Portugal. The Man revela Summer of Luv, com Unknown Mortal Orchestra

O grupo Portugal. The Man lançou o single Summer of Luv em parceria com a Unknown Mortal Orchestra. A faixa chegou acompanhada de um visualizer animado com participação de Tank Dog e dirigido por Andrew Ralph. Summer of Luv é o quarto lançamento do aguardado novo álbum de Portugal. The Man, Chris Black Changed My Life, produzido por Jeff Bhasker (Beyonce, Harry Styles), previsto para 23 de junho. Chris Black Changed My Life é o primeiro disco completo dos artistas desde o lançamento de Woodstock, em 2017. O projeto é dedicado ao falecido amigo e membro honorário da banda, Chris Black.
Malvisto inaugura nova fase com o single Vê Se Não Some

Vê Se Não Some, novo single do grupo Malvisto, foi lançado na sexta-feira (26) e chegou para trazer novos ares à sonoridade da banda, com nuances de indie-pop, e expandir a lírica em letras mais íntimas e pessoais. Com influências dos últimos trabalhos do Arctic Monkeys, Jards Macalé, Joe Silhueta e até clássicos como Chet Baker, o autor e compositor Lucas Diniz explora em exagero suas emoções num tom mais nu, contrapondo o lançamento anterior da banda, o EP Boa Sorte No Hotel (2022), em que a expressão se deu de forma mais abstrata e sarcástica. Os arranjos contam com Pedro Lacerda (Glue Trip) na bateria e Rafael Penna no baixo, integrante fixo da banda (membro também da Applegate). A música foi gravada ao vivo nos estúdios da Fauhaus em uma tarde. A ideia foi captar a energia dos 3 tocando simultaneamente e dar mais vida à canção. Fazendo ponte com o universo da música indie, o dreampop hipnótico de Vê Se Não Some é parte do EP Mergulho, que tem lançamento marcado para 15 de junho e concretiza a nova fase da banda Malvisto.
Bocarra questiona o peso do mundo corporativo no single Em Movimento

Os paulistanos da Bocarra lançaram o single Em Movimento, primeiro som do quarteto desde a pandemia. Com vibe enérgica e dançante, o novo trabalho do quarteto explora a complexa relação que temos entre a vida pessoal e o mundo corporativo. A Bocarra questiona de forma perspicaz e envolvente como o mundo corporativo pode afetar e sobrecarregar nossas vidas. Enquanto enaltece os momentos de diversão e leveza, o grupo destaca a importância de criar movimento para não ser engolido pelas constantes cobranças e metas impostas nesse ambiente. A banda entende que os atuais moldes do mundo corporativo, onde somos empurrados e forçados a conviver com jornadas de trabalho exaustivas, acumulo de funções e ambientes agressivos e competitivos são prejudiciais para nossa saúde emocional e física. Enquanto isso, palavras como “resiliência”, “perseverança” e “proatividade” são usadas com frequência para normalizar ações abusivas. “Durante e após a pandemia, vivenciei situações que me alertaram para os abusos no mundo corporativo. Às vezes, nem percebemos até que nosso bem-estar psicológico esteja profundamente afetado. Ao trabalhar e conviver com pessoas mais jovens, percebi que essas práticas estão afetando as pessoas cada vez mais cedo, o que acabou ajudando na criação dessa letra”, comenta o guitarrista Fernando Hound. Misturando elementos do punk, indie e garage no instrumental, o trabalho foi gravado no Estúdio 182, em São Paulo, com captação, mixagem e masterização a cargo de Pamella Lima. Este lançamento marca o primeiro registro da atual formação da banda feito em estúdio. A capa do single foi feita pelo artista plástico Carlos Morgani Filho que, a partir de uma fotografia, reproduziu os membros da banda com cores fortes e de maneira fluída, mas, ao mesmo tempo, disforme, trazendo a sensação de conflito na existência entre o ser e seu entorno. Com Em Movimento, a Bocarra entrega uma poderosa mensagem através de sua música, convidando os ouvintes a refletirem sobre o equilíbrio entre vida pessoal e carreira e a resistirem aos padrões opressivos do mundo corporativo. Ao mesmo tempo que apresenta o lançamento, a Bocarra está em estúdio e gravando mais uma série de canções que serão lançadas durante 2023.
Miri Brock transforma amores ocasionais em crônica pop em A Parte Boa

