Fontaines D.C. anuncia novo álbum de estúdio, Romance; ouça single

O Fontaines D.C. anunciou os detalhes de seu aguardado quarto álbum, Romance. Com lançamento previsto para o dia 23 de agosto pela XL Recordings, Romance é o primeiro álbum da banda com o produtor James Ford e é, sem dúvida, seu disco mais seguro, inventivo e sonoramente ousado até hoje. O álbum se baseia no sucesso do aclamado álbum Skinty Fia, de 2022, da banda criada em Dublin e agora baseada em Londres, que alcançou o primeiro lugar nas paradas de álbuns do Reino Unido e da Irlanda e fez com que a banda recebesse reconhecimento, como a premiação enquanto grupo internacional do ano no Brit Awards de 2023. Anunciando a mais recente (r)evolução criativa do Fontaines D.C. está o explosivo single Starburster. Inspirada em um ataque de pânico que o vocalista Grian Chatten sofreu na estação de St Pancras, em Londres, a música é pontuada por respirações agudas. A batida propulsora e a letra implacável estabelecem a autodestruição como uma fantasia antes de um breve momento de clareza sóbrio, quando a bateria se afasta e Chatten passa de um rap para um quase salmo, com seu rico barítono. A música é acompanhada por um videoclipe cinematográfico do diretor Aube Perrie (Harry Styles, The Hives) que captura a intensidade catártica da música. Romance é o disco mais ambicioso e expansivo do Fontaines D.C. até o momento, com 11 faixas que constelam ideias que vêm se infiltrando entre Grian Chatten (vocal), Carlos O’Connell (guitarra), Conor Curley (guitarra), Conor Deegan (baixo) e Tom Coll (bateria) desde que lançaram Skinty Fia em 2022. Essas ideias se cristalizaram durante uma turnê pelos Estados Unidos e México com o Arctic Monkeys, enquanto os cinco membros da banda compartilhavam músicas e encontravam uma linha de ligação com artistas que construíram seus próprios mundos criativos: a atitude e o brilho estético de artistas como Shygirl e Sega Bodega, as paletas sonoras ousadas do hip hop e do heavy metal, Mos Def, A$AP Ferg, OutKast e Korn. Eles tiveram um tempo separados para criar visões mais singulares do que poderia ser a música do futuro: O’Connell foi para Castile-La Mancha, na Espanha, e mais tarde se tornou pai, enquanto Chatten passou um tempo em Los Angeles e Deegan em Paris. Eles criaram raízes mais profundas em Londres. Cada membro passou um tempo expandindo seus limites – riffs experimentais, progressões de acordes e referências líricas distantes sem a intenção de gravar um disco. Depois de encerrar a turnê de arenas nos Estados Unidos em 2023, eles passaram um mês compondo juntos novamente, três semanas de pré-produção em um estúdio no norte de Londres e um mês em um castelo perto de Paris, dormindo entre equipamentos de estúdio, completamente imersos. Sobre o título do álbum, Conor Deegan diz: “Sempre tivemos esse senso de idealismo e romance. Cada álbum fica mais distante de observar isso através das lentes da Irlanda, tão diretamente quanto (a estreia indicada ao Mercury) Dogrel. O segundo álbum (A Hero’s Death, indicado ao Grammy) é sobre esse distanciamento, e o terceiro (Skinty Fia) é sobre a irlandesa deslocada na diáspora. Agora estamos olhando para onde e o que mais há para ser romântico.” Expondo o tema, Chatten lembra o anime Akira, de Katsuhiro Ôtomo, em que as brasas do amor se desenvolvem apesar de um turbilhão de degradação tecnológica e corrupção política em torno de seus personagens. “Sou fascinado por isso – apaixonar-se no fim do mundo”, diz ele. “O álbum trata da proteção dessa pequena chama. Quanto mais o armagedom se aproxima, mais preciosa ela se torna”, enquanto O’Connell acrescenta: “Esse álbum é sobre decidir o que é fantasia – o mundo tangível ou onde você vai em sua mente. O que representa mais a realidade? Isso parece quase espiritual para nós.”

