Look For The Good, com versões ska de Jason Mraz, chega ao streaming

O cantor Jason Mraz lançou, em todas as plataformas digitais, a edição deluxe de seu mais recente álbum Look For The Good. Essa edição inclui as tão conhecidas músicas Make It Mine, I’m Yours e Lucky (feat. Emily King) na versão reggae/ska, além de trazer três faixas inéditas. Uma delas é Be Where Your Feet Are – uma música feliz e alto astral com uma mensagem de positividade, entregue do melhor jeito Jason Mraz de ser. No fim de julho, Mraz dará início à turnê Look For The Good Live! em Austin, no Texas, com sua banda de reggae de 13 integrantes. Antecipando as datas, Jason Mraz lançou uma versão ska de sua faixa vencedora do Grammy Make It Mine. Em resumo, foi a primeira música de uma série de clássicos do Mraz repensados, que ele vem compartilhando antes do início da turnê. Os clássicos atualizados e algumas canções novas farão parte de uma reedição deluxe de Look For The Good, em 16 de julho. Look For The Good, lançado em junho do ano passado, conta com participações de convidados especiais, como a atriz e comediante Tiffany Haddish e a estrela do reggae Sister Carol. Por fim, Jason Mraz anunciou no dia do lançamento do álbum que todos os lucros do álbum, incluindo o adiantamento de sua gravadora e os royalties subsequentes, seriam doados para ONGs que promovem oportunidades e igualdade para vidas negras.
O Leopardo homenageia os bares de BH em Beer House

A banda mineira O Leopardo divulgou mais um single do seu novo álbum, Mundo Selvagem EP, com um videoclipe bem divertido. A faixa escolhida é Beer House, uma homenagem aos bares de Belo Horizonte, cidade natal dos integrantes. Com influências de punk rock, reggae e ska, O Leopardo costuma trazer críticas políticas e sociais em suas letras. No Spotify é possível ouvir outros sons marcantes do grupo. Formado em Belo Horizonte, O Leopardo nasceu no Carnaval de 2015. Posteriormente se tornou a dupla composta por Bruno Moreno e Daniel Mello. Em resumo, a banda lançou até o momento um EP e dois singles desde 2015, passando pelo ska punk, reggae e punk rock. Aliás, em 2021, em plena pandemia, a banda está lançando o novo disco Mundo Selvagem EP, com sete faixas, começando pelo single Coronaradio.
Tom Zé revisitado em dub e ska 48 anos depois por Joey Altruda

Chegou nas plataformas digitais um Tom Zé como você nunca ouviu! Joey Altruda, músico e compositor norte-americano, lançou A Babá em duas versões inéditas, heavy dub reggae e ska pelo selo Avocaudo Records. “Escolhi A Babá por vários motivos, um deles porque foi a primeira música do Tom Zé que ouvi, depois de encontrar o compacto original”, revela Joey. Composta originalmente em 1972, A Babá nasceu da união das lembranças de cantigas de roda, a ideia da dinamite na cabeça do século e a figura do capitalista famoso Rockfeller. Ingredientes que só fazem sentido depois de processados na mente criativa de Tom Zé. “Igualmente importante para mim é o conteúdo da letra dessa música e como ela é relevante para o estado atual do mundo. A versão original foi lançada durante a era da ditadura do Brasil e acho isso bastante profético. É importante para mim ter essas letras revividas em uma versão recém-gravada, como uma observação cultural e uma declaração sobre a atualidade”, explica Joey. Na melodia original, um misto de quase choro com samba paulistano. Trazer a canção para o universo dos sons da Jamaica foi um caminho natural para Joey Altruda. “Adorei toda a vibração da música e vi o potencial óbvio de fazer uma versão ska disso por causa de sua melodia, progressão de acordes e andamento”. “Joey Altruda me consultou, a respeito de aplicar à música um ritmo jamaicano e fiquei surpreso, de modo positivo, pelo interesse de ele, lá tão longe, no exterior querer gravá-la”, disse Tom Zé sobre a proposta inesperada de trazer A Babá de volta à vida. Apoio de Tom Zé Para realizar essa repaginada, Joey se cercou dos melhores. Uniu um time de peso com Marlon Sette, Dadi Carvalho, Kassin e Daniel Maia, no lado brasileiro da produção. Joey é enfático ao falar de Tom Zé. “Sua música nos faz pensar. Seu intelecto combinado com humor irreverente nas letras são declarações sociais profundas, e a arquitetura musical que ele cria é enigmática e exclusivamente sua. Cada música é uma impressão digital musical. ” Sobre o resultado final, Tom Zé declara: “Não me ocorre dar palpites a respeito. “Quem gaba o toco é a coruja. Fiquei muito satisfeito”.
Mighty Mighty Bosstones faz homenagem ao ska na faixa The Final Parade

