Kika Malk e Renan Rodrix unem forças com Ney Matogrosso em single

A dupla Kika Malk e Renan Rodrix lançou o single Simples, com participação de Ney Matogrosso. Aliás, o clipe já se encontra no YouTube. A música é mais uma composição de Renan Rodrix e tem produção de Nani Dias. Anteriormente, Kika Malk e Renan lançaram, em setembro, um single com participação de Bruno Gouveia, do Biquíni Cavadão. Kika e Renan são cariocas, Kika é soprano, dona de uma voz doce com afinação precisa, o que potencializa o romantismo das músicas e do casal. Enquanto Renan é compositor e cantor e foi apresentado para o meio musical por ninguém menos que Ezequiel Neves, lendário e saudoso produtor e descobridor de Barão Vermelho e Cazuza. Ney Matogrosso, não só tem sua voz em músicas dos dois, mas também é uma espécie de mentor, e todo repertório antes de ir ao ar, passa pelo crivo dele. Aliás, ressaltando que o cantor acaba de completar 80 anos de vida. Renan também é escritor e lança em outubro o livro disparArte, de cartas e poemas, com prefácio de George Israel. Um fato interessante, foi que Nando Reis dedicou N, na live que fez para o canal Multishow, no Dia dos Namorados, para Kika e Renan.

Dejaneiro Soul entrega linda versão de hit famoso na voz de Marvin Gaye e Tammi Terrell

Ain’t no mountain is high enough, terceiro single da banda Dejaneiro Soul, chegou ao streaming na última sexta-feira (15). Em resumo, a faixa faz parte do EP com cinco músicas que está sendo lançado gradualmente até o final deste ano. O clássico foi originalmente lançado em 1967 por Marvin Gaye em dueto com Tammi Terrell, composição da dupla Ashford & Simpson. Trata-se de uma letra romântica que utiliza imagens bíblicas, típicas do estilo Gospel, para afirmar que apesar de estarem separados nenhum obstáculo será grande o suficiente para impedir um reencontro atendendo o chamado da pessoa amada. “Nenhuma montanha será alta o suficiente, nenhum vale será profundo o suficiente, nenhum rio será largo o suficiente, para me impedir de chegar até você, baby. Basta me chamar quando você precisar…” Trecho traduzido Admiradores da soul music tradicional, eles se reuniram para homenagear a Motown neste primeiro EP. A banda procura inovar buscando uma sonoridade atual ao mesmo tempo mantendo características fundamentais do original, por exemplo a linha de baixo do lendário James Jamerson. Aliás, neste arranjo de Ain’t no mountain is high enough, eles tiveram a ideia de acrescentar um piano acústico no estilo Elton John. Um elemento vintage da mesma época (final dos anos 60/início dos 70) que apesar de não estar presente na versão original combina tão bem que soa como se tivesse estado sempre lá. A banda de soul music Dejaneiro Soul é formada por uma cantora, Alexandra Milanez, acompanhada por um quarteto: Lúcio Fernandes Costa no baixo; Átila Moreira na bateria; Pedro Estrela nos teclados; e Fred Carvalho na guitarra e violão. Por fim, vale destacar que seus integrantes se dividem entre o Rio de Janeiro, Lúcio e Alexandra, e Sete Lagoas (MG), Átila, Pedro e Fred.

Dona Mag convoca Paulão, da Velhas Virgens, para Litro de Rum

A Dona Mag lançou um single ao lado do vocalista das Velhas Virgens, Paulão. Contudo, a união não poderia deixar de ser em uma música sobre bebidas: Litro de Rum. A versão original da faixa faz parte do álbum Magna Carta, o último da banda. Aliás, o vocalista Rui Ventura comenta sua relação com o trabalho de Paulão. “Eu sempre curti demais o trabalho das Velhas Virgens. Gosto destas letras e deste rock escrachado. A comédia que eles fazem é incrível”. Em resumo, o frontman da Dona Mag conta que parceria se concretizou por meio das redes sociais. “Entrei em contato com o Paulão pelo Instagram, ele me mandou um email, conversamos e mandamos a música. Ele curtiu demais e disse: ‘vamos fazer, vamos gravar’. No dia deste show, ele veio antes para a cidade e passou a tarde toda conosco, e gravamos”, relembra Rui. Todavia, o próprio Paulão comentou, da sua maneira característica, o trabalho da Dona Mag quando o ouviu pela primeira vez. “Senti até o gosto do rum. Adorei”. Por fim, o vocalista das Velhas Virgens ainda acrescentou. “Parede sonora respeitável, vozes ótimas e solo muitíssimo legal”, finalizou. Ouça abaixo Litro de Rum, o single mais recente do Dona Mag.

