Bradley Simpson, do The Vamps, lança single de estreia “Cry At The Moon”

Bradley Simpson lançou seu single de estreia, Cry At The Moon,via Sony Music. A faixa foi coescrita por Bradley, Andrew Wells, Anthony Rossomando e Jordan Asher Cruz, também conhecido como BOOTS. “Cry At The Moon começou em Los Angeles no início do processo de escrita para o álbum com Anthony e Andrew. Eu sabia que queria me inspirar em influências das quais cresci, passamos as primeiras duas horas da sessão ouvindo bandas que amávamos muito, Queens of the Stone Age e Raconteurs. Conforme a melodia do refrão se formava, construíamos em torno disso. Foi exatamente como queria seguir em frente com o som do álbum, e isso abriu o processo de escrita para mim”. Bradley é mais conhecido por seu papel como cantor, compositor e líder da banda britânica The Vamps. Com apenas 28 anos, a transição de Bradley de líder de banda para artista solo é impulsionada por sua coleção de músicas pessoais, sinalizando um novo capítulo emocionante em sua carreira.

Shakira lança álbum Las Mujeres Ya No Lloran, testemunho de resistência e força

A cantora colombiana Shakira lançou o décimo segundo álbum de estúdio, Las Mujeres Ya No Lloran. É o primeiro álbum de Shakira em sete anos e é um testemunho deslumbrante de sua resistência e força, assim como do poder da música para transformar até mesmo as experiências mais difíceis em momentos memoráveis. O álbum conta com 16 faixas, incluindo oito canções novas, um novo remix e sete sucessos anteriores, incluindo Music Sessions Vol. 53 com Bizarrap, TQG com Karol G, Monotonía com Ozuna, Te Felicito com Rauw Alejandro, Copa Vacía com Manuel Turizo e mais. As sete faixas previamente lançadas já acumulam um total combinado de 3,7 bilhões de reproduções no Spotify. Junto com o lançamento do álbum, Shakira divulgou o videoclipe de sua nova e contagiante canção pop Puntería com Cardi B. Dirigido por Hannah Lux Davis, o vídeo também conta com a estrela da série Emily in Paris, Lucien Laviscount, em um papel especial.

Clarissa inicia fase Agridoce com primeira parte do segundo álbum

O ano de 2024 se inicia Agridoce para Clarissa. A cantora começa a apresentar seu segundo álbum, que tem como temática principal a visão dela dos relacionamentos modernos, que possuem esse tom e sabor “agridoce”. A primeira parte chegou com três canções: Agridoce, Botas de Cowboy e Bonita. Para a chegada da segunda parte, Clarissa apresenta o interlúdio 4 da Manhã. Contando com quatro músicas inéditas, a segunda parte será apresentada em breve. O trabalho narra as fases de um amor, do início ao fim, de forma despretensiosa, sensível e inteligente. Ainda seguindo sua veia artística do pop e alternativa, Clarissa promete encantar ainda mais seus fãs trazendo uma face mais madura e inovadora em suas músicas. Agridoce chega após uma intensa reflexão da artista sobre seus próprios questionamentos e ideias, em uma composição que reflete a montagem de um quebra-cabeça, onde cada música concluída ditava o tom e o rumo do projeto. É um disco que não seguiu uma receita ou roteiro, mas foi desenvolvido de maneira orgânica. Todo o processo de produção foi excepcionalmente rápido, o que reflete a natureza caótica e intensa dos métodos criativos da artista e apresenta sonoridades mais alternativas e letras maduras. Na faixa-tema do projeto, Clarissa retrata seu momento atual e traz uma sonoridade complexa que reproduz todas suas crises e questões pessoais. Todas as faixas também ganharam seus respectivos visualizers. Clarissa é uma cantora, compositora e atriz brasileira de 25 anos, natural do Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira autoral em 2021, após sua estreia no mundo da música com o filme musical Ana & Vitória (2018) e já conquistou o público com nada contra (ciúme), single Top 1 no TikTok e Top 100 Brasil em todas as plataformas. Clarissa também tem feats nacionais com Giulia Be, Di Ferrero, Oswaldo Montenegro, entre outros. Em 2023, lançou o seu mais recentetrabalho, o EP tudo, eu, enfim., que conta com cinco faixas autorais e visuais que inauguram a fase blue da artista, com letras biográficas e de extrema sensibilidade.

