Assista Movimento Contínuo, o novo videoclipe de Os Roucos

Na última quarta-feira (6), Os Roucos, formado por Noel Rouco (guitarra e voz), Rodrigo Luminatti (baixo e voz) e Guto Gonzalez (bateria), lançou o terceiro single, desde a estreia do trio em 2020. Movimento Contínuo traz como uma nova característica, a presença de dois vocais, que deve aparecer com mais frequência no trabalho do grupo. As músicas lançadas anteriormente pela banda, Enlouqueci! e Cat In The Window, eram cantadas apenas por Noel. “Nessa faixa quem assume a maior parte da primeira voz é o Rodrigo, e eu passo a entrar mais a partir do refrão, onde as vozes se alternam. Isso deu uma dinâmica interessantíssima pro som e é algo a ser explorado”, afirma o guitarrista. Noel revela ainda que a faixa carrega influências do rock nacional e do post punk dos anos 80, além do rock alternativo brasileiro dos anos 2000, época em que Noel fazia parte da banda Rock Rocket e Rodrigo da Motores, duas conhecidas da cena independente da capital paulista. “Movimento Contínuo foi inspirada por um sentimento misto de frustração e ansiedade causada pela pandemia, e ao mesmo tempo pela expectativa e necessidade de se reinventar nesse período. É uma música que surgiu da inquietação e reflete também um momento de inspiração e amizade entre os membros”. Movimento Contínuo vem acompanhado de um videoclipe, dirigido por Raul Machado e Yuri Alexei, que mistura diversas referências dos anos 70 e 80. “Dividimos o clipe em 3 figurinos: Um baseado no filme Warriors – Os Selvagens da Noite, que é um clássico da filmografia roqueira underground, misturado com o Laranja Mecânica; o 2º teve como referência o visual de bandas punks dos anos 80, de regatas rasgadas, coletes e cintos com espigão; e o 3º, algo mais anos 80 ‘elegante’, como alguns clipes do Tears For Fears. Achamos que deu uma mistura boa e versátil para a estética do clipe”, conta Luminatti. A faixa foi produzida e masterizada pelo baterista Guto Gonzalez. “Foi a primeira produção para Os Roucos em minha nova casa, o estúdio Canto da Coruja. Por isso, é um marco também para mim”, comemora o músico. Movimento Contínuo fará parte do álbum de estreia da banda, previsto para o primeiro trimestre de 2022.

My Universe, parceria do Coldplay com o BTS, ganha videoclipe moderninho

O Coldplay divulgou nesta quinta-feira (30) o videoclipe para o recém-lançado single My Universe, colaboração com os sul-coreanos do BTS. Conduzido pelo renomado diretor Dave Meyers – que também assinou a direção do clipe de Higher Power, primeiro single do próximo álbum dos ingleses, o vídeo de My Universe se passa na distante galáxia de Spheres onde a música é proibida, mas, BTS, Coldplay e um super grupo de alienígenas, chamados Supernova 7, se unem por meio de um holograma para desafiar esta proibição. A canção faz parte do novo álbum do Coldplay, Music Of The Spheres, que chega em 15 de outubro em todas as plataformas digitais e também no formato físico. A pré-venda já está disponível. Desde a sexta-feira em que foi lançada, My Universe já atingiu a marca de 100 milhões de streams e escalou charts de venda e de transmissão por todo o mundo. Apenas no Brasil, são mais de 3 milhões de plays na faixa contabilizados em todas as plataformas digitais. Além de My Universe e Higher Power, o Coldplay também revelou outro single, Coloratura. Descrita no recente anúncio de lançamento do álbum da banda como uma faixa maior que um single, a faixa é uma emocionante e épica jornada espacial, da qual constam nomes ligados a esse universo que vão desde Galileu a Oumuamua e Betelgeuse.