The Tower Of Montevideo: ouça novo single de Damon Albarn

The Tower Of Montevideo é a nova faixa de Damon Albarn, lançada nesta quinta-feira (14). Inspirada no Palacio Salvo, um edifício icônico dos anos 1920 no Uruguai, a canção explora a maravilha melancólica de Albarn nesta parte da América do Sul, onde o Rio De La Plata encontra o Atlântico Sul, um lugar que ele descreveu como “familiar e totalmente sobrenatural”. Para acompanhar o lançamento de The Tower Of Montevideo, um filme de performance especial e cinematográfico de uma série intitulada Sublime Boulevards – Performance Films está disponível no YouTube. The Nearer The Fountain, More Pure The Stream Flows, novo álbum de estúdio de Damon Albarn, será lançado em 12 de novembro na Transgressive Records. Originalmente concebido como uma peça orquestral inspirada nas paisagens da Islândia, 2020 viu Albarn retornar à música em lockdown e desenvolver o trabalho de 11 faixas que exploram ainda mais temas de fragilidade, perda, emergência e renascimento. O resultado é uma coleção panorâmica de canções com Albarn como contador de histórias. O título do álbum foi retirado de um poema de John Clare, Love and Memory. Em uma carreira de perpétuas mudanças musicais e exploração, o álbum se revela ainda mais terreno, encontrando arranjos orquestrais expansivos aninhados com melodias íntimas, discordâncias roçando contra majestade contagiante; tudo pronto para algumas das performances vocais mais emocionantes de Albarn até hoje. Muito parecido com a beleza e o caos do mundo natural, sua trilha sonora, The Nearer The Fountain, More Pure The Stream Flows documenta vividamente o fluxo e refluxo emocional da condição humana, em todos os seus extremos, servindo como um documento enriquecedor da alma para nossos tempos. Ao lado do lançamento digital, haverá edição limitada de formatos de vinil, além de CD e cassete, com a edição em CD incluindo Huldufólk, uma faixa “escondida” de 20 minutos de uma gravação nova e original que inspirou alguns dos temas do disco. Haverá também uma versão super deluxe do álbum, na forma de um livro de capa dura com fotografia adicional, letras digitalizadas originais e arte de Damon, junto com uma versão em vinil branco do álbum, um arquivo digital de alta qualidade e um bônus de 7″ polegadas apresentando uma música exclusiva das sessões de gravação.

