MC Tha e MahalPita se unem em Coisas Bonitas, single pós-Carnaval

O retrato de um cenário onírico em que as festas de rua da cidade de Salvador são, ao mesmo tempo, um elemento do cotidiano e uma força imaginária, foi o ponto de partida para MC Tha e MahalPita apresentarem o single Coisas Bonitas. Como tradução de uma história de paixões que se desenrolam com a possibilidade de se tornar algo leve e vívido, o registro integrado ao vai e vem das ondas e dos amores de folia chegou às plataformas de streaming na Quarta-feira de Cinzas. Enquanto a produção musical de MahalPita relembra a lambada, ritmo paraense que marcou o Brasil nos anos 1980, a letra da canção, composta por MC Tha, carrega as sensações de um início de romance. “Coisas Bonitas dá forma àquele encontro inebriante entre apaixonados, que vivem em uma paisagem hiper colorida, sem saberem ao certo o que vai dar”, conta MC Tha. Os últimos anos em que o casal de artistas viveu em Salvador deram o toque “adocicado” à canção. “Quando ouvi o instrumental de ‘Coisas Bonitas’ pela primeira vez, estava vendo o mar em uma das praias em que costumamos ir juntos. Então, me senti muito inspirada para compor”, explica MC Tha, que retorna para São Paulo agora para dar início às gravações de seu segundo álbum. “Com essa canção, brindamos nossa vivência nos últimos anos na cidade e brincamos com o desejo de reviver a sensação dos verões de Salvador dos anos 1970 e 1980. Uma Salvador ainda mitológica, de amores à moda antiga, em que você se sente meio ‘mareado’”, completa Mahal. No EP Meu Santo É Forte, lançado em 2022 por MC Tha, os dois já tinham trabalhado juntos, imprimindo a afrobrasilidade que se conecta com a força da natureza em canções como Agolonã, Afreketê e Figa de Guiné. O single Coisas Bonitas coroa a parceria artística e amorosa entre os músicos e ainda aponta para o futuro, entregando a poesia lírica do segundo álbum de estúdio de MC Tha conectada aos novos rumos da carreira autoral de MahalPita que, por sua vez, está prestes a lançar seu primeiro álbum solo. MC Tha segue com a turnê do trabalho em 2023, com duas datas já agendadas para o encontro com o público: nesta sexta (24), na Casa Natura Musical, em São Paulo, e no sábado (25), no Circo Voador, no Rio de Janeiro. A cantora é acompanhada por Mahal, que dirige o espetáculo e é responsável pelos teclados, beats e efeitos, as percussionistas Amanda Telles e Beatriz Sena e o guitarrista Jonatah Cardoso.

Singular: Nando Müller reforça espontaneidade em disco de estreia recheado de indie folk

DIVULGAÇÃO - Vermell Press

A vida é curta e frágil. Por isso, é importante vivenciar a plenitude de cada momento. Esse é o espírito do álbum de estreia do cantor e compositor, Nando Müller, intitulado Singular. O trabalho reúne 10 faixas que traduzem uma espécie de indie folk tardio, isto é, com um andamento calmo influenciado pela MPB e pela música alternativa em si.  Em outras palavras, o disco é um prato cheio para fãs de Rodrigo Amarante, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Devendra Banhart e Mac Demarco, produzido na contramão do imediatismo contemporâneo. Isto é, levou quatro anos para ganhar vida. Assim, o repertório é composto pelas canções: O Extraordinário, Casas Coloridas, Quasar, Da Janela, Da Estrada, Mantra, Olá, Quarantine, Amor Verão e Há de Ser. Nando Müller explica que o título do álbum foi escolhido de forma espontânea, representando a fugacidade da vida e a sua relação atípica com a própria indústria fonográfica.  “O nome é quase uma afronta, apresentando o material como raro ou único, já que não sei se lançarei mais canções em um futuro próximo. Brincadeira ou não, fato é que discos não são aceitos como outrora. Vejo que estou na contramão de todo esse imediatismo que os artistas têm lidado”, destaca.  O álbum foi majoritariamente gravado no home estúdio de Breno Branches, nome expoente do cenário indie, que ainda assina a produção das canções. A exceção se dá pela canção Olá, que foi captada no estúdio Rota 66, em Joinville, Santa Catarina. Os músicos Nicolas Pedroso (flauta), Barbara Cosmo (backing vocal), Lu Maciel (backing vocal) e Vitor Bussarelo (guitarras, contrabaixo, bateria e piano) também colaboraram no disco Singular.