alt-J está de volta! Ouça o single U&Me

A banda alt-J está de volta com um novo single revelador, U&Me, lançado via Infectious Music e BMG. A faixa, já disponível nas plataformas digitais, foi produzida pelo conhecido de longa data Charlie Andrew, é a primeira música nova da banda desde seu aclamado terceiro álbum Relaxer, lançado em 2017. U&Me é indiscutivelmente a música mais bonita e honesta do alt-J até o momento, ela vai se desenrolando lindamente com diferentes elementos, até que chega o colapso no meio da música. O vocalista Joe Newman se move entre a felicidade e a restrição, contando uma história de amor por meio de flashes de memórias, enquanto a melodia canaliza a experimentação incomparável da banda dentro de uma música que é sustentada por uma sensação crua de alegria, reacendendo a criatividade no som próprio do alt-J.

Entrevista | Jacob Hemphill (SOJA) – “Não estava lá para podar eles na criação”

A banda norte-americana Soja lançou nesta sexta-feira o álbum Beauty in the Silence, o primeiro em quatro anos. Junto com o disco, os integrantes também revelaram o videoclipe de Jump, em parceria com Slightly Stoopid.  “Jump é uma música sobre como a base real da experiência humana é a conexão, e eu adoro que Soja, Eric e Stoopid se juntem como pessoas que se conhecem há muito tempo”, disse o vocalista do Soja, Jacob Hemphill. “Estamos muito felizes em colaborar com o novo trabalho de Soja”, acrescentou o guitarrista e vocalista do Slightly Stoopid, Miles Doughty. “Fazemos shows juntos há anos e foi ótimo trabalhar em uma nova faixa juntos. Mal podemos esperar para arrasar ao vivo com os meninos nos próximos shows”. Jacob Hemphill conversou com o Blog n’ Roll, via Zoom, sobre a nova fase do Soja e contou mais sobre a gravação de Beauty in the Silence. Confira abaixo. Começando a falar sobre o álbum Beauty in The Silence, como foi o processo de gravação do Soja? Houve algum atraso por conta da pandemia? Talvez tenha atrasado, mas foi interessante, é uma boa pergunta. Então, nós já tínhamos cinco ou seis músicas gravadas, com as bases, o baixo, a percussão, teclados e etc. Mas aí se iniciou o lockdown, e nós ficamos preocupados de imediato, tipo “o que vamos fazer?”. Então o que acabou rolando é que descobrimos algo bem maneiro, que é que quando estamos gravando em um estúdio juntos, é ótimo, pois podemos trocar ideias e dar opiniões.  Porém, quando gravamos de maneira remota, não há ninguém pra lhe dizer sim ou não, e dentro desse processo acabei recebendo as melhores contribuições desses músicos que já ouvi. Acho que é exatamente pelo motivo de que não estava lá para podar eles no momento de criação. Pois eles poderiam tirar até um mês para trabalhar em uma música, até deixá-la perfeita.  Nosso tecladista, Patrick, estava mandando cinco, seis, sete linhas de teclado por música, ele as colocava em várias camadas. Então gostei da combinação, nós começamos ao vivo, se encontrando, depois seguimos caminhos diferentes e sonhamos coisas diferentes para aquela música.  O Soja em produzir mais coisas desse jeito? Eu curti muito, e quero continuar trabalhando com esse processo. Onde formamos um esqueleto juntos, e rascunhamos vocais, e depois nos separamos para cada um trabalhar em sua melhor apresentação, e na sequência podemos editar tudo e trazer algo novo.  