Sala Cinza fala de lenda mal assombrada na estreia com Jaz no Coqueiral

Em Piracicaba, cidade do interior paulista, existe uma lenda conhecida como O Coqueiral Assombrado. E o folclore é pano de fundo para o indie rock psicodélico do duo Sala Cinza, que estreia com o envolvente single Jaz no Coqueiral. Conta-se que, num bairro rural chamado bairro Pau d’Alhinho, havia um coqueiral dentro de uma fazenda, que era a marca de um cemitério de escravos, local onde também seria enterrada a dona da propriedade, uma mulher que maltratava os trabalhadores. Segundo o folclore local, que assombra até os dias de hoje, quando ela morreu, a família organizou um funeral cheio de ostentação. No entanto, os bois que levavam o caixão interromperam a procissão. Assim, ela foi enterrada no mesmo local dos escravos que ela fez tanto mal. A Sala Cinza é um duo, formado por Luciano Benetton (voz e guitarra) e Carlos Casagrande (bateria). Nesta primeira amostra do projeto, eles apresentam uma música com guitarras típicas do rock alternativo, com timbres psicodélicos que lembram o que faz o Boogarins. A composição de Jaz no Coqueiral e outras músicas que virão na sequência começaram a criar forma com os músicos à distância, a partir de trocas constantes de ideias, melodias e bases entre Luciano e Casagrande. Num segundo momento, entrou o trabalho do produtor Max Matta, do estúdio Lab Sound, onde realizam a produção de todo o material da Sala Cinza. E foi na produção que o duo, junto à Matta, adicionaram diversas camadas em ‘Jaz no Coqueiral’, no intuito de experimentar sensações por meio de synths e linhas de backing vocal. “Para trabalhar a dinâmica, usamos muito referências de música eletrônica para compor a parte de percussão, que fizemos toda com drum machine, porém, tocada de fato”, revela Casagrande. Locomotiva Records O lançamento de Jaz no Coqueiral é o início de novas ideias e projetos da Locomotiva Records. Daqui para frente, o selo, que também é tocado por Luciano e Casagrande, produzirão singles de diferentes artistas e incentivando que aconteçam interações entre eles, tanto da mesma geração, quanto de gerações diferentes. “Como temos aqui a estrutura do estúdio Lab Sound, pensamos em realizar esse processo de produção todo por aqui e produzir mini docs dos dias que os artistas estiverem por aqui produzindo”, adianta Carlos. Locomotiva Festival Um dos mais maneiros festivais de música alternativa do interior paulista, o Locomotiva Festival, que acontece em Piracicaba, está de volta em 2021 – em edição digital. O line-up, assim como a proposta, já está tudo fechado e será divulgado em breve. Um breve spoiler: terá nomes consagrados do indie nacional, atrações da cidade e promessas do Brasil.

Aposta da surf music, Dom Vinera revela “Gratidão”

Agradecendo a vida, as oportunidades e valorizando seus percalços, o cantor e compositor Dom Vinera, aspirante à aposta do surf music nacional, lançou o single e clipe de Gratidão. Composta pelo cantor após um período de reflexão de sua própria trajetória e assinada por Bruno Dupre – produtor musical responsável que já assinou singles como O Hip-Hop É Foda. Pt.1 e Papo Reto do cantor Rael – a canção leva influências musicais que tangencia entre nomes como Gilberto Gil, Sine Calmon e Maneva. “Essa canção fala da necessidade de agradecer até os menores feitos do dia-dia. Fala sobre respirar fundo e seguir em frente mesmo depois de ter conversas desconfortáveis. Trata-se de realmente ser grato pelo milagre da vida, que mesmo em meio ao caos dos dias atuais ainda nos sobram vários motivos para sorri”, conta Dom Vinera. A canção também vem acompanhada de um vídeo especial. Apostando em pequenas animações leves, sutis e detalhadas, o clipe da canção conta com a direção de Gustavo Ergang e foi produzido pela da NAV – responsáveis por projetos como O Que Tiver que ser Será, Maneva e Di Ferrero, Processo Seletivo, de Graveto e Rashid, Ai ai do cantor Julies e Music Is Everywhere, do Yutaka e Viegas. Novidades a caminho de Dom Vinera Sem lançar música desde 2018, o cantor revela querer compensar o tempo de hiato sem lançamentos, e já prometeu mais um single ainda para este ano e revela que está preparando uma nova turnê que deve estrear no início de 2022. “Nunca me senti tão musicalizado e inspirado como hoje. Tem tanta coisa em processo de finalização, que teremos músicas para lançar até o final do ano que vem. Ainda neste ano devo lançar um single ainda mais especial e que acredito muito. Também já estou preparando um novo show para uma nova turnê. Vai ser mágico!”, conta Dom. Na música desde os anos 90, Dom Vinera quer fincar de forma firme nas areias do surf music. Com letras que falam do amor, natureza, da vida e da amizade, o cantor já se apresentou em importantes palcos como a Virada Cultural, Festival Reggae Brazuka e da tradicionalíssima Expo Music. O cantor também já participou de festas à festivais pelo Brasil com nomes como Zeider Pires (Planta & Raiz), O Surto, Pepeu Gomes, Simoninha e Bloco do Caos.

