Volta da Jurema lança single em tributo a hino do skate punk brasileiro

A banda piauiense de hardcore Volta da Jurema, que vem conquistando cada vez mais notoriedade e espaço no cenário nacional, nunca escondeu sua gratidão e respeito por aqueles que abriram caminho na cena: seus ídolos, referências e influências. Por isso, lançou hoje um single totalmente inédito em tributo a uma das bandas mais importantes e influentes do skate punk hardcore brasileiro: Skate Gralha, da banda do ABC paulista Grinders, lançada originalmente no álbum SkatePunkMusic, de 1987. “Grinders, Ratos de Porão, Lixomania, Cólera e outras bandas foram fundamentais para que pudéssemos existir. e resistência. Nossa traz um toque pessoal com uma parte de letra autoral, deixando a homenagem ainda mais nossa cara e versão conectando-se à proposta do som”, comenta Artur Fontenelle, baixista da Volta da Jurema. A sonoridade de Skate Gralha combinava a velocidade do punk com elementos do hardcore, criando um som agressivo e melódico que dialogava diretamente com a cena underground e os skatistas da época de seu lançamento. “Sem sombra de dúvidas, tanto essa música como a banda influenciaram gerações de músicos e skatistas no final da década de 80 em diante ”, continua o vocalista Felipe Barbosa , também grande fã da prática do skate. Ronaldo ‘Pobreza’, ex-baixista, atual vocalista e único membro original do Grinders comentou sobre a versão da Volta da Jurema. “Achei sensacional! Sou imensamente grato! Não somos pop, muito menos ‘mainstream’, e ver nossa música e nosso nome alcançando outros cantos do Brasil e do mundo, seja pela música ou pelo skate, mesmo após tantos anos, é extremamente gratificante. Saber que, até hoje, o Grinders é relevante para um estilo e uma cena é uma grande homenagem. Pura emoção, amor e gratidão pela banda!” Ainda na esfera de homenagens, a Volta da Jurema foi convidada a participar de três tributos: um ao Inocentes, um ao Cólera e outro ao Ratos de Porão.

Menores Atos lança single com participação de Rodrigo Suricato

Depois de terremoto, a banda Menores Atos lança uma música super pop, dessas que tanto letra como música ficam na nossa cabeça. A balada folk não tem mais verão nasceu no violão e, apesar de ser um pouco diferente das outras músicas do álbum, os integrantes perceberam que ela teria um lugar especial, até pela simplicidade e emoção que ela carrega. “Assim que a música ficou pronta convidamos o Rodrigo Suricato, vocalista e guitarrista do Barão Vermelho, para participar e ele topou. Foi uma honra! Ele é um grande músico que acompanhamos há um tempão, muito generoso e hoje está à frente de uma das maiores bandas de rock do país”, comentou o vocalista Cyro Sampaio. Depois de tudo gravado, na pós-produção, Pablo Greg inseriu arranjos de piano, órgão e cordas. Gabriel Zander assina a produção, mixagem e masterização. A música foi gravada no Estúdio Costella (SP), exceto as vozes de Suricato, gravadas no Betta Estúdio (RJ). não tem mais verão é um lançamento da gravadora Deck e já está nos aplicativos de música.

Duda Raupp convida Rashid e Ivyson para o single “Planos Pra Nós”