Por exemplo, nós temos uma música, em que o saxofonista, Hellman, acho que ele mandou 25 sons diferentes no teclado da mesma linha, e nós apenas votamos em qual nós gostamos mais. Eu sinto que é ótimo iniciar em conjunto, mas também permitir que cada seja você ajuda muito no processo. Li que o Trevor Young também teve uma grande participação na criação do álbum, como foi essa participação? Trevor e eu meio que falamos durante uma hora no telefone todo dia, e ele é um melhor músico do que eu, na guitarra, no teclado, no geral. O que eu faço é compor e criar arranjos, então quando crio alguma coisa eu toco na guitarra, ou uso o gravador de voz do meu celular, e vou criando várias partes com a voz, (inicia a mostrar como seria um desses áudios tocando uma melodia com a voz) e quando termino eu envio para o Trevor e ele reproduz tudo que eu fiz no áudio, pois como eu disse, ele é melhor do que eu.  E ele também é um ótimo compositor, e me envia suas criações, e eu falo “não precisamos disso, precisamos mais disso”, então nós temos uma relação simbiótica, onde nós dois somos bons no que o outro faz, mas um de nós é melhor em determinado aspecto.  Meu trabalho é escrever letras e fazer melodias, e Trevor é bom nisso também, mas ele também entende mais sobre as ferramentas de edição e de gravação, e todos esses aplicativos de computador, ele é esse cara, ele é o mago. Isso é muito legal, então vocês se equilibram nesses quesitos, certo? Eu e ele fazemos algo muito específico juntos, não haveria eu sem ele, quer dizer, eu ainda estaria aqui, mas nós separados somos bem diferentes do que juntos. Falando sobre o nome do álbum, ouvi que é parte de um poema que seu pai lhe mostrou, certo? O que este poema significa pra você, e quão importante ele foi para a construção do álbum? O poema é basicamente como a vida não será fácil, o nome do poema é Desiderata, e não vou dizer ele todo, mas resumindo ele diz que a vida não será fácil, mas será linda. Em resumo, diz não olhe de baixo para pessoas acima de você ou se tornará invejoso, e não olhe de cima para pessoa abaixo de você ou se tornará só.  A chave da vida é olhar para as pessoas ao redor de ti, e valorizá-las, valorizar onde você está, pois você é sortudo, e merece estar neste planeta, e merece ter a experiência de viver, não se deixe contaminar pelo sentimento de que é incapaz ou de que deveria ganhar mais dinheiro, isto vai te afundar.  E meu pai me deu esse poema quando entrei na banda, e disse que eu deveria lembrar de cada palavra dele, e guardei cada palavra, e ele dá nome ao álbum Beauty of the Silence. As duas primeiras linhas do poema são: “Siga tranquilamente entre a inquietude e a pressa”, pois o mundo é assim barulhento e rápido, sempre dizendo “vá”, “consiga um carro, uma garota, dinheiro”. Então, “Siga tranquilamente entre a inquietude e a pressa, lembrando-se que há sempre paz no silêncio.” E eu o chamei (o álbum) de Beauty in The Silence (Beleza no Silêncio). Pra mim isso tem muito significado, pois toda noite, antes de deitar, eu vou para a janela e fico olhando para a lua, o céu, em silêncio, e dou muito valor a isso. O nome do álbum me dá arrepios pois é algo