Entrevista | Chase Atlantic – “O trap é o mais popular em todo o planeta”

O trio australiano de trap Chase Atlantic já acumula mais de meio bilhão de streams e se posiciona como um dos nomes mais empolgantes da atualidade. O single mais recente, Ohmami, mostra que Mitchel Cave, Clinton Cave e Christian Anthony não estão dispostos a abrir mão do trap, R&B e o alternativo psicodélico característicos. “É o tipo de música que permite que você se sinta vivo. Ainda, ao mesmo tempo, fornece uma fuga da realidade. Mesmo que seja apenas momentaneamente, você pode sentir o efeito da música persistente em sua mente como drogas audíveis”, comenta a banda. Mitchel, Clinton e Christian conversaram com o Blog n’ Roll, via Zoom, para comentar um pouco sobre a expectativa em torno da volta aos palcos, single novo, além de uma possível vinda ao Brasil. Confira abaixo. Entre este mês e novembro, vocês farão uma turnê grande por Estados Unidos e México. São os primeiros shows pós pandemia? Como está a expectativa de vocês? Christian: Nós fizemos algumas lives, mas essa será a primeira vez que voltaremos a estar em frente ao público. Clinton: Acho que será incrível. Christian: Acho que são dois anos de jornada. Internamente e emocional com alguns lançamentos. Acho que também as pessoas foram reprimidas por dois anos para saírem de novo e fazerem o que sabem de melhor. Mitchel: Também é a hora de eu voltar a ficar em forma (risos). Clinton: Essas pessoas compraram ingressos e elas realmente querem sair e ir no nosso show. Finalmente estamos tocando em espaços com tamanhos decentes para grandes públicos. Estamos com grandes expectativas. No início do ano, vocês divulgaram o álbum Beauty in Death. Ohmami, o último single, é uma prévia de um próximo álbum cheio? Mitchel: Eu não falaria em um novo álbum ainda. Nós acabamos de lançar essas músicas… Está tudo ainda bagunçado. Estamos fazendo as últimas músicas e produzindo tudo sozinhos. É um processo que mostramos. É um sinal que em breve lançaremos mais músicas no futuro, mas não necessariamente um álbum. Christian: tem um single que lançaremos em breve, a gente nunca para. Clinton: Nesse momento estamos em uma onda de focar nos singles. Acho que devemos lançar no máximo um álbum por ano, porque conta uma história. Você faz somente uma tour por ano. Mas nós fazemos tudo sozinhos. O que trouxeram de influência para fazer Ohmami? E o que motivou o Chase Atlantic a escrever essa música? Mitchel: Então, o Christian e nós tivemos a ideia de fazer uma base instrumental latina com influências espanholas. Era para ser uma batida dance hall como uma afrobeat… Mas pensamos que não queríamos apenas colocar isso no som do Chase Atlantic. Portanto, ele (Christian) fez um instrumental incrível e depois trabalhamos mais um pouco… Eu escrevi e nós demos o nome na mesma noite. Nós ligamos para o Chris e mantivemos alguns dos vocais e fizemos umas improvisações na gravação porque achamos que ficou legal. Chris: Eu acidentalmente mudei os vocais e mudei completamente o fluxo. Oh Jesus! Ficou meio caótico. Clinton: Acrescentamos algumas guitarras. Adorei o fato de que a mudança criou uma nova música. Nós temos fãs maravilhosos pelo mundo. É incrível ter fãs no Brasil, em várias regiões, como Sul, Centro e diferentes outros lugares, como na Austrália. Beauty in Death foi gravado em seu home studio. Ohmami marcou o retorno de vocês ao estúdio usual em Los Angeles. Pretendem retornar para ele nas próximas gravações? Chris: Sim, há dois anos temos dois estúdios. Eu acho que o único benefício de diferentes estúdios é que você tem que ir ao trabalho. Agora, a gente não precisa ir a um grande estúdio e gastar dinheiro. Muitos artistas sofrem com a pressão de manter a qualidade e as vendas dos sucessores do primeiro álbum cheio. Isso foi um problema para o Chase Atlantic? Mitchel: O melhor de fazer foi o terceiro álbum, quando Christian e eu já tínhamos experiência. No primeiro, ficamos apavorados pensando no que o público iria achar. Mas, para nós, não pensamos que o primeiro e o segundo álbum foram os melhores. Pensamos no futuro. Nós ficamos mais experientes. Por que o trap ganhou tanta força no mundo? O que você acredita ser essencial nessa popularidade? Mitchel: Começamos a ouvir muito hip hop no começo. Chris: Acho que em 2011 e 2012, as pessoas começaram a ficar enjoadas de ouvir o mesmo tipo de músicas. Tudo parecia igual. Pessoas ficaram desiludidas. Havia um pouco de revolta demonstrada na mídia, era um enorme contraste e as pessoas se voltaram para a música da cultura popular. Acho que definitivamente veio para ficar. Mitchel: Na verdade veio por causa dos nossos produtores. Eles identificam os tipos de público. A gente queria fazer pop music, que era mais divertido, algo mais mainstream, onde a cultura estava naquele ponto. Isso foi antes, quando o rap e o hip hop eram os gêneros mais populares. Aliás, agora o trap é o mais popular em todo o planeta. Chris: Eu que venho da Austrália posso dizer que sempre ouvíamos hip hop nas estações de rádios. Vocês acompanham o cenário musical do Brasil? Chris: Eu gostaria de saber mais sobre o Brasil, mas temos estado muito ocupados. Eu adoraria conhecer mais e colaborar com os artistas brasileiros no futuro. Nós teríamos que ouvir as músicas, tenho certeza que existem artistas fantásticos. Se eu tocasse no Rock In Rio, antes dos shows, eu passaria o dia conhecendo o maior número de músicos brasileiros. O Chase Atlantic já teve shows anunciados no Brasil, mas foram adiados em função da pandemia. Como está a expectativa de vocês para os próximos meses? Chris: Com certeza vamos tocar no Brasil em 2022. O público brasileiro é incrível, sempre ouvimos coisas muito positivas sobre o público daí. É uma plateia muito apaixonada. Por fim, é isso que espero comprovar quando estiver aí. *Entrevista / Tradução por Christina Amorim e Isabela Amorim

