Livro ‘Paul McCartney no Brasil’ tem campanha de financiamento coletivo

Paul McCartney fez um show no Maracanã que foi parar no Guiness Book. O beatle é o único grande artista internacional que sai do eixo Rio-São Paulo, tocando também em Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Goiânia, Fortaleza, Salvador e Cariacica. É o popstar gringo que mais conhece o Brasil e nosso país é um dos poucos lugares do planeta que ganhou uma composição sua: Back in Brazil. Desde 1990, quando realizou o célebre show carioca para 184 mil pessoas, somam-se 36 apresentações, já contando com as que ele fará na turnê de 2023. Tudo isso e muitas outras curiosidades estão reunidas em Paul McCartney no Brasil, livro bilíngue de Leandro Souto Maior que será editado pela Garota FM Books através de uma campanha de financiamento coletivo no Catarse. A previsão de lançamento é março de 2024. “Paul sempre tenta falar em português, com sotaque de gringo: ‘até a próxima’, ‘tamo junto’. Em São Paulo, ele diz ‘manos e minas’, em Curitiba ele diz ‘piás e gurias’, isso é, se preocupa até com nossos regionalismos”, ressalta o autor. “E Paul é o único grande artista internacional que sai do eixo Rio-São Paulo, tocando também em Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Goiânia, Fortaleza, Salvador e Cariacica. É o popstar gringo que mais conhece o Brasil”. Com prefácio de Samuel Rosa, Paul McCartney no Brasil tem foto de capa assinada por Marcos Hermes e o design da capa é de Daniel Gnattali. Para esse projeto se tornar realidade – seguindo o padrão do projeto anterior de Leandro Souto Maior, Jimmy Page no Brasil – autor e editora buscam captar recursos através de um financiamento coletivo. Além do próprio livro a um preço menor do que ele custará quando chegar nas lojas, há diversas outras recompensas. Participando da campanha, o nome do apoiador vai figurar na lista da apoiadores, no livro.
Day Limns transforma vulnerabilidades em força no visualizer de Fiel

A cantora Day Limns lançou o visualizer de Fiel, single do seu novo álbum, VÊNUS≠netuno. A música explora a culpa por não ser perfeito o suficiente e não merecer o amor da outra pessoa. O visualizer, dirigido por GAFE, complementa a experiência visual com imagens que representam a angústia e o conflito interno da personagem. Fiel é uma das faixas mais impactantes do álbum, e o visualizer “é uma representação da cegueira da devoção que não traz nada além de angústia e sensação de rejeição”, disse Day Limns. “Estava tudo muito à flor da pele e a culpa foi desencadeada. Não me fizeram sentir assim, mas reagi baseada na minha vivência. Pensava: ‘Eu era muito ruim, eu sou um lixo, uma cruz para aquela pessoa’. Percebi que a minha necessidade de endeusar alguém vinha muito desse lugar, de crescer precisando de salvação”, explica Day Limns sobre o álbum. O visualizer de Fiel foi dirigido por GAFE, assim como todos os outros do projeto. As cores utilizadas são fortes e contrastantes, com predominância do vermelho, do preto e do branco. Os takes em close mostram os sentimentos da personagem de forma visceral. O contraste do sofrimento e libertação são o pano de fundo para impulsionar uma das faixas mais pessoais do álbum.
Nego Jam lança Nas Asas da Canção; single mistura diferentes estilos

O rapper paulista Nego Jam, que já cantou e compôs com os principais nomes do hip hop nacional tais como RZO, Dexter, Edi Rock e Ndee Naldinho, lançou nesta terça-feira (5) o single Nas Asas da Canção. Nego Jam se define como um “autodidata eclético”, e conta que Nas Asas da Canção foi inspirada no desejo de criar uma música que reunisse diferentes estilos musicais. “Uma faixa que pudesse ser agradável para pessoas que curtem tanto rock, quanto hip hop, e que fala sobre o poder da música em te trazer felicidade e cativar as pessoas”, diz o rapper. Joel GV, Ganja Sauceman e Lino Kris participam da faixa, que leva a assinatura do selo New House Studio. “Trabalhar nessa música foi muito divertido. Estávamos numa reunião em que a maioria dos compositores não se conhecia e a música fluiu de forma muito rápida. Foi diferente o fato de estarmos trabalhando com Kiko Zambianchi como produtor, já que ele tem uma visão musical não focada só no hip hop, e isso trouxe uma roupagem diferente para a composição”, revela o músico. Nego Jam acredita ainda, que as músicas atualmente são muito voláteis e por isso, se desafia a criar composições atemporais. “Acho que esse novo som talvez possa cumprir com essa missão, e eu espero que as pessoas gostem”.
The Cure vai do culto à festa de hits em show histórico em São Paulo