The Darkness libera Jussy’s Girl, single de Motorheart

A banda The Darkness lançou o single Jussy’s Girl, música mais recente de seu próximo álbum Motorheart, previsto para 19 de novembro. Jussy’s Girl é sensível como uma pedra caindo. Ela exala extravagância do rock n’ roll com enormes riffs influenciados pelos anos 1980. O clipe apresenta Justin Hawkins como um motoqueiro vestido de couro, viajando através de uma máquina do tempo de cabine telefônica para os velhos e bons tempos dos filmes mudos em preto e branco, para um mistério de assassinato nefasto, estrelado por seus companheiros musicais em um estilo nunca antes visto. Sobre o single, Justin diz: “Jussy’s Girl é uma música sobre os desejos não correspondidos da carne e do coração. Embora alguém possa argumentar que os corações são feitos da mesma matéria que a carne. Você sabe o que quero dizer. É sobre um desejo indescritível, mas soa como um cara andando em seus 501s em um dia ensolarado. Triste, mas também despreocupado. Sonoramente, estávamos buscando algo entre Def Leppard e Billy Ocean. Bem, eu estava. Há um helicóptero nele e um solo de guitarra incrível. O que mais você poderia pedir?” Lançado em uma ampla variedade de formatos, incluindo versões padrão e deluxe, Motorheart ficará disponível tanto digitalmente quanto fisicamente. Há um álbum de vinil preto pesado, LPs coloridos de edição limitada, e uma versão em cassete à moda antiga. TracklistWelcome Tae GlasgaeIt’s Love, JimMotorheartThe Power And The Glory Of LoveJussy’s GirlSticky SituationsNobody Can See Me CryEastboundSpeed Of The Nite TimeYou Don’t Have To Be Crazy About Me… But It Helps*It’s A Love Thang (You Wouldn’t Understand)*So Long* *Faixas bônus deluxe Datas da turnê Motorheart 2021/2022 Novembro 17 – Brighton Dome, Brighton19 – Winter Gardens, Margate20 – O2 Academy, Bournemouth21 – Cliffs Pavillion, Southend23 – UEA, Norwich24 – Corn Exchange, Cambridge26 – The Hexagon, Reading27 – The Great Hall, Cardiff29 – The Great Hall, Exeter30 – G Live, Guilford Dezembro 2 – O2 Academy, Liverpool3 – Academy, Manchester4 – Bonus Arena, Hull6 – The Victoria, Stoke-on-Trent7 – O2 Academy, Bristol9 – Barrowlands, Glasgow10 – O2 Academy, Newcastle11 – O2 Academy, Leeds13 – Rock City, Nottingham14 – O2 Academy, Birmingham16 – O2 Shepherds Bush Empire, London17 – O2 Shepherds Bush Empire, London Janeiro 13 – Belgium, Antwerp Trix14 – France, Paris, Trianon15 – France, Toulouse, Metronum17 – Spain, Zaragoza, Teatro Esquinas18 – Spain, Bilbao, Santana Z720 – Portugal, Lisbon, Capitol21 – Spain, Madrid, Riviera22 – Spain, Barcelona, Apollo24 – France, Lyon, Ninkasi25 – Switzerland, Solothurn, Kofmehl27 – Italy, Milan, Alcatraz28 – Italy, Bologna, Estragon29 – Italy, Padova, Padova Hall31 – Austria, Vienna, Simm City Fevereiro 1 – Germany, Munich, BackstageWerk2 – Germany, Berlin, Huxleys4 – Denmark, Copenhagen, Amager Bio5 – Sweden Stockholm, Vasateatern6 – Sweden, Gothenburg, Tyrol9 – Germany, Hamburg, Markhalle10 – Germany, Cologne, LMH11 – Holland, Amsterdam, Paradiso12 – Germany, Frankfurt, Batschkapp

Sem Saber O Que Virá: Eduardo Felix ressalta gratidão em novo single

Eduardo Felix - Sem Saber O Que Virá

É impossível saber exatamente o que acontecerá no próximo dia de nossas vidas. E é justamente essa incerteza que inspira o cantor e compositor Eduardo Felix no videoclipe de Sem Saber O Que Virá. A música reflete sobre a passagem do tempo com uma mensagem de gratidão e afeto.  O roteiro do audiovisual transmite essa percepção conforme exibe o cantor em meio a uma viagem de carro, posteriormente mostrando-o performando em uma bosque. O clipe conta com a direção de André Barreto (FØCA Audiovisual). Sem Saber O Que Virá integra o repertório do EP de estreia de Eduardo Felix, intitulado O Amanhecer e lançado recentemente via CD Baby. A faixa, bem como o restante da obra, se remete à sonoridade do pop rock brasileiro dos anos 1980 e 1990, sendo fortemente inspirada em bandas como Legião Urbana, Nenhum de Nós e Biquini Cavadão.  Segundo Eduardo, o título da música alude às alegrias que as incertezas podem proporcionar. “Ao não saber sobre o futuro, podemos desfrutar das gratas surpresas que a vida pode nos proporcionar. A música e o videoclipe mostram que o pragmatismo nem sempre é o melhor caminho para se chegar à felicidade”. O material é apenas o primeiro passo da trajetória que o artista visa traçar, sendo que o cantor já trabalha na produção de novos conteúdos autorais. A previsão é que novos lançamentos ocorram ao decorrer de 2022.

