Gal Costa estreia novo show no Teatro Bradesco, em São Paulo

Gal Costa está de volta ao palco do Teatro Bradesco! Após protagonizar bem-sucedida live especial do mês de maio, a cantora retorna para a estreia nacional do novo espetáculo As Várias Pontas de uma Estrela, em São Paulo. Para comemorar os 56 anos de carreira, uma das vozes mais consagradas da música brasileira se debruça sobre as relações entre o riquíssimo repertório que ela própria apresentou ao Brasil, repleto de hits e obras-primas, e a obra monumental de Milton Nascimento. Estarão presentes, portanto, canções do autor mineiro já gravadas por Gal e clássicos do repertório da cantora compostos por nomes como Chico Buarque, Caetano Veloso, Dorival Caymmi e Tom Jobim. O roteiro também inclui surpresas e lados B da discografia de Gal Costa, iniciada em 1965 com o compacto Maria da Graça. A direção do espetáculo é assinada por Marcus Preto. Durante a pandemia, Gal testou o formato de piano, baixo e bateria – trocando o acompanhamento de violão pelo piano. E está adorando cantar sobre essa cama. A banda, portanto, é formada por Fábio Sá (baixo elétrico e acústico), André Lima (teclados) e Victor Cabral (bateria e percussão). Celebrando 76 anos de idade, Gal Costa apresenta As Várias Pontas de uma Estrela nos dias 30 e 31 de outubro, no Teatro Bradesco, em São Paulo. Os ingressos já estão à venda pelo site e também nos totens eletrônicos disponíveis em frente às bilheterias dos teatros Bradesco e Opus (Shopping Villa-Lobos). As entradas custam entre R$ 60,00 e R$240,00. Para conferir as primeiras apresentações de As Várias Pontas de uma Estrela, o público deverá apresentar o comprovante de vacinação contra a covid-19, com pelo menos uma dose aplicada. O documento de comprovação poderá ser físico ou digital (disponível no aplicativo Conecte SUS). No caso de fãs vacinados em São Paulo, também é possível comprovar a imunização com os documentos acessados nos apps Poupatempo Digital e E-saudeSP.
Dupoint critica pressão social em “Aê Doutor”, seu novo single
Paralamas do Sucesso inicia turnê no Espaço das Américas, no sábado

O Paralamas do Sucesso volta ao Espaço das Américas, em São Paulo, neste sábado (2), com uma apresentação pra lá de especial, fazendo parte do projeto Edição Limitada. Hebert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone mostram o espetáculo Clássicos, que reúne os grandes hits de carreira. E tentando agregar em um único show o maior número possível de hits, selecionou 31 faixas que sobrevoam as quase quatro décadas de carreira, numa viagem que começa pelo disco de estreia, Cinema Mudo (1983), e passa pelo mais recente álbum, Sinais do Sim (2017). O trajeto entre um ponto e outro é a história dos Paralamas contada em forma de música. Estão lá, por exemplo, as canções políticas que nos ajudam a entender a história recente do Brasil: Alagados, O Beco, Perplexo, O Calibre. Aliás, não faltam músicas que cantam o amor em suas mais diversas facetas, como Meu Erro, Lanterna dos Afogados, Aonde Quer Que Eu Vá, Seguindo Estrelas. Fora Vital, Óculos, Ela Disse Adeus, faixas tão peculiares e atemporais. O repertório estrelado de Paralamas Clássicos é também um passeio pela variedade rítmica da banda, certamente a que mais misturou gêneros musicais no país. É possível ver a influência do rock inglês no começo da carreira (Fui Eu, Mensagem de Amor), do reggae e do dub (A Novidade, Melô do Marinheiro), do requinte pop que se destacou na produção dos anos 90 (Tendo a Lua, Busca Vida), o diálogo com a música latina (Trac-Trac, Lourinha Bombril), e muito mais. Os ingressos já estão à venda e podem ser comprados nas bilheterias do Espaço das Américas (de segunda a sexta, das 11h às 17h – sem taxa de conveniência) ou online pelo site Ticket 360. Paralamas do Sucesso – Edição Limitada | Espaço das Américas Data: 2 de outubro de 2021 (sábado)Local: Espaço das Américas (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP)Abertura