The Lumineers anuncia o álbum Brightside; ouça faixa-título

Produzida pela colaboradora de longa data Simone Felice e produzida, mixada e projetada por David Baron ao longo de duas sessões no inverno e na primavera de 2021 no Baron’s Sun Mountain Studios, no bucólico vilarejo de Boiceville (NY), Brightside é a primeira música dos Lumineers em mais de dois anos e a obra mais alegre e espontânea da banda até o momento. A coleção de nove músicas vê os co-fundadores/co-compositores do The Lumineers, Wesley Schultz e Jeremiah Fraites, executando praticamente toda a instrumentação eclética e efervescente, tendo Baron em uma grande variedade de teclados e backing vocals. Simone, Wes, Jeremiah e David são acompanhados pelos membros da turnê Byron Isaacs e Lauren Jacobson, pela famosa backing vocal Cindy Mizelle (Bruce Springsteen), James Felice, e pela cantora-compositora Diana DeMuth. The Lumineers lançou recentemente o EP Live From the Last Night of Tour, gravado no último show esgotado de sua épica III Tour e disponível agora digitalmente . Eles estarão em turnê pelo Reino Unido durante os meses de fevereiro e março de 2022.

Santana e Steve Winwood revivem A Whiter Shade of Pale

O lendário Santana lançou uma versão para A Whiter Shade of Pale, clássico do Procol Harum. Trazendo vocais de Steve Winwood (Spencer Davis Group), a releitura respeita a original trazendo a levada latina que marca os riffs de Santana, recriando na sua guitarra o icônico órgão de inspiração sinfônica. Em resumo, A Whiter Shade of Pale estará em Blessings and Miracles (BMG), o novo álbum de estúdio do guitarrista mexicano. Santana recorda que ele sugeriu a Winwood que deveriam fazer a versão nos bastidores de um show, no Hyde Park em Londres. “Eu disse: Você e eu temos que fazer isso, mas temos que fazer muito sexy, como um Hare Krishna, mas com congas. E foi isso que fizemos. Tem Cuba, Porto Rico, África e tem sensualidade na voz incrível de Steve”. Aliás, Winwood completa: “Carlos faz o que venho tentando fazer nos últimos cinquenta anos. Misturar rock, folk, jazz, blues e música latina. Estou muito feliz de trabalhar com ele nessa faixa”. O novo álbum de Santana trará She’s Fire com Diane Warren e G-Eazy, o recém-lançado single Move com Rob Thomas e American Authors e uma estelar lista de convidados como Chick Corea, Chris Stapleton, Rick Rubin, Corey Glover, Kirk Hammett, entre outros. Santana passou grande parte dos últimos dois anos gravando o álbum, feito quase totalmente à distância durante a pandemia. Quanto à seleção de artistas que colaboraram, Santana admite que às vezes fica surpreso com a forma como eles entram magicamente em sua vida. “Eu não escolho pessoas – é como se eu fosse escolhido”, diz ele. “Estou honrado em trabalhar com artistas tão incríveis. Sinto-me como um surfista surfando nas ondas que se transformam em canções destes diferentes criadores. Tenho muita sorte de ter a oportunidade de fazer isso e valorizo bastante”.