Duda Raupp é um dos destaques na cena do rap quando o assunto é ser beatmaker, produtor musical e multi-instrumentista. Já trabalhou com nomes como Cristal, Victor Xamã, Zudizilla, e mais de uma vez, com o Rashid. Dessa vez, foi a vez dele convidar o rapper para se juntar em seu projeto que une beat inspirado no Soul setentista com o rap e letra com interpretação dúbia. Para a canção, Duda ainda chamou Ivyson para entregar um refrão que deixa a música ainda mais parecida com um lovesong. Mas Planos Pra Nós não é sobre o relacionamento de um casal. Planos Pra Nós fala daquela cujo nome é feminino, e que é o conjunto de coisas criadas e das forças que operam no Universo e também aquilo que nos conecta com o passado e nos inspira a cuidar do futuro, a natureza. Duda Raupp, já decidido com seu projeto, criou o instrumental e apresentou a ideia para o Rashid escrever seus versos. Juntos pensaram em um nome para cantar o refrão, o cantor e compositor Ivyson foi o escolhido, que prontamente aceitou o convite. A canção começa com o instrumental setentista e ao mesmo tempo com características futurísticas que são marcas registradas para quem acompanha o beatmaker. Rashid, com seu legado de bom letrista, apresenta dois momentos de um relacionamento: a fase da conquista, de conhecer e não saber lidar com tantos sentimentos. Depois se torna algo sobre uma fase ruim, as ações egoístas sendo cobradas, você se dando conta de tudo ruim que causou e o pedido de desculpas e reconhecimento do erro. Ivyson, aparece no refrão e no verso final e deixa a dúvida de “será que dá tempo de consertar o erro”? Os planos de Duda Raupp é para que essa música seja um alerta para olharmos mais para a natureza e de que esse relacionamento possa ser construído de forma saudável e de pertencimento. “Eu sempre gostei de passar bastante tempo na natureza. Desde pequeno tenho o costume de acampar e fazer trilhas. Sinto que isso é essencial para que eu possa me reconectar comigo nos momentos em que estou imerso na correria do dia a dia e da cidade. Passar um tempo na natureza me recoloca em um ritmo de autocuidado e de criatividade,” conta o produtor. “Em nosso tempo é fácil se desconectar da natureza pelo simples fato de que o ambiente ao redor nos exige uma conexão ao digital, ao futuro tecnológico e ao progresso industrial 24 horas por dia. A ideia de ter tempo para contemplar a natureza já parece um luxo, mas isso é um engano. Essa proximidade com a terra faz parte do que somos, enquanto espécie, e existem até estudos que indicam que esse distanciamento entre nós e a natureza, é uma das razões do aumento progressivo de questões emocionais como depressão e ansiedade”, completa Rashid. No visualizer de Planos Pra Nós, Duda contempla a natureza da sua cidade, em cima do Morro da Tapera. Localizado na zona sul de Porto Alegre, o espaço tem uma vista panorâmica de 360º, e é conhecido por ter um coração em uma das pedras. Foi ali que o artista pensou também na capa do single, em uma ilustração assinada por Noise Cookie.

João Jardel mistura hip hop alternativo e macumba industrial em O Pretocore

Após misturar o que forma o popular e o antipopular, o que é inconsciente coletivo e experiências pessoais e a canção e o ruído no EP POP, o artista mineiro João Jardel amplia suas investigações e experimentações sobre macumba industrial no single O Pretocore, que abre uma nova fase na sua carreira com seu novo álbum. O Pretocore reflete a fusão entre o orgânico e o digital, misturando influências de afrobeat, funk carioca, hardcore e elementos da umbanda, em uma mistura única e transgressora, reapropriando espaços culturais e homenageando raízes. João Jardel nasceu em Itabira e está imerso na música desde a adolescência, passando por projetos no rock alternativo e no indie folk, mas é com seu projeto solo onde ele apresenta uma expressão genuína de sua visão artística e de suas inquietações pessoais. O artista não tem medo de mergulhar em temas complexos e polêmicos, como evidenciado em seu trabalho anterior Branco, que abordou questões relacionadas ao racismo estrutural e recreativo. Antecipando o álbum Antipop, o lançamento é uma aposta do selo Diáspora, projeto de Hugo Noguchi (Ventre, SLVDR) que pretende dar visibilidade para que artistas racializados se insiram de modo profissional no mercado musical, buscando descendentes das diásporas africana e asiática, bem como das internas brasileiras.

Matanza Ritual lança single distópico “O Paciente Secreto”; assista!

