MGK e Fred Durst (Limp Bizkit) lançam o explosivo single “Fix Ur Face”

MGK e Fred Durst, vocalista do Limp Bizkit, lançaram o single Fix Ur Face. A faixa marca a primeira colaboração em estúdio entre os dois artistas, que são amigos desde 2014, e traz de volta aquela sonoridade crua, rápida e agressiva que definiu o nu-metal. Com riffs que remetem diretamente ao clássico Break Stuff, a música é o primeiro lançamento de MGK desde o aclamado álbum Lost Americana (2025). A química entre o flow de MGK e a atitude inconfundível de Durst cria uma faixa que serve tanto para os novos fãs de rock quanto para os saudosistas da era Family Values Tour. Performance insana de MGK e Fred Durst O lançamento veio acompanhado de um videoclipe dirigido por Sam Cahill, filmado em várias cidades durante a turnê mundial de MGK, incluindo passagens por Londres, Dublin, Berlim e Los Angeles. O vídeo captura a energia caótica dos shows, que recentemente foi notícia após um fã sofrer uma queda (sem gravidade) ao ser convidado ao palco em Londres. Rumo ao Rock in Rio 2026 A notícia que mais anima o público brasileiro é que MGK já está confirmado como uma das principais atrações do Rock in Rio 2026, em setembro. Antes disso, ele passará pelo Japão no festival Summer Sonic. Com a chegada de Fix Ur Face, a expectativa para a performance no Palco Mundo só aumenta, prometendo ser um dos shows mais energéticos da edição.
Dead Pioneers e The Interrupters lançam o single “Never Alone”

O sentimento de não pertencer e a busca por refúgio através da música são temas universais, mas no punk rock, eles ganham uma urgência diferente. É exatamente essa a energia de Never Alone, o novo single triunfante da banda Dead Pioneers, que conta com a participação do fenômeno do ska-punk The Interrupters. A faixa faz parte do álbum Wagon Burner, previsto para chegar às lojas e plataformas digitais no dia 26 de junho via Hassle Records. Segundo o frontman Gregg Deal, a colaboração foi planejada durante anos. “O sentimento real e palpável de não pertencer e encontrar consolo através da música, comunidade e família escolhida é algo que muitos de nós entendemos em múltiplos níveis”, afirma o vocalista. Família escolhida A química entre os dois grupos é evidente. Para Jesse Bivona, baterista do The Interrupters, participar da faixa foi uma honra: “Esta música centra-se em encontrar comunidade, suportar tempos difíceis e celebrar os bons tempos juntos. Pavimentar nossa própria estrada e nos tornarmos família”. O Dead Pioneers tem se destacado por letras que confrontam questões sociais e de identidade, e ao compartilhar o microfone com Aimee Interrupter, a faixa ganha uma camada melódica que amplia sua mensagem de esperança e resistência. Estética O single chegou acompanhado de um lyric video que reforça a mensagem de união. Wagon Burner promete ser um dos álbuns de punk rock mais viscerais de 2026, consolidando o Dead Pioneers como uma das vozes mais autênticas da cena atual.
Mirador, projeto de Jake Kiszka (Greta Van Fleet) e Chris Turpin, solta Ashes To Earth (Reborn at Badon Hill)

Dois dos arquitetos mais influentes da nova era do rock e do blues uniram forças em um projeto que promete resgatar a essência visceral das guitarras. O Mirador, banda cofundada por Jake Kiszka (guitarrista do Greta Van Fleet) e Chris Turpin (do aclamado duo Ida Mae), lançou o single Ashes To Earth (Reborn at Badon Hill). A faixa é o cartão de visitas para o álbum de estreia da dupla, intitulado The Gathering At Badon Hill, que tem lançamento mundial marcado para o dia 15 de maio. Alquimia sonora A união entre Kiszka e Turpin não é apenas um encontro de virtuosos, mas uma simbiose de estilos. Enquanto Jake traz a energia das arenas e o timbre que revitalizou o rock clássico na última década, Chris Turpin injeta a sofisticação do blues e do folk britânico que consagrou o Ida Mae. Ashes To Earth apresenta uma sonoridade densa, calcada em riffs orgânicos e uma atmosfera que remete aos grandes encontros do rock dos anos 70, mas com a nitidez da produção contemporânea. O título do álbum e do single sugerem um conceito inspirado em mitologias e batalhas históricas (Badon Hill é um local lendário associado ao Rei Arthur), o que casa perfeitamente com a estética épica da dupla. Pré-venda e lançamento O álbum The Gathering At Badon Hill já se encontra em pré-venda em formatos físicos (CD e Vinil) através da UMusic Store. O lançamento acontece em um momento em que ambos os artistas colhem os frutos de turnês mundiais bem-sucedidas com seus projetos principais, consolidando o Mirador como uma das estreias mais aguardadas do primeiro semestre de 2026.
Nine Inch Nails e Boys Noize lançam o álbum “Nine Inch Noize”

