CPM 22 vem a Santos no sábado; The Bombers, Caiçara Clã e DZ Rock abrem

O CPM 22 é atração confirmada na Arena Club, em Santos, no próximo sábado (4). A banda, formada por Badauí (vocal), Luciano Garcia (guitarra), Phil Fargnoli (guitarra), Ali Zaher (baixo) e pelo santista Daniel Siqueira (bateria), deve trazer para o show os hits Um Minuto Para o Fim do Mundo, Dias Atrás, Anteontem e Não Sei Viver Sem Ter Você. As bandas The Bombers, Caiçara Clã e DZ Rock serão as responsáveis pela abertura do evento. Influenciada pela cena punk rock e hardcore californiana dos anos 90, com músicas rápidas, melódicas e letras que traduzem relações humanas e cotidiano, o CPM 22 traz como referências bandas como Screeching Weasel, No Use For A Name, Face To Face, Lagwagon, entre outras. Eles foram uma das poucas bandas do hardcore brasileiro a ganhar um disco de ouro e fazer sucesso no mainstream, e com isso, abriu as portas para uma nova geração de bandas de rock brasileiras. Em 2008, ganharam um Grammy Latino de melhor álbum de rock brasileiro. Os ingressos estão à venda com valores a partir de R$ 70,00 e podem ser adquiridos através do site Articket. Serviço CPM 22 Data: 4 de junho, sábado Local: Arena Club Endereço: Av. Senador Pinheiro Machado, 33 – Vila Matias, Santos – SP. Horário de abertura da casa: 22h00 Ingressos: Link
Violonista Bia Nascimento lança o single “Brasa Cor”

Bia Nascimento mostra todos os seus tons e sons no single Brasa Cor, uma prévia de seu primeiro EP assinando como artista solo. A violonista mineira de Juiz de Fora lançou, em 2021, a faixa Azur, em parceria com a cantora carioca Luísa Lacerda, e agora começa a revelar sua estreia onde propõe um encontro da música popular com a instrumental, dos sons com as cores. A sinestesia inspirou a composição de Brasa Cor, um conceito que motiva os estudos em Música de Bia Nascimento. Os acordes são feitos de cores e formas; a melodia, de gosto; o ritmo, de cheiro. Encontrar a linha tênue entre as técnicas e teorias musicais com as sensações internas e externas foi o que sempre instigou a musicista a compor. “Neste single, a Brasa é Cor. Tem gosto de fim de tarde ensolarado fora da rotina, com céu vermelho-roxo-dourado que se esconde aos poucos atrás da Serra da Mantiqueira, representado na música por uma afinação mais aguda e pouco usual por violonistas do Ocidente. A melodia e a harmonia de Brasa Cor desenham o êxtase das dores e delícias de ser o que é”, revela Bia. A faixa foi composta após uma viagem de trabalho a São Paulo, realizada em setembro de 2021. Naquele dia, a compositora guardava a euforia de ter vivenciado uma cidade nova e ter colecionado novos encontros por lá. Compor esta música foi a maneira encontrada pela violonista de traduzir suas sensações de nascer e renascer, começar e terminar, encontrar e despedir, idealizar e realizar – o início e o fim de um dia. O ritmo compõe essa narrativa firmada pelos toques da bateria do músico Leandro Scio, que trouxe nos timbres dos pratos e tambores a sensação de estar presente no agora, com a bagagem do passado e a coragem do futuro. Por ora, a bateria firma o presente através do ritmo baião, noutra, flutua – como estar viajando em uma estrada assistindo ao sol se pôr. Nenhuma cor no céu é estável quando a terra está em rotação, e neste sentido, Brasa Cor compõe este movimento, também representado pela estética da capa.
Popload Gig anuncia show do icônico Billy Idol em São Paulo