Superclima82 celebra aniversário com o single O Papo Que Vem Depois

Na última sexta-feira (22), Carlos Rafael Clima e seu projeto Superclima82 fizeram aniversário e para celebrar a data, lançaram o single O Papo Que Vem Depois. A música sugere reflexões sobre a vida, sobre o legado que cada indivíduo deixará para o mundo, além de convidar o público a analisar o uso dos seus dons e talentos. Desde a sua estreia em 2021, Superclima82 tem se mantido ativo, lançando um álbum e mais quatro singles, incluindo o projeto colaborativo Da Terra No Hotel Da Tarde. O Papo Que Vem Depois é o primeiro lançamento de Superclima82 este ano. A música faz parte do segundo álbum, com previsão para o segundo semestre de 2024. A música foi gravada e mixada por Carlos Rafael Clima em seu home studio. O compositor, que é graduado em Música, também é conhecido por suas produções junto aos programas ReflecSons e Quanto Mais Grunge Melhor.

Rafael Castro lança álbum Vaidosos Demais, uma cutucada em estereótipos

Duas décadas de carreira e 20 discos. Um dos artistas mais hiperativos da música contemporânea brasileira, Rafael Castro ficou conhecido por produzir seus álbuns completamente sozinho, lá nos anos 2000, e pelo cinismo criativo que o cunhou como um novo “marginal”. Agora, ele quebra o silêncio de oito anos revelando Vaidosos Demais, seu novo trabalho solo. Bar e Lanches, faixa de abertura, aponta a que veio o (aguardado) disco: dar aquela cutucada, com lugar de fala, na classe média-baixa da Zona Oeste da cidade de São Paulo, região que é reduto artístico e, vejam só, abriga bar, estúdio e casa de shows do próprio Rafael. A decadência da simbologia hipster, passando pela objetificação dos artistas nas redes sociais – via promessa empreendedora, evidenciada na faixa O Algoritmo te Escolheu, com participação da cantora e compositora Vanessa Bumagny – e os exageros retóricos de uma esquerda falha em suas práticas, o conservadorismo mascarado de liberalismo e a hipocrisia das fofocas novelísticas compõem o curioso mosaico temático de Vaidosos Demais. O disco também contempla canções que exaltam a entropia do universo, encerrando debochada e liricamente com a faixa Quando Essas Canções Não Existirem Mais, parceria com o músico e compositor André Mourão e a beleza da iconoclastia ao cristianismo. Em sua reta final, Tim Bernardes achou o nome do disco com uma ideia genial: “Qual é o último verso da última música?”, “Vaidosos Demais”, “Pronto!”, “Curti, pô!”. Vaidosos Demais deixa claro o amadurecimento de Rafael Castro, e sua conexão com o presente e suas questões. As questões cotidianas, registro temático do artista, aqui se apresentam aprofundadas e marcadas pela contemporaneidade, com a presença das redes sociais, a polarização política e os impactos da vida pós-pandêmica. Gravado e finalizado em 15 dias entre sua casa e diferentes estúdios, o álbum mistura canções que estavam guardadas e produções novas, realizadas “na velocidade da luz”. Aproveitando as noites em que chegou em casa acelerado pela agitada vida noturna da capital paulista, as composições inéditas foram feitas, em sua maioria, nas madrugadas. “A correria foi uma delícia e com uma grande ajuda dos amigos, botei geral pra tocar e cantar, e até um maestro pra fazer arranjo de cordas, o que trouxe pra esse trabalho um astral completamente novo, diferente do que fazia na solidão e na derrota”, conta. A sonoridade, dessa vez, é bastante polida e profissional, porque, afinal, as coisas se complexificam ao longo da vida.

