Cigana retoma nostálgico com EP Tudo Que Há de Novo

Desconstruir para se reconstruir. Essa foi a jornada da banda Cigana em seu novo EP, Tudo Que Há de Novo, que chegou nesta sexta-feira (9) às plataformas de streaming. As reflexões que aparecem nas composições – imersas em temas como o passar do tempo, a nostalgia e a existência humana -, se desdobram em nova sonoridade. Em resumo, a criação livre totalmente à distância deu lugar a canções guiadas por sensações. Sai o peso das guitarras, entra a sutileza dos beats. O som intenso construído no primeiro disco da Cigana, Todos os Nós, veio de jams, ensaios, criações coletivas sobre improvisos em grupo que resultaram em um som entre a música brasileira e a psicodelia. Agora, no entanto, com a banda totalmente dispersa e trabalhando individualmente de suas casas, foi uma oportunidade de buscar novos elementos sonoros com a ajuda do produtor FLOWERZ. “Nós produzimos esse trabalho de uma maneira totalmente diferente do que em nosso álbum Todos os Nós – enxergamos as músicas como beats, não nos limitamos ao formato clássico de banda para compor os arranjos das músicas e isso acrescentou muito. Prestamos mais atenção para grooves e construção de camadas”, reflete Matheus Pinheiro. Além dele, Cigana é formada por Caique Redondano, Pedro Baptistella, Victoria Groppo e Felipe Santos. O EP Tudo Que Há de Novo vem para somar à discografia da Cigana. Anteriormente, o grupo lançou o álbum Todos os Nós e os EPs Sinestesia (2014) e A Torre (2015). Ademais, divulgaram o single Natureza, pela Laboratório Fantasma dentro do projeto Original’s Studio.
Ouça Shot In The Dark, a primeira prévia do novo álbum do AC/DC

No dia 13 de novembro de 2020, o AC/DC lançará seu décimo sétimo álbum, Power Up. A primeira prévia do disco, que já está em pré-venda, foi divulgada nesta quarta-feira (7). O single escolhido é Shot In The Dark, que mantém a energia vibrante dos australianos. A música traz o line up formado por Angus Young (guitarrista), Brian Johnson (vocalista), Cliff Williams (baixista), Phil Rudd (baterista) e Stevie Young (guitarrista), aquecendo todas as turbinas mais uma vez. Para este álbum, a banda se reuniu com o produtor Brendan O’Brien, que dirigiu Black Ice, de 2008, e Rock Or Bust, de 2014. Carregados de energia até a próxima década, o AC/DC editou 12 faixas novas para o álbum. Power Up é o primeiro álbum do AC/DC desde a morte do guitarrista e um dos fundadores da banda, Malcolm Young, em 2017. Young já estava afastado da banda desde 2014, em função do seu sofrimento com a demência. Nos últimos anos de vida, ele permaneceu completamente recluso. Angus já adiantou que todas as faixas de Power Up estão creditadas ao irmão. “Acho que ele ficaria orgulhoso do trabalho que fizemos por ele. Até o título que damos, Power Up, o resume muito bem também. Quando ele colocou aquele violão, ele era um grande violão. Colocando desta forma: quando ele tocava violão, parecia que havia duas pessoas tocando”, declarou ao USA Today. Shot In The Dark e a volta de Brian Johnson O novo álbum também marca o reencontro de Brian Johnson com os companheiros. Em 8 de março de 2016, ele foi afastado do AC/DC após laudos médicos comprovarem que ele poderia perder totalmente a audição se prosseguisse com as turnês. Imediatamente, o AC/DC surpreendeu o mundo ao convocar Axl Rose para assumir o vocal de forma temporária. “Os membros da banda gostariam de agradecer Brian Johnson por sua contribuição e dedicação à banda ao longo desses anos. Desejamos a ele tudo de melhor com seus problemas auditivos e projetos futuros. Queremos que esta turnê termine como começou, entendemos, respeitamos e apoiamos a decisão de Brian de interromper a turnê e salvar a sua audição. Estamos dedicados a cumprir o resto de nossos compromissos de turnê para todos que nos apoiaram ao longo dos anos, e somos afortunados que Axl Rose gentilmente ofereceu seu apoio para nos ajudar a cumprir esse compromisso”, declarou a banda à época. Mas os problemas ficaram pra trás. Em entrevista para o Loudwire, Brian Johnson comentou o retorno ao AC/DC. “Quem teria pensado? Mas aqui estamos e muito orgulhosos disso. Três anos atrás, poderia não ter sido possível. Mas o vínculo na banda é tão forte que, alguns podem dizer que é inevitável, mas o fato é que estamos muito feliz por estarmos aqui agora”. Faixas do Power Up RealizeRejectionShot In The DarkThrough The Mists Of TimeKick You When You’re DownWitch’s SpellDemon FireWild ReputationNo Man’s LandSystems DownMoney ShotCode Red
Filme sobre Plebe Rude vence prêmio no 5º Santos Film Fest

