Kosmovoid libera segunda amostra de Space Demons; ouça Lower Levels

O novo álbum da banda santista Kosmovoid ganhou mais uma bela amostra na sexta-feira (5). Lower Levels é a bola da vez de Space Demons, disco que chegará ao streaming no próximo dia 26, via Dissenso Records. Sobre Lower Levels, a banda deu uma baita explicação sobre a sonoridade da canção. “É como se as camadas mais baixas da existência, as esferas mais negativas espirituais se manifestasse através do som, invadindo nossa superfície e realidade influenciando as pessoas a escolher caminhos tortos, espalhando uma atmosfera de medo e incerteza, promovendo as forças do caos”. Anteriormente, o Kosmovoid divulgou Retrogram, o primeiro single de Space Demons. Aliás, o novo álbum chega como sucessor dos excepcionais discos Escapismo (2020) e Crisálida (2020). Por fim, vale destacar que a temporada do Kosmovoid vem dividida em três momentos. Primeiramente, o terceiro álbum de estúdio, Space Demon, previsto para novembro. Posteriormente, mais dois EPs: HyperSleep Capsule e Disintegrate, ambos em dezembro.
Inspirado por Childish Gambino, Blecaute chega com os pés no peito: Cor do Pecado

O rapper Blecaute, aposta do rap da Warner Music Brasil, lançou na sexta-feira (5) o single Cor do Pecado. Com versos afiados, o artista, que tem como influências musicais grandes nomes do gênero e ícones negros como Racionais MC’s, BK, Djonga, Emicida, Sant, Kendrick Lamar e J. Cole, chega para trazer uma batida dançante e, ao mesmo tempo, uma poesia com muita crítica e um flow único. Com versos rascantes compostos pelo próprio Blecaute, Cor do Pecado é um manifesto sobre a história, dores e vivências de pessoas negras. “Pele preta não é cor do pecado/pele preta é a cor do seu alvo”, escancara a canção logo nos primeiros versos. Na poesia de Blecaute, potencializada pela produção de $AINTIGR, dança e mensagem têm dedo em riste e uma batida contagiante. O single traz reflexões muito importantes nos âmbitos político, social e histórico, em um mês marcado simbolicamente pela necessidade de colocar luz nas questões raciais. Como dizem os versos de Blecaute: Dedo na ferida, isso é importante”. “Tô muito ansioso pelo lançamento. Eu vim retratando um discurso muito forte, espero que as pessoas entendam da melhor forma. Eu vim retratando o racismo contra as pessoas pretas que ainda existe sim no Brasil. Como o Childish Gambino fala, que isso aqui é a América, eu digo e danço também. Quero retratar, à nossa maneira, que isso aqui também é o Brasil: as pessoas pretas são mortas, discriminadas, presas injustamente. Então eu quis trazer essa memória”, diz o artista, que arrasa na dança no clipe junto a atores negros e protagoniza cenas com simbologias que remetem à escravidão, violência policial, entre outras máculas sociais às quais a população negra é histórica e sistematicamente submetida. Gravado na Vila Aliança, no Rio de Janeiro, o clipe que chega junto à música foi dirigido e produzido por Invasori. Junto a diversos homens e mulheres negros jovens, coreografias e semblantes comunicam o tempo todo, com revolta, mas também com alegria, que vidas negras importam. “Hoje eu me sinto tão lindo/melanina aflorada/cabelo Jackson5/se encostar vai ter fight”, é a mensagem que embala a dança e a história de quem bate no peito para dizer que veio da zona oeste, com orgulho. “Não adianta nada eu falar de dinheiro que eu tenho, de joias que vou ter, carros que eu vou ter, se eu primeiro não falar sobre o que meu povo passa ainda. Eu vou falar de joias sim, de dinheiro sim, de noite sim, mas a primeira música que eu quis fazer foi essa. Porque a gente pode ter tudo isso e ainda assim ainda vamos ser alvo dessa discriminação”.
Slipknot retorna com The Chapeltown Rag, primeiro som em dois anos