Integrante da Vanguart, Reginaldo Lincoln lança single As Ruas

Vocalista e multi-instrumentista da banda Vanguart, Reginaldo Lincoln aproveitou o recesso da sua banda para entrar em estúdio e registrar algumas canções. Ele, que é compositor e co-autor de sucessos do Vanguart como Meu Sol, Todas as Cores, Demorou pra Ser e Intervenção Lunar, entre outras, gravou três músicas inéditas. Ainda em 2023, lançou Ai de Mim e Deus, Acende o Céu pra Mim e agora fecha a trilogia com As Ruas, todas produzidas por ele em parceria com Fabio Pinczowiski. Além de cantar, Reginaldo tocou violão, baixo, guitarra, piano e percussão. A bateria ficou a cargo de Kezo Nogueira. “Essa canção é sobre não se curvar ao que os outros acham que você deve ser. É sobre a força de manter o que é genuíno da alma em meio ao bombardeio das redes sociais”, comentou Reginaldo Lincoln. As Ruas é um lançamento da gravadora Deck e já está em todos os aplicativosde música.

Broken Gate e Lumee // Prismo se unem em single produzido por Raffa Brasil

Já está nas plataformas de streaming o single À Beira da Loucura, uma colaboração única entre a banda mineira Broken Gate e o duo paulista Lumee // Prismo. À Beira da Loucura traz uma fusão de estilos musicais, combinando a energia do stoner rock da Broken Gate com o metal moderno característico da Lumee // Prismo. A música é uma jornada sonora que cativa desde a primeira audição, com letras marcantes entre inglês e português. Segundo a Broken Gate, “o single traz letra e melodia marcantes, que ficam na cabeça desde a primeira vez que se escuta. A música traz uma mistura de inglês e português de forma fluida e que faz jus às formas de compor das duas bandas”. Já Lumee // Prismo descreve o processo como “incrível”, destacando que “sair da nossa zona de conforto e compor pensando em uma formação diferente foi bem divertido! Abriu muitas possibilidades”. A sonoridade de À Beira da Loucura é descrita como energética, com riffs marcantes e uma mistura orgânica de elementos sonoros das duas bandas. Os vocais melódicos e distintos da Lumee // Prismo se harmonizam perfeitamente com os intensos refrões da Broken Gate. “A proposta foi levantar uma música do zero, de forma que não ficasse com cara de ‘uma música da Broken Gate com um toque de Lumee // Prismo’ ou vice-versa. Entrar num estúdio com essa proposta não é uma tarefa simples, mas foi extremamente divertido e leve”, compartilham os integrantes da Broken Gate sobre o processo de composição. À Beira da Loucura trouxe um desafio extra para Lumee // Prismo: a língua. Eles contam: “Estamos migrando para músicas cantadas em português. Produzir essa música pensada 100% em português foi um desafio e foi muito enriquecedor, a nossa língua é maravilhosa, mas muito difícil de trabalhar. Acreditamos que essa faixa está alinhada com a nova fase que queremos apontar com a banda”. Quanto à produção, o guitarrista da prestigiada banda Far From Alaska, Raffa Brasil, teve um papel fundamental. Sua habilidade em trazer novas perspectivas e sua sensibilidade para organizar a música sem comprometer a identidade das bandas foram fundamentais. Lumee // Prismo elogia a visão de Raffa em relação à estrutura da canção e sua abordagem única aos timbres de guitarra, que trouxeram uma nova dimensão à música.

The Bombers revela EP surpresa com faixa acústica e versão para Smiling

Na esteira do videoclipe divulgado na última segunda-feira (15), o The Bombers revelou um EP surpresa, Não Vencer Não é Perder. O registro traz, além da faixa-título, a novidade Onde o Filho Chora e a Mãe Não Vê, uma linda canção acústica. Por fim, ainda tem uma versão mais grandiosa para Smiling, um dos maiores hit da banda. A banda lançou, na última segunda-feira (15), o videoclipe para a faixa Não Vencer Não é Perder, single do último álbum Alma em Desmanche. A produção misturando animações e momentos marcantes da banda ao vivo dá ainda mais vida para uma das principais faixas do disco mais recente dos caras. O vídeo de Não Vencer Não é Perder foi produzido, editado e animado pela Fogo Vivo Produções – Furukawa e conta com um trabalho divertido de Chroma Key e captação de imagens de Natalia Segalina.