Foram necessários dez anos até o The Cure retornar ao Brasil. A quarta passagem de uma das bandas mais importantes da história do rock britânico pelo país foi no encerramento do Primavera Sound, no domingo (3), em São Paulo. Durante 2h30, Robert Smith comandou uma apresentação mesclada de culto e festa com os hits. Songs of a lost world, álbum anunciado em 2019, teve três faixas tocadas pela banda, inclusive Alone, que abriu o show. Enquanto a banda apresentava o instrumental, Smith caminhou de ponta a ponta para contemplar o público. Pictures of You, presente no clássico Disintegration (1989), disco mais lembrado pela banda no show, veio logo na sequência. Aqui já era possível ver muitos fãs chorando na frente do palco. Passeando por álbuns clássicos como Wish, The Head on the Door e Disintegration, o The Cure promoveu uma verdadeira viagem no tempo. Impossível não recordar de lembranças afetivas ouvindo essas canções. In Between Days e Just Like Heaven, em sequência, renderam os primeiros sing along mais fortes do público. Ao término de cada canção, Smith com sua cabeleira desgrenhada era saudado pelos fãs aos gritos de “Robertinho”. Sem entender, o músico perguntou o que os fãs estavam gritando, recebendo como resposta a tradução para “Little Robert”. Endsong, a terceira e última do álbum inédito do The Cure, fechou a primeira parte do show. O intervalo foi bem curto. Na plateia, os mais novos gritavam por mais, enquanto os mais velhos apenas choravam e demonstravam a alegria de estar próximo dos ídolos. É preciso destacar que muitos ali eram crianças na última vez que o grupo veio ao Brasil, em 2013. Outros estavam ali pela quarta vez, após as apresentações de 1987 e 1996, quando tocou no Hollywood Rock. O primeiro bis veio com mais cinco canções: It Can Never Be the Same, Want, Charlotte Sometimes, Plainsong e Disintegration. Mas a comoção maior veio na sequência, com o segundo bis. Aqui, o clima sombrio com trilha gótica deu espaço para os maiores hits do The Cure. Lullaby, Friday I’m in Love, Close to Me e Boys Don’t Cry vieram quase em sequência. Da contemplação para a euforia. O clima de culto gótico deu espaço para uma festa insana na pista. Em 2h30, Robert Smith SetlistAlonePictures of YouHighA Night Like ThisLovesongAnd Nothing Is ForeverBurnFascination StreetPushIn Between DaysJust Like HeavenAt NightPlay for TodayA ForestShake Dog ShakeFrom the Edge of the Deep Green SeaEndsong Bis 1It Can Never Be the SameWantCharlotte SometimesPlainsongDisintegration Bis 2LullabyHot Hot Hot!!!The WalkFriday I’m in LoveClose to MeWhy Can’t I Be You?Boys Don’t Cry
Bad Religion dá aula de punk rock no Primavera Sound