O Slipknot retornou na sexta-feira (5) com The Chapeltown Rag, sua primeira nova música em dois anos. Gravada durante recentes sessões para um álbum que ainda será anunciado, The Chapeltown Rag segue com a velocidade de um trem descarrilhado e disseca incisivamente a cultura da internet desde dentro com um grito: “When Everything Is God Online…Nothing Is (em tradução livre, “quando tudo é Deus Online, nada é”). O vocalista do Slipknot, Corey Taylor comentou em The Chapeltown Rag, observando que “é um punidor. É um clássico Slipknot. E é frenético”. “Mas, poeticamente, vem de um lugar sobre falar a respeito de várias manipulações que podem acontecer quando as mídias sociais encontram consigo mesmas. E as diferentes maneiras que essas manipulações podem tentar nos lançar em diferentes direções, considerando que estamos viciados nela, o que é muito, muito perigoso”. M. Shawn Crahan, mais conhecido como o Clown (palhaço) do Slipknot, completa… “The Chapeltown Rag facilita um tipo de mentalidade que vocês vão gostar: e é sobre o lado incendiário das coisas”. Inovação para divulgar The Chapeltown Rag A forma como a banda anunciou The Chapeltown Rag ao longo da semana foi tão inovadora quanto a música em si. Sem o conhecimento dos visitantes, palavras-chave das letras do single inédito ocuparam o site do Knotfest — o hub online da banda para notícias, comunidade e o fã clube oficial da banda, o OT9. Quando os usuários clicavam nas letras, eles eram enviados para o site. Lançando os fãs para dentro desse labirinto, o site apresenta uma série de nove tokens não fungíveis (NFTS) eco-friendly cunhada pela conta do usuário desmoines515 e hospedada no WAX Blockchain. Novos assets digitais foram sendo revelados ao longo de toda a semana, diariamente. Quando reunidos, esses ativos garantiam uma primeira visão da arte da capa, assim como um trecjp da música. Fãs que colecionaram todos os nove tokens devem ficar ligados pois podem ganhar diversas opções de recompensas e ofertas ao longo do ciclo do próximo álbum. “Slipknot está na ponta da utilização da tecnologia de formas novas e criativas para engajar seus fãs”, diz Lee Jenkins, gerente de produtos da WAX, “e nós estamos muito animados que eles escolheram a WAX para essa inciativa que mostra uma nova forma de utilizar a tecnologia blockchain.”
Gah Setúbal divulga Perguntas, novo single do próximo EP

Após lançar uma versão atual de Na Pressão, de Lenine, Gah Setúbal apresenta Perguntas, segundo single que antecede o EP Álbum. Aliás, o sucessor do disco VIA (2020) chega no próximo dia 10. O audiovisual, marcado para o próximo dia 5, é o terceiro de Gah a ganhar direção de Deco Farkas. Anteriormente, Canção de Partida e Monolito também foram dirigidos pelo artista plástico. Para Perguntas, Gah e Deco repetem a fórmula de sucesso usando a técnica de stop motion. Gah e a atriz convidada Lívia Lagatto, “se arrastaram” por locais icônicos da cidade de São Paulo como o viaduto Minhocão e a praça John Lennon. A performance é bem exaustiva pois exige que ambos repitam poses enquanto o diretor capta milhares de fotos, que posteriormente colocadas em sequência, dão a impressão de movimento. Se Gah já estava acostumado com o processo, a atriz Lívia admite. “Foi um grande desafio fazer o stop motion e poder colocar um pouco de humor no clipe. Sempre admirei muito o trabalho do Déco, e achei divertida a proposta: deitar no Minhocão, ter outra perspectiva da cidade e das pessoas”. Gah conta que o convite veio de maneira natural. “Eu admiro muito o trabalho dela e pensei, porque não? Que bom que deu certo, não tinha pessoa melhor para a filmagem! Lívia é muito alto astral”. Inspirações para Perguntas A faixa autoral é descrita por Gah como “uma música para corações confusos: com um olhar bem humorado a canção passa pelas mil questões que o amor apresenta quando vem ou vai. É uma música sobre superar a frustração amorosa rindo.” Assim como num álbum de família, o segundo disco solo de Gah – datado para o dia 10 de novembro – organiza memórias e afetos em imagens de diferentes cores e tamanhos, tiradas por diferentes pessoas, em épocas e lugares diversos. O EP não tem um fio condutor e o que liga as cinco faixas de Álbum é a própria desconexão que existe entre elas. Por fim, vale destacar que Álbum será lançado no formato de livreto, contendo imagens, letras e outras informações do trabalho. Tudo com a assinatura da designer Maria Cau Levy.
Rafael Kadashi lança Saudade…, encerrando projeto “Pedaço por Pedaço”