Surra apresenta videoclipe para a porrada Brasileiro, Otário e Triste

Recentemente, o trio santista de thrashpunk Surra lançou o álbum Ninho de Rato. E para seguir curtindo a divulgação desse trabalho, a banda revelou o videoclipe de Brasileiro, Otário e Triste. Em resumo, os caras conseguem dar o recado em apenas 54 segundos. Aliás, toda a captação de imagens foi feita e manipulada de forma analógica pelo artista Gabriel Rolim (@rollinos). Por fim, vale destacar que as imagens formam um pandemônio de colagens e distorções que refletem perfeitamente o “mal estar” presente na faixa.

Jimmy & Rats lança vídeo emocionante de O Último Passo

No mês em que a campanha do Setembro Amarelo completa seis anos, a banda Jimmy & Rats lançou o clipe de O Último Passo, um desabafo de um coração partido que teve que se despedir muito cedo de uma grande amiga. A letra é uma homenagem à Mika, uma amiga ímpar e profissional incrível, fã de rock e de uma boa conversa, que em 2018 nos deixou após uma longa luta contra a depressão, e com seu último passo se despediu deste mundo tão difícil e sufocante. A voz embargada de Jimmy London, com uma clara influência de Cash, flerta com o choro de Luiz Gonzaga, com uma bateria mais cadenciada e sem raiva, acordes abertos, um baixo reto e teclas que conversam entre si, desenham a melodias lindas e inesquecíveis. Com imagens de estúdio, podemos conferir um pouco como foi a gravação do primeiro álbum da banda, Só Há um Caminho a Seguir, lançado em março deste ano. Dentro de um disco tão forte e firme, mora uma música que demonstra a fragilidade que vive em todos nós. Jimmy & Rats e sua versatilidade continuam surpreendendo e abrindo novos horizontes musicais.

Teco Martins, da Rancore, lança clipe de “do Oiapoque ao Chuí”

Destaque da cena independente brasileira desde os anos 2000 à frente da banda Rancore, π Teco Martins (assim mesmo, com o símbolo do pi antes do nome) lançou nesta terça (21) do Oiapoque ao Chuí, o primeiro videoclipe de seu álbum solo, A Spectrum Solar. O disco será composto por uma série de singles, que serão lançados mensalmente, cada um contando um pouco sobre as várias vertentes da trajetória de π Teco, que participa de projetos ecléticos como Luz Ametista, Sala Espacial e Digital Fauna, além da já citada banda de post-hardcore Rancore. O próprio π Teco conta como foi a gravação do clipe, que retrata a turnê Arte de Rua, que ele fez em 2018, se apresentando em praças e parques e que rodou o Brasil de ponta-a-ponta. “O processo de produção do vídeo me lembrou bastante a vibe daquela turnê que foi literalmente do Oiapoque ao Chuí. Eu e o diretor Caio C. pegamos emprestado um carro antigo e tivemos que ir com a capota aberta até Ourinhos, no interior de São Paulo, para encontrarmos com o grupo Tons Afro. Quase congelamos de frio ao longo dos quase 400 km de distância, com caminhões passando a milhão do nosso lado na rodovia. Foi perigoso mas empolgante”. O resultado atendeu às expectativas, com cenas gravadas no próprio carro com a participação de Andreisy, Jheey, Vanessa Gomes e Vanessa Monteiro, do Tons Afro, que também cantam na faixa. “Fazer esse clipe foi uma mistura de paixão pela arte e aventura, exatamente a combinação que temperou a turnê inspirou a música”. do Oiapoque ao Chuí é um lançamento da gravadora Deck e já está disponível nos principais aplicativos de música.