João Gordo transforma baião de Tim Maia em punk rock

O vocalista e ícone do punk João Gordo lançou uma versão da música Coroné Antonio Bento. A canção, originalmente composta por João do Vale e Luiz Wanderley, se tornou famosa na voz de Tim Maia, e agora se transforma em uma versão punk rock cheia de energia. O lançamento é a primeira amostra da continuação do Brutal Brega, projeto que se iniciou na pandemia em parceria com o produtor Val Santos (Toyshop, Viper). O primeiro disco do projeto, lançado em 2022, é um divertido tributo a música brega, com versões de clássicos de artistas como Sidney Magal e Reginaldo Rossi. Agora, João e Val preparam um segundo disco, dessa vez um tributo à MPB. Com lançamento previsto para o segundo semestre, o disco incluirá versões de canções de artistas como Caetano Veloso, Belchior, Luiz Gonzaga e muitos outros. A versão acompanha também um clipe dirigido por Raul Machado, mesmo diretor dos clipes do primeiro álbum. O primeiro álbum do Brutal Brega já está disponível em todas as plataformas, e em CD via Wikimetal Store.
Destaque no Ponto de Equilíbrio, Kuky apresenta “Deixa a Vida Me Levar”

Kuky, o talentoso backing vocal do Ponto de Equilíbrio, um dos expoentes do reggae nacional, aposta em uma sonoridade especial para o single Deixa A Vida de Me Levar. Para o seu novo som, produzido por Bruno Dupre – que já trabalhou com nomes como Rael e Cidade Verde Sounds – e Blessed, ele quer evocar aquele sentimento gostoso de ter uma vida leve e de aproveitar cada segundo que ela possa proporcionar, cheia de paz e luz. Com o seu dom vocal e talento precioso para escrever músicas, Kuky conta que toda essa gratidão pela vida é refletida na música. “Feliz em ter composto essa linda canção. Vida é uma preciosidade. Viver é um presente e é para celebrar o amor”, contou. A faixa não ganhará um videoclipe, por enquanto, mas ele colocará Deixa A Vida Me Levar, frase eternizada na voz de Zeca Pagodinho, no seu novo álbum, chamado de Chegou a Vez, que é a sua prioridade do momento. Ele terá dez faixas, entre elas, Wakanda, Ser Feliz, Irie, Vibe. Para o novo projeto, ele tem inspirações grandiosas da música nacional e internacional, como Djavan, Tim Maia, Bob Marley, Damian Marley e Morgan Heritage.
Com produtor de Rael e Maneva, Gu Andersen lança Se Preciso For

Com produção de Bruno Dupre, vocalista do Brasativa, Gu Andersen lançou Se Preciso For, single com batidas embaladas pelo reggae e o R&B, além de uma letra romântica e leve. “Eu acredito que essa música desperta o sentimento de que quando nos encantamos com alguém, independentemente do motivo, temos que criar meios para estabelecer conexões, ouvindo a nossa intuição e agindo com coragem, pois nunca sabemos como um novo lanço pode transformar a nossa vida para melhor. O não nós já temos. E se o sim vier, novas experiências e aprendizados virão, trazendo junto evolução e possivelmente uma grande paixão”, contou o artista. Gu Andersen chega com um time de peso ao seu redor: além de Dupre, Rodrigo Pysi, um dos expoentes no circuito de videoclipes nacionais, assina o projeto visual, filmado em São Paulo no coração da cidade paulistana: a Avenida Paulista. O cenário não poderia ser mais perfeito: um entardecer belíssimo, próximo de um dos maiores shoppings do local, o Cidade São Paulo e a participação de Simone Makhamra, atriz, astróloga e amiga do cantor, que recebeu muitos elogios do artista.
Brasilienses da Darby buscam Lugar Maneiro em seu segundo single

Após a estreia da carreira com o single Tão Solto, lançado no início de abril, a banda brasiliense Darby divulgou Lugar Maneiro, o segundo single que reforça a essência musical e estética do quarteto. Nessa faixa, os artistas querem transmitir aquela sensação de ‘querer estar’, típica de um começo de relacionamento. “Compara a experiência de estar com a pessoa como um dia de sol sem fim: quente e cheio de vida. É uma música sobre querer aproveitar o dia sem que ele acabe”, conta Bruno Alpino, vocalista e autor da canção. Bruno ainda brinca e se diz inconformado com as situações em que as pessoas entram em joguinhos e dão espaço para diversas interpretações durante a fase da conquista. “É sobre ser real. Sem espaços para situações que acabam distanciando e complicando a vida a dois; é pra galera aprender a se abrir sem medo e sem máscaras quando finalmente trombar com o amor da vida. Não é possível que seja tão difícil”, completa. Lugar Maneiro foi produzida na mesma época que Tão Solto, e foram elas que ajudaram a descobrir a essência e identidade da banda. “Tocavamos sem parar em nossos ensaios, e com toda a certeza, elas ficarão marcadas para sempre como o começo da Darby!”, contam os meninos.
Travis lamenta fechamento de bar tradicional de NY com Chris Martin e Brandon Flowers