Após oito dias intensos e repercussão Brasil afora, o 5º Santos Film Fest – Festival Internacional de Cinema de Santos chegou ao fim na noite desta terça-feira (6). Foram 67 produções exibidas, oito atividades formativas, além dos bate-papos diários, todas as manhãs, com os cineastas responsáveis pelos filmes das mostras competitivas. Os homenageados desta edição foram o ator Paulo Betti, a atriz e diretora Julia Katharine e o cineasta Sergio Rezende. O diretor do festival André Azenha e o professor Eduardo Rubi Cavalcanti (da Unisantos e membro do júri da mostra regional) anunciaram os premiados de 14 categorias em live transmitida no Facebook e no Youtube do evento. Todos os troféus levam o nome de Toninho Campos, do Cine Roxy, figura fundamental na propagação do cinema e do audiovisual na região. O filme A Plebe é Rude, de Hiro Ishikawa e Diego da Costa, recebeu o troféu Toninho Campos do voto popular na mostra Hoje é Dia de Rock, Bebê. A votação ocorreu no site Blog n’ Roll. O longa concorreu com outros dois filmes: A Canção do Tempo (Argentina, El Canto Del Tiempo, longa, documentário, de Mana García), e Os Caubóis do Apocalipse (SP, longa, comédia, também de Diego. O cineasta ainda recebeu o troféu humanitário pelo filme Selvagem, ficção que aborda as manifestações estudantis de 2015. No fim dos anos 1970, amigos brasilienses conhecem o movimento punk e resolvem montar suas próprias bandas. O que se iniciou como uma fuga para combater o tédio deu origem ao Plebe Rude. O grande premiado desta edição foi “Nossa Bandeira Jamais Será Vermelha” (SP), que levou os prêmios do júri de melhor longa-metragem e melhor diretor (para Pablo Lopes Guelli). O filme aborda em tom crítico as fake News e o atual governo federal. Voto popular Pelo voto popular, o melhor longa-metragem escolhido foi O Samba é Primo do Jazz (RJ), de Angela Zoé, documentário sobre a vida e obra da cantora Alcione. Angela já havia vencido o prêmio de melhor longa do júri em 2018 por Henfil, documentário biográfico do famoso cartunista. Na mostra nacional/internacional de curtas-metragens os prêmios foram para Sofia (Portugal, de Filipe Ruffato e Gonçalo Viana), prêmio de melhor curta pelo júri, melhor direção pelo júri para Marília Nogueira (Angela), da mineira Marilia Nogueira, e o voto popular de melhor curta ficou com Um Dia Frio (PR, animação/drama, de Victor Percy). Dentro da Mostra Regional, o Instituto Querô destacou-se com cinco dos seis filmes selecionados e leva a principal categoria, de melhor filme Baixada Santista pelo júri: Vila dos Pescadores (Santos, documentário, de Cintia Neli da Silva Inacio e Geovanne Rafael V. da Silva). O prêmio de melhor direção Baixada Santista foi para Thomas Aguina, por Projeção (Praia Grande). Já o voto popular de melhor filme regional ficou com Blandina (Santos, drama, de Arthur Micheloto). “É fundamental defendermos espaços públicos e sociais que tenham visão independente e sejam capazes de promover inclusão pela cultura. Com este resultado percebemos que o principal espaço para aprender cinema na região é uma ONG”, ressalta o diretor do SFF, André Azenha. “Estamos orgulhosos com a repercussão desta edição, que chegou a ter filmes vistos nos Estados Unidos, China, países da América do Sul e da Europa”, destaca a diretora do evento Paula Azenha. “O Santos Film Fest arrasou. Nunca tive tanto retorno sobre os meus filmes como nesta semana do festival”, celebra o diretor Diego da Costa, premiado duas vezes por “A Plebe é Rude” e “Selvagem” e que ainda participou da Mostra Rock com “Os Caubóis do Apocalipse”. Lista completa de premiados: – Longa-Metragem – Júri – “Nossa Bandeira Jamais Será Vermelha” (SP), de Pablo Lopes Guelli – Curta-Metragem – Júri – “Sofia” (Portugal), de Filipe Ruffato e Gonçalo Viana – Direção de Longa-Metragem – Júri – Pablo Lopes Guelli – Direção de Curta-Metragem – Júri – Marília Nogueira (“Angela”) – Curta-Metragem – Voto Popular – “Um Dia Frio” (PR, animação/drama, de Victor Percy – Longa-Metragem – Voto Popular – “O Samba é Primo do Jazz” (RJ), de Angela Zoé – Filme Baixada Santista – Júri – “Vila dos Pescadores” (Santos), Cintia Neli da Silva Inacio e Geovanne Rafael V. da Silva – Direção Baixada Santista – Júri – Thomas Aguina (“Projeção”, Praia Grande) – Filme Baixada Santista – Voto Popular – “Blandina” – Santos, drama, de Arthur Micheloto – Menção Honrosa Filme de Caráter Humanitário – “Selvagem”, SP, de Diego da Costa – Menção Honrosa Filme de Caráter Humanitário – Voto Popular – “Tranças”, BA, de Livia Sampaio – Filmes de Rock (voto popular do Blog n’ Roll) – “A Plebe é Rude”, de Hiro Ishikawa e Diego da Costa – Menção Honrosa Melhor Filme Estrangeiro – “A Canção do Tempo” (Argentina, El Canto Del Tiempo, longa, documentário, de Mana García) – Menção Honrosa Melhor Filme Estrangeiro – Voto Popular – “Sofia” (Portugal), de Filipe Ruffato e Gonçalo Viana
Vídeos: Pappa Jack, Taboo, Adriana Calcanhotto, Mahmundi, El Paco e ZéVitor