A cantora e compositora gaúcha Miri Brock sempre abriu o coração em suas canções sobre vulnerabilidade, entrega, expectativas e escolhas. Após narrar amores interrompidos em seu EP Eu Nunca Amei Você, ela agora explora amores casuais e prazer em seu primeiro single da nova era, A Parte Boa. Com um olhar direto e sincero, ela quer conectar-se com a experiência de seus ouvintes. “Eu estava ficando com um cara, e ele era muito massa de estar junto, era sempre muito divertido. Mas num encontro, ele me disse que tinha ficado com a ex no dia anterior. Cortou um pouco o clima e ali vi que não ia poder me envolver muito com ele, mas também não queria deixar de ficar. Então veio esse sentimento de ‘ah bom, com essa pessoa aqui vai ser só isso e tá ótimo, vou curtir o que é bom da companhia, sem criar expectativas’”, resume Miri sobre a inspiração para o single. A Parte Boa é um R&B com produção de Duda Raupp, conhecido por trabalhar com artistas como Rashid, Kamau, niLL e Zudizilla. Seu trabalho mais recente foi a pós-produção e mixagem do álbum Garcia do rapper manauara Victor Xamã, onde também produziu quatro faixas, incluindo Vigésimo Andar, com participação de Luedji Luna. Duda tem seu projeto solo como artista do selo Foco Na Missão, e lançou dois EPs autorais desde 2020. Miri Brock tem uma trajetória musical de mais de dez anos, incluindo seu destaque como vocalista na banda Louis & Anas (posteriormente rebatizada apenas como Louis), que misturava soul, disco e R&B. No ano passado, ela lançou seu EP de estreia Eu Nunca Amei Você, que unia soul, R&B, MPB e até pagode. Atualmente radicada em São Paulo, Miri está pronta para uma nova fase, oferecendo um olhar moderno sob a perspectiva feminina e feminista sobre amores fluidos. “Esse single marca uma nova fase pessoal no que diz respeito à minha forma de me relacionar. E como escrevo sobre essas situações, isso afeta diretamente minhas composições. Na fase em que escrevi as músicas do Eu Nunca Amei Você, sentia-me tão pressionada a ter um relacionamento tradicional que era meio ‘tudo ou nada’ com as pessoas. Aos poucos, percebi que podia ter várias relações muito legais e tirar o melhor de cada uma, sem me pressionar e pressionar o outro. A Parte Boa é o primeiro single do meu próximo EP, que se chamará Eu Sempre Amei A Pista e se refere não só à pista de dança, mas a estar pronto para jogar. Será uma espécie de lado B do primeiro EP”, revela a artista.
Julies lança segundo single de novo projeto; ouça To Falando Sério

Após atingir a marca de 4 milhões de plays somente no Spotify e ter uma de suas composições, Promete, cantada por Maneva, como uma das músicas mais tocadas nas rádios do país, Julies segue na divulgação de novo projeto que promete surpreender e conquistar ainda mais os fãs da nação reggueira. To Falando Sério chegou com direito a clipe internacional gravado em Miami e São Paulo. Composta pelo próprio artista em parceria com os integrantes do Maneva, Tales de Polli (vocalista) e Diego Andrade (percussionista) e Tércio de Polli, a faixa conta com produção de Los Brasileiros, conhecido por trabalhos com Luisa Sonza, Vitão, Ludmilla, Day Limns e importantes indicações a Grammys, os grandes responsáveis pela nova era de Julies prometendo apimentar o pop reggae do artista revelação. O clipe também é uma super produção. Dirigido por Rodrigo Pysi – responsável por trabalhos de nomes como Planta & Raiz, Badi Assad – o vídeo foi gravado na ponte aérea Miami- São Paulo e traz a melhor vibe possível: céu, mar e amor! “Canção fala que não existe adversidades quando se quer fazer algo, principalmente quando se gosta de alguém. Então, toda a produção e o clipe foram pensados para passar essa atmosfera de que tudo está bem e nada vai mudar isso”, explica o artista. Este é o segundo single do projeto Uma Parada Diferente, que será lançado em partes ao longo de 2023. Lance ou Romance, primeira faixa, já está disponível em todos os aplicativos de música. “A ideia é surpreender com sonoridades, expandir ainda mais o público e levar meu show para o país todo”, completa Julies. Assista Tô Falando Sério, single de Julies
Rincon Sapiência anuncia terceiro disco com “Xona”, ouça!

