Tori Amos canta sobre perdas e como lidar com elas; Ouça o álbum Ocean to Ocean

A cantora, compositora e pianista norte-americana Tori Amos lançou seu novo álbum, Ocean to Ocean, na última sexta-feira (31),em todas as plataformas digitais. Tori Amos nunca iria gostar de um bloqueio. Ela toca ao vivo desde os 13 anos. Ela divide sua vida entre a Cornuália, na Europa, a Flórida, nos EUA, e a estrada. Suas canções são escritas com o ato de viajar e observar. Seu último álbum de estúdio, Native Invader, de 2017, reuniu quatro vertentes impossivelmente díspares – uma viagem pelo Tennessee, histórias inspiradas em seus ancestrais, a ascensão de Donald Trump e a perda lenta de sua mãe devido a um derrame – com uma energia e coesão que fez sua pele arrepiar. Mas sem música ao vivo, viagens e muito mais para observar, Amos teve uma pandemia difícil. Escondida na Cornuália, ela atingiu um local de crise pessoal familiar para qualquer um que sofreu durante o terceiro bloqueio no Reino Unido – aquele no inverno, que pareceu durar para sempre. Contra todas as probabilidades, essa crise resultou em Ocean to Ocean, o trabalho mais pessoal de Amos em anos – um álbum repleto de calor e conexão, com raízes profundas em suas primeiras composições. Ela desceu a um estado emocional mais baixo do que há muito tempo – mas as profundezas se tornaram criativas, forçando um retorno ao tipo de introspecção que ela reconheceu em seu álbum de estreia, Little Earthquakes. Tori Amos canta sobre perdas “Este é um registro sobre suas perdas e como você lida com elas. Felizmente, quando você vive o suficiente, pode reconhecer que não está se sentindo a mãe que deseja ser, a esposa que deseja ser, a artista que deseja ser. Percebi que para mudar isso você tem que escrever do lugar onde está. Eu estava no meu próprio inferno particular, então disse a mim mesma, então é de onde você escreve – você já fez isso antes…”, diz Tori. Escrito entre março e o verão deste ano, Ocean to Ocean é uma história universal de como ir ao fundo do poço e se renovar novamente. Na Cornuália, Tori estava cercada por aqueles que amava – seu marido Mark, a filha adulta Tash e seu namorado. Para um disco escrito dentro de um ambiente limitado, duas coisas são notáveis - sua rica variação estilística, do tango ao romance da tela cinematográfica e o grande coração das canções, que correm quase como uma série de cartas de amor para familiares presentes e ausentes. É, em certo sentido, seu registro mais pessoal: a obra de arte diz tudo, com Amos filmada nos penhascos e nas cavernas na costa sudoeste do condado. “Se você processou coisas problemáticas viajando, isso foi retirado da mesa. Meu padrão tem sido pular em um avião e ir para os Estados Unidos. Eu viajaria apenas para ter novas experiências. Tive que encontrar uma cadeira e ‘viajar’ como fazia quando tinha cinco anos – na minha cabeça”, diz a cantora. Deslocamento emocional Uma sensação de deslocamento, tanto geográfico quanto emocional, está presente na faixa-título, cujo drama se passa nas costas do Reino Unido e dos Estados Unidos. É uma canção de parentesco e amor, sobre nos apegarmos uns aos outros em tempos destrutivos com uma urgência melancólica que ouvimos no trabalho de Amos desde o início. “Eu me comprometi a tentar olhar as coisas de uma forma que me levasse ao empoderamento”, diz Tori. “Mas o que é poder? Às vezes, você ainda não está pronto para se levantar – você deve começar sentando-se no chão. Todos nós tivemos momentos que podem nos derrubar. Este registro fica com você onde você está, especialmente se você estiver em um lugar de perda. Fico fascinado quando alguém passou por uma tragédia e como eles lidam com sua dor. É aí que está o ouro. Quando alguém está realmente naquele lugar, pensando ‘terminei’, como você alcança essa pessoa? Não se trata de um comprimido ou uma dose dupla de tequila. É sobre sentarmos juntos na lama. Eu vou te encontrar na lama”, diz Tori. Tori Amos fará uma turnê pelo Reino Unido no início de 2022. A turnê começa em 11 de março, com duas noites no prestigioso London Palladium, seguida pela O2 Academy de Glasgow, no dia 14, e pela O2 Apollo de Manchester, no dia 15. Para mais informações e ingressos, visite o site oficial da cantora.
Kylie Minogue recruta Jessie Ware para álbum de duetos