O Matanza Ritual retornou com O Paciente Secreto, single que expande as fronteiras entre a lucidez e a loucura em uma narrativa obscura. A faixa, lançada pela gravadora Deck, é uma antecipação do novo álbum da banda, previsto para 2025. Com sua fusão característica de thrash metal, hardcore e country, a música aborda uma visão apocalíptica de um paciente isolado, portador de uma “verdade” perturbadora sobre o destino humano. Na letra, o “paciente secreto” está trancado e mantido em isolamento, carregando uma “verdade” desalentadora. Ele prevê o colapso da humanidade e afirma que antigos deuses já não podem oferecer proteção. Em um estado entre a sanidade e a profecia, insiste que a sociedade ignore a iminência do fim. “É um futuro distópico onde os iluminados precisam ser afastados da realidade ou somente um louco uivando para a lua? Negacionistas calando as vozes dos que insistem em apontar o inevitável ou um lobo solitário tentando justificar a próxima vítima? A grande vantagem de compor arte é que podemos simplesmente deixar a charada para quem quiser continuar a história”, explica Jimmy London, vocalista da banda. Formada em 2019, a Matanza Ritual traz nova intensidade ao cenário musical pesado. A banda é composta por Jimmy London (vocal), Felipe Andreoli (baixo), Antônio Araújo (guitarra) e Amílcar Christófaro (bateria), e carrega o legado do Matanza original, porém com um peso e uma maturidade artística singulares. Em faixas como Rei Morto e Morte Súbita, já haviam abordado temas críticos e agressivos, refletindo sobre as incoerências do cotidiano e o lado sombrio da sociedade.

Brasativa e Bloco do Caos lançam vídeo de Preciso Te Encontrar, gravado em Santos

A banda Brasativa, que há mais de dez anos acompanha o cantor Rael, e Bloco do Caos, se unem no lançamento de Preciso Te Encontrar. A faixa chega recheada de influências que vão do reggaeton ao afrobeat, temperadas pela inconfundível brasilidade dos artistas. O single vem acompanhado de um clipe gravado em Santos, trazendo as paisagens históricas e icônicas da cidade como cenário. Com a batida de Bruno Dupré e a coprodução de Ruxell, nomes que já assinaram hits de grandes artistas como IZA e Gloria Groove, Preciso Te Encontrar é um show de produção musical. A letra, que fala sobre a busca por conexão e desejo, é a cereja do bolo, completando uma canção que é pura energia. O videoclipe, dirigido por Rodrigo Pysi, é uma verdadeira ode à cidade de Santos. Com imagens deslumbrantes do bairro histórico do Valongo e do Mont Serrat, o vídeo cria uma atmosfera única que conecta a modernidade da música com as raízes culturais brasileiras. Preciso Te Encontrar é o primeiro single do novo EP da Brasativa, que promete trazer ainda mais novidades e surpresas para os fãs. Essa é mais uma prova da força e da criatividade dessa banda que, há mais de uma década, vem revolucionando a cena musical brasileira. A união entre Brasativa e Bloco do Caos é a receita perfeita para o sucesso. As duas bandas já haviam colaborado anteriormente em Somos Todos Um, um projeto que reuniu grandes nomes do reggae nacional.