Numa energia de carinho, sensualidade e romantismo, Xona, single que abre os caminhos para Um Corpo Preto, terceiro disco de Rincon Sapiência, é a trilha para momentos como quando dois corpos se encontram para dançar e, com as batidas dos corações alinhadas, transformam a vida em uma doce e afetuosa festa. Com linguagem marcadamente presente dos afrobeats, alvo de pesquisa e produção musical de Rincon ao longo de sua carreira, a faixa chega acompanhada de um videoclipe no canal de YouTube. O novo álbum está previsto para este ano. Falando de amor – tema universal e, ao mesmo tempo, específico, por tratar de relacionamentos afrocentrados –, Xona tem raízes na música pop africana contemporânea e desliza de uma ponta a outra pelas características mais marcantes das produções do continente. “Optei por usar exclusivamente as linguagens de afrobeats nessa faixa, tanto na produção musical quanto na composição. Ela tem mais melodia, mais repetição de frases, que são clichês na construção de afrobeats. Neste disco, foi a faixa com que mais mergulhei no estilo”, explica Rincon. O vocabulário usado pelo rapper é daqueles de quem se declara à pessoa amada falando de afeto sem deixar de lado os acontecimentos e os corres da vida. “As músicas românticas não são maioria no meu repertório, mas é algo que já abordei e adoro consumir. O grande detalhe é que, ao compor, gosto sempre de trazer profundidade, e fiz isso neste single falando da relação afetiva entre duas pessoas que vivem os enfrentamentos do dia a dia. E isso sem tirar a sutileza da mensagem da música”, avalia o rapper. Para o álbum Um Corpo Preto, a experiência de vida de negros e negras, suas alegrias e suas complexidades se ramificam em diferentes roupagens, estilos e letras. Xona, neste caso, evidencia o cotidiano do amor afrocentrado. “Existe uma beleza e uma união bonita na relação entre pessoas negras, mas também se tratam de dois corpos que individualmente passam por muitos enfrentamentos. Então, tem essa parte romântica, mas também tem a que faz com que esse tipo de relacionamento seja sutil e necessite entendimento de ambas as partes”, detalha Rincon. “Porque no dia a dia a gente passa por diversas coisas e isso impacta na pessoa que a gente está mais perto. Posso dizer que esse detalhe conduziu muito a composição, mas escolhi deixar o afeto e o carinho em primeiro plano”, comenta. No videoclipe, a temática da música reverbera em cores, danças e no elenco convidado para fazer parte do material audiovisual. “Tudo, do estilo das roupas e de quem aparece lá às referências dos afrobeats, está dialogando com a proposta da faixa. A ideia é que, com o clipe, ela tenha um impacto musical, visual e ideológico também”, analisa o artista. Com o lançamento de Xona, Rincon valoriza não só o retorno às referências que o fizeram chegar até esse momento da trajetória artística como a possibilidade de encontrar novos corações dispostos a ouvir o que ele tem a dizer. “Tem um trabalho de resgate do que já fiz, mas tem um lugar de fazer o que não fiz, de conquistar novos corações. Esse tipo de discurso, do afeto, quando bem falado e bem colocado, talvez ajude as pessoas. Porque são coisas que todo ser humano vive ou quer viver; afeto, saudade, romance, sensualidade. De alguma forma, estou tentando conversar com o máximo de pessoas possíveis neste primeiro single. É uma tentativa de fazer uma música boa que possa tocar o máximo de pessoas possíveis e seja entendida por elas”, analisa o artista.
The Mönic lança single e clipe Sabotagem; assista!