Biffy Clyro revela segundo single do novo álbum: A Hunger in Your Haunt

Depois de anunciar de surpresa o projeto The Myth of the Happily Ever After, com a faixa Unknown Male 01, o Biffy Clyro compartilhou nesta terça-feira (21) seu primeiro single, A Hunger in Your Haunt. Aliás, ela foi apresentada em primeira mão no programa Hottest Record da Radio1 e já está disponível em todas as plataformas digitais. Ambas as faixas integram o aguardado disco, que tem estreia prevista para 22 de outubro. O álbum é uma criação realizada inteiramente no ambiente doméstico e representa uma reação ao primeiro álbum A Celebration of Endings e uma resposta rápida e emotiva ao turbilhão caótico do último ano. Em contraste à evolutiva e crescente Unknown Male 01, A Hunger In Your Haunt chega primeiro com um frenético e espiralado riff que retoma o lado selvagem de Biffy Clyro no álbum do início da carreira e um dos favoritos dos fãs, Infinity Land. Ele ainda apresenta o reconhecido toque da banda para o drama e as dinâmicas explosivas, conforme eles vão desconstruindo completamente a música e ressurgindo para um ataque final. “Hunger In Your Haunt era um riff que eu vinha desenvolvendo fazia um tempo”, diz o vocalista e guitarrista Simon Neil. “É a expressão de uma frustração no mais puro estado. Houve momentos no último ano em que eu queria apenas berrar. Eu perdi o propósito e não queria nem sair da cama por um tempo, e a canção é um “acorda” para mim mesmo. Você tem que tirar força das entranhas e fazer algo, porque ninguém vai fazer por você. É como um mantra de automotivação”. Antes de A Hunger in Your Haunt, banda lançou álbum badalado Dezoito meses depois que A Celebration of Endings estava completo, o mundo mudou. Em vez de trabalhar em Los Angeles, Biffy Clyro se mudou para a Costa Oeste, da mesma forma que gravaram na Escócia pela primeira vez. E enquanto eles gravaram previamente com o renomado produtor Rich Costey, eles mesmos produziram novas canções. A seção rítmica dos irmãos James e Ben Johnston propiciou que o trabalho se transformasse num projeto faça-você-mesmo de transformar sua sala de ensaios em uma fazenda em casas com um espaço funcional de gravação. Entre os limites experimentais das canções e o frequentemente intenso lirismo irado de Simon Neil, Biffy Clyro criou algo único com The Myth. É a versão ying do yang de A Celebration, o outro lado da moeda, um antes e depois em comparação: o otimismo do início dos anos 2020 foi trazido de volta à terra com uma batida ressonante e o produto de um período estranho e cruel em nossas vidas, mas também revigorante para a banda. The Myth of the Happily Ever After está disponível para pré-venda. Biffy Clyro fez um retorno triunfante às arenas este semestre, encabeçando tanto o festival de Reading quanto o de Leeds, antes de tocar em seus próprios shows a céu aberto em Glasgow e Cardiff. Aliás, os próximos espetáculos são os da intimista e com ingressos esgotados Fingers Crossed Tour, em outubro e novembro. Confira a tracklist completa de The Myth of the Happily Ever After“DumDum”“A Hunger in Your Haunt”“Denier”“Separate Missions”“Witch’s Cup”“Holy Water”“Errors in the History of God”“Haru Urara”“Unknown Male 01”“Existed”“Slurpy Slurpy Sleep Sleep”

