no Brasil. Foi a deixa para os acordes de Vira Vira, do Mamonas Assassinas, que foi cantada exclusivamente pelo público, arracando muitos risos do vocalista. Antes de Where I Belong, Pierre celebrou o festival e relembrou os tempos que curtia maratona de shows com Mxpx, Face to Face, Lag Wagon, Pennywise, blink-182 e Green Day. Festa do Simple Plan cheia de bagunça Com a festa instaurada em todo estádio, com muita chuva de papel picado, gelo seco e bolas de ar para o público, o Simple Plan fez o grand finale com um medley de Crazy, Perfect World, Save You e This Song Saved My Life. Ao tocar I’m Just a Kid, outro grande hit da carreira, Pierre contou uma história conhecida dos fãs. “Você era um daqueles jovens que colocava essa música para tocar no seu quarto, na casa dos seus pais, e você colocava para tocar, tocar, tocar novamente. E seus pais diziam: ‘pelo amor de Deus, desliga essa coisa’. Aí você dizia algo como ‘você não entende, eu amo essa música, eu amo essa banda’. Seus pais diziam: ‘oh, não se preocupe, docinho, é só uma fase’. Aí você disse, ‘mãe, pai, nunca foi uma fase’. I’m Just a Kid foi a apoteose do show. Na segunda parte da canção, Pierre assumiu a bateria, enquanto Chuck Comeau vestiu uma camisa da seleção brasileira, pegou uma bandeira do Brasil e saiu correndo pelo palco. Logo depois, o baterista ainda mergulhou em cima do público, deixando o vocal para Di Ferrero, do Nx Zero, que entrou para assumir o refrão. O tempo ainda permitiu que o Simple Plan encerrasse a apresentação com outro megahit, Perfect, cantada por todos no estádio, que levantaram seus celulares para criar um ambiente incrível com as luzes dos smartphones. Uma queima de fogos deu números finais ao festival. Que venha a segunda edição do I Wanna Be Tour! Ajustes podem deixar o festival ainda mais poderoso, justo e seguro para todos. Aguardemos!!!
A Day To Remember agrada com repeteco do Lolla 2022 no Wanna Be

Penúltima atração do I Wanna Be Tour, o A Day To Remember fez um show redondo para os fãs, que nem se importam com um setlist praticamente idêntico ao apresentado no Lollapalooza Brasil, em 2022. Das 15 faixas selecionadas, apenas duas não entraram da última vez: Degenerates e Miracle. Vestido com uma camisa do Orlando Magic, o vocalista, Jeremy McKinnon, foi quem comandou a apresentação. Ele pouco falou com o público, explorou bem o tempo para incluir o máximo de músicas possíveis, mas chegou a pedir um moshpit para os fãs, sendo prontamente atendido, principalmente na frente do palco. O show do A Day To Remember foi o primeiro do festival a contar com canhão de papel picado e gelo seco. Aliás, foi o que garantiu um diferencial na comparação com as primeiras dez atrações. Voltando ao set, apesar de jogar seguro, o A Day To Remember sabe distribuir bem suas principais canções. The Downfall of Us All, do Homesick (2009), e All I Want, do What Separates Me From You (2010), foram o pontapé inicial. Aliás, os dois álbuns de maior sucesso comercial do A Day To Remember foram responsáveis por quase 50% do setlist. Foram cinco músicas do Homesick e outras três de What Separates Me From You. Na reta final, já com o jogo ganho, Jeremy puxou a baladona If It Means a Lot to You. O encerramento do A Day To Remember no Wanna Be Tour ficou por conta de All Signs Point to Lauderdale, também muito festejada pelos fãs, que já não se aguentavam mais em pé após uma maratona de quase 12 horas sem intervalo nos shows.
NX Zero faz show de headliner no I Wanna Be Tour, em São Paulo

Um dos maiores expoentes do emo nacional, o NX Zero ocupou um espaço de destaque no I Wanna Be Tour, sendo co-headliner do palco principal. E respondeu da melhor forma possível, com um show grandioso, som bom, iluminação de ponta, além de uma cacetada de hits cantadas em uníssono pelos fãs. A entrada do show foi com Além de Mim, que foi o suficiente para fazer o estádio inteiro cantar junto. A turnê de reunião do NX Zero deu um status ainda maior para a banda, ainda mais com dois shows lotados no Allianz Parque, no fim do ano passado. Ao longo de uma hora, o NX Zero soube explorar bem a energia do público para entregar uma das melhores apresentações do dia. Pela Última Vez, Onde Estiver e Cedo ou Tarde cativaram bastante o público. Cartas Pra Você emocionou muitos na pista premium. Da metade para o fim, o NX Zero aproveitou para relembrar canções dos discos Sete Chaves (2009) e Em Comum (2012), pincelando as faixas Vertigem, Só Rezo, Hoje o Céu Abriu e Ligação. Razões e Emoções colocou o estádio abaixo. Foi o momento da consagração definitiva. Muito importante ver uma banda nacional ocupar um espaço de destaque em um grande festival no Brasil. Chega de colocar os locais para tocar com som precário, horário ruim e sem público. Fica a dica para compensarem isso em uma próxima edição com a Fresno. O que teve de sobra para o NX Zero no I Wanna Be Tour, faltou em tudo para a Fresno, banda com maior número de camisetas presentes no Allianz Parque.
Com problemas no som e iluminação baixa, The All-American Rejects aposta em hits
All Time Low vai além das brincadeiras para entregar show repleto de hits

Uma das bandas mais aguardadas do I Wanna Be Tour, a norte-americana All Time Low entregou tudo que se esperava deles. Canções poderosas, refrões cantados em uníssono, além de muitas piadinhas, quase todas capitaneadas pelo guitarrista Jack Barakat, que lambeu o rosto e axila do vocalista Alex Gaskarth, foi para cima do público, beijou os integrantes e até ameaçou filmar o próprio pênis durante o show. Mas deixando as piadas de lado, o All Time Low mostrou muita consistência ao vivo. Não fugiu da responsabilidade e entregou um repertório repleto de hits. Lost in Stereo, Damned If I Do Ya (Damned If I Don’t), Six Feet Under The Stars e Poppin’ Champagne, dobradinhas dos terceiros e quarto discos, Nothing Personal (2009) e So Wrong, It’s Right (2007), respectivamente, abriram o show. Com o público na mão, Alex e companhia optaram por testar algumas canções do disco mais recente, Tell Me I’m Alive (2023). As escolhidas em sequência foram Modern Love e a faixa-título. Sleepwalking entrou na reta final do show. O single Fake As Hell, gravado com Avril Lavigne, também foi lembrado pela banda, garantindo um bom retorno do público, que curtiu a escolha para o set. Um dos maiores sucessos do All Time Low, Monsters, gravada com Blackbear e presente no álbum Wake Up, Sunshine, entrou já na parte conclusiva do show. O fim não poderia ser outro: Dear Maria, Count Me In, hit absoluto da banda. Essa foi a quarta vez do All Time Low no Brasil, sendo que a última havia sido em 2015. Antes disso, a banda tocou em várias cidades brasileiras, inclusive em Guarujá, com um show no Sofitel Jequitimar, em 2011. Naquela ocasião, Lost in Stereo também abriu a apresentação.