A icônica Kylie Minogue revelou a próxima colaboração do álbum Disco: Guest List Edition. A faixa escolhida é Kiss Of Life, estrelada por Jessie Ware, sensação do pop britânico. A canção foi escrita junto de Jessie e em parceria com os talentosos e excepcionais James Ford, Danny Parker e Shungudzo, que contribuíram também para o álbum super aclamado What’s Your Pleasure?, lançado em 2020. O glamour suave de Kiss Of Life irradia por todo o seu groove disco. Uma suntuosa homenagem ao gênero, essa batida brilhante irá te transportar para a pista de dança. Kiss Of Life, já disponível nas plataformas digitais, vem logo depois do lançamento de A Second To Midnight com Years & Years.
Richard Ashcroft e Liam Gallagher cantam C’Mon People juntos

C’Mon People (We’re Making It Now) é a faixa foco do novo álbum de Richard Ashcroft, que conta com a participação de Liam Gallagher. A canção tem sido a favorita de ambos os artistas desde que Richard a tocou pela primeira vez para Liam em um piano em Mallorca, na Espanha, em 1998. Richard Ashcroft chamou a atenção pela primeira vez com The Verve, que lançou um dos maiores álbuns da época, o Urban Hymns, bem como teve uma sucessão de hinos que permanecem em seus shows até hoje, incluindo The Drugs Don ‘t Work, Bitter Sweet Symphony, Lucky Man e Sonnet. Aliás, seu novo álbum, já disponível nas plataformas digitais, foi produzido pelo próprio Richard com a colaboração de Chris Potter, foi gravado com a sua banda de apoio além de ter contribuições de convidados especiais. Wil Malone fornece os arranjos de cordas, que foram gravados no Abbey Road Studios.
Elvis Costello & The Imposters anunciam álbum novo e liberam single

Elvis Costello & The Imposters anunciaram o lançamento de seu novo álbum, The Boy Named If, previsto para o dia 14 de janeiro de 2022. Aliás, o cantor também liberou o primeiro single do projeto, Magnificent Hurt. “IF é um apelido para seu amigo imaginário; seu ‘eu secreto’, aquele que sabe tudo que você nega, aquele que você culpa pelas louças quebradas e pelos corações partidos, até mesmo o seu. Em breve, todos vocês poderão ouvir mais sobre esse ‘menino’”, diz Costello. De acordo com ele, as 13 músicas do novo disco “nos levam dos últimos dias de uma infância confusa até aquele momento mortificante quando dizem para você parar de agir como uma criança – o que para a maioria dos homens (e talvez algumas garotas também) pode ser a qualquer momento nos próximos 50 anos”. Anteriormente, em setembro, Costello lançou uma versão totalmente em espanhol de seu disco de 1978, This Year´s Model, que conta com as colaborações de Luis Fonsi, Jaunes, Jorge Drexler, Francisca Valenzuela, Fuego, Draco Rosa e Fito Páez, entre outros artistas. Por fim, não deixe de curtir o som novo abaixo.
Imagine Dragons convida J.I.D. para um passeio em League of Legends