Vocalista do Metrô, Virginie Boutaud, se junta a Roberto Gava em videoclipe

Em agosto deste ano, o cantor, compositor e multi-instrumentista Roberto Gava lançou o álbum Bertolt Brecht, com 15 faixas musicadas a partir de poemas do escritor e dramaturgo alemão Bertolt Brecht, traduzidos por André Vallias. O disco conta com diversas participações especiais, que incluem, entre outros, Zezé Motta, Carlos Careqa, Skowa e Virginie Boutaud. Aliás, a vocalista da banda New Wave, Metrô, divide os vocais com Gava em duas músicas: Troca de Pneu e Canção de amor de um tempo ruim, que ganha nesta terça-feira (21) um videoclipe. “Se trata de uma canção de amor à la Brecht, sujeita a diferentes interpretações. Para mim revela a história de um casal com seus encontros e desencontros, onde as brigas são esquecidas quando o amor é colocado à tona. A Virginie foi muito sensível na sua interpretação, criou alguns vocalises que originalmente não existiam e deu um colorido superespecial à canção, contrastando com minha voz num casamento perfeito”, revela o músico. As filmagens para o videoclipe foram feitas inicialmente em Toulouse, na França, com Virginie, que sugeriu que a ambientação fosse em uma feira livre. Logo depois, foram feitas as imagens de Gava na capital paulista. “Ao receber as imagens da Virginie, fiz um roteiro de edição e tentei costurar um enredo como se estivéssemos filmando juntos. Tentei ficar no mesmo clima que ela na França e dar um ar homogêneo ao vídeo. A ideia foi mostrar um casal em busca de um encontro que nunca aconteceu de fato. Estranhos, mas apaixonados”. Virginie surpresa com a melodia Virginie diz ter se surpreendido positivamente com a melodia, o arranjo e a letra da música. “Quando recebi a canção, achei linda e já coloquei no ‘Garage Band’ para gravar”. A vocalista conta ainda que adora “esta coisa de feira livre”, e reflete sobre a temática da música e a locação do videoclipe. “Quando estamos ligados por um estado de Amor, por mais absurdo que pareça, não existe tempo ou espaço, e fica esta coisa desta pessoa presente como um leitmotiv, tatuada na mente, um filtro temático. Então é isso, se a gente se encontrasse na feira, nos afazeres do dia a dia, em meio a esta beleza da fartura de alimentos vegetais, coloridos, diversos, fotogênicos, sensuais, energizantes, militantes de alguma forma (rs); se estas pessoas se encontrassem, ou reencontrassem, seja aqui ou lá, como seria? Tipo ‘vou à feira buscar umas batatas e também aquele meu grande Amor’ (rs)”.

Billy Idol está de volta! Ouça o EP The Roadside

Produzido por Butch Walker (Green Day e Weezer), The Roadside leva Billy Idol a águas novas, mas familiares, cheias de cor, poder, atmosfera, atitude e mistério. Neste EP, Billy Idol continua com a companhia de seu amigo desde 1981, o guitarrista e co-compositor Steve Stevens. Por 40 anos – 40 anos! – Steve está junto de Billy Idol sendo o mestre em misturar tons e texturas. Aliás, The Roadside conta com quatro faixas. Dentre elas, destaque para Rita Hayworth e Bitter Taste. Por fim, U Don’t Have To Kiss Me Like That e Baby Put Your Clothes Back On encerram o disco.