O icônico Billy Idol confirmou show em São Paulo, aproveitando sua passagem pelo Brasil. O músico também é uma das atrações do Rock in Rio. A apresentação na Capital será no Pavilhão Pacaembu, no dia 8 de setembro, nesta remodelada formatação para eventos. Os ingressos já estão à venda online, com taxas, e na bilheteria oficial (Teatro Renault), sem taxas. Billy Idol volta ao país pela primeira vez desde o longínquo 1991, quando fez a sua estreia em palcos brasileiros. O roqueiro vem com a turnê The Roadside, que pega o nome emprestado do seu último EP, lançado em setembro de 2021 (seu primeiro trabalho de inéditas em quase sete anos). No show de São Paulo, o artista estará acompanhado pelo famoso guitarrista e parceiro musical de longa data Steve Stevens, ganhador do Grammy pela trilha da primeira versão do filme Top Gun – Ases Indomáveis, além de já ter tocado com artistas como Michael Jackson e Robert Palmer. Também faz parte da banda de Billy Idol os músicos Stephen McGrath (baixo e backing vocals), Billy Morrison (guitarra e backing vocals), Paul Trudeau (teclados e backing vocals) e Erik Eldenius (bateria). Billy Idol tem sua imagem e carreira atreladas à história do rock e, mais especificamente, ao surgimento do punk rock na Inglaterra. Entre 1976 e 1981, o cantor e compositor britânico esteve à frente da banda Generation X e compôs o hino Dancing with Myself, que até hoje toca em rádios do mundo todo. Em seguida, se lançou numa bem-sucedida carreira-solo. Neste período, com a força da MTV, os videoclipes das músicas White Wedding, Rebel Yell e Eyes Without a Face fizeram dele um dos principais performers da sua geração, título que mantém até hoje. Em 2014, Billy Idol lançou o livro de memórias Dancing with Myself. Mais recentemente, em 2020, participou da faixa Night Crawling, que integra o disco da estrela pop Miley Cyrus. Serviço – Popload Gig com Billy Idol Data: 8 de setembro de 2022 (quinta-feira)Local: Pavilhão Pacaembu – Praça Charles Miller, s/nº, PacaembuHorário: 21h30Abertura dos portões: 19h30Classificação etária: 16 anos IngressosPista: R$ 320,00 (inteira) | R$ 160,00 (meia-entrada)Pista premium: R$ 620,00 (inteira) | R$ 310,00 (meia-entrada)Camarote: R$ 720,00 (inteira) | R$ 360,00 (meia-entrada) Link de vendas (com taxa de conveniência) Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência):Teatro Renault – Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 – República – São Paulo/SP, 01317-000Horário de Funcionamento:Terça-feira a domingo – das 12h às 20hSegunda-feira e feriados – Fechado* *Excepcionalmente em 30/5, dia da abertura da venda geral deste evento, a bilheteria funcionará das 10h00 às 18h00.
Liam Gallagher lança dois álbuns e parte para turnê histórica

C’mon You Know, terceiro álbum de Liam Gallagher, já está disponível em todas as plataformas digitais. Aliás, o disco servirá como base para os shows confirmados no Brasil, dias 15 e 16 de novembro, respectivamente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Inicialmente inspirado por Andrew Wyatt e suas explosões sem padrão de criatividade, o álbum faz por sua vez uma série de viradas estranhas e selvagens. Claro, é Liam sendo Liam. Há um toque de Beatles e Rolling Stones na gravação, mas é possível notar outras referências. Em resumo, vão de T-Rex a Hendrix, passando por The Polyphonic Spree até Beastie Boys. Além da sonoridade incrível, C’mon You Know traz algumas participações, como Dave Grohl (Foo Fighters), Ezra Koenig (Vampire Weekend) e Nick Zimmer (Yeah Yeah Yeahs). Como Liam resumiu em uma entrevista para o The Sunday Times, “80% de loucura e 20% de clássico. Se você vai começar a fazer coisas como essa no seu terceiro álbum, ajuda se tiver um pouco de covid ainda rolando. Porque se isso não decolar, e as pessoas pensarem ‘ah, não tenho certeza, é um pouco estranho’, você pode culpar o vírus e voltar ao seu material clássico”, brincou. Singles de C’mon You Know Essa divisão 80/20 é demonstrada nas canções do álbum já lançadas previamente. Everything’s Electric (é o resultado do desafio que Liam fez a Greg Kurstin e Dave Grohl para que escrevessem uma canção que mesclasse a dinâmica trovejante de Sabotage, dos Beastie Boys, com a tensão espiralada de Gimme Shelter, do Rolling Stones. A faixa-título do álbum traz a sonoridade imediatamente capturante de Liam, mas é cheio de toques sonoros inesperados. Backing vocals gospel com cores da Motown surgem, o saxofone gritante de Ezra Koenig, e os synths de Moog vintages que elevam esse redemoinho sonoro. Por fim, o single atual, Better Days, é um shot de dopamina da luz do sol em forma de áudio, com o poderoso estilo dos big beats dos anos 1990 e a propulsão a jato que só um candidato a hino clássico de festival pode ter. Essa exploração toda fica à deriva em alguns momentos do disco, de um coro de crianças a clamar que introduz a canção de abertura More Power até a psicodelia de Oh Sweet Children. Ao longo do percurso, aparece o amor de Liam pelas doces harmonias e baladas suaves com Too Good For Giving Up, a imprevisível e cinematográfica, a mini-épica Moscow Rules (aviso: não é de nenhuma maneira um apoio à Rússia) e o punk-dub de I’m Free. Mais lançamento de Liam Gallagher Além do novo disco, Liam também lançou o ao vivo Down By The River Thames, que documenta sua performance em uma live durante o lockdown. Liam vai tocar em diversos locais nos próximos meses, incluindo duas noites no Knebworth Park – cenário dos momentos mais lendários do Oasis. A tour pelo Reino Unido também reserva uma data muito aguardada no Hampden Park, em Glasgow.
Suede libera single She Still Leads Me On; ouça!