A banda norte-americana Imagine Dragons lançou a faixa Enemy, com a participação do rapper J.I.D. A música fala sobre a convivência com o conflito – tanto interno quanto externo – com o vocalista do Imagine Dragons, Dan Reynolds, entregando versos emocionantes de arrepiar o fluxo vocal intenso de J.I.D., sua marca registrada. O single chega acompanhado de um trailer da série de animação Arcane, do game League of Legends, que estreia na Netflix no próximo dia 6 de novembro, mesma data em que é realizada a final do campeonato mundial de League of Legends. “A música é sobre como reconciliar conflitos internos em um mundo onde parece impossível confiar até mesmo em si mesmo”, explica Dan Reynolds. “Em Arcane, a vida de duas irmãs as leva por caminhos diferentes e a uma divisão que ameaça separar uma cidade inteira. Como a série, a música pretende ser tanto pessoal quanto uma crítica de uma sociedade que parece ter a intenção de criar essas separações”. Recentemente, a banda lançou o álbum Mercury: Act 1, que inclui os singles Monday, Wrecked, Follow You, entre outros.
Luiz Caldas passeia por hits nacionais em “Playlist Brasileira 1”

O cantor e compositor baiano Luiz Caldas escolheu revisitar algumas de suas canções favoritas fazendo uma homenagem carinhosa e trazendo seu olhar peculiar para cada obra. Tudo começou no início da quarentena. Sem poder fazer shows, Luiz Caldas teve a ideia de cantar e tocar violão na sua casa e postar nas redes sociais. Daí veio o convite de Rafael Ramos, diretor artístico da gravadora Deck, para registrar as gravações em estúdio. O próprio Luiz Caldas produziu e tocou essas versões intimistas para músicas que fazem parte de seu universo afetivo. “Tudo é baseado no que eu gosto de cantar. Há muita verdade nessas interpretações justamente por isso”, disse ele. Assim sendo, o álbum Playlist Brasileira 1 traz compositores diversos, como Fábio Jr., Cassiano, Ronaldo Bastos, Beto Guedes, Marcos Sabino, João Ricardo, Paulo Diniz e outros. Algumas das canções são do tempo em que o multi-instrumentista tocava em bailes, atividade que exerceu dos 7 aos 16 anos, como A Lua e Eu (Cassiano/ Paulinho Motoka). “Cassiano é um compositor maravilhoso, a música brasileira deve demais a ele. Desde que começou tendo suas canções gravadas por Tim Maia, ele espalha sucessos. E essa música é um clássico, eu sempre tocava nos bailes e quem não estava apaixonado se apaixonava”, relembra Luiz Caldas. Reluz (Marcos Sabino), que fez muito sucesso nos anos 80, também remete a esses tempos. “Quando eu estava gravando meus primeiros discos, essa música era um hit em todo o país. O Marcos Sabino é um artista incrível, uma voz suave. Para mim foi muito legal revivê-la porque ela remete muito ao baile, à pista de dança. Me traz recordações maravilhosas”. Dos anos 70, Luiz Caldas pinçou Sangue Latino (João Ricardo/ Paulinho Mendonça). “Quando essa música foi lançada, deixou todo mundo de boca aberta. A interpretação de Ney e o surgimento do Secos & Molhados abriram a cabeça e a forma de se enxergar um artista no palco, a forma de se vestir, a performance, a voz aguda de Ney. Foi um marco. Acho essa canção belíssima e por isso fiz questão de incluir no disco”. Além dessas, fazem parte do álbum A Força do Amor (Cleberson Horsth/ Ronaldo Bastos), Deslizes (Michael Sullivan/ Paulo Massadas), Caçador de Mim (Luiz Carlos Sá/ Sérgio Magrão), O Que É Que Há? (Fábio Jr./ Sérgio Sá), Pingos de Amor (Paulo Diniz/ Odibar), Sol de Primavera (Beto Guedes/ Ronaldo Bastos), Frisson (Sérgio Natureza/ Tunai), Caminhos de Sol (Herman Torres/ Salgado Magrão) e Espanhola (Flávio Venturini/ Guarabyra). As 12 faixas do álbum, que estreou hoje nos aplicativos de música, são um passeio não só pelos afetos musicais de Luiz Caldas, como também pelas memórias que o público tem dessas canções e pelas lembranças que elas despertam em cada um. Playlist Brasileira 1 é o 137º álbum gravado por Luiz Caldas ao longo dos seus mais de 50 anos de carreira, número este que não para de crescer, uma vez que o cantor e compositor lança, desde 2013, um álbum a cada mês, passeando pelos mais diversos estilos musicais. Um dos lançados no primeiro semestre de 2021, Sambadeiras, rendeu ao artista a indicação ao Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa. O disco é um mergulho no samba de roda do recôncavo baiano, reconhecido pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, e homenageia os artistas da região, em especial o cantor, compositor, violonista e grande conhecedor da cultura popular da Bahia, Roberto Mendes. Todos os álbuns do projeto de lançamentos mensais estão disponíveis para download gratuito no site.
Unstoppable, de James Blunt, ganha vídeo divertido