da casa: 20hInício do show: 22hAcesso para deficientes: simCensura: Livre – menores de 12 anos acompanhados pelos pais ou responsável legalCapacidade: 1.560 lugares Ingressos Setor Platinum: R$ 240,00 (inteira) e R$ 120,00 (meia) Azul Premium: R$ 200,00 (inteira) e R$ 100,00 (meia) Azul: R$ 160,00 (inteira) e R$ 80,00 (meia) A: R$ 120,00 (inteira) e R$ 160,00 (meia) B: R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia) C: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia) PCD: R$ 40,00 (meia) Camarotes A: R$ 1.440,00 (para 6 pessoas) Camarotes B: R $1.200,00 (para 6 pessoas)
Rita Lee ganha exposição incrível no MIS, em São Paulo

Uma explosão de cores, de música e de alegria. Assim pode ser descrita a exposição Samsung Rock Exhibition Rita Lee. A mostra sobre a maior roqueira do Brasil abriu nesta quinta-feira (23) no MIS (Museu de Imagem e do Som), em São Paulo. “Sou dessas acumuladoras que não jogam fora nem papel de embrulho e barbante. Vou adorar abrir meu baú e dividir as histórias que as traquitanas contam com quem for visitar. Tenho recebido ajuda de uma turma da pesada: o grand maestro da cenografia é do meu querido Chico Spinosa, meu figurinista e carnavalesco da Vai-Vai; a direção é do meu multitalentoso Guilherme Samora e a curadoria é do meu filho João”, conta Rita. “É muito emocionante. Tem uma parte dessa história que vivi com ela e tem outra que não estava aqui ainda. Então, ver essas roupas, esses momentos tomarem vida, é muito emocionante. São personagens, também, de meus sonhos e imaginação. É a história de vida da minha mãe. Isso mexe diretamente com minha emoção”, avalia João Lee, o curador. E essa mistura deu à exposição um jeito muito próprio, como conta Guilherme Samora, o diretor artístico. “Acredito que as pessoas vão se surpreender. Existe tanto acervo da Rita que o que enfrentamos nessa exposição foi justamente a edição do que ficaria de fora. Artigos preciosos e raridades não faltam. Por isso, ela foge do estilo de exposições com muitas reproduções ou essencialmente virtuais. Durante a montagem, fiquei arrepiado em diversos momentos, só de sentir o valor de cada peça, de cada sala. Tudo lá tem um motivo. E uma das grandes preciosidades é justamente ter o Chico Spinosa, que trabalhou com a Rita pela primeira vez em 1982, nessa viagem com a gente.” Cuidado com a montagem da exposição sobre Rita Lee Spinosa é um artista. Ao visitar a exposição, nada ali é fruto de um padrão, de uma forma ou de escala industrial. Tudo foi pensado, feito e readaptado para uma realidade colorida, seguindo o roteiro da direção: uma roqueira cheia de cor que chega à Terra em um disco voador. Detalhes, como uma aura de Aparecida ou das estrelas feitas à mão, assim como a recriação do palco giratório da tour 1982/1983 (ou O Circo, como ficou conhecida), tudo é feito para a mostra. Artesanal, no melhor sentido da palavra. A equipe colocou o trabalho em cada letra pintada na parede, em cada figurino que precisou ser restaurado ou em cada peruca: todas, com cores e cortes estudados. Spinosa fala da emoção desse momento: “Eu conheci o pop, fiquei encantado com a energia, com o colorido e com a estética que essa mulher tem. Nos encontramos outras vezes, em outros trabalhos: no manto de Nossa Senhora Aparecida para o Hollywood Rock de 1995, na Marca da Zorra, nas cabeças de Santa Rita de Sampa, na Erva Venenosa… hoje, com esse convite para a cenografia e o restauro dos figurinos para a exposição, tenho certeza de que Rita sempre foi o melhor do pop e o melhor de mim. Revendo toda a sua obra, me coloco de quatro a essa poetisa. A quem respeito muito. Nesse encontro, aos meus 70 anos, ela me dá energia e me faz mais criativo”. Manequins Um dos destaques? As manequins, com estudos de Spinosa e Samora, e feitas uma a uma por Clívia Cohen, em posições de Rita, com o rosto da artista em todas elas, com uma precisão surreal e excelente interpretação artística. A