Fantástico Caramelo lança single para embalar dança psicodélica

A banda catarinense Fantástico Caramelo revelou mais um single que antecipa seu segundo disco, Nas Colinas Astrais, que será lançado este ano. Dançante e com cara de hino indie pop, Melhor Assim chegou acompanhada de um videoclipe dirigido pelos integrantes da banda Henrique Marquez e Nayara Lamego, que assinam também a letra da canção. A faixa é marcada por elementos da música pop e por guitarras espaciais que remetem a grupos como Os Mutantes, Pink Floyd e Boogarins, além de synths que celebram nomes como The Doors e Pond. O vídeo, por sua vez, tem direção de fotografia de Guilherme Galdino e mostra a banda de figurino vermelho em clima de suspense e psicodelia. Abordando temas como mudanças, o ego e a indiferença, a música é cantada por Nayara Lamego em português e espanhol – reafirmando o caráter poliglota das composições do projeto. “Melhor Assim fala sobre o impulso de tomar decisões no calor do momento, tendo que lidar depois com as consequências dos atos”, conta Nayara, que integra a banda ao lado de Henrique Marquez, Gabriel Alves, Diego Pereira e Marcelo Sutil. A produção musical é do catarinense Rafael Rossetto. Este é o terceiro single a ser revelado antes do disco, dando sequência a Alquimia e Goteira de Amor – que foi incluída na playlist editorial Indie Brasil do Spotify. A capa foi feita pelo ilustrador catarinense Grazzus Cunha, que assina o projeto gráfico do novo álbum Nas Colinas Astrais. A arte remete à imagem de uma escada e de uma porta, elementos que representam a busca pelo desconhecido, o caminho para novas fases e ciclos, a abertura de um novo mundo. “Através da imaginação cada ouvinte terá suas próprias conclusões, transportando a música para alguma situação vivida”, comenta Nayara. Ouça Melhor Assim, do Fantástico Caramelo

Bravaguarda lança experiência cinematográfica de indie pop

O duo Bravaguarda revelou o EP Plano-Sequência. O trabalho, gravado ao vivo, apresenta quatro faixas, incluindo a música inédita FIZO, e chega acompanhado de um audiovisual gravado em plano-sequência, como já avisa o nome do EP. O lançamento é via Alma Music. Combinando arranjos indie pop e pop/rock, o trabalho captura a essência única da Bravaguarda, oferecendo uma experiência musical e visual únicas. O destaque do EP, FIZO, é uma reflexão sobre seguir a intuição e quebrar os padrões impostos pela sociedade, transmitindo uma mensagem poderosa de autodescoberta e autenticidade. Ao lançar seu primeiro EP ao vivo, a Bravaguarda não apenas oferece uma experiência musical imersiva, mas também acompanha as faixas com um filme em plano-sequência, que ficou à cargo do diretor Breno Kruse. Este visual inovador eleva a experiência do ouvinte, proporcionando uma jornada cinematográfica que complementa perfeitamente a atmosfera e o estilo do EP. Falando sobre o processo criativo por trás do visualizer, os integrantes da Bravaguarda, Dan e Gui Barreto, compartilham: “O processo todo veio da gente querer fazer um material totalmente ao vivo, daí chamamos o Breno para dirigir. Fomos montando o quebra-cabeça de estética, cores, iluminação e repertório para compor o filme. Nós somos muito fãs de artistas que prezam por esta entrega de material ao vivo, mostrando a execução nua e crua ali no vídeo, por isso partimos daí para que depois tudo se conectasse a ideia acima do plano-sequência intervalado com as pequenas entrevistas no melhor estilo do saudoso Programa Ensaio, da TV Cultura.” Sobre a escolha do formato de plano-sequência, Breno Kruse acrescenta que a banda comprou a ideia de fazer neste formato. “O legal é que o plano sequência, assim como a música ao vivo, não precisa ser perfeito. O valor está na autenticidade e na energia pulsante que transmite. A gente fez de câmera na mão, e de certa forma a câmera vira um membro da banda, porque a gente tem que estar muito conectado com a música para no momento que tem uma virada de bateria, o câmera tem que estar ali escutando, tocando junto com ele para pegar este momento. Tem um solo de guitarra, a gente tem que estar junto com a câmera no solo de guitarra, então a gente está meio que numa sincronia, quase que fazendo parte da banda como unidade de câmera e direção.” Além de FIZO, as outras faixas do EP, Surpresas e Acasos, Descobri e Não Importa Mais, complementam-se harmoniosamente, oferecendo uma experiência coesa. “Ela [FIZO] é uma canção que foi composta mais ou menos na mesma época que Descobri e Não Importa Mais, então naturalmente ela tem uma vibe similar. Tanto o arranjo quanto a letra trazem uma mensagem sobre olhar para si e priorizar o melhor caminho que sua intuição te direciona.” Gravado no estúdio Camaleão, no bairro Vila Madalena, São Paulo, e com direção de fotografia de Pedro Knoll, o EP Plano-Sequência captura a essência autêntica da Bravaguarda, destacando sua habilidade excepcional de se conectar emocionalmente com o público. Breno Kruse, que já havia dirigido os clipes dos singles anteriores da banda, contribui com sua visão única para este projeto: “A gente foi atrás dessa linguagem mais vintage, mas ao mesmo tempo em que a gente está tentando criar uma linguagem, construir uma identidade, sempre tentando também fazer alguma coisa nova”, finaliza. Inspirado por shows clássicos como Stop Making Sense, do Talking Heads e Live at the Apollo, do Arctic Monkeys, o EP Plano-Sequência da Bravaguarda promete encantar os ouvintes, oferecendo uma experiência musical e visual única.