Pappa Jack – Renascer A intensidade da faixa de abertura do EP O Mundo Inteiro em Uma Noite, da banda carioca Pappa Jack, ganhou novos contornos em forma de clipe. O quarteto transforma Renascer, uma canção sobre quedas e recomeços, em uma performance visceral. Um chamado a não se deixar abater pelas circunstâncias adversas, Renascer traz uma importante mensagem de resiliência em tempos de crise – em sintonia com um contexto de incertezas que o mundo vive atualmente. Mahmundi – Nós de Fronte, Nova TV e Sem Medo A cantora, compositora e produtora Mahmundi disponibilizou em seu canal no YouTube os vídeos de Nós de Fronte, Nova TV e Sem Medo. Os vídeos fazem parte da inusitada e graciosa versão de seu mais recente trabalho, Mundo Novo. Gravado em sua casa, em São Paulo, Mahmundi reinterpreta todas as canções do álbum. Adriana Calcanhotto – Futuros Amantes O álbum Margem, lançado em 2018 por Adriana Calcanhotto, encerrou a chamada trilogia do mar da artista. Portanto, nada mais honesto que terminar um ciclo com um álbum ao vivo. O registro audiovisual do espetáculo, intitulado Margem, finda a viagem, traz canções dos outros dois álbuns, Maritmo (1998) e Maré (2008), além de novas interpretações exclusivas, como a deste primeiro single, Futuros Amantes, canção de Chico Buarque (1993). Futuros Amantes e a canção irmã Os ilhéus se encontram no palco, em Margem, e em sequência. “É dos momentos mais fortes do show, para mim, no sentido do quanto uma canção pode exigir de nós em termos da nossa capacidade de rendição à beleza. Será que um dia Copacabana será a nova Atlântida? Chico Buarque e Antonio Cicero é quem sabem”, afirma a cantora. Taboo – Meia-vida Enquanto revela canções que integrarão seu primeiro disco de estúdio, a banda Taboo convida a refletir sobre a vulnerabilidade social e a cegueira opcional de muitos diante da miséria alheia. Em Meia-vida, seu novo clipe e single, o grupo mineiro propõe um diálogo entre privilegiado e sem-privilégios sobre o que nos torna iguais e, ao mesmo tempo, tão diferentes. El Paco – Chumbo O ponto central é que a mensagem seja mais forte que o mensageiro. Em seu primeiro lançamento, Chumbo, El Paco apresenta uma música com estética diferenciada, com elementos do trap e letra melódica. Sem esconder a inspiração no seriado Dark, o ambiente da música transporta o ouvinte para um ambiente sombrio. “A música surgiu literalmente de um sonho, toda poesia da letra é construída com o pesar desse sonho ter acabado, do momento que despertei. Aí acabamos traduzindo isso em uma linguagem dentro do clipe que mostra esse percurso até o despertar”, conta El Paco. ZéVitor – Bagunça e Baderna O cantor e compositor ZéVitor lançou nas plataformas digitais o single Bagunça e Baderna, que chegou acompanhado de clipe animado criado por Lucas Paixão. Bagunça e Baderna é a quinta faixa do novo álbum de ZéVitor, Ressignificar, que será lançado em 27 de outubro. O disco conta com as colaborações de Kamaitachi (Bruxa) e Konai (Castelo de Areia) e um dueto com Fagner (Versos Ardentes).
Jequitibás, a grata surpresa psicodélica e garageira de São Paulo

