Rancid anuncia álbum e apresenta single Tomorrow Never Comes

A banda californiana Rancid anunciou o álbum de estúdio Tomorrow Never Comes para 2 de junho. Tomorrow Neves Comes, que chega via Hellcat Records e Epitaph Records, também teve o primeiro single revelado, a faixa-título. Tomorrow Never Comes é o primeiro disco de estúdio do Rancid desde o elogiado Trouble Maker, de 2017. Décimo álbum da carreira, Tomorrow Never Comes também será acompanhado de uma turnê pela Europa e Reino Unido. Produzido por Brett Gurewitz, guitarrista do Bad Religion e fundador da Epitaph Records, o álbum também teve o tracklist revelado. Tracklist de Tomorrow Never Comes Tomorrow Never Comes Mud, Blood, & Gold Devil In Disguise New American The Bloody & Violent History Don’t Make Me Do It It’s a Road to Righteousness Live Forever Drop Dead Inn Prisoners Song Magnificent Rogue One Way Ticket Hellbound Train Eddie the Butcher Hear Us Out When The Smoke Clears

Viviane Pitaya em busca da plenitude do single Mantra dos Dias Atuais

A cantora, compositora, atriz e produtora cultural baiana Viviane Pitaya, artista do Aceleração LabSonica 2.0 Toca do Bandido, lançou a potente Mantra dos Dias Atuais, no streaming e em videoclipe. O single chega às plataformas digitais pelo selo Toca Discos, dos produtores Constança Scofield e Felipe Rodarte, com distribuição da Altafonte Brasil. Mantra dos Dias Atuais é baseada em vivências pessoais e testemunhos de amigas da artista. “Como na maioria das minhas músicas, eu escrevo sobre a busca da paz, do equilíbrio e reconhecimento de capacidades para realização de sonhos. Quando digo Que eu tô sentada aqui no cais faço referência a outra música minha já lançada ‘Chá de Camomila’”, diz Viviane. Na concepção de Pitaya, Mantra dos Dias Atuais também representa a saga da mulher hetero que vai à luta, aquela que ‘escala montanhas’, faz terapia, yoga, foge dos ‘boy’ narcisista tóxico que comete abusos e se aproveitam da mulher moderna independente, e segue em busca de se realizar e ser plena, dando um basta em relacionamentos não satisfatórios para seu bem-estar. O single é um autêntico mantra da plenitude. Nesta nova música, a artista deixa ecoar seus vocais melódicos e fortes, com influência de timbre da cantora Joelma, reverberando a fortaleza das intenções nos versos da canção. O Mantra para quem quer deixar relacionamentos com pessoas que possam tirar o que se tem de mais precioso, a paz. Pelo olhar da direção e roteirização de Elias Bezerra e Ione Maria, o clipe traduz em imagens o que Pitaya canta na música.

Space Animals une lo-fi e beats eletrônicos no single The Mother Fly

Os músicos Rike Roncoletta e Julio Pires, também integrantes da banda de rock NDK, lançaram o single do projeto Space Animals, The Mother Fly. O projeto, lançado em 2022, une a música instrumental, o amor pelos animais e uma energia espacial. The Mother Fly estará disponível em todas as plataformas digitais pelo selo musical Marã Música, e chega acompanhado de um videoclipe. The Mother Fly é o quarto single do novo EP do Space Animals, que se chamará The Season One: The Request (já estão disponíveis as faixas The Call, The First Day e Tatu’s Song) e que chegará nos apps de música em breve. “O nome da música veio pela semelhança do riff inicial do sinth com um zumbido de mosca, e na história a mosca é representada como a nave principal onde os personagens são enviados para conhecer outros animais resgatados”, conta Rike. “Musicalmente segue na linha mais lo-fi com as características que já estão marcadas na sonoridade do Space Animals, como as linhas melódicas de baixo e dedilhados espaciais na guitarra, misturado ora com baterias orgânicas com efeitos ora com beats eletrônicos”, completa o músico.