A íconica banda de ska-punk Mighty Mighty Bosstones anunciou, nesta terça-feira (26), que assinou com a Hellcat Records, gravadora criada pro Tim Armstrong, do Rancid. Ademais, a novidade não foi só a assinatura dos papeis. Em comemoração, o grupo apresentou um novo single, intitulado The Final Parade. Ele já está em todas as plataformas digitais. Já produzida pela própria gravadora, a canção traz uma declaração amorosa da banda ao ska. Aliás, o lyric video é muito divertido também. Em resumo, temos a participação de diversos convidados na música, como Glen Marhevka, Aimee Interrupter (The Interrupters), Tim Armstrong (Rancid), Roddy Radiation e muitos outros amigos da banda.
Entrevista | Silva: “Eu e Anitta amamos ska e reggae”

Os primeiros acordes de Passou Passou, faixa de abertura do novo álbum do capixaba Silva, Cinco, já passam uma mensagem bem legal: o músico inova como poucos. O ska, com uma batidinha bem característica do som jamaicano dos anos 1960, mostra o artista totalmente fora da zona de conforto. E faz isso com muita qualidade. Para alguns pode lembrar até o Los Hermanos. Talvez pela brasilidade colocada na faixa. “Gosto muito de ska e rocksteady, adoro os sopros que eles usam. Eu nunca tinha usado isso no meu trabalho. Pra mim era algo muito distante, gostava só de ouvir. Aí quando comecei a experimentar isso nos shows, deu certo. Fica Tudo Bem estava diferente do disco, coloquei uma bateria na entrada com contratempo de ska. Mas as pessoas não associavam isso. Mas pensei que poderia fazer coisas nessa linha. Entraram dois skas nesse disco”. Silva conta que chegar na sonoridade foi um desafio. “Geralmente as coisas que gosto são muito anos 1960 e 1970. Estava acostumado a ouvir, mas como fazer soar parecido era um desafio. Igual não tem como ficar, eles usavam equipamentos diferentes. Levei dois ou três dias para chegar na bateria de Passou Passou. A pandemia me possibilitou ser bem minucioso nessa gravação”. Passou Passou não é o único ska do álbum. Facinho, com a participação de Anitta, é a outra surpresa para os fãs do gênero jamaicano. “Eu tava fazendo Facinho já pensando na Anitta. Ela gosta muito de reggae e ska. Aí eu falei: patroa, vamos fazer um hit? Bem a cara dela isso. Mandei, ela adorou e já topou”. João Donato Mas o álbum de Silva traz muitas outras sonoridades. Vai da MPB ao jazz, mas passa pelo ska e samba. Isso sem falar nas participações especiais de João Donato e Criolo. Quem Disse, a canção que ele gravou com Donato, é jazz puro. “A música também já foi pensada no Donato, mas foi engraçado porque ele acabou mudando a música toda. Era para ser um samba mais acelerado, mas ele entrou no estúdio, com o conhecimento dele que é muito avançado, coisa de gênio, jazzística, e deixou tudo simples. Ele parou e disse: essa música tá acelerada, né? E deixou completamente diferente, mas muito com a cara do Donato. Foi uma honra muito grande”. Criolo Sobre a parceria com Criolo, Silva conta que sempre admirou o artista. “Adoro o jeito como ele fala as coisas, a música dele é muito boa”. “A gente só se conhecia de oi, tudo bem. Mas no réveillon passado, estávamos na mesma festa em Salvador, e tive a oportunidade de trocar uma ideia com ele. E rolou essa vontade de fazer algo junto. Ele criou uma parte para a segunda parte da letra, fez até uma dancinha, deu umas ideias de palco”. O resultado de Soprou, canção gravada com Criolo, é um samba que remete à origem no Recôncavo Baiano, como se composto por Caetano Veloso e vocalizado por Clara Nunes, mas em roupagem apropriada para o dueto de Silva com Criolo. A segunda parte, escrita por Criolo, surpreende e traz o ouvinte do passado para o presente-futuro que a gente gostaria de ver e ouvir.
Banda paulista D’Maori lança videoclipe de London Baby