Avatar lança nono álbum de estúdio; ouça Dance Devil Dance

A banda sueca Avatar, que abriu os últimos shows do Iron Maiden no Brasil, lançou seu nono álbum, Dance Devil Dance, nesta sexta-feira (17) pelo selo Black Waltz Records, distribuído pela Thirty Tigers. “Dance Devil Dance é o culminar da jornada artística mais intensa de nossas vidas”. Não estávamos tão entusiasmados em lançar novas músicas desde nossa primeira demo, há muito tempo atrás. Fizemos questão de tratar cada álbum como nosso último, nunca tomando como garantido o que fazemos. Isto também se aplica a este. Dito isto, em mais de um sentido, este parece ser o nosso primeiro. Nós nos apaixonamos pelo barulho, pelo caos e pela criação de novo. Difícil encontrar palavras para isso. É muito especial para nós. É bom que o dia do lançamento tenha finalmente chegado”. Ouça Dance Devil Dance, novo álbum do Avatar

Freya Ridings se inspira no pop setentista em “Face in The Crowd”

Após apresentar o dançante single Weekends, que atingiu o Top 10 do Reino Unido, Freya Ridings revelou a balada para embalar corações partidos Face in the Crowd, inspirada no pop setentista e parte do novo álbum da artista, Blood Orange, que será lançado no dia 5 de maio. “Face in The Crowd retrata uma história real sobre o momento que você está passando por um término e nota que cometeu um erro terrível. Aí você fica quase obcecada olhando por todos os lugares procurando o rosto daquela pessoa. Você quer que a outra pessoa ache que você está bem e seguindo em frente, mas você não está. É uma música cheia de arrependimentos e de aceitação da culpa. É uma música que estou ansiosa para mostrar para as pessoas”, ela conta sobre a faixa produzida por Ewan J. Phillips. O processo de criação do álbum foi uma jornada de autodescoberta. Planejado para ser feito durante 2020 em Los Angeles, o disco acabou sendo afetado pela pandemia e levou Ridings a ficar por muito tempo na casa de sua família, no mesmo quarto onde passou sua infância. O resultado foi um novo repertório de canções sinceras, que se tornaram queridinhas dos fãs em transmissões ao vivo diretamente da sala de estar da casa dos seus pais, como a própria Face in The Crowd. Um dos fenômenos recentes do pop britânico, Freya explodiu para o mundo com o hit Lost Without You, de 2017, e seu álbum de estreia homônimo de 2019. O single fez de Ridings a primeira artista feminina a ter um hit Top 10 no Reino Unido que foi inteiramente escrito por ela – desde o lançamento original de Running Up That Hill pela lendária Kate Bush, em 1985.

The Aces anuncia novo disco com single “Always Get This Way”

Conhecidas pelo hit Daydream, de seu aclamado segundo álbum, Under My Influence (2020), The Aces traduzem a jornada de autodescoberta imposta pela pandemia no álbum I’ve Loved You For So Long. Com lançamento previsto para 2 de junho, o disco será um mergulho intimista nas experiências de amadurecimento do grupo, falando sobre assuntos como saúde mental, amor e decepções. O novo single Always Get This Way, lançado nesta sexta-feira (17), estará presente no álbum ao lado da já lançada Girls Make Me Wanna Die. A canção foi inspirada na perspectiva pessoal sobre ansiedade e pânico de Cristal Ramirez, vocalista e guitarrista da banda que já acumula mais de 205 milhões de streams em suas faixas. “Eu estava no pior momento mental da minha vida quando escrevemos Always Get This Way. Tentava lidar com crises de ansiedade e pânico quase todas as noites e entreguei tudo de mim no estúdio. É uma música sobre vergonha, pânico e dificuldades e sobre temos que lutar na sociedade para uma melhor saúde mental. É uma das músicas mais vulneráveis que já escrevi”, conta Ramirez. Completam o The Aces sua irmã Alisa Ramirez (bateria), Katie Henderson (guitarra/vocal) e McKenna Petty (baixo). As quatro cresceram juntas e neste novo trabalho usaram reflexões do período de quarentena sobre seus anos formativos enquanto pessoas LGBTQIA+ em uma pequena cidade em Utah, em um meio muito religioso. Com músicas presentes nas trilhas sonoras de The Bold Type (Netflix) e Love, Victor (Star+), a banda já foi atração de grandes festivais como Lollapalooza e Bonnaroo e promete ainda mais novidades para 2023. Always Get This Way e o álbum I’ve Loved You For So Long são lançamentos da Red Bull Records.

Jason Mraz retorna otimista com I Feel Like Dancing; ouça!

O cantor Jason Mraz retorna às suas raízes pop com o single inspirador e otimista I Feel Like Dancing, o primeiro de seu oitavo álbum de estúdio, Mystical Magical Rhythmical Radical Ride, com lançamento previsto para 23 de junho. Em resumo, o single é incrivelmente vibrante com trompetes animados, baixo groovado, e sua absurda assinatura lírica. Mraz se reúne com os colaboradores Raining Jane e o produtor Martin Terefe, que liderou o We Sing. We Dance. We Steal Things, de 2008. Não há falta de diversão, de magia e de sentir bem.

Bebe Rexha está de volta com o single Heart Wants What It Wants

A cantora Bebe Rexha está de volta com o lançamento do single Heart Wants What It Wants. Ousado, viciante e cheio de atitude, a faixa inspirada nos anos 1970 é uma carta de amor ao pop do passado com um toque muito moderno. A música chega acompanhada de um clipe oficial, já disponível no canal da artista no YouTube, e que reflete o tema retrô da canção. “Heart Wants What It Wants é sobre o momento nos relacionamentos em que você se apaixona pelo seu parceiro”, diz Rexha sobre o novo trabalho. “É um hino sobre o que você quer e não se desculpar por isso. Pode ser qualquer coisa que você se sinta em conflito sobre querer, e não especificamente sobre romance”, afirma.