Pegação com ruiva ilustra clipe de Vermelho Farol, single de Day Limns

Para dar a largada em uma nova fase da carreira, a cantora Day Limns apresentou, na última sexta-feira (14), a ardente e apaixonada Vermelho Farol. Produzida por Los Brasileros e composta por Carolzinha, Carol Biazin e a própria Day que, desde que viu o resultado, soube que seria um single. “Acreditei tanto que deixei pistas lá atrás no clipe de 7 Vidas. Apesar de não estarem no mesmo projeto, os lançamentos do ano passado se conectam com o storytelling que estou propondo para essa nova era”, explica a artista. Day acredita que Vermelho Farol é muito original. “Eu não consigo nomear referências óbvias e muito específicas para ela. Ela funde o rock com o rap, mistura elementos orgânicos com eletrônicos. É sexy, mas não deixa de ser pesado. É pra cima mas não é necessariamente feliz”, conta. Sobre a história da letra, Day é categórica: “quando as pessoas forem ouvir, talvez no primeiro momento entendam que ela é apenas sobre duas minas que estão com um tesão descabido uma pela outra e que estão muito loucas – o que é verdade – mas ela pode ser mais que isso – e é no clipe, onde consigo romantizar e viajar um pouco mais, que eu quis deixar isso um pouco mais claro.” Por falar em clipe, o vídeo foi roteirizado pela cantora, Felipe Gomes e Gabi Lisboa (GAFE Filmes), que já dirigiram clipes para Giulia Be, Luisa Sonza, Carol Biazin, entre outras. “Ele relata um encontro muito intenso entre duas minas que gosto de chamar de estrelas ou deusas de diferentes órbitas, e apesar de ser baseado em sentimentos e sensações reais, é bastante fantasioso e recheado de referências e simbologias que vão muito além de serem apenas sobre uma relação sáfica – quero abrir espaço para discutir temas ainda mais profundos”, completa.

BIKE revela Santa Cabeça, single que fecha antecipação de Arte Bruta

Encerrando o ciclo de singles que antecede Arte Bruta, sucessor de 1943, Em Busca da Viagem Eterna, Their Shamanic Majesties Third Request e Quarto Templo, a banda BIKE lançou a faixa Santa Cabeça, com produção assinada por Guilherme Held (Criolo) e lançamento pelos selos Quadrado Mágico e Before Sunrise Records. Recém chegados da turnê norte-americana que contou com apresentações no cultuado festival SXSW, em Austin (Texas), no Treefort Music Fest, em Boise (Idaho) e em Seattle, incluindo uma sessão ao vivo na icônica rádio KEXP, a banda caminha rumo ao projeto mais conciso de sua trajetória, deixando definitivamente sua marca na história da música psicodélica brasileira e, por que não dizer, da música psicodélica mundial. Além dos EUA, no exterior o grupo já se apresentou na França, Alemanha, Itália, Bélgica, Escócia, País de Gales, Espanha (Primavera Sound), Suíça (Nox Orae), Portugal (MIL Lisboa) e Inglaterra (The Great Escape), além de somar mais de 300 shows no Brasil, entre palcos underground e festivais de renome como Bananada (GO), DoSol (RN), Psicodália (SC), MorroStock(RS), Picnik (DF) e Virada Cultural (SP). “Santa Cabeça é uma parte de uma grande música, que foi dividida em quatro dentro do disco. Um mantra kraut motorizado, com descendência de Bat-Macumba (canção composta por Caetano Veloso e Gilberto Gil que ganhou destaque no primeiro disco dos Mutantes)”, destila a banda. Arte Bruta by BIKE

Fresno lança Agora Deixa (Live), que antecipa álbum Ao Vivo

O Fresno fez sua última virada de faixa do Vou Ter Que Me Virar com a faixa Agora Deixa, fechando a trilogia proposta pela banda, que contou com Já Faz Tanto Tempo e Casa Assombrada. O single antecede o lançamento de um álbum Ao Vivo, previsto para o final de maio, para celebrar o sucesso do álbum e de sua turnê de promoção, que contou com shows em todo o Brasil, apresentações na Europa e festivais importantes do circuito nacional, como Lollapalooza e Rock In Rio.