Logos nos primeiros riffs da faixa de abertura, Metamorfose, já dá para perceber a potência sonora e a química da Jequitibás, de São Paulo. A banda desponta como um reforço promissor para o novo rock brasileiro. Quando conhecemos a história de Zé Gonçalves Filho (guitarra e vocal), Guto Gonzalez (bateria e vocal) e Sóstenes Matusalem (baixo) fica claro que há muito tempo eles estão se preparando para este momento. Os três integrantes já tocavam juntos na banda UDJC, mas o destino fez que aquele grupo se desfizesse e que das cinzas os remanescentes formassem a Jequitibás. Para gravar o álbum de estreia, se isolaram no estúdio Canto da Coruja, em Piracaia, no interior de São Paulo. Ao lado do produtor Ricardo Prado, registaram em menos de uma semana as sete músicas que compõem o repertório. É sempre uma tarefa árdua definir o som de uma banda e com a Jequitibás não é diferente. Basta perguntar aos próprios integrantes e as respostas virão de rock psicodélico a rock’n’roll ácido, de grunge a classic rock, e por aí vai. Tire suas conclusões e aprecie a estreia dessa ótima banda. Surpresa mais que agradável!
The Kills reúne raridades em Little Bastards, que chega em dezembro

O The Kills compilou uma série extraordinária de lados B e raridades no álbum Little Bastards, que será lançado em 11 de dezembro. As canções variam dos primeiros singles de 7 “da banda entre 2002 e 2009. Todo o material foi remasterizado para ser lançado em LP duplo, CD e digital. A compilação inclui uma demo nunca antes lançada de Raise Me, da era Midnight Boom (2008-2009). Alison Mosshart e Jamie Hince produziram e dirigiram um vídeo para essa música. O título do álbum é um comentário irônico sobre o destino negligente dessas gravações: em muitos casos nascidos no momento para preencher as faixas bônus em singles em CD, eles esmaeceram junto com o formato de lançamento exigido para sua criação. Além disso, Little Bastard foi o apelido carinhoso que o The Kills deu à bateria eletrônica que permitiu sua existência como uma banda de dois integrantes.
Com músicos do Muse, Jet e Blur, The Jaded Hearts Club debuta com sons da Motown

O supergrupo The Jaded Hearts Club, enfim, lançou o seu debute. Após uma longa expectativa por um disco cheio, You’ve Always Been Here já está disponível nas principais plataformas de streaming. São 11 releituras de alto nível de artistas clássicos da Motown, com destaque para I Put A Spell On You, Love’s Gone Bad, Reach Out I’ll Be There e Nobody But Me. Nem todas funcionam de forma tão especial, mas o registro cumpre bem sua função. The Jaded Hearts Club inclui em sua linha de frente: Miles Kane (The Last Shadow Puppets) e Nic Cester (Jet), os guitarristas Graham Coxon (Blur) e Jamie Davis, além de Matt Bellamy (Muse) no baixo e o baterista Sean Payne (The Zutons). O curioso é a forma como esse supergrupo surgiu. Amigo de Coxon, Davis queria montar uma banda de covers do Beatles para o seu aniversário. Então decidiu convidar músicos britânicos que estavam morando em Los Angeles para o acompanhar. Logo no segundo show da carreira, em janeiro de 2018, The Jaded Hearts Club foi a trilha do desfile de moda de Stella McCartney. Na plateia, Quincy Jones, Katy Perry, James Corden e Ringo Starr aguardavam ansiosamente. E se isso não fosse o bastante, Paul McCartney subiu ao palco e conduziu a banda em I Saw Her Standing There e Helter Skelter. A partir desse momento mágico na vida de todos os integrantes, o The Jaded Hearts Club virou uma realidade. Tocou em vários festivais, eventos beneficentes e expandiu o repertório para outros clássicos do rock britânico dos anos 1960. “Nós simplesmente amamos a história de como o norte da Inglaterra se apaixonou pela música soul americana, mesmo depois que ela parou de ter sucessos e de usar essa música como trilha sonora para uma boa noitada”, comenta Davis. Ouça álbum
McFly dá amostra reflexiva de novo álbum; Ouça Tonight Is The Night