Faixa a faixa de Intervenção Lunar, novo álbum do Vanguart

Entre dezembro de 2020 e fevereiro de 2021, a banda Vanguart esteve em estúdio e gravou algumas canções inéditas. As novas composições serão lançadas em dois álbuns. O primeiro, Intervenção Lunar, traz o Vanguart mais próximo de seu centro do que nunca. As sete faixas expressam a intimidade e a doçura que se anunciavam em seu exitoso projeto Vanguart Acoustic Night. Se no álbum anterior, Beijo Estranho (2017), o grupo apostava em orquestrações épicas e uma camada imensa de instrumentos, o novo trabalho tem o papel de trazer o ouvinte para perto de si de maneira inédita. Como sempre, há composições de Helio Flanders e Reginaldo Lincoln, e dessa vez uma canção 100% autoral de Fernanda Kostchak, que não só compôs como canta em Lá Está. Intervenção Lunar foi produzido por Fabio Pinczowski em parceria com a banda. Além dos integrantes Helio Flanders (voz, violão, trompete, piano e gaita), Reginaldo Lincoln (voz, violão de 12 cordas, baixo, guitarra, bandolim, órgão e percussão) e Fernanda Kostchak (voz e violino) participam do álbum Kezo Nogueira (bateria, percussão), Pedro Pelotas (órgão, piano), João de Pierro, que tocou as violas em Suas Coisas Favoritas, e Felipe Ventura, que fez arranjos de cordas e tocou violino e viola em Canção Para o Sol. Faixa a Faixa de Intervenção Lunar Vamos Viver Reginaldo: A canção nasceu no auge da pandemia, um sentimento devastador de perda e luto estavam muito presentes. Quando surgiu chamava-se “não vou te esquecer”. Falava sobre essas perdas. A melodia do refrão apareceu no violão e ficou grudada em mim. Depois veio a ideia do encontro repentino que muda a sua vida para sempre, das pessoas que não vamos esquecer e às vezes nem sabemos explicar o porquê da aproximação ou o porquê de tanto amor. Quando eu e Helio embarcamos na canção juntos, ela se mostrou ser muito mais sobre quem está aqui do que sobre quem partiu, daí “vamos viver” aconteceu de fato. Helio: Queríamos um clima Traveling Wilburys, com todo mundo tocando livremente, e assim foi: três violões na sala de gravação, todos tocando ao mesmo tempo, como uma grande banda Intervenção Lunar Helio: Quando Reginaldo me mostrou essa música, me emocionei muito porque ela trazia coisas que eram teoricamente vagas, mas que me transportavam para imagens muito íntimas, e acredito que esse é o poder de uma grande canção: te entregar o roteiro pra você imaginar a cena. E assim foi. O sentimento de esperar uma intervenção lunar, no coração, seja onde for, é o que sempre me deu esperanças em momentos difíceis e espero que possa trazer essa força pra todos nós na vida pós-pandemia. Reginaldo: O Helio disse tudo, são imagens. O espírito viajando para lugares de imensa luz. A intervenção lunar é uma coisa linda, um lugar perfeito, um voo de paz, onde os olhos brilham e você se encosta para experienciar. A gravação dessa música foi especial pois mesmo tendo os instrumentos básicos da nossa discografia (bateria, baixo, violão, bandolim e violino), sinto que ela traz uma novidade nessa sonoridade. Conseguimos explorar esse lado da canção também. Canção Para o Sol Helio: Escrevi essa música imaginando uma espécie de “rendição”, como se o narrador dissesse: “eu me rendo, cansei de fugir do amor”. Eu me entreguei muitas vezes a sentimentos na vida, mas em outras fugi também, e foi uma forma de incentivar as pessoas a se lançarem à sorte. Reginaldo: Uma canção super simples que a gente gravou com toda essa simplicidade e a junção resultou em algo surpreendente. Quando entraram as cordas do Felipe tudo ganhou muita força, é uma canção que conversa com você enquanto você a ouve. Sente Helio: Sente é a música mais antiga do álbum e a única não-inédita. Foi gravada no fim de 2019 e meio confirmou a nossa suspeita que o Fabio Pinczowski deveria produzir o disco conosco. É certamente uma das minhas canções favoritas de todo o catálogo do Vanguart. Suas Coisas Favoritas Reginaldo: Uma ode à Olivia, minha filha, à vida e a exploração do nosso interior. Uma canção para se aventurar. Escrevi em uma manhã, a mesa do café posta e não tinha espaço para pisar no chão, todas as coisas dela espalhadas pela sala, uma bagunça só e ela cantando sem parar, perguntando onde estava o lápis, cadê a boneca??? Aí eu me teletransportei e a imaginei descendo o rio em uma canoa. As árvores e os bichos eram os brinquedos espalhados pela sala, um paralelo entre cidade e natureza. Todas as suas coisas favoritas estavam por perto. A melodia e os versos vieram de uma vez enquanto ela brincava. Helio: Junto com “Homem-deus”, do nosso álbum anterior, faz parte do nosso mundo de canções de realismo fantástico. Lá Está Fernanda: Quando comecei a escrever “Lá está”, eu nem sabia direito que uma música sairia dali. Eu tinha uma melodia que foi me acompanhando por dias até que ela começou a manifestar palavras e virou uma história. A atmosfera da música com certeza veio da vontade de fazer algo assim no palco. Desde que comecei a cantar devagarinho nos shows me senti muito, mas muito acolhida pelo nosso público então essa canção veio pra ter mais um momento de “olho no olho” com os fãs, que é o que eu mais amo na vida. Reginaldo: A Fer compôs a canção de uma maneira muito interessante, sem instrumentos harmônicos, a letra e a melodia apenas e a gente concebeu a parte instrumental. Foi um processo novo entre nós, funcionou de primeira. O Fabio Pinczowski tomou as rédeas da canção na hora de gravar e a trouxe para o mundo do Vanguart nos timbres, percussões e vocalizações dos discos que a gente ama ouvir. Helio: Além de achar a canção muito boa e que a Fernanda está cantando lindamente, é muito bom tê-la se juntando a nós como compositora neste álbum e só reafirma o seu tamanho gigante como artista. Vento do Metrô Helio: “O Vento do Metrô” entra no hall de canções espirituais,