A banda escocesa Travis apresentou a segunda faixa, Raze The Bar, de seu próximo álbum, L.A Times, que será lançado em 12 de julho pela BMG. “L.A. Times é nosso álbum mais pessoal desde The Man Who. Havia muita coisa importante para escrever naquela época, as placas tectônicas tinham mudado na minha vida. Eu tinha 22 anos quando estava escrevendo aquelas músicas. Elas eram minha terapia. Mais de 20 anos depois, as placas se deslocaram novamente. Há muito sobre o que falar”, comentou Fran Healy. O novo single é uma história agridoce sobre o fechamento do Black & White Bar, um local muito apreciado em Nova York pela banda e por vários artistas locais, desde The Strokes até o “padrinho da arte de rua” Richard Hambleton. Raze The Bar utiliza a composição magistral de Fran para contar sobre uma última noite fictícia no bar do Greenwich Village com todos os personagens frequentes (a equipe do bar e os proprietários Johnny T Yerington e Chris Yerington agora estão imortalizados na arte do single) antes de fechar para sempre. De acordo com o tema da faixa, Raze The Bar mostra Travis cercado de amigos. Chris Martin, do Coldplay, e Brandon Flowers, do The Killers, juntaram-se à festa, fornecendo vocais adicionais na faixa – uma medida da admiração que o Travis ainda tem pelas bandas que surgiram depois dele. “Havia um ótimo bar na cidade de Nova York. Não tinha nome, mas todos o chamavam de Black and White (Preto e Branco) por causa do toldo listrado em preto e branco que ficava na entrada. Eles tinham noites de poesia, ótimos DJs, noites de microfone aberto. Se você fez um show no Irving Plaza ou no Webster Hall, é provável que tenha ficado no Black and White até altas horas da madrugada. Um dos proprietários, Johnny T, atendeu a muitos artistas e bandas ao longo dos anos. Se o bar pudesse falar, que história ele contaria. Durante a pandemia, o proprietário se recusou a negociar um aluguel reduzido e eles tiveram que fechar. Então, no meio da noite, eles apareceram com um caminhão e removeram todos os vestígios e acessórios do bar. Em seguida, eles pintaram de branco todo o espaço para que isso nunca mais se repetisse. “Raze the Bar” é uma música sobre uma última noite fictícia no bar. Johnny está lá, Jack, Richard e o irmão de Johnny e o co-proprietário do bar, Chris. As participações especiais foram quase uma reflexão tardia! Liguei para Chris Martin em pânico porque não conseguia descobrir qual deveria ser a sequência da faixa. Quando Chris a ouviu, ele disse: ‘Essa música é a melhor coisa que você já escreveu! E como ele e Brandon Flowers moram bem perto…”, comentou Healy.
“Bullet Through The Heart”, novo single do Armada, relembra regime militar

“Como explicar um pouco mais de vinte anos de ditadura militar para um gringo?”, indaga o vocalista da Armada, Henrike Baliú. “Como explicar em uma música punk rock de menos de três minutos, duas décadas de chumbo?”, segue ele. Foi com esse propósito, que a Armada lançou Bullet Through The Heart, o segundo single do álbum Tales of Treason, previsto para 13 de maio. A missão de retratar o sentimento que pairava no ar no estado de exceção no Brasil, tem como pano de fundo a infância do vocalista. “Coloquei um pouco da minha história como criança, no final dos anos 1970, começo dos anos 80, já no final da ditadura, no Rio de Janeiro, onde nasci. Assim como da janela do quarto do apartamento da minha avó, o meu ponto de vista parte do Cristo Redentor. De lá, tentei sintetizar os horrores pelo qual o Brasil passou. É uma letra também sobre a perda da fé, algo muito pessoal para mim. Por isso adoro compor para a Armada, posso abrir minha alma e meu coração nas letras”, revela Henrike. Tales of Treason, que diferente de Bandeira Negra, lançado em 2018, é inteiro cantado em inglês, será lançado em LP, nos EUA e na Europa, pelas gravadoras Pirates Press Records e Comandante Records. Já o selo TGR Sounds disponibilizará o álbum no Brasil em CD. Quanto às expectativas para o lançamento do novo álbum, o vocalista se comede. “Gravamos o que gostamos, o que nos agrada, e se isso agradar outras pessoas também, ótimo. Armada é um escape para nossas ideias, uma mix das nossas muitas influências”.
Imagine Dragons anuncia sexto álbum de estúdio e revela single

