Fibonattis estreia na Repetente Records com o single “Vidas”

A banda de street punk Fibonattis, de Francisco Morato, é a terceira banda que estreia no recém-criado selo Repetente Records, idealizado e conduzido por três experientes músicos do CPM22: Badauí, Phil Fargnoli e Ali Zaher Jr. O lançamento que inaugura a parceria é o single Vidas, a primeira amostra do disco de 11 faixas que será lançado breve. Vidas, revela a Fibonattis, é um desabafo. A letra fala de uma constante rotina em que se dedica todo o tempo cumprindo obrigações com pouco ou sem espaço para a saúde mental ou diversão. A letra também ressalta a forma que a sociedade estabelece certas regras, que para conseguir se encaixar, precisa seguir a risca, mesmo que vá contra princípios. “Seguimos sobrevivendo, quase nunca vivendo de fato”, ressalta a banda. A sonoridade de Vidas escancara fortes influências de bandas clássicas de punk rock de 1977, mas com a energia própria da Fibonattis. Vidas é prévia de Cidade Mórbida O novo disco da Fibonattis intitulado de Cidade Mórbida, mostra o lado mais “sóbrio” da banda. O fato das composições terem sido feitas no período pandêmico pode ter sua parcela de culpa nisso? Talvez, mas não é nada que decepcione a galera que já acompanha a banda de longa data, longe disso inclusive, as ótimas letras, melodias e refrões que grudam na mente estão mais presentes do que nunca em todas as 11 faixas do álbum. A entrada da Fibonattis na Repetente Records é uma das grandes conquistas na carreira da banda, conta Júnior. “Receber o convite para um projeto tão relevante e promissor, por caras consagrados no cenário nacional, e que carregam uma enorme bagagem, é extremamente gratificante. Isso comprova que todos esses anos de dedicação e carinho pelo que fazemos não foi em vão, estamos muito felizes em fazer parte desse projeto que tem tudo pra dar certo”.

Gargant lança lyric video do segundo single, The Schyte and I

Após o sucesso do primeiro single, The Pilgrim and the Beast, o duo carioca Gargant lançou na última sexta-feira (6) o clipe de The Schyte and I, segundo registro da banda. Segundo Guilherme Sevens, que acumula as funções de guitarrista, baixista e vocalista, a inspiração para compor The Schyte and I veio do power metal americano e também do mundo dos quadrinhos. “Essa música é rápida, pesada e melódica, como o bom e velho heavy metal. Dá para notar a influência do power americano principalmente nos riffs de guitarra e nas levadas de bateria”, disse Guilherme. Já sobre a letra de The Schyte and I, Guilherme disse que a ideia surgiu a partir de quadrinhos como Spawn e Ghost Rider. Além disso, os versos funcionam como um conto em que o personagem Gargant (que dá nome à banda) aparece. “A letra é uma metáfora ao nosso resgate do metal tradicional. É a narração de um pequeno conto sobre Gargant, o Espírito da Vingança, que volta à Terra em busca da destruição total de seus inimigos. Também foi inspirada nos filmes de terror thrash dos anos 1980 e 1990. Nos divertimos muito compondo”, disse. Confira o videoclipe de The Scythe And I