divisão das salas é temática e, em tantos casos, afetiva. E Rita Lee tem suas preferências: “Todas as peças contam uma história diferente e engraçada. Mas o vestido de noiva que Leila Diniz usou e a bota prateada da Biba eu dou valor. E ambos são produtos de roubo”, diverte-se Rita, ao lembrar que nunca devolveu o vestido depois de usar numa apresentação dos Mutantes e da famosa história das botas, com as quais saiu andando da butique Biba, de Londres, em 1973. Ela não só foi perdoada pela estilista Barbara Hulanicki, a criadora das botas, como ganhou dela os figurinos da tour Babilônia (1978) que também estão expostos. Assim como o piano de mais de 100 anos que era da mãe de Rita, Chesa, que foi o instrumento com o qual ela teve seu primeiro contato com a música. O encontro e o amor de Rita Lee e Roberto de Carvalho; a repressão da ditadura (Rita é a compositora mais proibida, segundo dados da época) e a prisão; a família; a causa animal e obras de arte da Rita têm destaque. Assim como estruturas criadas especialmente para a mostra, como o palco giratório, a manequim que levita, o Peter Pan que sobrevoa a entrada… Estúdio com áudio imersivo O estúdio é um caso à parte: terá uma experiência de áudio imersivo que utiliza a tecnologia Dolby Atmos, com projeto desenvolvido pela ANZ Immersive Audio, trazendo uma experiência sonora imersiva para a sala da exposição baseada em um estúdio. Ultrapassando a reprodução de som da maneira convencional, o áudio imersivo proporciona uma escuta similar à vida real, com sons acima, abaixo, aos lados, na diagonal, em toda sua volta. A ANZ espacializou músicas da rainha do rock em 3D, e preparou uma instalação na qual as caixas de som, de altíssima qualidade, foram perfeitamente posicionadas para o público escutar algumas de suas obras como nunca: vindas de todas as direções. “É uma tecnologia que permite que a gente consiga ouvir vários detalhes da música que antigamente a gente não conseguiria. Vai dar claridade aos elementos e muito mais profundidade. E vai ser superinteressante: ao invés de a música te pegar só na direita e esquerda, ela te pega em 360°”, explica João. Um detalhe especial – e que vai levar a exposição a outro nível – é a visita guiada pela própria Rita. Através de QRCodes, os visitantes poderão ouvi-la contando sobre alas, peças, histórias… “Achamos que ia ficar simpático ter minha voz narrando as histórias das peças, me sinto mais íntima
Ricardo Dezotti e os Imortais divulga single Sentir na Pele

A verve hard rock é o balanço da enérgica Sentir a Pele, novo single do power trio paulista Ricardo Dezotti e Os Imortais, que agora estreia na Abraxas Records com uma das músicas mais alto astral já lançadas em 2021. A banda, formada em 2019, é Ricardo Dezotti nas guitarras e voz, Arino Baccarin no contra baixo e vocais e Éder Moraes “Frodo” na bateria e vocais. Sentir na Pele é a segunda música do trio – a estreia é a potente Jane, que tocou à exaustão em rádios do interior do estado e levou a banda para diversas apresentações ao vivo na região de Porto Ferreira. O novo single é um robusto e cadenciado hard rock, com letra em português, que aborda situações e sentimentos cotidianos, com uma pertinente mensagem de seguir em frente e vibrar com a vida. A harmonia é cativante, com levada forte, e por duas vezes a banda deixa um espaço, então administrado pela bateria de Éder Moraes, que executa com maestria a levada, até explodir novamente na potência dos três instrumentos juntos, além de solos matadores de Dezotti. O single do Ricardo Dezotti e os Imortais foi gravado no Moby Dick Studios, em Santa Rita do Passa Quatro, pelo produtor e colaborador Alexandre Machanocker. “Um trabalho realizado com muito carinho por todos os envolvidos. E o resultado, comprova-se na qualidade de som de cada instrumento, execuções, e a amálgama sonora”, observa o guitarrista Dezotti.
The Bombers libera primeiro show com público na íntegra; assista!