O músico carioca Rafael Kadashi completa a sua entrega pessoal e intimista da série Pedaço por Pedaço com o último single, Saudade… A faixa olha para o passado ao mesmo tempo que prepara o caminho para o futuro do artista, mirando em canções inéditas e novidades para 2022. Iniciado em 2020, o projeto reuniu uma série de canções sobre questões emocionais profundas, uma das marcas de todo o trabalho de Rafael Kadashi. Sempre pautado pela vulnerabilidade, o artista reflete sobre os aprendizados de sua trajetória, tanto musical quanto pessoal em composições novas ou já conhecidas do público, mas repaginadas com outro olhar. A nova faixa, inédita, marca o último capítulo dessa etapa. “Está sendo importante lançar Saudade… como última faixa, pois ela me faz lembrar todas as pessoas que já perdi na minha vida e que não poderão mais voltar. Se foram familiares, amigos, ex-companheiros e a saudade permanece aqui firme e forte. Fiz essa composição ao sair de uma casa no período da pandemia. Ela estava vazia, mas em cada cantinho eu via uma lembrança, um carinho, uma lágrima, um sorriso. Em todos, saudade”, reflete Rafael. Fruto do subúrbio do Rio de Janeiro, Rafael Kadashi é apaixonado por canções e o poder de emocionar que possuem. A partir de um processo criativo baseado na observação das interações humanas e suas próprias emoções, Kadashi constrói a sua arte com canções urbanas que dialogam com os amores e desamores contemporâneos. Trajetória de Rafael Kadashi No seu trabalho de estreia, o EP Livre, ele deu os primeiros passos para essa forma de lidar com a música, que se consolidou em Quebrado, seu disco de estreia. No debute, o artista começa revelando que passou por muitas coisas, que se machucou – como indica o título – e estende sua mão ao ouvinte, para que possam caminhar juntos, buscar seus pedaços e seguir adiante. Quebrado traz canções levadas ao violão com um tom agridoce: um clima de verão, solar, ao mesmo tempo que melancólico. Com o projeto Pedaço por Pedaço, Rafael Kadashi mostrou novas cores de seu repertório autoral. Aliás, será ampliado em breve com outras canções inéditas e novidades. Enquanto isso, é possível conferir todos os singles nas plataformas de música.
Di Ferrero inicia nova fase da carreira solo com Aonde é o Céu

Di Ferrero lançou nesta quinta-feira (4) o single Aonde é o Céu, que marca sua nova fase, com mais influências rock’n’roll. Em resumo, este é o primeiro lançamento do músico pelo slap, selo da Som Livre, após recente assinatura de contrato. “A música surgiu depois de uma troca de ideia com um amigo sobre a cultura do cancelamento. Em um momento da conversa perguntei pra ele: aonde é o céu? E como fazia pra chegar nesse ‘lugar perfeito’ que ele tanto falava. Acredito que todos têm o direito de errar e acertar, e que estamos aqui pra isso. Temos a oportunidade de dar uma segunda chance, seja para nós mesmos ou pra alguém, e muitas vezes perdemos essa chance. Sem hipocrisia, moralismo e sem precisar se encaixar em um molde pra viver em sociedade”, explicou o músico. Com muitas referências às bandas que sempre foram sua influência, como RHCP, Blink-182, Linkin Park, CBJr, entre outras, Di Ferrero lançou também um videoclipe da faixa. Aliás, no vídeo, Di Ferrero performa com muita atitude ao lado de sua banda, composta por Dan Valbuza, Hodari, P3raceta e Bruno Genz. A direção do clipe é de Manoel Andrade. Di também comentou sobre o clipe. “Eu preferi fazer uma performance tocando em um cenário totalmente dentro do conceito que estou vivendo. Acredito que é mais sincero do que fazer um vídeo com roteiro nesse momento. Eu sinto que todos estamos com saudade de ir em shows e essa música e o álbum que virá tem a vibe de ao vivo!”. Por fim, vale destacar que Aonde é o Céu fará parte do primeiro álbum solo de Di Ferrero, que será disponibilizado ano que vem.
Wake Me Up abre nova fase da carreira do Foals; ouça!