Anônimos Anônimos volta com melodia e ironia em Tribunal de Causas Perdidas

A Anônimos Anônimos, quarteto paulistano que está desde o início no cast da Repetente Records (selo criado por dois músicos do CPM 22, Badauí, Phil Fargnoli), junto ao diretor artístico Rick Lion), acaba de lançar o Tribunal de Causas Perdidas, trazendo melodia e peso aliados a uma letra ácida e confessional sobre ansiedade. O single do Anônimos Anônimos, já nas plataformas digitais, é o primeiro lançamento da Repetente Records em 2024, que em breve anunciará novas bandas no cast. Tribunal de Causas Perdidas traz novidades e evoluções em relação ao EP de 2022, Baita Astral. A música carrega nuances do indie anos 90, com referências a Jimmy Eat World, Saves the Day e The Get Up Kids. A melodia das cordas e das batidas é o destaque desta composição. Vale destacar que o single, assim como outras canções do próximo EP do Anônimos Anônimos, foi gravado em fevereiro deste ano, no estúdio Costella, em São Paulo, com a produção do experiente Alexandre Capilé (Sugar Kane). A letra é sobre ansiedade. “E aquele monte de pensamentos e julgamentos que fazemos na hora de dormir quando estamos sozinhos, pensando na vida…algo que eu passo muito e acredito que muita gente também”, completa Flávio Particelli (vocal e guitarra). A banda, que era um power trio, agregou em 2023 o guitarrista e backing vocal Henrique Almeida (ex Miami Tiger e Elevadores), e com isso ganhou uma camada extra de força em seu som. Completam o AA: Roberto Bezerra (baixo) e Marcelo Sabino (bateria e backing vocals).

Serena estreia com Bomba Relógio, sobre incertezas e tomadas de decisão

Serena é um novo projeto de pop punk rock alternativo recém-criado pelo músico paranaense Yuri Muller, que circulou por aí há alguns anos com a banda Crappy Jazz. Nasceu antes da pandemia e agora é hora de colocar as produções no mundo! A estreia é com o single Bomba Relógio. O single traz guitarras e vozes de pop punk, riffs de new metal, guitarras oitavadas e baterias de hardcore melódico. O baterista que acompanha Yuri no projeto, desde 2023, é Jacques Chiba (Wild Test, Scartrama). Ele também está no videoclipe do single. A música que apresenta o Serena ao mundo fala de insônia, medos, incertezas e tomadas de decisão – aquela pessoa que pensa muito sobre tudo e pega no sono às 4 da madrugada. Temas que rondam o viver na contemporaneidade, num mundo acelerado e imprevisível, estarão em outras letras. “Precisava manter a busca por serenidade, menos frustrações e depressão, então decidi sonhar novamente e depositar energia nesse projeto. Significou pra mim um ressurgimento, uma nova estrada de entendimentos, do que eu já vivi, estava vivendo e também do que ainda queria viver”, conta Yuri, que a partir de agora vai compartilhar este processo – por meio do Serena – com todos nós.

Day Limns anuncia “Maré” de surpresa nas plataformas digitais; ouça!