O Imagine Dragons vai lançar seu sexto álbum de estúdio, Loom, em 28 de junho. Já é possível fazer a pré-encomenda ou pré-save. Junto com o anúncio do novo álbum, o grupo também revelou o single Eyes Closed. Ao lançar o disco, a banda embarca em sua maior turnê norte-americana até hoje. A turnê começa em 30 de julho de 2024 em Camden, Nova Jérsei, no Freedom Mortgage Pavilion, passa pelos principais mercados de costa a costa e termina em 22 de outubro de 2024 no icônico Hollywood Bowl, em Los Angeles. O sexto álbum de estúdio do Imagine Dragons, Loom, representa o auge da jornada artística de autodescoberta do grupo e marca o melhor trabalho que eles já fizeram. Produzido inteiramente pelo Imagine Dragons e seus colaboradores de longa data Mattman e Robin, Loom traz um equilíbrio perfeito entre os sons clássicos que os tornaram superstars e o frescor que lhes trouxe alegria no estúdio. Apresentando nove faixas inéditas, incluindo o single de sucesso Eyes Closed, Loom representa novos começos e entusiasmo por um novo dia e por momentos que ainda estão por vir. No ano passado, os integrantes do Imagine Dragons tiveram uma rara e merecida folga da estrada, talvez a mais longa em muitos anos. Aproveitaram ao máximo esse tempo, dedicando-o à família e aos amigos. Energizada por essa pausa com perspectiva renovada, a banda se reuniu no estúdio e foi fundo a mesma fonte de inspiração que alimentou seu material mais amado pelos fãs. Os músicos refletiram sobre o passado para se lançar em um futuro em que as fronteiras estilísticas desapareceram completamente e tudo parece possível em termos criativos. Essa jornada os levou ao seu trabalho mais dinâmico e definitivo, Loom.
Julia Benford cria seu próprio mundo em single de estreia

A cantora e compositora Julia Benford lançou um single que estreia seu trabalho como artista solo. Naked as my soul apresenta a vulnerabilidade e sutileza que marcam o trabalho de Julia, com influências de artistas folk como Neil Young, Carole King e Florence Welch; unindo também uma sensibilidade moderna do indie, e a expressividade do rock. Essa expressividade se traduz não só na música, mas também visualmente: A canção acompanha também um clipe colorido e vibrante, dirigido artisticamente por Julia Benford com a ajuda de uma equipe independente. Dirigido e escrito por Helena Panno, e com direção de fotografia de Anne Godoneo, o clipe de Naked as my soul cria um mundo metafórico e surreal onde o início de um relacionamento se torna um jogo de xadrez. Além de cantora e compositora, Julia é uma artista multidisciplinar apaixonada pela moda e pela pintura e enxerga o lado visual como uma extensão de seu trabalho musical. Ela usa os pincéis e os figurinos para criar uma atmosfera integral entre som e imagem. O lançamento antecipa o EP Naked As My Soul, que será lançado em junho e incluirá mais duas canções em português e uma em inglês. A faixa-título antecipa a essência desse trabalho: Julia de fato se mostra despida como sua alma, expondo nas letras sutilezas e fragilidades amorosas pelas quais passou nos últimos relacionamentos. “Essa frase representa a transição entre se apaixonar e realmente se entregar, com crueza, para um alguém novo, que ainda desconhece nossos defeitos e manias”, conta Julia. “As músicas falam sobre a insegurança em despir os sentimentos mais íntimos. Sobre construir uma persona para agradar o mundo exterior.“ O lançamento do dia 19 acompanha ainda uma segunda música adicional, a faixa acústica chamada Estrelas. O EP foi produzido por Leo Mayer (Hurricanes), que também participou dos arranjos e da gravação dos violões nas faixas.
Chuengue faz um samba indie sobre a busca pelo transcendental e pela beleza em Eu Tenho que Voar

O cantor e compositor Chuengue antecipou seu primeiro EP solo, Névoa-Nada, com um samba alternativo com um olhar da busca de algo além. Eu tenho que voar ganhou um lyric video e está disponível em todas as plataformas de música via Fogo no Paiol. “Eu Tenho Que Voar é uma canção que pouco a pouco vai te puxando para dentro dela, revelando suas várias camadas. Se apresenta como um samba comum, e numa crescente se desenvolve em instrumental e coro densos e cíclicos. Essa música irá encerrar o disco, dizendo a que o EP veio e do que ele necessita: alçar voos cada vez maiores”, conta o artista. A faixa é inédita, mas já apareceu com outra encarnação. Chuengue cedeu a canção a cantora, compositora e rapper Kae Guajajara que escreveu novos versos no idioma de seu povo e rearranjou a música em parceria com o DJ e produtor Nelson D. Eu Tenho Que Voar, virou então Asas, uma parceria a três, com Chuengue, Kae e Nelson assinando a música. Um remix foi feito pelo DJ Malive, o remix foi lançado na Europa pelo selo Italiano Moblack Records. Agora a faixa faz o caminho contrário e chega ao público em sua versão original. O artista aparece na faixa com sua voz e flauta transversa acompanhando o violão de Victor Cardoso, bateria de Robson Riva, a guitarra cheia de nuances de Felipe Duriez e o baixo de Hugo Noguchi, responsável também pela produção musical. O novo single se une a Acerca da Maçã e O Nascimento do Universo como prévia para o lançamento do EP. Com raízes na MPB e influências psicodélicas, Chuengue marca um novo capítulo em sua carreira solo, após uma década dedicada à edição audiovisual e passagem pela banda Cafefrio. O EP completo, Névoa-Nada está previsto para maio.