Festa Tempestade estreia single “Vale” com lyric video artsy

O duo paulistano Festa Tempestade, formado por Zé Ferraz (baixo, violão, vozes, percussão) e Guilherme Tieppo (pianos/sintetizadores, violão/guitarra, vozes, percussão), lança Vale, seu single de estreia. O lyric video, assinado pela dupla, apresenta para o público a sua atmosfera artsy embalada pelo o que eles chamam de Tropical Disco: a mistura de latinidade e brasilidade com a disco music dos anos 1970 e 1980. “Vocais em harmonia, sonoridades tropicais e percussão latina. Acho que conseguimos colocar um pouco de tudo que a gente gosta nesta canção, e por isso, ‘Vale’ talvez seja a música que melhor define o Festa Tempestade tanto na sonoridade como no conceito”, explica Ferraz. “É uma música que contempla e questiona a vida. Uma reflexão sincera e otimista do lugar onde estamos e que ilustra a busca interna pelo entendimento da existência. É como se a gente estivesse buscando conforto no desconhecimento do que está por vir, colocando os sentimentos em letra e na melodia”, completa Tieppo. Muito além da música, o Festa Tempestade também tem o cuidado com a estética que envolve o seu projeto. Do figurino à direção de arte, tudo o que é apresentado para o público é conceituado em torno do lifestyle genuíno vivido pelos artistas. “A gente sempre teve a intenção de criar um lyric video que pudesse de fato ser assistido e que não servisse somente de pano de fundo para a canção. Tentamos criar uma espécie de mantra na animação, tornando a experiência de ouvir a música com o apoio visual o mais interessante possível”, explicam. “Na composição da imagem é possível perceber elementos de Festa e Tempestade de maneira quase que simétrica, indicando os dois estados de maneira bem gráfica: na esquerda vemos os elementos de Festa, enquanto na direita é possível notar a Tempestade”.

Banda baiana Bruma lança A Metade, primeiro single do novo álbum

Os baianos da banda Bruma acabam de lançar A Metade, um rock potente como o primeiro single do novo álbum, O Vendedor de Espelhos, previsto para o segundo semestre de 2022. O lançamento acontece via Orangeira Music. Depois da boa recepção do EP Um Pouco Tarde Para Chegar Cedo e single Eu Não Te Convidei, a Bruma trabalha o lançamento do álbum. A Metade traduz um sentimento muito familiar a todos aqueles que já vivenciaram uma troca de amor profunda com alguém, em que o elo é tão forte que funde as percepções de indivíduo de cada um. “O olhar para si mesmo reflete sempre a união, e as incertezas da despedida nos trazem o mais angustiante dos questionamentos”, contextualiza a banda. Novo álbum da Bruma O Vendedor de Espelhos trará dez músicas inéditas em que a banda propõe a autorreflexão de quem o escuta. Os questionamentos que permeiam as mais diversas das incertezas humanas se amarram e se conduzem na voz do eu lírico. Aliás, criando um arco que vai da primeira à última faixa. A produção musical fica a cargo de Silvio de Carvalho e o projeto conta ainda com a participação de Eric Assmar e Mário Borba.

Fantastic Negrito revela último single do novo álbum; ouça They Go Low

O cantor Fantastic Negrito lançou They Go Low, o último single de seu próximo álbum visual, White Jesus Black Problems, previsto para 3 de junho. White Jesus Black Problems é baseado na história da sétima geração da avó branca escocesa de Negrito. Em resumo, uma criada de contrato, vivendo em um casamento de direito comum com seu avô afro-americano escravizado de sétima geração. Em síntese, um claro desafio às leis racistas e separatistas da Virgínia colonial dos anos 1750. They Go Low serve como um hino, não de louvor, mas de condenação da classe dominante americana, os maiores licitadores que valorizam o dinheiro sobre todo o resto. Esta canção é para ser cantada em voz alta, como um corpo coletivo – servindo como um hino para os desfavorecidos, os sobrecarregados socioeconomicamente, e realmente qualquer um fora do 1% da América branca. A faixa é levada por uma mistura de sons da velha escola Americana com um pequeno, quase imperceptível toque de synth-pop nos tambores. Quando o refrão bate, você é inundado por vocais de gangues espalhados e cantados em uníssono enquanto um órgão de rock gospel entra e preenche o espaço harmônico. Tudo isso combinado com a letra repetitiva “eles vão baixo / baixo baixo baixo” parece um verdadeiro momento de chegada a Jesus. Os vocais de Negrito estão cheios de raiva ao longo dos versos, mas mudam para um tom doce no refrão, enfatizando ainda mais a sarcástica condenação de que They Go Low está se infiltrando em seus ouvintes como uma nota sendo passada embaixo da mesa. Fantastic comenta They Go Low “Quando o 1% está fazendo seus negócios, não estamos na mesa. Estamos no menu, por assim dizer. Especialmente quando eu estava fazendo o filme, eu queria ter certeza de que estava contando a história daqueles opressores, daqueles licitadores. Eles vão baixo. Baixo o suficiente para vender sua avó, baixo o suficiente para escravizar as pessoas, baixo o suficiente para manter os brancos pobres fora do trabalho. Quando as pessoas adoram o dinheiro, não há limite para o quão baixo eles irão”. Em conjunto com o anúncio de White Jesus Black Problems em fevereiro, Fantastic Negrito compartilhou o single principal do álbum Highest Bidder. Em resumo, uma faixa que aborda temas de racismo, capitalismo e o significado da própria liberdade através de ritmos africanos e do Delta Blues.