James Blunt lançou na sexta-feira (29) o divertido vídeo do single Unstoppable. A faixa integra o próximo álbum de grandes sucessos do artista, The Stars Beneath My Feet (2004-2021). Aliás, o álbum sai no dia 19 de novembro pela Atlantic Records. Para o Brasil, a música sai em um momento de grande destaque para o artista, que ganhou espaço nas redes sociais e imprensa depois de publicar um vídeo no TikTok brincando com a faixa nacional Coração Cachorro. Completando 17 anos de uma prolífica carreira, Unstoppable traz James entregando um single fenomenal para a era do pós-Covid. Conduzido por um refrão que sem dúvida vai tomar os estádios em na próxima turnê, vai rapidamente se tornar um dos favoritos dos fãs. “It’s coming, it’s coming!” (“Está chegando!”), grita um homem na abertura do vídeo em que James aparece como um one man band. Como uma cena de um filme B de horror dos anos 50, as pessoas correm para suas vidas, apavoradas por sua música, com James, ainda bem, sem perceber o caos que está causando. Indicativo de sua carreira triunfante, ele logo ganha o mundo e o vídeo, dirigido pelo ilustre roteirista Jamie Thraves, ganha um alegre e comemorativo final. “Be afraid…I am UNSTOPPABLE!”, diz James – e quem somos nós para duvidar? James vai embarcar numa turnê pelo Reino Unido por estádios em 2022 que inclui nove datas. Em resumo, ele vai celebrar as canções de seus 17 anos de carreira que conquistaram mais de 23 milhões de álbuns vendidos. Aliás, isso inclui o esmagador hit You’re Beautiful. Entre essa coleção de sucessos, The Stars Beneath My Feet (2004-2021) vai incluir também quatro novas canções (Love Under Pressure, Unstoppable, Adrenaline e I Came For Love), assim como quatro performances exclusivas ao redor do mundo, incluindo o Glastonbury Festival.
Com várias referências pop e amigo do BBB, Projota retorna com Volta