Depois do sucesso do aclamado single Happiness, o McFly dá aos fãs outra amostra do próximo álbum com o lançamento de Tonight Is The Night, já disponível em todas as plataformas digitais. Ademais, a canção também ganhou um videoclipe. Tonight Is The Night é uma faixa mais melancólica e reflexiva. Após se apresentar no Britain’s Got Talent no horário nobre da ITV, o grupo está recebendo um apoio incrível da TV inglesa e norte-americana. Também está confirmado um ITV1 Prime time Mcfly Special, no dia 14 de novembro – um dia depois do lançamento do álbum.
Singles: Mama Feet, Marcelo Falcão, Caramelows, Noise Under Control e Amsterdan

Caramelows – Pote de Cores Um grupo paulista, uma cantora de Moçambique, uma homenagem ao pagode baiano e uma gravação em Lisboa. Foi a partir dessas conexões que surgiu Pote de Cores, novo single dos Caramelows que conta com a participação da cantora Selma Uamusse. A faixa ganhou também um vídeo igualmente colorido. Para dar vida à ideia da música, Caramelows trabalha novamente com a artista Laura do Lago, que assinou também seu recente clipe para Siente el Calor, mais uma colaboração internacional – com a rapper espanhola Indee. Marcelo Falcão e Cynthia Luz – Sexta-Feira Depois de lançar o primeiro álbum solo, Viver, em fevereiro de 2019, e estrear o show da turnê homônima em agosto do mesmo ano, excursionando por todo o Brasil, Marcelo Falcão divulgou o segundo single de 2020, com grandes expoentes da nova geração do rap. Após perceber, nas próprias redes sociais, a renovação do público com o resultado de streamings, Marcelo Falcão procurou pessoas que mais se reverenciavam a obra dele e fez o convite. Assim, surgiram o single com Felipe Ret, Louco para Voltar, lançado em julho passado, e agora é a vez de Cynthia Luz, com Sexta-Feira. Mama Feet – Unfinished Business O Mama Feet continua a todo vapor. Unfinished Business é o terceiro single do próximo disco da banda carioca, mas o primeiro completamente produzido durante a pandemia. Mais uma vez o grupo trouxe ousadia no clipe, que foi produzido pelo baixista da banda, Tynho. A temática karaokê nasceu da saudade que os integrantes sentem do bar preferido deles, da vontade gigante de ligar pros amigos e dizer “bora na Marlene hoje!”. O bar da Marlene é o Nevada Bar, na Tijuca, no Rio de Janeiro). Amsterdan – Gafanhotos O turbilhão de sensações diante do que acontece no mundo enquanto vivemos isolados em nós mesmos é o ponto de partida para Gafanhotos, single inédito da banda carioca Amsterdan e que ganha também um clipe. O vídeo traz uma visão intimista sobre o quanto o mundo externo impacta a saúde mental e reflete sobre os acontecimentos dos últimos seis meses dentro de uma perspectiva pessoal. Noise Under Control – A Fuga Trazendo a luta para superar o bullying, a banda carioca Noise Under Control faz do grito dos excluídos uma mistura de fúria e pressão no single A Fuga. Destaque da cena de rock do Rio de Janeiro, Noise Under Control antecipa seu disco Caixa dos Esquecidos com este single. Em resumo, narra uma série de violências físicas e psicológicas embaladas por imagens do que tornou um destaque da banda: sua apresentação ao vivo.