Feminility, de Pilar, chega às plataformas de streaming; ouça

A cantora Pilar lançou em todas as plataformas digitais o single Feminility. A faixa faz parte do EP Confluir e ganhou sua versão visual no seu mais novo projeto, o Ascenda, esse teatro musical emocionante, e profundo, que contém 19 faixas ao todo. Feminility tem como fio condutor a força feminina, que conecta a rainha do reggae Marina Peralta e Pilar em um misto de salsa e MPB embaladas por metais envolventes, resgatando a ancestralidade latina enaltecendo conquistas femininas. Com letra em espanhol e português, transita pacificamente entre a rivalidade das línguas e traz uma perspectiva internacional de garra e resistência das mulheres que se opõe ao patriarcado, na esperança de juntos construirmos um mundo igualitário e justo independente de gênero. A música é arranjada pelo tecladista Adriano Magoo, mixada pelo multi-ganhador de Grammy Luis Paulo Serafim, e masterizada em L.A. por Brandon Duffey. Distribuído pela Warner Music Brasil desde 26 de julho, o conteúdo está sendo lançado de forma fragmentada. Estruturado em 3 atos, contendo 6, 7 e 6 faixas respectivamente, o projeto terá sua conclusão no dia 12 de outubro. Tendo como cenário a histórica Casa das Caldeiras em São Paulo, ao longo de três atos, Pilar percorre um jornada pessoal e universal, que se inicia com a tentativa de pertencimento, passa pela desconstrução de valores para culminar com o reencontro de sua essência. O roteiro foi idealizado pela própria cantora e co-escrito em parceria com a diretora Alice Hellmann, já a direção de fotografia recebeu o olhar lúdico de Felipe Morozini, drama luminoso por Oliveira Azul, animações e conteúdos visuais pela VJ Grazzi, captação e edição Libérta Films.