O reencontro de uma banda com o seu público é sempre muito especial. Se tratando do The Bombers, responsável por um dos shows mais empolgantes do cenário underground nacional, a sensação fica ainda mais impactante. Após um ano e meio sem tocar para um público, a banda santista, enfim, reencontrou a plateia. A apresentação no Teatro Martins Penna (Centro Cultural da Penha), em São Paulo, rolou no dia 11 de julho. Com um repertório que engloba todas as fases da banda, inclusive as mais músicas mais recentes e que nunca haviam sido apresentadas ao vivo, o Bombers traz toda sua energia em uma performance visceral sem limites. A apresentação teve incentivo da Prefeitura Municipal de São Paulo e da Secretaria Municipal de Cultura. O show contou com um seleto número de convidados na plateia (20 pessoas), seguindo todas as recomendações de segurança sanitária e distanciamento social, o que agrega ainda mais emoção e valor à apresentação. “A crise sanitária afetou todos de forma coletiva, impactando em diversos setores econômicos. Na área artística isso não foi diferente, além, é claro, dos impactos individuais. Para nós, como banda, foi um exercício de saúde também nos manter conectados de certa forma, criando ideias para discos, incentivando um ao outro”, explica o vocalista, Matheus Krempel. The Bombers segue com produção infinita em 2021 Desde outubro do ano passado, o The Bombers tem se dedicado a engordar sua discografia já extensa com uma série de EPs com canções em português, raridades, covers, além de regravações de seus principais clássicos. Confira abaixo a relação de discos lançados nesse período. Bumerangue (outubro/2020) A Morte (fevereiro) Não Vencer Não é Perder (março) O Abismo (abril) Você sabia que Rubin Carter era inocente? (maio) 7 Songs (and 2 bonus trax) Revisited live (junho)
A volta da Lug Mob: Madruga é o novo single dos trappers

Quase um ano após o último lançamento, a Lug Mob, um dos grupos de trap mais ouvidos do Litoral Norte, volta com o single Madruga. A Lug Mob tem como integrantes @pimentalug e @llilwiz, que formam uma parceria bem alinhada nos versos. Entretanto, em alguns momentos a formação da Lug Mob é ampliada com a participação de outros rappers. “Sempre contamos com a presença de mais alguns artistas em apresentações, mas nesse som, preferimos voltar com o clássico”, disse LlilWiz. O novo videoclipe saiu em junho e está pesado, já que o beat foi produzido pelo beatmaker Kadett e teve masterização do próprio Pimenta Lug. O projeto audiovisual foi elaborado pelo produtor Renzo Couto (@falteinoingles) e foi produzido na praia de Boiçucanga, bairro da Costa Sul de São Sebastião. Opinião sobre o som do Lug Mob “Esse som é sincero, família. Fazia tempo que Luizinho e eu não produzíamos algo juntos. O Luizinho gravou a voz nos estúdios do Dj PF, em Boiçucanga, e me envio para finalizar. Estamos de volta”, comentou Pimenta Lug. Com a sonoridade marcante de sempre, a nova canção agradou muitos os fãs da Lug Mob é o que afirma a admiradora da dupla, Mayra Braz. “Sou suspeita para falar, pois curto muito o som desses caras. Entretanto, tenho que falar que amei demais Madruga”, concluiu Mayra. Aliás, em um futuro próximo, o grupo lançará mais um trabalho novo em todas as plataformas digitais com as letras picantes e aquele flow envolvente da Lug.
Danilovers, banda de punk rock de Sampa, lança álbum “Para Poucos”

Para Poucos, primeiro trabalho completo dos Danilovers, enfim, chegou ao streaming. Em resumo, o álbum conta com dez faixas autorais que falam sobre a vida noturna, rolês, amores e amizade. Ele foi gravado em 2020 no Estúdio V8, por Denis Gomes, e mostra um amadurecimento da banda em relação aos seus lançamentos prévios. Trabalhando nos sons desde 2016, a banda conseguiu incorporar muitos elementos de outros estilos no seu som. Aliás, influências dos sons jamaicanos em Garota do Laptop Curte Ska, presente na primeira demo dos Danilovers e regravada com uma nova roupagem, inclusive, com a inserção de alguns metais. O disco conta também com a gravação da música Classe Média Falida, um som escrito por Fernando Hound para a banda paulista Fox Hound. A banda também teve a participação do guitarrista Adaílton “China”, da banda Demock PRS, que trouxe seus arranjos para a música Becos Escuros. Por fim, o disco encerra com a instrumental Osasco, que brinca com as histórias que a banda já teve na cidade da Grande São Paulo, lar do guitarrista Luca. Por fim, o lançamento faz um questionamento sobre a ideia de se produzir um álbum atualmente. Para Poucos além de estar disponível em todas as plataformas digitais, também sairá no formato físico, com um trabalho focado no encarte, que contará com artes do baterista Eduardo Vidiabos.