Samba Esquema Russo desafia expectativas em “Cazuza Já Morreu”

A estreia da banda carioca Samba Esquema Russo é uma declaração de ironia, não-conformidade e muita personalidade. O single Cazuza Já Morreu é um convite a colorir fora das linhas, ultrapassar limites e subverter expectativas. Entre as guitarras distorcidas, surge a urgência de um desabafo quase gritado. Em resumo, Samba Esquema Russo não se constrói por rótulos, gêneros ou tags. “Cazuza já morreu é um rockzin que não é uma crítica social foda, não é uma homenagem póstuma, não é continuação, não é ruptura, não é tradição e muito menos vanguarda”, declara a banda. O clipe é uma leitura visual dessa declaração de existência do Samba Esquema Russo, uma estreia barulhenta que une as raízes dos integrantes Maria Steinbruck (voz), Vinícius Gusmão (guitarra) e Gabriel Gorini (guitarra), entre o Rio de Janeiro solar e as paisagens idílicas da chuvosa Serra dos Órgãos. “Às fontes que bebemos, a reverência. Entre o turbilhão de imagens, pessoas, acontecimentos brutais e momentos sublimes, habita a vista enevoada e ao mesmo tempo certa do que vê. Esteja atento: sob neblina use luz baixa”, alertam. Embora separados por uma curta distância no espaço, Rio e serra se afastam pela inconformidade no tempo, nas cores, tons, ritmos e sons. Aliás, o “esquema russo” da banda é uma união ou mistura dessas realidades. “Não só pela ambição, mas pela necessidade primeira de sermos o que sempre fomos”, completa o músico. Samba Esquema Russo Samba Esquema Russo busca sentido nas palavras e nos sons tendo como ponto de partida a travessia. Na Serra dos Órgãos, o marcante trecho entre a pedra do Açu e a do Sino é um dos mais procurados pela beleza natural. No entanto, o deslocamento entre esses dois castelos requer preparo, familiaridade com o terreno, sede de exploração. Foi pensando nesse ínterim, entre um ponto e outro, que o grupo se encontrou: uma constante caminhada até o destino, sem ter medo da jornada. “Na sua travessia pelo ar, o som nos dá a experiência de uma relação profunda entre o singular e o plural. Atravessar pode ter o sentido de resistir, mas também de ser afetado. Samba Esquema Russo nasceu no atravessamento dessas diversas trilhas, escutando as reverberações da palavra que nasce. Primeiro veio o novo, depois o noise e agora o russo”, concluem.

