Conheça jøta, artista que testa novos limites do rock e do pop em O Pior de mim

Renascendo em suas identidades musicais, jøta se entrega por completo em O Pior de mim, faixa que traz forte pegada do rock alternativo com veia pop. Num mergulho intimista para encarar seus próprios demônios, o artista revela problemas que circulam o imaginário de diversas pessoas. A música chega com um clipe. “O Pior de Mim é uma música que revela um pouco das minhas inseguranças e incertezas na vida. Ela aborda a depressão e as dificuldades de conviver com essa doença que afeta muitas pessoas. Por isso, esta canção é muito significativa pra mim. Ela foi escrita em um momento chave da minha vida, e serve como ponto de partida para uma busca emocional que se reflete na letra, expondo todos os meus sentimentos”, revela. Nascido e crescido em Sorocaba, em São Paulo, jøta teve diversos projetos musicais e bandas em sua trajetória, transitando do pop e rock alternativo até o emo e pop punk. Agora, ele quer unir todas essas identidades e sonoridades em um projeto solo que explora suas inseguranças e incertezas, com o objetivo de enfrentá-las e superá-las por meio da arte. Com beats de Matheus Zanetti e produção, mix e master de João Hassuike, O Pior de Mim está disponível em todas as plataformas de streaming.
Black Pantera lança clipe às vésperas do show no Lollapalooza

Uma das melhores bandas de rock da atualidade, o Black Pantera vem se consagrando a cada novo show. Depois de terem se apresentado em várias cidades do Brasil, em festivais como Rock in Rio, Primavera Sound, Knotfest e Afropunk Bahia, eles chegam ao palco do Lollapalooza Brasil no próximo dia 26. Antes disso, apresentam o clipe de Não Fode meu Rolê, música que faz parte do álbum Ascensão (Deck). Com direção de Carol Borges e gravado em Uberaba, cidade natal dos integrantes, o vídeo traz imagens atuais e fotos antigas, muitas de família. “Essa clipe traz nossa história, mostra a época em que começamos a ter nossas primeiras bandas, os lugares onde crescessemos e vivemos. A música fala sobre uma quebra de paradigmas, de força de vontade, da nossa luta para fazer nosso som, nosso trabalho”, comenta o baixista Chaene “É um dos nosso clipes mais bonitos, é uma homenagem às nossas famílias, nossos amigos e aos lugares que sempre nos acolheram. Nos emocionamos muito com o resultado”, finaliza.
The Mönic lança single e clipe tarantinesco de Bateu

Primeiro single do aguardado segundo disco da The Mönic, Bateu é um hit instantâneo, tanto que mesmo antes de ser gravada já era cantada em coro nos shows. Um pouco diferente da maioria das composições da banda, com uma letra super curta, ela surgiu como uma brincadeira no ensaio. “Comecei a tocar uns acordes e cantar como um mantra. Daí a Joan começou a entrar no coro e tocar baixo, o Coiote já sentou na bateria e veio a Alê pra somar no coro e segunda guitarra, em poucos minutos saiu a estrutura da música” – conta a guitarrista e vocalista Dani Buarque –“Alguns dias depois eu sentei e fiquei buscando um riff que representasse a vibe de doideira dela. Na afinação normal parecia que não saía nada, então mudei pra drop D e o riff chegou. Ela também foi a primeira composição que abusei bastante doS berros, hahahaha” – finaliza. Bateu (The Mönic) foi produzida por Rafael Ramos (Pitty, Matanza, Titãs e outros), assim como todo o disco novo, e será lançado pela Deck. A masterização foi feita pelo Chris Gehringer (NY), engenheiro de som conhecido por masterizar trabalhos de Turnstile, Lady Gaga, Rihanna, Dua Lipa e outros. O videoclipe foi dirigido por Estevam Romera. “Ele já havia falado que queria filmar algo coloridão e perguntou se a gente topava fazer um clipe, meses antes da gente escolher o single. Quando escolhemos, ele foi o primeiro que passou na cabeça. Escrevemos o roteiro e sugerimos alguns planos de filmagem como por exemplo o final ‘A la Tarantino’ com a famosa ‘trunk shot’”, explicou Dani. “Os vídeos que virão são parte de um storytelling do álbum que começa em “Bateu”, Ep. 01. Ao final do clipe, terá uma janelinha com o Ep. 02: um visualizer que continua a história com Antes Tarde de trilha sonora, o nosso segundo single apresentado de surpresa pra galera”, finaliza Dani. Além desse lançamento a The Mönic aproveita para anunciar a festa “Não tem banda com mina”, que trará sempre shows de bandas com mulheres como integrantes no FFFront, em São Paulo. A estreia será dia 18 de março com shows de The Mönic e NPKN Horney. Não Tem Banda com Mina Local: FFFront Data:18.03 sábado Horário:19h Bandas: The Mönic, NPKN e Horney Ingressos: R$20 a R$40
Criolo lança clipe de “Pretos Ganhando Dinheiro Incomoda Demais”