O que acontece quando os arquitetos do rock industrial se encontram com o mestre do techno alemão? A resposta é “Nine Inch Noize”, um projeto colaborativo entre o Nine Inch Nails (NIN) e o produtor Boys Noize, que acaba de ser lançado globalmente pela Interscope Records. O álbum não é apenas uma coletânea de remixes, mas uma reconstrução sonora que funde a agressividade orgânica de Trent Reznor e Atticus Ross com a precisão sintética e o “punch” das pistas de Alex Ridha (Boys Noize). De “Closer” ao universo de Tron O repertório conta com dez faixas que atravessam diferentes eras da carreira de Reznor. Entre os destaques absolutos está a nova roupagem para Closer, que ganha uma batida de techno industrial implacável, e a versão de As Alive As You Need Me To Be. Esta última, parte da trilha sonora de Tron: Ares, chega ao álbum com o peso de ter vencido recentemente o Grammy. O disco também faz um aceno aos projetos paralelos de Reznor, incluindo uma releitura de Parasite, da banda How To Destroy Angels (projeto de Trent com Mariqueen Maandig e Atticus Ross). Atmosfera distópica Boys Noize, conhecido por seu som “sujo” e distorcido, provou ser o parceiro ideal para o NIN. O resultado é um disco que soa como uma trilha sonora para um futuro distópico, equilibrando momentos de pura catarse eletrônica com as paisagens sonoras sombrias que são marca registrada da banda norte-americana.
Tori Amos apresenta “Gasoline Girls” e antecipa novo álbum

A cantora Tori Amos liberou mais uma peça do quebra-cabeça de seu 17º álbum de estúdio. O single Gasoline Girls chega às plataformas via Universal/Fontana, consolidando a narrativa de In Times of Dragons, disco que tem lançamento mundial marcado para o dia 1º de maio de 2026. Dando continuidade aos singles Stronger Together e Shush, a nova faixa mergulha em um universo mítico onde o poder e a fuga se encontram. Em Gasoline Girls, Tori canta sobre uma gangue de motociclistas lésbicas que escolhem ser poderosas juntas. Sob o mantra “we will tend the fire” (“nós vamos manter o fogo aceso”), a música é um hino à solidariedade e à força coletiva. Piano, mitologia e ativismo Reconhecida por sua habilidade técnica no piano e por letras que desafiam estruturas sociais, Tori Amos utiliza o simbolismo das Gasoline Girls para marcar o momento em que a resistência ganha forma no álbum. A faixa equilibra a sofisticação harmônica de Tori com uma energia crua, quase cinematográfica, típica de suas composições mais conceituais. “In Times of Dragons” O novo álbum promete ser uma jornada através de tempos desafiadores, onde Tori atua como uma contadora de histórias que resgata o poder feminino e as alianças necessárias para a sobrevivência. A produção refinada reafirma por que ela continua sendo uma das artistas mais influentes das últimas décadas.
Ellen Oléria fecha projeto “Elas Cantam as Águas” com “Filha do Mar (Oh, Yemanjá)”

A cantora Ellen Oléria lançou Filha do Mar (Oh, Yemanjá), uma canção inédita composta por Gabriel Martins e Vitor Cheloni. A faixa encerra a sequência de lançamentos do projeto Elas Cantam as Águas, um EP que celebra o elemento água através das vozes femininas mais expressivas da nossa MPB. Interpretada com a veracidade e a intensidade características de Ellen, a canção evoca a força de Yemanjá como guia e proteção. A narrativa percorre a jornada de uma mulher que se reconhece e se transforma através do chamado do mar, utilizando metáforas como o “manto azul” e o “espelho” para reforçar a identidade e a elevação da história feminina. Sofisticação e ritualística A profundidade da gravação é ampliada pela presença delicada e expressiva de Thais Nicodemo ao piano. O arranjo, assinado por Gabriel Martins, cria uma base emocional que transita entre o íntimo e o ritualístico. Ellen Oléria, aclamada pela crítica por sua competência técnica e entrega emocional, transforma a composição em um verdadeiro chamamento ao despertar espiritual. Projeto “Elas Cantam as Águas” Lançado na semana em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, o EP reúne obras de Ivan Lins, Vitor Martins e do próprio Gabriel Martins. O repertório é um mergulho em diferentes estados da água, da chuva à cachoeira, do rio ao mar, interpretados por um time de peso:
Roberto Menescal e Muca anunciam o álbum “Beleza”