Ambicioso na escala e na execução, o álbum duplo do Foals, Everything Not Saved Will Be Lost, levou a banda a um novo patamar, chegando ao número um nas paradas. Agora, o Foals compartilhou o single Wake Me Up, como a primeira amostra do aguardado novo álbum, que tem estreia prevista para 2022. Aliás, um contraponto muito bem acabado ao álbum super complexo Everything Not Saved…, Wake Me Up brilha com tormentosas e glamourosas guitarras, ritmos super sincopados e a vocação dos Foals para hooks insistentes e cativantes. Contudo, num processo bastante orgânico, a banda mescla novas influências com ecos de suas raízes como provedores do caos agitado de festas em casa. O frontman Yannis Philippakis comentou sobre a novidade. “Há uma jornada que a banda empreendeu de experimentar com diferentes paletas de som. Essa vez tínhamos o desejo de retomar mais da ideia inicial da banda de que o ritmo, os groves e as guitarras se interligassem numa estrutura arquitetônica. Nós quisemos tocar a fisicalidade da música. E nós queríamos que isso soasse oasesável e prazeroso”. As músicas, com um tom escapista, também são algo em comum com o projeto anterior do Foals. Yannis e os companheiros de banda Jimmy Smith e Jack Bevan sairiam para as sessões de composição no pequeno e sem ar quarto de ensaios em Peckham cedinho pela manhã. Na hora em que eles terminassem os trabalhos, a escuridão já teria envolvido todo o sul de Londres. Wake Me Up nasceu durante pandemia Wake Me Up tomou forma em meio ao já desolador alto inverno britânico, que se tornou ainda mais opressivo com a covid restringindo o mundo todo ao redor. Influência subliminar para o Foals, também, sua criatividade se tornou tanto uma reflexão do meio ambiente quanto de sua inspiração interior. Por fim, Yannis acrescenta sobre o novo single. “Com Wake Me Up, eu só queria escrever uma canção sobre transportar você mesmo para uma situação melhor, idílica. Eu acho que todos nós temos aquele sentimento dos últimos dezoito meses de ter passado por uma alucinação febril esquisita, porém muito marcante. Acho que todos nós queríamos ter sido acordados (uma alusão ao título) em algum outro lugar em vários momentos”. Por fim, o Foals fará retorno aos shows de estádio em abril, quando eles começam a turnê pelo Reino Unido, que inclui quarto apresentações em Londres, no Olympia. Logo depois, eles seguem em maio pela turnê europeia por festivais de verão.
Scorpions revela Peacemaker, novo single de Rock Believer