Direto da Roça: Marley VDR se define como o caipira do rap em seu novo EP

O novo EP de Marley VDR, Direto da Roça, foi fragmentado em seis faixas que expressam as vivências de um rapper que é cheio de pensamentos e raízes sertanejas. Marley fala sobre sua conexão com o Interior e o Litoral Norte em versos carregados de poesia e beats pesados produzidos por três produtores diferentes, César Masthif, Daniel Chimp e Jarlan Akill. O trabalho rendeu até um pequeno documentário com duração de quase dez minutos que está disponível no canal do cantor. Todas as faixas tiveram videoclipe, em um projeto de audiovisual ousado que foi dirigido e produzido por Felipe Rodrigues que trabalhou pela primeira vez em parceria com o rapper. “Esse EP só existe, porque pessoas acreditaram em mim e no meu trabalho, sem eles, nada disso seria possível”, afirmou Marley. O projeto começou a ser escrito no final de 2019 e levou sete meses para ser concluído na escrita, depois veio a parte de gravações das músicas e do audiovisual. Significado de cada faixa de Direto da Roça O rapper explica que cada faixa tem um significado e representa um momento da vida e um sentimento dele. O Interlúdio traz a introdução de todo esse projeto que levou quase dois anos para ser concluído e a prepara o ouvinte para o que vem no restante do EP. Por exemplo, Caipira do rap conta a história dele no bairro de Monjolinho e exalta a cultura da Zona Rural da qual é pertencente. Já a canção Incógnita é uma alusão ao lado debochado e da postura do rapper em relação as dúvidas constantes dele a determinados assuntos. A música Amor eterno é uma verdadeira declaração de amor a mãe dele e as pessoas que mais ama neste mundo. “Amor eterno é o meu lado sentimental, faz parte das minhas conexões de afeto com outros indivíduos. Indicando que o elo mais precioso nessa terra é o de mãe para filho”, explica o rapper. Para garantir a identidade biográfica do projeto, o rapper encerra o trabalho com Pós Caos que apresenta todas às perturbações, medos e loucuras do Marley VDR. O EP ainda traz a faixa Ascensão, que mostra a força da rima de Marley VDR, um dos nomes mais vibrantes do cenário local na atualidade. Quem é o Marley O rapper nasceu em meio as montanhas de São Bento do Sapucaí, no aconchego do interior paulista e sempre viveu próximo da mãe. “Gostava muito de ler, escrever e interpretar textos. Entretanto, aos 16 anos senti que poderia colocar tudo aquilo que eu sabia na batida, e assim, criei as minhas primeiras músicas”. Desde criança, Marley ouvia rap e escrevia algumas letras, mas só conseguiu subir no palco quando tinha 17 anos. “A primeira vez que subi no palco foi um momento sagrado, emocionante e uma experiência totalmente espirituosa”, definiu Marley. Aos 18 anos, Marley fundou o Voz da Rua com o seu amigo Geovane Pereira, mais conhecido como Índigo MC. O grupo durou dois anos e ajudou a criar outros projetos culturais e sociais como: a Batalha do Baú e o Poetas da Montanha. Em 2019, Marley trocou o interior pelo Litoral Norte e foi morar em Ubatuba. Na praia, ele não tinha nenhum conhecido, mas decidiu que daria continuidade a sua carreira de rapper e conseguiu se impor na cena praiana. O resultado de todas essas histórias foram os desdobramentos da vida de um artista que já participou do principal Slam de São Paulo, das principais batalhas de rimas do Litoral Norte e que conseguiu lançar um EP que pode vir a se tornar um clássico do rap caiçara e caipira.