A banda paulista D’Maori lançou o videoclipe de London Baby, na última quinta-feira (5). É a primeira faixa autoral do trio formado por Renan Rodrigues (vocal e guitarra), João Pedro Dias (baixo e vocal) e Renato Coletta (bateria e vocal). A concepção do single surgiu quando Renato visitou Londres pela primeira vez. “Eu voltei da Inglaterra com o refrão (que dá nome a faixa) na cabeça. Mostrei para a galera e juntos criamos a música”, explica. Para completar, a banda convidou o único DJ sul-americano com três títulos mundiais, Erick Jay, que contribuiu com scratches e colagens. E, também, o rapper Colmeia, responsável pelas rimas com várias referências e curiosidades da terra da rainha. “London Baby” é a primeira amostra do EP “Efeito Veloz” que será lançado no próximo ano, com seis faixas autorais. O clipe foi gravado em São Paulo, e explora os principais pontos turísticos da cidade como, por exemplo, a Av. Paulista, o Beco do Batman e as estações de metrô. A produção é de Damata Records. O resultado do trabalho deu origem a um videoclipe pulsante, característica marcante das grandes cidades como São Paulo e, claro, a capital inglesa. A D’Maori vem rodando o estado de São Paulo desde 2011, com um repertório recheado de influências do Rock, Reggae, Ska e atualidades. Após quase dez anos de estrada, o trio começa a beber de novas fontes e experimentar o autoral, sem deixar para trás as influências e principais artistas que trouxeram a banda até aqui. Confira o clipe:
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Entrevista | The Toasters – “Sou grande fã do seu time de futebol”

Pela primeira vez na região, a banda pioneira de Ska nos Estados Unidos, The Toasters, se apresenta nesta quinta-feira (12), às 21 horas, no Sesc Santos. Ademais, o grupo, que volta ao Brasil após nove anos, é frequentemente comparado aos Ramones, sendo referência no ska mundial. De sua formação original, de 1981, o único integrante remanescente é o guitarrista e vocalista Robert ‘Bucket’ Hingley. Em entrevista para A Tribuna, o músico diz que tem uma grande expectativa e que pretende tocar uma seleção dos maiores sucessos da banda. Mas estar em Santos pela primeira vez tem um sabor especial para Bucket. “Sou grande fã do seu time de futebol e todos os jogadores lendários que passaram pelo clube”, afirma ele. Vale lembrar que o mesmo vem acompanhado do baixista francês Adrien De Mieux, dos trompetistas norte-americanos Chap Sowash e Tadd Enright e do baterista brasileiro Rodrigo Cerqueira, ex-integrante da Easy Big Fella. Em síntese, a banda lançou o álbum Live in Brazil (2013), e Bucket conta uma história engraçada por trás desse disco. “Um pacote do Brasil chegou no meu escritório. Dentro, havia uma Digital Audio Tape (DAT), sem identificação. Eu toquei e lá havia uma gravação perfeita de um show que fizemos em um parque em São Paulo, em 1999. Então, comecei a produção do disco”, lembra. O último álbum lançado é o longplay “One More Bullet”, de 2007, e não há previsão de um novo disco, embora a banda tenha canções prontas para o lançamento em vinil de 45 rotações por minuto (RPM). “Eu faço esse tipo de lançamento para que o Spotify não possa baixá-lo! Estamos de volta a 1955, quando o single foi o ponto principal da indústria. A internet destruiu gravadoras, agora procedemos assim”, diz. Serviço – The Toasters em Santos Os ingressos estão à venda na bilheteria do Sesc Santos (R. Cons. Ribas, 136, Aparecida), com valores entre R$ 9,00 (credencial plena) e R$ 30,00 (inteira).
Ska em Santos: Voodoo Glow Skulls, Less Than Jake, Mustard Plug e The Slackers