Post Malone lança Chemical, com Mick Jagger tocando maracás

Atração do The Town, Post Malone fez seu primeiro lançamento do ano. O artista divulgou, em todas as plataformas digitais, o single Chemical, que contou com a presença de Mick Jagger tocando maracás na faixa. A música chegou acompanhada de um videoclipe, dirigido por Alfred Marroquín. Chemical é o início da próxima era de Post, enquanto ele prepara seu quinto álbum de estúdio e um dos mais aguardados de 2023. O single foi escrito pelo próprio cantor, em parceria com Andrew Watt, Billy Walsh e Louis Bell e foi produzido também pelo artista junto com Andrew Watt e Louis Bell. No final do ano passado, ele se juntou a Mark Morrison para lançar uma nova versão do hit viral Cooped Up, de Post, que deu origem ao medley Cooped Up / Return Of The Mack. Os dois já haviam trabalhado juntos no cover da faixa Return of the Mack, de 1996, que alcançou o primeiro lugar das paradas.

Com atmosfera nostálgica, Bule lança o single Vinte e Muitos Anos

A banda recifense Bule lançou o single Vinte e Muitos Anos. Formado por Pedro Lião (voz, synth), Carlos Filizola (guitarra, synth), Berna Coimbra (contrabaixo), Kildare Nascimento (bateria) e Damba (percussão, programações), o grupo apresenta um indie pop dançante, com atmosfera nostálgica e uma mistura do tropical com o eletrônico. “Vinte e Muitos Anos fala de quando nós perdemos alguém que amamos de maneira extraordinária, tem momentos que só queríamos estar junto dela, mas esse ‘só’ significa o mundo inteiro”, filosofa Pedro. O clipe, gravado em um único take, é minimalista e a atuação de Pedro Lião transmite a melancolia gerada pela dor da perda retratada na canção. “O terno todo desabotoado e gravata traz uma ideia de momento importante da vida, porém já não se aguenta mais passar por ele. Pode-se tratar de uma perda pela morte, de um casamento ou relacionamento que parou de funcionar, entre outras coisas. As rosas e os crisântemos usados no vídeo tentam entregar essa perspectiva de ambiguidade. Rosas simbolizam momentos felizes, crisântemos nem tão felizes assim”, explica Lião. Vinte e Muitos Anos é o primeiro lançamento do segundo álbum do quinteto pernambucano, Dançando Sem Ninguém Me Ouvir, previsto para junho.

Kaiser Chiefs lança a dançante “Jealousy”

Um dos principais nomes do indie inglês há quase 20 anos, o Kaiser Chiefs quer as pistas de dança. Após apresentar How 2 Dance, eles lançam Jealousy, uma das faixas mais empolgantes de uma discografia com inúmeros hits. A canção estará no oitavo álbum da banda, sucessor de Duck! (2019), com produção de Amir Amor (Rudimental) e Lewis Thompson (Becky Hill, Joel Corry, Tom Grennan). Se no último álbum o Kaiser Chiefs buscou influência do soul, nesta nova fase a banda se entrega ao som que se tornou sua marca registrada: dançante, eletrônico e animado. Essa é a sonoridade que fez Ricky Wilson (vocal), Andrew “Whitey” White (guitarra), Simon Rix (baixo), Peanut (teclado) e Vijay Mistry (bateria) conquistarem plateias de todo o mundo, incluindo o Brasil. “Passamos os últimos 20 anos fazendo música. Algumas foram sucessos, outras foram o oposto disso. Talvez estivéssemos à frente do nosso tempo, talvez estivéssemos presos na nostalgia. Ou simplesmente não eram certas para aquele momento. Nós sempre as amamos, independentemente de qualquer outra pessoa amar ou não. Por isso, foi uma surpresa agradável quando ‘How 2 Dance’ parecia estar em toda parte. Como músico, uma vez que toda a preocupação e medo do fracasso são removidos, tudo o que resta é a liberdade e a diversão”, conta o vocalista Ricky Wilson.  Porém, ele continua: “Mas devo lhe avisar, depois de ouvir ‘Jealousy’, você não conseguirá tirá-la da cabeça. Isso parece algo difícil de se falar, mas se alguém fará isso desta vez, serei eu. Pela primeira vez na minha vida posso dizer que você não vai ouvir uma música melhor este ano”, completa Wilson, empolgado. Trabalhando em mais novidades, o Kaiser Chiefs se prepara para uma série de shows no verão britânico.