Trilha sonora de The Nowhere Inn, por St. Vincent, está entre nós

A trilha sonora que acompanha o filme The Nowhere Inn, que chega hoje às plataformas digitais, traz três canções originais de St. Vincent: Nowhere Inn, Palm Desert e Wave. Em resumo, o longa é um thriller psicológico com comédia americano de 2020, dirigido por Bill Benz, que se desenvolve a partir de um roteiro de Annie Clark e Carrie Brownstein. Aliás, o filme, que é estrelado por Annie Clark, Carrie Brownstein e Dakota Johnson, teve sua estreia mundial no Festival de Cinema de Sundance, em 25 de janeiro de 2020. O lançamento também chega hoje aos cinemas, pela IFC Films.

Behemoth invade igreja na Polônia e libera prévia de In Absentia Dei

O Behemoth tacou fogo no mundo ao tomar uma igreja na zona rural da Polônia para fazer uma live no meio de um lockdown na pandemia. Após quase um ano deste show, In Absentia Dei retorna em formatos exclusivos para faz para reviver o perigo e o drama que tomou conta do mundo naquela fatídica noite de 2020. O álbum ao vivo estará nas prateleiras em 17 de dezembro. Nergal comentou sobre a nova produção. “In Absentia Dei foi um desafio absurdo em que assumimos riscos, mas foi um sucesso artístico e comercial imenso. A resposta foi absolutamente brilhante – demos uma resposta com esta performance e colocamos a barra lá em cima. Espero que continuemos nos superando e elevando esta barra nos próximo projetos que virão”. Para começar com os trabalhos, o Behemoth liberou um videoclipe para a faixa de abertura do álbum, Evoe. In Absentia Dei será disponibilizado como álbum digital, digibook e também versão em LP com três discos em diversas cores. Todas as versões da Nuclear Blast com LP triplo conterão um booklet de 20 páginas com um recorte da igreja para montar onde Behemoth fez a apresentação. O evento prometeu ser um novo padrão para eventos online que é o que o Behemoth queria fazer desde começo. Produzido por Grupa 13, In Absentia Dei foi um show em quatro partes com uma produção teatral altíssima e com chamas infernais emanando de todas as partes do templo sagrado. O Behemoth lançou seu mais recente álbum, I Loved You At Your Darkest, em 2018, com retorno muito positivo da imprensa e de público. I Loved You At Your Darkest marcou um ponto histórico para banda não sendo apenas o álbum mais bem sucedido como também uma obra de arte audiovisual.

Sabaton divulga lyric video de Steel Commanders

Após anunciar sua colaboração com o World of Tanks, o Sabaton lançou o videoclipe para a faixa Steel Commanders. Sendo os primeiros a ter em um clipe momentos de guerra épica com visuais em programação hiperrealísticos juntamente com sua convidada especial Tina Guo, o videoclipe foi visualizado mais de 3,6 milhões de vezes nas primeiras três semanas de seu lançamento. Após oferecer aos fãs a chance de ver a banda como integrantes da equipe do tanque Strv K, o primeiro tanque Premium Tier IX de World of Tanks, Sabaton atendeu aos chamados de fãs que pediram para que a música estivesse disponível em todas as plataformas de streaming! Hoje, a banda sueca também desvenda um lyric vídeo inspirado nas ilustrações que foram usadas para a produção do clipe para a música: World of Tanks é o primeiro jogo em time baseado em cooperação entre jogadores dedicada aos veículos de guerra. Jogue-se em batalhas épicas entre tanques da segunda guerra mundial entre jogadores do Mundo todo. Seu arsenal é composto por 600 veículos armados de 11 nações, detalhadas com muito carinho e semelhança histórica. Site oficial.