Criolo vem de uma série de cinco singles com videoclipes cinematográficos. O visual minimalista do álbum Sobre Viver abre uma brecha para o clipe de Pretos Ganhando Dinheiro Incomoda Demais. Este lançamento surgiu em parceria com o Soma+, projeto educacional da AKQA São Paulo que ajuda a expandir o conhecimento profissional de jovens talentos negros e indígenas, moradores de periferias do Brasil que desejam acessar o mercado publicitário. O clipe Pretos Ganhando Dinheiro Incomoda Demais é um produto da campanha “Árvore da Riqueza”. A afirmação que pretos ganhando dinheiro incomoda demais vai além do que se vê, é preciso mostrar e ressignificar a prosperidade preta. Assim, surgiu a Fábula da Árvore da Riqueza. Conheça mais dessa história e mergulhe num universo de riqueza ancestral através do webapp. O projeto inteiro é uma grande construção coletiva, entre alunos e alunas do Soma+ em parceria com as agências Gana e Mooc, a Oloko Records e o próprio rapper, que movimenta um ciclo de prosperidade preta. O clipe constrói um novo imaginário a partir da fábula da árvore da riqueza. A árvore da riqueza está ao alcance de todos por meio do webapp, em que seus frutos se conectam com outras árvores plantadas por projetos/negócios espalhados pelo Brasil. “O DanDan sempre faz essa reflexão: como é que você luta para ser aceito num mundo que sempre vai te rejeitar? É sem fim essa guerra. Por isso que falo: Eu vou ganhar dinheiro, mãe, porque é só assim que eles respeitam a gente. Mas pensar assim não é vitória do sistema? Mas eu vim do bairro que depende do Bom Prato, irmão. E os que nem o Bom Prato tem? Então, todo dia é vitória do sistema. A diferença é que, para vocês, nós temos que ficar só onde nós ficamos. E aí, conversa com a Pretos Ganhando Dinheiro Incomoda Demais. Eu poderia dar outro nome para a canção, mas eu faço questão do título ser o bagulho central, para quando estiver numa rádio, na televisão, a pessoa falar o nome da música. Então, mesmo sem ouvir, o nome da música já abre o debate”, complementa Criolo.
Planet Hemp lança clipe de “Meu Barrio” com rapper argentino Trueno

Dando continuidade à divulgação do álbum Jardineiros, que marcou a volta do Planet Hemp após um hiato de 22 anos, o grupo lançou nesta quarta-feira (8) o clipe da faixa Meu Barrio, parceria com o rapper argentino Trueno. A produção audiovisual, já disponibilizada no canal oficial da banda carioca no YouTube, foi gravada em estúdio com a participação dos artistas em cenários que fazem referências às cidades do Rio de Janeiro e Buenos Aires. Assinado por Cauã Csik – diretor que, além de Marcelo D2, já trabalhou também com Filipe Ret, Luísa Sonza e Ludmilla -, o videoclipe traz imagens dos integrantes do Planet Hemp e de Trueno performando a energia explosiva da faixa. Assim como o título Meu Barrio e a letra da track misturam português e espanhol, o filme vem repleto de referências visuais brasileiras e argentinas – como reproduções cenográficas de locais icônicos do Rio de Janeiro e Buenos Aires, como os Arcos da Lapa e o bairro de La Boca, respectivamente -, além de takes das duas cidades. Apesar da rivalidade quase folclórica entre Brasil e Argentina, Meu Barrio traz como ideia central as similaridades entre as vivências periféricas dos dois países sul-americanos, mostrando que há mais semelhanças do que diferenças. Com Marcelo D2 e BNegão apresentando rimas nos dois idiomas, Trueno também se arrisca nas palavras em português e se apresenta logo nos primeiros versos como MC Trovão, em tradução livre de seu nome artístico. Fenômeno da música urbana latina, Trueno acumula números expressivos. Com apenas 20 anos, são mais de 10,3 milhões de ouvintes mensais no Spotify, com o jovem rapper figurando na 59º posição entre os artistas mais ouvidos da Argentina no Top Semanal. Além disso, na mesma plataforma de áudio, ele aparece com o álbum Bien o Mal na 22ª posição dos charts do seu país de origem. O mesmo sucesso está refletido no YouTube: com mais de 5,8 milhões de inscritos, seu canal oficial na plataforma de vídeos supera a marca de 1,4 bilhão de visualizações. Meu Barrio faz parte do álbum Jardineiros, projeto mais recente do Planet Hemp, que tem formação atual composta por Marcelo D2, BNegão, Formigão, Pedro Garcia e Nobru. Com 15 músicas, o álbum – lançado pela Som Livre em outubro de 2022 – conta também com os clipes das faixas Distopia (feat Criolo) e Taca Fogo, além de music visualizers para todas as tracks. Com uma agenda de shows movimentada, incluindo diversos festivais, a banda carioca é presença confirmada no Espaço Leste (São Paulo/SP, em 11/03), Circo Voador (Rio de Janeiro/RJ, em 17/03), Abertura Wu-Tang Clan – Arena Open Air – (São Paulo/SP, em 02/04), Breve Festival (Belo Horizonte/MG, em 22/04) e Festival MITA (Rio de Janeiro/RJ, em 27/05).
La Gang fala de afeto e cumplicidade na pop punk ‘Dani Song’