Uma das grandes novidades do rock contemporâneo, a The Mönic vem lançando aos poucos singles do novo álbum, que chegará aos aplicativos de música finalmente no segundo semestre. Depois dos singles Bateu e Antes Tarde, agora a The Mönic lança Sabotagem. “Essa é uma musica sobre auto-sabotagem”, conta a vocalista Dani Buarque. “Quis brincar, tanto na letra como na melodia, de no começo ser esquisitão e no refrão ter uma explosão, fazendo uma ligação com o que diz a canção. A pessoa está num marasmo mas depois percebe que precisa fazer alguma coisa”, completa. O som traz um destaque para o riff de guitarra, um dos primeiros a serem compostos para esse disco. O clipe é o terceiro episódio da história que elas estão contando. O primeiro e segundo episódios, Bateu e Antes Tarde, mostravam a visão subjetiva do personagem, e no final ele engolindo dois comprimidos, o vermelho e o azul. Agora, em Sabotagem, descobrimos o que aconteceu com ele após tomar as pílulas e é a primeira vez que sua forma física aparece um pouco. “Sempre buscamos referências nos filmes e clipes que a gente gosta e nesse não foi diferente, nos inspiramos nos clipes do Jonathan Bree”, finaliza. Assiste Sabotagem, novo vídeo da The Mönic
Maíra Rodrigues lança clipe de “Odociá”; assista!

“A minha mãe falou que o mar se encheu de flor e era pra eu me banhar/ Odociá/ oba/ oya/ vem ver o mar” Assim começa Odociá, canção autoral de Maíra Rodrigues, Marcus Teixeira e Roberto Menescal. A canção que é um ijexá, faz parte do álbum Juntos, do trio, que foi lançado em junho de 2022. Ela é uma autobiografia da cantora, que faz homenagem à família, fala dos orixás, da umbanda que a acompanha desde pequena e exalta a força de Iemanjá. “Quando compusemos a música pensamos em abordar a energia feminina, que vem desde a natureza, o mar, as mulheres e as orixás femininas, diz Maíra. “Minha inspiração vem também de Clara Nunes, a primeira cantora que escutei na vida e minha grande referência”, completa. O clipe foi gravado de forma colaborativa. Maíra convidou mulheres para dançarem o ijexá e elas enviaram seus vídeos que compõem o clipe. Essas mulheres estão em diferentes partes do Brasil e também fora do país e simbolicamente representam a homenagem que a cantora traz com sua música: a força feminina que vem desde à natureza até as mulheres. O arranjo da música é assinado por Marcus Teixeira, o arranjo vocal pelo músico e arranjador Pedro Dias e gravado pela jovem e grande cantora baiana Luiza Britto. A faixa traz a participação ainda do pianista Felipe Silveira, de Osmário Marinho e do próprio Roberto Menescal, no solo de guitarra.
Alhocca faz MPB indie pop sobre luto em “Sem Tempo Para Brincar”

Alhocca busca a cura através da arte na poética Sem Tempo Para Brincar. Realizada como um modo de lidar com o luto, a faixa envolve o ouvinte na eterna dualidade entre tristeza e alegria presente no cerne da música brasileira, com um olhar pop e lo-fi e retratando a realidade das periferias. “Perdi meu melhor amigo e foi difícil lidar com a partida dele, que era alguém tão querido. Senti uma mistura de tristeza, impotência e até mesmo culpa pois achei que poderia ter feito mais por ele. No entanto, lembrei que a música tem o poder de expressar emoções profundas que nos ajudam na cura emocional. Transformei minha dor em algo belo e significativo. Eu sei que essa experiência pode inspirar os ouvintes a valorizarem seus entes queridos enquanto estão presentes e a buscarem formas de ajudar aqueles que mais precisam”, reflete ela. Natural de Brasília com raízes nordestinas, Alhocca é cantora, compositora, dançarina e modelo. Recentemente abriu nova fase em sua carreira com faixas como Ela Humilha, Baile e Dancei na Lua, que promovem liberdade e empoderamento. Seu objetivo como criadora é transmitir mensagens poderosas de igualdade, superação e esperança, que Alhocca busca trazer no novo single Sem Tempo para Brincar. A faixa ganhará em breve um clipe cinematográfico.