O Suede disponibilizou o single She Still Leads Me On nas plataformas digitais. A faixa fará parte do novo álbum do grupo, Autofiction, anunciado esta semana nas redes sociais. O disco chega ao streaming em 16 de setembro. Sobre o disco, o cantor Brett Anderson comentou que “Autofiction é nosso disco punk. Sem floreios”. “Apenas nós cinco em uma sala com todas as falhas e merdas reveladas; a própria banda se expôs em toda sua confusão primordial. O filósofo Thomas Hobbes descreveu a existência da humanidade como sendo ‘desagradável, brutal e curta’, que nós meio que usamos como uma vaga luz orientadora”.
Remobília recebe Kimani no novo single, “Ponto Final”

Remobília é recomeço e reencontro. Isso fica claro em Ponto Final, novo single do projeto. O que pode parecer um contrassenso é, na verdade, um convite a refletir sobre os ciclos da vida e as dores de uma despedida. O olhar poético dos músicos – conhecidos como ex-integrantes da icônica Móveis Coloniais de Acaju – se soma ao flow potente da MC e poeta Kimani. A faixa se une a Nós, Sol no Rosto e Jogo, prévia do primeiro álbum da nova banda que reúne o vocalista André Gonzales, o flautista Beto Mejía, o saxofonista Esdras Nogueira, o guitarrista e baixista Fernando Jatobá e o tecladista Gustavo Dreher. A sonoridade ímpar do Móveis se faz presente nessa composição, porém sem deixar de olhar para outras referências, das brass bands que remetem ao tradicional jazz de New Orleans ao futurismo do Daft Punk, comprovando a versatilidade de Remobília. A nova canção dialoga com a ideia de valorizar as origens, porém buscando sempre o recomeço. “A música fala sobre o significado de morte, fim, a partir de um olhar poético e de continuidade energética. Sabendo que haverá dor e sofrimento, mas com arte, amor e tempo, as coisas se assentam e continuam caminhando, curando cicatrizes”, resume o grupo. As quase duas décadas que o quinteto compartilhou na estrada em seu último projeto culminam na familiaridade e sintonia musical traduzida como Remobília. Depois de trilharem caminhos solo, agora eles criam um novo espaço de explorações criativas que soma todas essas trajetórias. Desde a última turnê do Móveis, André Gonzales voltou toda sua atenção para um forte e emocional trabalho com pessoas da terceira idade chamado o Sr. Gonzales Serenata Orquestra. Além de revisitar antigas canções em nova roupagem mais contemporânea e eletrônica, o grupo faz radionovelas para seu público. Esdras colocou sua paixão no que sempre havia estudado e admirado, a música instrumental. Gravou quatro discos e excursionou pelo Brasil e Europa, e tem se destacado como um expoente da nova música instrumental brasileira. Mejía pôs toda sua energia na paternidade e na criação de um projeto musical infantil chamado Onde o infinito é som, além de ter lançado outros dois outros trabalhos solo. Mas estiveram colaborando entre si durante esse período. André sempre fez o design dos trabalhos do Beto. Esdras, Jatobá e Dreher tocam no projeto de Gonzales e Gustavo gravou todos os discos do saxofonista, além de ter mixado e gravado também alguns do Beto. Além disso, Mejía também compõe para o repertório do Sr. Gonzales, que participou com Esdras do disco infantil. Em Remobília, todos esses elementos surgem repaginados, recombinados, redecorados. Gravados no estúdio de Jatobá, os novos singles tiveram uma produção coletiva, com André Gonzales assinando as capas e conceitos visuais do projeto. Ouça Ponto Final
Benjão canta as dualidades de um Brasil opressor e festivo em “Axé”