Projota retornou à cena musical com o primeiro single inédito do ano, Volta, que acaba de ser lançado. Aliás, a faixa foi escolhida para iniciar os trabalhos de seu novo álbum que, ainda este ano, também ganha as todas as plataformas digitais. A nova faixa ainda chega acompanhada de videoclipe. Com muitas referências ao BBB21 e com a participação de seu amigo no programa, Arthur Picoli, o audiovisual mostra e fala sobre como o mundo das redes sociais, inclusive o cancelamento, é refletido ao público e encarado pelos mesmos. “Essa música é como colocar alguns pingos nos ‘is’ sobre tudo o que aconteceu comigo esse ano e colocar o último ‘pingo’, que é o ponto final dessa história”, declara Projota. Volta é uma resposta ao público e aponta sua direção, pois traz à tona uma nova fase da vida do artista depois de ter passado por um reality show e de ter tido uma grande perda familiar, sua avó materna, Lourdes. O cantor, como sempre faz com maestria, pinça suas experiências para compor suas canções. Em Volta, ele deixa explícito algo que antes ele acreditava que não estava tão evidente para as pessoas. “Sinto eu sempre pude abrir diálogos com meus fãs por meio da minha música, sempre expus muitas de minhas fraquezas, mas sinto que isso foi algo que não ficou tão claro. Acho que esse novo trabalho vem pra que eu possa me abrir um pouco mais sobre isso”, pontua o artista. No clipe, dirigido por Rafael Carvalho, do Studio Curva, que tem direção de arte de Arthur Carratu e direção de fotografia de Rui Mendes, Projota passeia por vários cenários, imerso numa realidade fictícia esperando a hora de acordar e escapar desse lugar e se reconectar com o que há de melhor em sua essência. O vídeo traz ainda um punhado de referências muito familiares, seja a inspiração em obras cinematográficas como os filmes O Show de Truman e Matrix e a série Black Mirror, na presença dos “dummies” (personagens do BBB), na cozinha em alusão à xepa, o amigo de confinamento Arthur Picoli e muito mais. “Tanto o clipe como a letra são absolutamente biográficos, bastante claros, retos e literais. Além de muito visceral, Volta contém algumas dores que eu precisava por pra fora, mas também o relato de alguém que passou pelo olho do furacão, mas está bem e segue atrás de seus sonhos”, finaliza o rapper.
Maneva dá nova cara para hits de 1 Kilo e Gaab

O Maneva se prepara para mais uma série de lançamentos. Na última sexta-feira (29), os músicos apresentaram o medley de Deixe-me ir e Tem café, sucessos do selo 1 Kilo e do cantor Gaab, respectivamente. Aliás, a faixa é apenas uma prévia do que os fãs podem esperar de Tudo Vira Reggae2, novo álbum da banda, com lançamento previsto para o início de dezembro deste ano. “A música tem disso. É essa mistura maravilhosa de instrumentos e influências capaz de criar uma nova proposta para o que já é consagrado. Trazer o hit da 1 Kilo com esse fenômeno que é o Gaab é uma das nossas apostas. Escolhemos apresentar uma versão extremamente dançante e com a nossa cara”, explica Tales de Polli, vocalista do Maneva. “Que versão linda! Como fiquei feliz em ouvir Deixe-me ir no reggae. O Maneva trouxe uma atmosfera para a música que traduz exatamente o que ela é. É uma canção de saudade, mas uma lembrança boa, de um tempo bom. Ficou maravilhosa na voz do Tales, nesse arranjo de sopro muito bonito que imprimiu essa fotografia da música, assim como eu a vejo. Eles deram mais cor para ela. Quando você ouve, pensa: era assim a música? Adorei”, disse Rasta, um dos sócios da 1 Kilo. “Que grata surpresa ouvir Tem Café nessa versão única e com a cara de vocês! Me senti honrado e, claro, muito feliz com a lembrança. Ter uma música gravada por mim e eternizada em um álbum do Maneva é motivo de orgulho. É uma baita homenagem! Arrebentaram!”, comemorou Gaab. O novo projeto do Maneva Em resumo, o projeto, com a assinatura da Base 4, GTS e Universal Music, tem a produção musical primorosa de Thiago Stancev. Julio Loureiro dirigiu as imagens captadas na Estância Alto da Serra, em São Paulo. Em um clima intimista, Tudo Vira Reggae nasceu a partir de uma live realizada durante a pandemia, apresentando canções conhecidas do público dentro dos mais diferentes gêneros. Todas elas receberam os arranjos do tradicional som jamaicano. Por fim, o sucesso foi tanto que a transmissão se transformou em álbum, que agora ganha um segundo volume.