A régua para o Bad Religion no Brasil é muito alta. Com inúmeras passagens pelo país, os fãs mais fervorosos já o acompanharam em bares menores e com repertório cheio. Em Santos mesmo já foram dois shows memoráveis, na Jump e na Capital Disco. Mas nada tira o brilho de ver Greg Graffin, Jay Bentley e Brian Baker juntos em um palco maior. A entrega é de alto nível do início ao fim. Uma aula de punk rock que fez muita gente cantar junto na frente do palco principal, onde aguardavam pelo The Cure. O set trouxe muitos petardos da carreira, de Generator até Los Angeles Is Burning, passando por hits como American Jesus e 21st Century (Digital Boy), que marcaram época com videoclipes na MTV. Com Jay Bentley afinadíssimo nos backing vocals, o público também foi brindado com as melódicas My Sanity e Sorrow. Punk Rock Song, Do What You Want e Fuck You colocaram o público para pogar como se não houvesse o amanhã em Interlagos. Não foi a primeira vez do Bad Religion em Interlagos, mas mais uma vez eles conseguiram conquistar mais fãs com um show extremamente técnico e vigoroso. The DefenseLos Angeles Is BurningWrong Way KidsWe’re Only Gonna DieAnesthesiaRequiem for DissentInfectedMy SanityBeyond Electric DreamsTomorrowNo ControlDo What You WantRecipe for HateFuck You21st Century (Digital Boy)Punk Rock SongDrunk SincerityCandidateI Want to Conquer the WorldSorrowYouGeneratorFuck Armageddon… This Is HellAmerican Jesus
Interpol anuncia show extra em São Paulo; venda começa na segunda

A banda Interpol anunciou um show extra em São Paulo. Agora, o grupo fará uma segunda apresentação na Audio. O show acontece em 8 de junho. As outras datas são 7 de junho, na Audio, em São Paulo, e 5 de junho no Vivo Rio, no Rio de Janeiro. O trio traz uma sonoridade cheia de linhas de baixo e guitarras harmoniosas, no melhor estilo pós-punk, sendo um dos grupos associados à cena musical independente da cidade estadunidense. Entre seus maiores sucessos, podemos destacar as composições Evil, All The Rage Back Home e Obstacle 1. O grupo tem sete álbuns lançados. Nesta turnê, que passa pelo Brasil em junho de 2024, irão homenagear os dois primeiros trabalhos, Turn on the Black Lights (2002) e Antics (2004). Com mais de 20 anos de carreira, Interpol promete um show de rock inesquecível e cheio de energia. A venda de ingressos para o show extra do Interpol tem início na próxima segunda-feira (4), no site Livepass. SERVIÇO – SÃO PAULO Data: 07/06/2024 e 08/06/2024 (show extra) Local: Audio Endereço: Avenida Francisco Matarazzo, 694 – Barra Funda Abertura dos Portões: 19h Horário do Show: 21h Site de vendas: Live Pass SETORES E PREÇOS* Pista – R$ 430,00 (inteira) / R$ 215,00 (meia-entrada) Camarote – R$ 530,00 (inteira) / R$ 265,00 (meia-entrada) Parcelamento em até quatro vezes sem juros
Peter Gabriel lança primeiro álbum de inéditas em 20 anos; ouça i/o

Depois de um ano lançando uma nova canção a cada lua cheia e se apresentando ao vivo de forma arrebatadora no Reino Unido, na Europa e na América do Norte, Peter Gabriel lançou o álbum de estúdio, i/o. i/o são 12 faixas com graça, gravidade e grande beleza que oferecem uma bem-vinda confirmação não apenas da capacidade contínua de Peter de compor músicas que fazem você parar tudo para ouvir, mas também da voz emocionante, que continua perfeita e deliciosamente intacta. Ao longo do álbum, as canções inteligentes e reflexivas (e que também provocam reflexão) abordam a vida e o universo. Nossa conexão com o mundo ao nosso redor — I’m just a part of everything (“sou apenas uma parte de tudo”), canta Peter na faixa-título, i/o. É um tema recorrente do álbum, assim como a passagem do tempo, a mortalidade e o luto, e também temas como injustiça, vigilância e as raízes do terrorismo. Mas não se trata de um disco solene. Embora seja reflexivo, o clima nunca é de desânimo; i/o é musicalmente venturoso, muitas vezes alegre e, em última análise, cheio de esperança, coroado com a música de encerramento excitantemente otimista, Live and Let Live. Gravado em sua maior parte no Real World Studios e no estúdio caseiro de Peter, em uma longa gestação, i/o reúne um elenco considerável. Peter manteve seu fiel círculo interno de músicos por perto, o que significa que o guitarrista David Rhodes, o baixista Tony Levin e o baterista Manu Katché são presenças marcantes em todo o álbum. Várias músicas trazem as impressões digitais do velho parceiro Brian Eno, enquanto há contribuições notáveis de Richard Russell, do pianista Tom Cawley, dos trompetistas Josh Shpak e Paolo Fresu, da violoncelista Linnea Olsson e do tecladista Don E. A filha de Peter Gabriel, Melanie, contribui com vocais de apoio calorosos, assim como Ríoghnach Connolly, do The Breath. Richard Chappell, Oli Jacobs, Katie May e Richard Evans, frequentadores assíduos do Real World, cuidam da programação e tocam vários instrumentos. O Soweto Gospel Choir e o coral masculino sueco Oprhei Drängar emprestam suas magníficas harmonias vocais a algumas faixas, e a seção de cordas da New Blood Orchestra, liderada por John Metcalfe, acalma e eleva.
Bruce Dickinson revela vídeo repleto de ação de Afterglow of Ragnarok