Gustavo Benjão é figura marcante na cena carioca dos últimos anos, com seu nome associado a projetos como Abayomy Afrobeat Orquestra e Do Amor e tendo se apresentado com artistas como Moreno Veloso, Nina Becker, Rodrigo Amarante e Lucas Santtana. Agora, Benjão faz um novo mergulho solo em Axé, seu segundo disco. O lançamento do selo Pomar é uma coleção de oito canções inéditas que vão da celebração à indignação, do zen ao desastre. Lost Xingu, o último single de Benjão, foi lançado em novembro de 2021. Em dezembro, ele já começava a gravar Axé, assinando todas as composições e gravando todos os instrumentos e vozes, além de produzir e mixar as canções. Essa empreitada quase totalmente solo contou com Martin Scian, que masterizou, e Marcelo Callado, seu parceiro na Do Amor, participou do vocal de Ladeira do Pelourinho. Entre lembranças saudosas – como a faixa dedicada a Callado, Ricardo Dias Gomes e Gabriel Bubu que recorda uma ida a Salvador – e a descrição de tragédias urbanas brasileiras – é o caso de Hiago, onde narra a morte de um jovem negro assassinado por um policial de folga -, Gustavo Benjão faz um retrato dual de um Brasil contraditório. Enquanto os arranjos dançantes entregam uma riqueza polifônica, as letras saúdam a poesia dos encontros cotidianos com a natureza (Ave Papai), nossa pluralidade cultural e de fé (Ajayô), ao mesmo tempo que debatem o limite entre o abuso e a revolta (Terror Antiopressor) e resgatam relatos de africanos escravizados (Longe do Cais). “Axé em Iorubá quer dizer energia vital de cada ser e energia positiva, energia que impulsiona a todos, que alegra e estimula. Axé também é como foi (e ainda é) chamada a música pop produzida na Bahia a partir do início dos anos 80. Uma música que me impulsionou em fazer um disco que tivesse não apenas algo de blocos, trios e bandas de axé music, mas também onde eu pudesse colocar instrumentos percussivos comuns ao samba, ao funk e a própria axé music, além de outros ritmos como arrocha, samba-reggae, lambada, pop e rock”, resume Benjão.
Tate Mcrae debuta com o álbum i used to think i could fly; ouça!

A cantora, compositora e dançarina Tate McRae lançou o álbum de estreia, i used to think i could fly, via Sony Music. O álbum mostra Tate no auge da sua carreira. O álbum apresenta colaboradores e produtores All-Star, incluindo Greg Kurstin, Finneas, Charlie Puth, Alexander 23, Blake Slatkin, Louis Bell e muito mais. O álbum conta com faixas já lançadas feel like shit, she’s all i wanna be, chaotic, what would you do? Tate acabou de encerrar sua turnê norte-americana de 2022 e atualmente está performando em datas na Europa, incluindo Reino Unido, e na Austrália. A partir de setembro, Tate fará uma turnê como convidada especial no Shawn Mendes’ Wonder: The World Tour 2022.
Felipe Vaz reflete origens no imersivo álbum “Terra de Mulher Bonita”

O artista Felipe Vaz faz da sua música um encontro consigo mesmo e com a sua regionalidade. Depois do primeiro disco, autointitulado, o artista ressignifica o pop carioca sob um viés de pertencimento e identidade do Rio que vai no sentido oposto dos cartões postais. O novo trabalho, Terra de Mulher Bonita, escancara no título a referência à sua Duque de Caxias natal e convida a um mergulho musical e estético de um artista sem medo de abraçar suas origens. O título do disco é uma homenagem clara ao município da Baixada Fluminense, cujo apelido é justamente Terra de Mulher Bonita. O fato se deve a uma placa feita à mão que se localizava na Baía de Guanabara, na altura da Linha Vermelha — principal via de acesso entre a Baixada e a cidade do Rio de Janeiro. Era comum, ao seguir viagem de Caxias para o Rio, se deparar com o emblema “Duque de Caxias: Terra de Mulher Bonita”. Hoje a placa não está mais lá. Não se sabe o que houve com ela, e tampouco sobre o seu célebre autor. O que fica claro é que, pela primeira vez, um álbum musical será totalmente ambientado na cidade de 78 anos, uma das maiores e mais importantes periferias urbanas do estado do Rio de Janeiro. “A ideia central do disco é poder falar sobre meus amores, paixões, inseguranças, crenças, política e visão de mundo, tendo a cidade como objeto poético. Assim como é ‘belo’ falar sobre a Garota de Ipanema, quero mostrar como é bonito também falar sobre a Terra de Mulher Bonita. Para além do apego local, o álbum é para todos aqueles que amam, choram, sentem saudade, se frustram, e que vão se reconhecer nessa jornada. Claro, será especial para a população da cidade, mas também um convite para mergulhar na cultura de uma das maiores periferias urbanas do Brasil. Uma iniciativa para que possamos nos identificar enquanto seres periféricos e fomentadores da cultura regional”, reconhece Felipe.