Zemer faz homenagem às mães na emotiva Girassol

No Dia das Mães de 2022, a banda de rock alternativo Zemer faz uma homenagem em forma de música às mães que se foram e àquelas que poderão passar mais uma data ao lado do filho com a música e videoclipe de Girassol, mostrando que a sensibilidade desta relação jamais se acaba. Girassol ganha contornos ainda mais especiais ao compositor, o vocalista e guitarrista Emerson Lima Zemer – a letra é um tributo à sua mãe, Dona Márcia, que faleceu de câncer em 2015. É uma conversa interna do Zemer com a sua mãe durante uma das constantes visitas ao cemitério onde está o túmulo de Márcia. Ela era apaixonada por Girassóis, inclusive ela aparece um uma foto no videoclipe com um prendedor de girassol na cabeça. “É o jeito que encontrei de cuidar dela e de mim. Levo girassol, converso ela, um cuida do outro de forma espiritual. Sei que ela está cuidando de mim onde quer que esteja”, revela Zemer. A sonoridade de Girassol mostra a Zemer cada vez mais madura e consciente da sua marca autoral: um rock com peso e cadência e ambiência pop, que flerta com o pop punk e emocore. Paramore e Supercombo são algumas referências. Girassol é a segunda música que Zemer escreve para sua mãe. A primeira é Dama de Aço, lançada em 2015 pela sua antiga banda, a Fuzzi. O clipe traz emocionantes depoimentos de mulheres que eram amigas de Márcia e conviveram com ela na luta contra o câncer.

Gavin James anuncia novo álbum e revela The Sweetest Part

O cantor-compositor irlandês Gavin James anunciou seu terceiro álbum de estúdio com o lançamento da faixa-título The Sweetest Part. O novo disco de Gavin James chega em 22 de julho. No novo álbum, Gavin colaborou com uma série de músicos e compositores respeitados do pop, incluindo Ivor Novello, Mark Ralph e Fiona Bevan. Com isto, fica claro que seu terceiro álbum de estúdio The Sweetest Part tem todas as qualidades necessárias para igualar o sucesso anterior de Gavin, que ganhou notoriedade de arena. Após sua turnê pelo Reino Unido com James Blunt em fevereiro, Gavin James também embarcará em sua turnê mundial no final deste ano. Ele não é um estranho no circuito ao vivo, tendo tocado em shows com Niall Horan,Ed Sheeran e Sam Smith, bem como em sua própria turnê mundial esgotada que começou em 2019 e terminou com um show na 3Arena Dublin, um dos últimos shows na Irlanda antes do encerramento. Nascido em Dublin, Gavin James percorreu um longo caminho desde seus primeiros dias de trabalho na Grafton Street. Sua turnê internacional resultou em 250 mil vendas de ingressos para seus shows em todo o mundo, incluindo duas noites na 3Arena, com capacidade para 13 mil espectadores em Dublin.

The Dead Daisies lança versão ao vivo de clássico do Deep Purple

The Dead Daisies lançou a quarta faixa do Live From Daisyland EP. A escolhida é o clássico atemporal do Deep Purple, Burn. Ao lado de Rise Up, Bustle And Flow e Long Way To Go, Burn coroa este sensacional EP Live. A banda levou uma multidão para o icônico Rock City Nottingham, Inglaterra, em um passeio por esta versão de sete minutos de Burn. Os vocais de Glenn, as batidas estrondosas de Tommy e o ataque violonístico de Doug e David levam esta versão de Burn para o próximo nível. “Sempre uma grande canção para tocar! Então esta é uma daquelas músicas que ganha vida própria com a banda… estamos ansiosos para tocá-la este ano com Brian Tichy na bateria”, comentou Doug Aldrich. The Dead Daisies iniciará sua turnê europeia de verão com uma infinidade de shows a partir de 2 de junho em Hamburgo, na Alemanha, juntamente com The Foreigner e atravessando o continente para terminar no Time To Rock Festival, na Suécia, em 5 de agosto. Eles irão se misturar com uma série de headliners, performando em arenas e anfiteatros com Whitesnake, Foreigner e Judas Priest. A escalação de Glenn Hughes, Doug Aldrich, David Lowy e Brian Tichy será elétrica em sua primeira turnê. “Já se passaram quase quatro anos desde que fizemos uma turnê pela Europa. Mal podemos esperar para voltar com esta formação, e tocar músicas de nosso novo álbum junto nossos fãs”, justifica David Lowy.