Dani Song é o mais novo single da banda paulista La Gang. O primeiro trabalho lançado em 2023, pelo selo Canil Records, fala de cumplicidade, afeto, parceria e força de vontade. O som faz referência ao pop punk dos anos 2000, muito bem representado na linha de baixo que inicia a faixa. A linha de bateria e os coros vocais também encaixam no estilo musical que marcou época e continua atemporal. “Quem não gosta de falar de amor, é porque na vida falta amor”, desfere a La Gang. Dani Song é uma música que traz um tom mais romântico, mas sem perder o rock e hardcore – essência da La Gang. Neste caminho, a canção apresenta uma influência mais jovem, com um ar de punk hardcore, mais alto astral e de casais que buscam explorar intensamente as possibilidades que o mundo dá. A música busca trazer uma sensação de entusiasmo, passando uma mensagem de que os casais podem sim ter uma vida agitada, cheia de amor e emoções, onde os casais podem ser de verdade. A La Gang está na ativa desde 2014 e traz como referências o hardcore, hard rock, heavy metal e também reggae e ska. Já são dois álbuns lançados, Notícias Quentes, de 2014, e Pagando de Louco na Cara Dura, de 2017, além dos singles Anote o Recado, lançado em 2019, e Vacilão, de 2022. A atual formação, com João Gonzales (vocalista), Adriano Padilha (guitarra), Dani “San” (baixo) e Leo Faizibaioff (bateria), está junta desde 2020.
Jade Baraldo abre 2023 com autorreflexão em single

Depois de ter flertado com uma música pop mais eletrônica e letras mais densas sobre amores mal resolvidos, a cantora Jade Baraldo abre 2023 com sonoridades mais orgânicas e um mergulho para dentro, com o single Sei Lá. Em Sei Lá, Jade Baraldo entra no mar agitado da autorreflexão. Em tom de conversa consigo mesma, ela se despe frente ao espelho e deixa a luz entrar por entre suas rachaduras. “Pra quê fingir frieza, menina, se não ameniza a tua dor? / Eu sei que essa máscara pesa tua vida, amarga e confunde o interior / Acenda de volta esse brilho no olhar, não afunda na mágoa profunda / Tu tens tanta coisa bonita pra dar, não afunda no mar, não se afunda“. A ideia do clipe foi retratar o peso e a leveza. “No clipe, eu quis explorar a simplicidade da vida. Tem várias referências do livro e filme Lolita – primeiro que li aos 14 anos. Na parte do jardim, eu estou lendo A insustentável leveza do ser que fala muito sobre o que esse lançamento representa também”, conta Jade. Sobre a canção, Jade revela que ela tem uma história bem especial de quando ainda era adolescente. Ela foi feita quando a artista tinha 15 anos e foi uma de suas primeiras poesias/composições falando sobre depressão. “Lembro que fiz ela cantarolando e saiu praticamente inteira. Guardei em algum lugar, acabei esquecendo e, anos depois, ela veio na minha cabeça. Achei ela num grupo de Facebook abandonado que criei pra depositar minhas poesias e pensamentos na época e resgatei. Ela me salvou e continua salvando. É daquelas que sem querer acessei um lugar espiritual, tipo uma visão, uma cura, não sei explicar exatamente. Mas esse processo todo de vivência doeu. São poucas que saem assim e por isso ela é uma iguaria pra mim. Quando comecei a cantar foi como as palavras de uma anciã me dizendo pra não desistir de mim, pra não me tornar o que não sou e, o refrão, é a minha resposta sobre essa vertigem causada por enxergar a dor tão de perto. Afinal, o trauma sempre te acompanha, mas o gatilho é uma vertigem de uma lembrança repentina”. O single inaugura uma fase mais solar de Jade, o que não quer dizer menos profunda. Depois de rasgar-se nos versos de Insegurança e Desapaixonar – canção que fez parte da trilha sonora do remake da novela Pantanal, da TV Globo, em 2022, Sei Lá é o início do remendo.
P!nk lança single e clipe “Trustfall”; assista!