Sleaford Mods e Hot Chip lançam as faixas Nom Nom Nom e Cat Burglar

Sleaford Mods e Hot Chip se uniram para um single colaborativo com as novas faixas Nom Nom Nom e Cat Burglar, que foram gravadas no Abbey Road Studios. As músicas foram lançadas pela gravadora e loja de discos Friendly Records, de Bristol, para ajudar a instituição de caridade War Child. A arte desse lançamento exclusivo foi criada especialmente para o projeto pelo aclamado artista britânico David Shrigley. A colaboração surgiu quando a banda londrina convidou a dupla de Nottingham para participar de uma das inovadoras e revolucionárias Lock In Sessions de Abbey Road. Convidando talentos a se unirem para criar algo novo dentro das paredes do icônico estúdio, cada sessão é totalmente documentada e um curta-metragem capturando os “Hot Mods” – como as bandas se apelidaram. A faixa principal, Nom Nom Nom, combina as melhores características de ambas as bandas, criando um groove suave, porém ousado, que é tão feliz na pista de dança quanto no mosh-pit. “No dia, entramos frios e simplesmente nos entregamos a ele. Nom Nom Nom é uma continuação lírica do nosso álbum UK GRIM sobre o riff do teclado de Andrew, construído por Hot Chip e terminando com um excelente refrão de Alexis”, explica Jason Williamson, do Sleaford Mods. “Cat Burglar é uma jam estranha de rock progressivo e B52s que explora os corredores estreitos da experiência humana moderna.” Hot Chip acrescenta que as sessões representam os resultados de uma troca de ideias e músicas verdadeiramente livre e encorajadora entre os dois grupos, o que significa que ambas as músicas foram escritas e gravadas em Abbey Road em apenas algumas horas. “Fazer essas músicas em um dia em Abbey Road foi uma experiência incrível”, explica a banda. “Chegamos sem um plano, mas rapidamente começamos a trabalhar juntos de forma harmoniosa, com muita improvisação e muito pouco ego. Somos muito gratos ao Sleaford Mods por ter se juntado a nós e estamos muito orgulhosos do resultado.” Percebendo que haviam feito algo especial juntos, o Sleaford Mods decidiu que as faixas seriam perfeitas quando a Friendly Records abordou a dupla para participar de seu projeto com a War Child, proporcionando a Nom Nom Nom e Cat Burglar o lar perfeito. “A arte da capa, criada pelo grande David Shrigley, é a cereja do bolo, pois representa perfeitamente a música e a letra”, continua Jason Williamson, do Sleaford Mods. “Deixando toda a criatividade de lado, e o mais importante, doamos as músicas para a War Child. Eles estão fazendo um trabalho importante em uma época em que o mundo está um caos e, embora não possamos consertar o caos, podemos fazer um pouco para ajudar.” A Abbey Road Lock In Session, que serviu de trampolim para o projeto, é a mais recente de um projeto contínuo organizado pelos estúdios londrinos, que não apenas reúne diferentes talentos em suas salas lendárias, mas também oferece aos fãs uma visão única do processo criativo, já que cada sessão é documentada e filmada. “Ao reunir Hot Chip e Sleaford Mods pela primeira vez, as duas bandas usaram o estúdio como uma sala de jogos criativa sem limites. Foi um dia incrível de criatividade e colaboração”, diz Mark Robertson, diretor de marca da Abbey Road, sobre a sessão, que se seguiu ao fato de o estúdio ter recebido bandas como Fontaines D.C., Porridge Radio, Hak Baker e Bernard Butler para colaborações semelhantes. “A música resultante é algo raro – algo verdadeiramente único que, de alguma forma, mistura as assinaturas de ambas as bandas, criando algo novo, vibrante e essencial”, acrescenta Robertson. O single conjunto resultante está sendo lançado como parte da série da Friendly Records para a War Child, que já lançou anteriormente faixas de bandas como Portishead e Idles. Sleaford Mods são Jason Williamson e Andrew Fearn. Hot Chip é formado por Alexis Taylor, Joe Goddard, Al Doyle, Owen Clarke e Felix Martin.

Yohan lança clipe intimista para Teu Jogo e revela mistério; assista!