O Scorpions revelou nesta quinta-feira (4) o single Peacemaker. A faixa chega para aguçar o apetite dos fãs da banda para o lançamento de seu próximo álbum, Rock Believer, previsto para 11 de fevereiro de 2022. Aliás, Peacemaker transformou-se em muito mais do que simplesmente um single. Em resumo, podemos dizer que é uma vitrine na qual a banda alemã celebra seu lendário e testado DNA em um novo e duro disfarce sônico, uma antecipação musical de seu novo álbum, que promete fazer uma ponte entre o ontem e o amanhã. Será que uma banda cuja carreira musical se estende por 50 anos, desde o lançamento de seu primeiro álbum de grande sucesso, Lonesome Crow, até a chegada de Rock Believer, em fevereiro de 2022, ainda tem a pujança, a dureza, a força bruta que é necessária para criar e gravar uma ou duas dúzias de faixas novinhas em folha? Será que seus 18 álbuns de estúdio, seus certificados de platina e de dupla-platina não são suficientes para esses músicos incansáveis? Ainda há gasolina suficiente no tanque para eles continuarem? Aliás, uma de suas canções fornece a resposta a estas perguntas. “Vamos tocar mais alto, tocar com mais força, descontraídos e um pouco mais sombrios. Me dê um riff pesado meu amigo, tem que haver mais gasolina no tanque”. E, de fato, Peacemaker parece ter sido recentemente reimportado do apogeu de uma lendária banda de hard rock. Inspiração para Peacemaker “A primeira coisa que me veio à mente”, lembra o vocalista do Scorpions, Klaus Meine, que escreveu a letra da canção (a música é cortesia de Rudolf Schenker e Pawel Maciwoda) e produziu a banda com o apoio de Hans-Martin Buff. Por fim, Meine falou sobre o gancho utilizado na hora de compor a música. “Peacemaker peacemaker, Bury the undertaker. Eu estava apenas brincando com essas palavras. Numa época em que tantas pessoas morreram e ainda estão morrendo de Covid, de guerras devastadoras e de outros crimes sem sentido, isso faz você sentir que o coveiro deve estar trabalhando horas extras. Em um mundo pacífico após a pandemia, será a hora de o peacemaker (pacificador) governar… essa é uma imagem que realmente me atrai”, diz Klaus Meine.
Pa Pa Power, do Dead Man’s Bones, ganha nova roupagem com Cat Power

A cantora Cat Power compartilhou Pa Pa Power, uma nova prévia de seu próximo álbum, Covers (14 de janeiro / Domino). Junto com o videoclipe de Pa Pa Power – a versão de Marshall da música dos Dead Man’s Bones – ela anunciou uma extensa turnê pela América do Norte. Essas datas ao vivo se juntam a seus shows europeus anunciados anteriormente no próximo ano. Aliás, sobre a decisão de gravar Pa Pa Power, Cat Power deu uma longa explicação para justificar a escolha de incluir a faixa no repertório. “Comecei a tocar esse solo em 2012 (originalmente mais dissonante), quando os protestos do Occupy Wall Street estavam acontecendo. O Occupy estava crescendo e dizendo: ‘Essa m* está f**’. E ajudando os cidadãos a serem uma voz em seu governo local. Eles fizeram muitas coisas boas, mas a mídia americana matou o movimento. Eu senti que essa música era relativa a isso. A mídia americana sempre penalizou qualquer tipo de progressividade social e é sempre a primeira a expressar uma retórica conservadora contra algo que é benéfico para a nação. Eu abri com essa música na turnê de 2013 pela China. ‘Queime as ruas, queime os carros’”. Anteriormente, Cat Power anunciou o aguardado Covers, com uma apresentação de Bad Religion de Frank Ocean e uma entrevista no The Late Late Show With James Corden. Posteriormente, ela também lançou sua “favorita”, um cover de A Pair Of Brown Eyes, dos The Pogues. Em resumo, produzido integralmente pela artista, Covers também apresenta canções reinventadas de Nick Cave, Iggy Pop, The Replacements, Billie Holiday, Lana Del Rey e outros. Por fim, traz também uma versão atualizada de sua própria canção Hate de The Greatest (2006), renomeada Unhate para este álbum. Tracklist de Covers Bad Religion – Frank Ocean Unhate – Cat Power – Chan Marshall Pa Pa Power – Dead Man’s Bones White Mustang – Lana Del Rey A Pair of Brown Eyes – The Pogues Against the Wind – Bob Seger Endless Sea – Iggy Pop These Days – Jackson Browne It Wasn’t God Who Made Honky Tonk Angels – Kitty Wells I Had a Dream Joe – Nick Cave Here Comes a Regular – The Replacements I’ll Be Seeing You – Billie Holiday