Odair José anuncia novo álbum de inéditas e lança primeiro single

Aos 75 anos e com 54 anos de carreira, Odair José anunciou o lançamento de seu trigésimo nono álbum, Seres Humanos, com produção dirigida por Junior Freitas. Aliás, o anúncio veio acompanhado do primeiro single do disco, DNA, já disponível nas plataformas de streaming, com distribuição da Monstro Discos. Artista e produtor se aliaram à tecnologia na execução de um projeto simples, como é do feitio de Odair, mas como sempre pensado nos mínimos detalhes para oferecer ao público um trabalho atual e de qualidade. “A ideia é trazer em alguns momentos do álbum uma parceria com a inteligência artificial, uma ferramenta eficaz, curiosa e divertida, que está presente cada vez mais na rotina do nosso tempo”, comenta o artista. Em DNA, Odair trilha o caminho do desenvolvimento humano, questionando o que virá. “Nesta canção faço uma observação realista e não muito otimista sobre o perigo que a humanidade corre de uma clara involução por não prestar atenção em alguns valores essenciais. Se apropriando de uma falsa hipocrisia, nos desculpamos dos nossos erros e defeitos, colocando a culpa na nossa genética e no DNA dos nossos ancestrais”, avalia Odair. Ouça DNA, de Odair José, primeiro single do álbum Seres Humanos

Ruby lança feat com Rincon Sapiência; ouça Tudo Meu

A cantora Ruby está de volta com um single repleto de atitude, sonoridade e com participação especial do rapper e poeta Rincon Sapiência. Tudo Meu chega acompanhado de um clipe inédito e cheio de representatividade. Aliás, esse é um tema que Ruby faz questão de trazer em suas músicas, a maioria delas autorais. Em seu último álbum, 5quenta Tons da Preta, ela trouxe temáticas como autoestima e empoderamento, já a nova faixa tem como foco a ancestralidade, além do afrobeat e de uma sonoridade mais urbana, que também compõem sua personalidade. O sangue, a raça, a força e o jogo de cintura são algumas referências que a música trata. “Me assisti desejando aprender a ser mais ousada. Isso está no sangue… Eu herdei da minha raça a malemolência, é o jeito que joga, embrasa. Quando chego no baile é tudo meu”, ela já começa assim passando a visão. Para contextualizar essa narrativa, o clipe foi gravado no Aglomerado da Serra, a maior comunidade de Belo Horizonte, terra natal de Ruby. O vídeo mostra referências como famílias e crianças felizes na comunidade, assim como cabelos expressivos, beleza negra, dança, criatividade e muita atitude. A artista aproveitou esse momento para trazer visibilidade aos projetos sociais do Aglomerado da Serra. Além de protagonizar as cenas, Ruby também assina o roteiro do vídeo e divide a direção com Renan 1RG. Na produção, a masterização da faixa foi feita pelo renomado Obie Bryan, produtor de grandes nomes da música, como Bon Jovi. “Estou muito feliz com o resultado desse trabalho. Participei de cada detalhe e ele tem minha assinatura em tudo. Foi uma honra poder contar com a participação do Rincon Sapiência, um artista que tanto admiro e me inspira. Tanto a música quanto o clipe falam sobre a importância da ancestralidade como raiz da nossa essência. Essa representatividade que vemos nas nossas relações com a comunidade – e que nos é passada de geração para geração – precisa ser respeitada e cada vez mais honrada”, comenta Ruby sobre a parceria com Rincon.