O cantor e compositor Yohan apresenta o videoclipe de Teu Jogo, primeiro single do novo EP e sequência da trilogia iniciada com Flores. Recém chegada ao Youtube, a produção intimista traz um olhar cru sobre a vulnerabilidade de um relacionamento tóxico, capturado em um cenário minimalista: o apartamento do cantor em São Paulo. A direção do clipe aposta na simplicidade para intensificar a mensagem emocional da música. O ambiente, uma obra inacabada, simboliza a sensação de abandono e estagnação emocional. Yohan explica a escolha do local: “O cenário reflete o caos interno e a tentativa de consertar algo que nunca está completo. É uma representação fiel do que vivi naquela relação.” Esse contraste entre a força da letra e a estética visual crua cria um impacto que reforça a mensagem da música, uma combinação de vulnerabilidade e desejo de libertação. Além do cenário e da mensagem impactante, um detalhe intrigante chamou a atenção dos fãs: a presença de uma mulher misteriosa que interage com Yohan em momentos-chave do clipe. Embora sua identidade não tenha sido revelada, especula-se que ela tenha um papel importante nos próximos capítulos da trilogia. “A presença dela não é por acaso. Ela carrega um peso especial para a narrativa, e o público vai começar a juntar as peças em breve”, comentou o artista, mantendo o suspense. A trilogia, que começou com o EP Flores e explorou temas de manipulação e toxicidade, segue agora com Teu Jogo, aprofundando-se em dinâmicas emocionais e desafios pessoais. A história será concluída em 2025, com o terceiro EP e um quarto álbum de estúdio que unirá todas as fases da narrativa. Produzida por Zain, conhecido por seu trabalho com Anitta e MC Zaac, e co-escrita por Deko, compositor de Maneva, Teu Jogo combina a sonoridade do pop rock dos anos 2000 com uma letra visceral e carregada de emoção. A música reflete o momento de perceber a necessidade de romper com ciclos destrutivos. “Essa faixa é um grito de dor e libertação. É honesta e intensa, representando o momento em que você decide sair de algo que te prende e faz mal”, compartilha Yohan. Com Teu Jogo, Yohan dá o pontapé inicial no segundo EP da trilogia, cuja conclusão está prevista para o início de 2025, antes do Carnaval. O projeto segue a linha emocionalmente densa de Flores, que incluiu faixas como Round 6 e Amor Quebrado. A jornada culminará em um álbum de estúdio que promete fechar o ciclo com uma narrativa coesa, representando as diversas fases e emoções da vida e das relações do artista.

Sonora Fantasma reflete conexão do homem com a terra em Vida no Campo

Sonora Fantasma é um duo formado pelo cineasta Diego da Costa e pela designer Miichs Oliveira. Explorando sonoridades que transitam entre o rock alternativo, folk, shoegaze e indie, a dupla se conecta com suas raízes artísticas por meio do single Vida no Campo, uma música potente em que resgatam memórias e registros de mais de duas décadas para celebrar um momento de transformação criativa. Vida no Campo, a primeira música do Sonora Fantasma desde o debut Adeus Mundo Véio (2021) reflete sobre a conexão humana com a terra, preservação ambiental e redução da jornada de trabalho. Inspirada em uma experiência pessoal, a música transporta o ouvinte a um cenário rural com arranjos que unem o indie ao folk alternativo, resultando em um som orgânico e imersivo. A história de Vida no Campo começa no início dos anos 2000, quando Diego, então integrante da banda Lazo Black, ensaiava no sítio do baterista Hiro (Sorry for All), cujos pais eram agricultores. Inspirada pelo contato com a lida no campo, a música nasceu como um retrato da vida rural. Anos depois, a canção foi resgatada pela Sonora Fantasma e reimaginada como um hino colaborativo, onde as vozes de Diego e Miichs soam em uníssono, evocando trabalhadores cantando juntos durante o serviço. Gravada e mixada no Estúdio RBS de Rafael Sartori, que também produziu o primeiro álbum da Sonora Fantasma e masterizada por Diego Fadul, a faixa une viola caipira, sintetizadores e guitarras em uma mistura singular. Vida no Campo é uma colagem de influências que vão do rock rural de Sá, Rodrix e Guarabyra ao folk e western de Colter Wall, passando pela intensidade melódica de Elza Soares e pela pluralidade de estilos do álbum 13 do Blur. As referências criam uma paisagem sonora rica e orgânica, cativante em sua singularidade.