A cantora e compositora Day Limns pegou os fãs de surpresa com o anúncio do lançamento de Maré, sua nova faixa. A canção, apresentada nos últimos shows da cantora, incluindo a apresentação sold out no SESC Belenzinho, no último domingo (14), em São Paulo, faz parte do universo do álbum VÊNUS≠netuno, seu segundo projeto de estúdio. Mergulhando em uma jornada de emoções intensas, a faixa surge como uma narrativa visceral, onde Day Limns compartilha experiências pessoais entrelaçadas com um arranjo musical de trap/R&B. Com uma letra que oscila entre introspecção e desabafo, a música retrata os altos e baixos de um pós-término, revelando nuances complexas de amor, perda e autodescoberta. Composta pela artista em parceria com Elana Dara e Carolzinha, Maré oferece uma reflexão profunda sobre as complexidades dos relacionamentos humanos. Com uma produção impecável e uma entrega vocal emocionante, a faixa é marcada por versos impactantes, como “Bitch, olha nos olhos e mente mais“, que ecoam uma mistura de desafio e vulnerabilidade. Day Limns tece uma história poética sobre desilusão e superação, explorando a dualidade de sentimentos que acompanha o fim de um amor. Durante sua apresentação como ato de abertura da cantora norte-americana Fletcher, no último mês no Cine Joia em São Paulo, a cantora revelou que a canção é baseada em fatos reais. “Fiz essa música para transformar uma situação chata em algo que me faz sentir bem. Como sempre a música está me salvando! Essa canção é para aquelas que são tiradas de “malucas”, mas que geralmente estão certas no final das contas”, revela Day por meio de comunicado à imprensa. A cantora ainda revela que a canção é uma continuidade ao conceito de seu último álbum e traz referências de outras canções como o Vermelho Farol e 7 Vidas. “Nessa canção, eu dou continuidade ao conceito do disco, indo ainda mais atrás e resgatando a ilha do Vermelho Farol de 7 vidas. Escolhi esta data para o lançamento de Maré, pois é o dia em que Vermelho Farol, trabalho que marca o início da era VÊNUS≠netuno, completa um ano de lançamento”. Ouça Maré, novo single de Day Limns

Apeles apresenta Blefe, Prova, Posse; ouça single

Já está disponível o sétimo single que compõe o projeto global anunciado por Apeles e que sai pela Balaclava Records. Blefe, Prova, Posse traz novas colaborações para o álbum, com a artista grega Lena Platonos, seu companheiro de banda Ludovic Jair Naves e o co-diretor musical do projeto, Hélio Flanders. “Nesses 20 anos de música independente, não achei que seria capaz de juntar tantos elementos em uma única música que me causasse tanto orgulho. Jair Naves e Hélio Flanders são, além de grandes amigos, enormes referências. Em solo internacional, tenho o privilégio de contar com a participação da lendária artista avant-garde grega Lena Platonos, ainda me belisco pra ver se isso realmente aconteceu. Essa música surgiu após um relato de uma pessoa próxima sobre um golpe virtual que lhe foi tentado, aquelas chantagens de dinheiro em troca de material impróprio, um grande blefe. A música tem três atos desde o início, justamente como um jogo de aposta e o clipe de forma brilhante retrata algo bem conhecido dos rituais de decadência, corridas de cavalo”, pontua Apeles. Previsto para julho, o novo disco foi produzido em parceria com o músico Thiago Klein, seu antigo parceiro no duo Quarto Negro. Gravado no Jockey Club de São Paulo, com direção de José Menezes, Filipe Franco e Daniel Barosa, o clipe traz os bastidores de uma corrida, estrelando o Cavalo Branco e remete ao clima tenso de apostas, no tom da canção. Ouça single Blefe, Prova, Posse, do Apeles

Hurricanes mostra lado minimalista em single acústico Big Eyes

A banda brasileira de rock e blues Hurricanes lançou o single Big Eyes. A faixa mostra um novo lado do grupo, deixando pontualmente os amplificadores distorcidos de lado para explorar uma canção introspectiva e acústica. A música fará parte do novo álbum do grupo, mas a composição já existe há algum tempo. “Ela foi escrita ainda no Rio Grande do Sul, dias antes da gente se mudar para São Paulo, e foi deixada na gaveta por um tempo”, conta o guitarrista e produtor Leo Mayer. A ideia de finalmente gravar a canção surgiu quando o resto do disco já estava gravado, e a banda sentiu a necessidade de ter faixas mais acústicas, que remetessem influências de folk como Nick Drake e o terceiro álbum do Led Zeppelin. “A princípio, a música começou sendo apenas violão e voz. Mas aos poucos, fomos adicionando um baixo, percussão, e violão dobro, e moldando ela. Ela ficou com um arranjo minimalista, que não perde a essência e a crueza dela”, complementa Leo. O segundo álbum da Hurricanes será lançado ainda em 2024, e deve explorar novas sonoridades mas também manter o clássico som rock and roll da banda, conhecida pela sua energia contagiante. A banda já lançou outro single do futuro projeto, a faixa Penny in My Pocket. Ouça Big Eyes, do Hurricanes