A Bossa Nova sempre foi um gênero de exportação, mas o que o produtor Muca e a lenda viva Roberto Menescal estão construindo vai além da simples influência. O projeto Beleza, com lançamento marcado para o dia 29 de maio de 2026, é uma colaboração profunda que utiliza o legado clássico de Menescal como base para diálogos com a vanguarda contemporânea de Londres e do Brasil. Para preparar o terreno, a dupla lançou dois singles que sintetizam essa proposta: Every Little Thing e Ladeira. Jazz de Londres encontra o balanço carioca Em Every Little Thing, a convidada é Sahra, estrela em ascensão da cena jazz do Reino Unido. A faixa é um deleite lúdico que cita Shakespeare e Wordsworth, embalada por um ritmo leve, intervenções de metais e uma guitarra fuzz com reverb que remete à suntuosidade da MPB clássica. A música conta ainda com Serra Petale (da banda Los Bitchos) nos bongos, reforçando o caráter multicultural da obra. “Eu me apaixonei pela bossa nova tudo de novo no Brasil em 2024. Gravar com uma lenda como Menescal é fazer parte da história”, celebra Sahra. Urbanidade e ancestralidade com Josyara Já em Ladeira, a Bossa Nova caminha em direção ao asfalto e à modernidade urbana. A faixa conta com os vocais marcantes de Josyara, artista baiana que traz sua sincopação única para o projeto. A letra mergulha na mitologia de Obá, utilizando referências afro-brasileiras para falar sobre sobrevivência, plenitude e a conexão com os mais velhos. Josyara revela que cantar a faixa foi um desafio: “Nunca tive uma relação íntima com a bossa nova, talvez por isso a gravação tenha ganhado outro contorno: o encontro de identidades e sotaques em reverência a uma brasilidade múltipla”. O que esperar de “Beleza”, de Roberto Menescal e Muca O álbum promete ser um mosaico de experiências. Muca, com sua visão de produtor habituado ao cenário global de Londres, consegue extrair de Menescal arranjos que respeitam o passado, mas que soam urgentes e novos. É a prova de que a “batida diferente” de 1958 ainda tem muito a dizer ao mundo em 2026.
Atheros lança “A Verdadeira Face” e reafirma força do groove metal em português

Após a boa recepção do single de estreia Inocentes, a banda catarinense Atheros está de volta com material inédito. O grupo disponibilizou em todas as plataformas de streaming a faixa A Verdadeira Face, um mergulho sonoro que une o peso do groove metal à clareza melódica do heavy metal tradicional, mantendo a aposta em letras autorais em português. Composta por Marco Bonetti, a música funciona como um alerta sobre a falsidade e a dissimulação. A letra aborda a importância de observar quem está ao nosso lado, confrontando discursos de fidelidade com ações pelas costas. Para a banda, o tempo é o juiz supremo que, inevitavelmente, revela a essência de cada indivíduo. Proposta sonora e produção Formada em 2022 em Jaraguá do Sul (SC), a Atheros é composta por Marco Bonetti (voz e guitarra), Rogerio Boddenberg (baixo) e Erick Bonetti (bateria). O trio busca um caminho sonoro próprio, privilegiando um trabalho orgânico e puro, fugindo de produções excessivamente digitais para preservar a energia da performance. A produção, engenharia e mixagem ficaram a cargo de Crisleison Ramos, no estúdio Crvtape, garantindo que a “cozinha” pesada de Rogerio e Erick servisse de base sólida para os riffs e as linhas melódicas de Marco. Futuro: álbum de estreia da Atheros A Verdadeira Face é mais um degrau na construção do primeiro álbum de estúdio da banda. O objetivo do trio é consolidar a Atheros como uma voz relevante no metal nacional, utilizando a música como ferramenta de transformação e reflexão sobre temas atuais e cotidianos.
Adrian Younge redefine o encontro entre Orquestra e Hip Hop em novo álbum

Existem artistas que fazem música e existem artistas que constroem mundos. Adrian Younge pertence ao segundo grupo. O compositor, produtor e multi-instrumentista de Los Angeles acaba de lançar sua obra definitiva: o álbum Younge. O disco é uma afirmação instrumental audaciosa que posiciona o artista como o elo perdido entre os grandes compositores de trilhas sonoras dos anos 70 e os produtores de hip hop contemporâneos. O álbum é uma homenagem consciente a gênios como Ennio Morricone, Lalo Schifrin e David Axelrod, visionários que criaram músicas cinematográficas que seriam, décadas depois, “escavadas” por produtores de rap para criar batidas atemporais. Em Younge, Adrian não apenas utiliza essas influências; ele as reconstrói do zero. Orquestra para o sample Diferente de uma orquestra clássica tradicional, as composições em Younge são modulares. Elas foram escritas com a mentalidade de um produtor que entende de sampling. São arranjos construídos sobre textura, tensão e espaço, convidando à reinterpretação. Tudo no álbum foi gravado de forma 100% analógica, em fita, no Linear Labs (estúdio de Younge em LA). Esse compromisso com o som “sujo” e quente da fita garante que o disco soe, ao mesmo tempo, como uma raridade descoberta em um sebo de 1972 e como algo futurista e inevitável. Legado Jazz Is Dead Adrian Younge também é conhecido por ser o cofundador do selo Jazz Is Dead, onde produz álbuns inéditos ao lado de lendas vivas do jazz. Essa experiência de “curadoria viva” transparece em seu novo trabalho solo, onde a sofisticação harmônica se encontra com o peso rítmico do hip hop. Ele é o compositor que pensa como produtor e o produtor que escreve como maestro.