A cantora e compositora P!nk lançou Trustfall, a faixa-título de seu aguardado nono álbum de estúdio, que chega no dia 17 de fevereiro, via Sony Music. Produzido pelo artista indicado ao Grammy FRED e Johnny McDaid, do Snow Patrol, que coescreveu a música com P!nk, Trustfall é um hino eufórico carregado de sintetizadores. Impulsionada por uma batida dançante e os vocais poderosos característicos de P!nk, a música é uma declaração para deixar os medos para trás e colocar fé no desconhecido. Acompanhando o lançamento de Trustfall, estreia seu clipe cinematográfico, coreografado por Ryan Heffington e dirigido por Georgia Hudson, que trabalhou anteriormente com a artista no videoclipe What About Us. O vídeo segue sua personagem principal e P!nk, enquanto ambas convergem ao longo de uma noite, cada uma escolhendo seguir em seu próprio caminho. Em novembro passado, P!nk compartilhou a faixa pop vibrante e o primeiro single de Trustfall, Never Gonna Not Dance Again, que ela apresentou durante o American Music Awards de 2022. Neste ano, ela também retorna à estrada com sua turnê Summer Carnival 2023, se apresentando em estádios na América do Norte. Juntamente com Brandi Carlile, Pat Benatar e Neil Giraldo em datas selecionadas. Com Grouplove e KidCutUp apoiando em todas as datas, os ingressos já estão à venda na Live Nation.
Gabi Doti lança videoclipe de Nonsense; assista!

O videoclipe da música Nonsense de Gabi Doti é uma ficção onírica vivida em um contexto de opostos. Isso se expressa na interpretação da artista de duas personagens com personalidades completamente distintas, na ambientação (deserto e concreto, luz e sombra) e no figurino (steampunk-rock-futurista e romântico-retrô). A história do clipe faz citações a clássicos como Mad Max, Blade Runner e High Hopes (Pink Floyd). A fluidez modernista-inventiva e simbologia das cores dos famosos vitrais da artista Mariane Peretti contrastada a elementos do painel da Inconfidência Mineira de João Câmara Filho são presença forte no clipe. Também há fortes referências a artistas como René Magritte, Salvador Dalí e Michel Cheval, essência do Surrealismo. É o embate do ego, numa batalha épica: a visão do subconsciente e do inconsciente refletidas na realidade tal qual é percebida, sentida. Visão essa que busca verdade e liberdade. Pra delimitar esses contrastes, o clipe é ambientado no icônico Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves e no deserto, em meio ao cerrado, nas proximidades da Capital do Brasil. Sonho e realidade permeiam aridez e concreto. As cores do Panteão estão presentes no figurino de Gabi e em vários elementos no deserto ao longo do clipe. Gabi interpreta duas personagens complexas. Aborda questões como manipulação, poder, sarcasmo, por um lado, e, vulnerabilidade, subserviência e insegurança, pelo outro. A Direção de Cena e Fotografia do clipe são de Elder Miranda Junior. O roteiro, a produção executiva, direção de arte e co-direção do Video são de Gabi Doti. A música Nonsense, pop-rock, é de autoria de Gabi e é a 4ª faixa do disco Outra Razão, gravado no East West Recording em Los Angeles e produzido por Moogie Canazio. Essa canção teve a direção musical e sintetizadores do braziliense Daniel Baker. Os músicos Tim Pierce, num solo clássico de guitarra, o atual baterista do Tears for Fears, Jamie Wollam e o baixista Sean Hurley integram o time que gravou na faixa e no disco, bem como o percussionista cubano Rafa Padilla. Nela, os irmãos cariocas Viny e Felipe Melanio fazem os backings junto a lead vocal, Gabi Doti.