Bruce Dickinson revelou o dramático e repleto de ação videoclipe de Afterglow Of Ragnarok, o primeiro single de seu próximo álbum solo, The Mandrake Project. Diante de uma plateia lotada no primeiro dia do CCXP23, o enorme evento Comic-Con do Brasil em São Paulo, ele estreou o filme espetacular e revelou mais detalhes sobre o álbum e a próxima série em quadrinhos em parceria com a Z2, incluindo o lançamento de 2.000 versões exclusivas da CCXP do gibi para deleite da comunidade internacional de quadrinhos. The Mandrake Project será lançado dia 1º de março, pela BMG. Ao longo de dez faixas inventivas, expansivas e absorventes, Bruce Dickinson e seu co-escritor e produtor de longa data Roy Z criaram um dos álbuns de rock definidores de 2024. Sonoramente pesado e rico em texturas musicais, o álbum dá vida a uma visão musical há muito tempo em gestação de Bruce e apresenta algumas das melhores performances vocais de sua carreira. Gravado em grande parte no Doom Room de Los Angeles, com Roy Z atuando como guitarrista e baixista, a formação do The Mandrake Project foi completada pelo tecladista Mistheria e pelo baterista Dave Moreno, ambos também presentes no último álbum de estúdio solo de Bruce, Tyranny Of Souls, em 2005. Ouça Afterglow of Ragnarok Bruce Dickinson e sua fenomenal banda trarão a música de The Mandrake Project à vida com uma grande turnê de shows no próximo ano. Incluindo sua passagem pelo Brasil, trazendo apresentações em São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Ribeirão Preto e Rio de Janeiro entre os dias 24 de Abril e 4 de Maio. Ingressos aqui.
Alkaline Trio compartilha single inspirado em situação aterrorizante

O Alkaline Trio compartilhou Bad Time, o segundo single de seu próximo álbum, Blood, Hair, and Eyeballs. A faixa foi inspirada em eventos aterrorizantes da vida real, como explicou o vocalista Matt Skiba em um comunicado à imprensa. “Bad Time foi inicialmente inspirada por uma amiga e paixão que me ligou enquanto eu estava em turnê em El Paso, Texas, durante uma situação de tiroteio que acontecia bem perto do hotel em que estávamos hospedados”, disse ele. “Podíamos ouvir tiros e sirenes à medida que a situação se intensificava. Minha amiga me perguntou se era um mau momento para falar, e eu disse que não – eu realmente queria falar com ela. Na verdade, era um momento terrível e aterrorizante, mas nunca era um mau momento para ouvir a voz dela”. Ele continuou: “O segundo verso volta a um momento em Chicago quando eu e meu colega de quarto Bobby quase fomos mortos no fogo cruzado de um tiroteio drive-by, muito chapados de cogumelos. Morávamos em um bairro controlado pelos Latin Kings na época do tiroteio, então eu faço referência a todos esses fatos e como teria sido bom ouvir da mesma garota naquela época também”. Ouça abaixo Bad Time, do Alkaline Trio