Com versões ao vivo e faixa inédita, Alter Bridge libera Walk The Sky 2.0

Como noticiamos recentemente, o Alter Bridge estava a um passo de lançar o EP Walk The Sky 2.0. Agora, a espera chegou ao fim e o trabalho já está disponível em todas as plataformas digitais. Ademais, o projeto traz apresentações ao vivo do disco Walk The Sky, apresentado em 2019. A faixa Last Rites também foi divulgada junto do álbum. Em resumo, a faixa retrata o sentimento de pessimismo e incerteza do mundo durante todos os eventos que aconteceram durante o ano.

Entrevista | Matuê – “Foi uma forma de homenagem ao Charlie Brown Jr”

No mês passado, o rapper cearense Matuê, de 27 anos, alcançou números impressionantes com o seu álbum de estreia, Máquina do Tempo, lançado pela Sony Music. No Spotify, o artista conseguiu emplacar as sete faixas do álbum no top 15 da plataforma. Foram 5 milhões de streams no álbum em 24 horas. E se isso tudo não bastasse, no YouTube ainda teve 31 milhões de views do seu álbum em três dias. O artista conta que a criação de um álbum cheio o intimidava bastante no início, ainda mais por ele querer fazer algo com um conceito todo amarrado. No entanto, a ideia avançou e já tem outros frutos por vir. “Há dez meses, notamos que tínhamos um apanhado de músicas que começaram a fazer sentido entre si. Com o passar do tempo, vimos que dava para criar uma história, e foi aí que surgiu a ideia dos elementos audiovisuais. Cada um dos vídeos é como se fosse trechos da história completa. Ainda vamos mostrar isso para o pessoal através do comic book. Falando sobre as teorias, a gente vê várias, e alguns detalhes estão certos, mas outros ainda estão errados. Vamos apresentar isso com nosso gibi em breve”. Matuê nos EUA Na pré-adolescência, muito antes de iniciar a carreira musical, Matuê viveu por três anos em Oakland, nos Estados Unidos. Lá, ele aprendeu o idioma e passou a vivenciar a cultura do hip hop como um todo. Posteriormente, passou a dar aulas de inglês, o que possibilitou investir em equipamentos para gravar o seu trabalho autoral. “Foi uma ferramenta que me ajudou a entrar no meu sonho de fazer música. Essa é a conexão entre os EUA e minha carreira”. Matuê, frequentemente, é comparado com o norte-americano Travis Scott, que seria headliner do último Lollapalooza Brasil. Mas isso não o incomoda, principalmente quando o assunto não é sonoridade. “Me inspiro bastante no trabalho do Travis. Acho bem completo. Ele consegue trabalhar a arte dele em várias frentes, não só na questão musical. Isso torna ele uma inspiração bem grande. Musicalmente, não vejo tantas similaridades entre nossos trabalhos. Em termos de sons, fazemos coisas bem diferentes. Mas, a forma como ele embala o produto dele e faz os lançamentos me inspiram bastante. Busco aprender com ele com essas coisas não convencionais e inesperadas”. Homenagem ao Charlie Brown Jr Para os fãs de Charlie Brown Jr, Matuê faz uma homenagem a Chorão na faixa-título do álbum. A canção traz um trecho de Como Tudo Deve Ser, um dos clássicos da banda. “Tenho uma história bem interessante com o Charlie Brown Jr, mais especificamente com o Chorão. Cheguei a conhecer ele em Fortaleza uma vez, com muita sorte. Eu estava andando de skate em uma pista que era muito famosa aqui, e ele me deu um ingresso para poder curtir o show do Charlie Brown. E isso me marcou demais, porque eu era e ainda sou muito fã da banda. Na verdade não foi um sample, mas uma regravação, foi uma forma de homenagem à banda”. Antes de lançar o álbum de estreia, Matuê preparou os fãs com uma série de ações nas ruas de São Paulo. Cartazes foram espalhados pela cidade e um grafite imenso foi preparado na lateral de um prédio na Capital. “O preparo do álbum foi quando a gente buscou fazer um trabalho legal de marketing, com a parede grafitada em São Paulo, e tudo mais”. Matuê conta que está empolgado para começar a fazer os shows de divulgação da Máquina do Tempo, mas respeitando todas as questões de saúde. “Falando de forma mais ampla, gostaria cada vez mais de ser uma força para solidificar o trap como gênero musical entre os mais fortes no Brasil. Quero que isso que a gente faz se torne cada vez mais protagonista na música brasileira. Acho que conseguimos um pouco com esse disco. Espero repetir o feito com mais impacto e mais conexão com quem curte”.

Em clima de Natal, Gwen Stefani lança álbum; Jamie Cullum libera videoclipe

Em clima de Natal, Gwen Stefani e Jamie Cullum já saíram na frente na corrida para ver quem vai ocupar o lugar da Simone na noite do bom velhinho. Os dois trabalham em álbuns temáticos para a data. A cantora já liberou o seu álbum, enquanto o pianista está divulgando em doses. Gwen Stefani – Here This Christmas Eterna voz do No Doubt, Gwen Stefani liberou a audição do seu álbum natalino You Make It Feel Like Christmas (Deluxe Edition – 2020). Três vezes vencedora do Grammy, Gwen lançou em 2017 a versão original de You Make it Feel like Christmas, com produção da artista e Busbee, além de produção adicional de Eric Valentine. O repertório original conta com 12 faixas, sendo seis canções originais escritas por Stefani, Busbee e Justin Tranter, além de seis versões de músicas populares natalinas. Jamie Cullum – Turn On The Lights O cantor e compositor Jamie Cullum disponibilizou o videoclipe de Turn On The Lights. Produzido por Andrew Corrigan, o vídeo é uma montagem de imagens, mostrando cenas de gravações do álbum e tomadas de uma apresentação íntima em casa. Entrelaçando teclados lúdicos com uma sinfonia de cordas e um exército de percussão, Turn On The Lights é uma amostra do que está por vir. O mais ambicioso disco de Jamie até agora, apresenta dez canções originais e foi gravado no famoso Studio 2 de Abbey Road. Definido para se tornar uma celebração de Natal atemporal, The Pianoman At Christmas tem previsão de lançamento no dia 20 de novembro.

Daniel Lotoy fez uma música para cada signo e você precisa ouvir

O cantor paulista Daniel Lotoy lançou nesta sexta-feira (16) seu primeiro álbum solo, A Música dos 12 Signos na Quarentena. Conhecido da noite paulistana por ser uma das vozes da banda Bolero Freak, Daniel escreveu uma música para cada signo, misturando diversos gêneros. Áries, por exemplo, é um samba-funk; Leão, todavia, virou um samba; Libra, um reggae; enquanto Capricórnio, um sertanejo. E por aí vai. Gravado dentro do próprio home estúdio com participação de vários músicos, que também fizeram as gravações de suas casas, A Música dos 12 Signos na Quarentena é uma obra musical cheia de humor e teatralidade. Daniel Lotoy é cantor, compositor, professor de canto e performer, com mais de 15 anos de experiência na música. Graduado em Canto Popular pela Faculdade Santa Marcelina e pós-graduado em Música Popular, Daniel cantou em navios de cruzeiro internacionais, se apresentando na costa do Oceano Pacífico do México e nos mares do Caribe. Posteriormente, com sua banda Bolero Freak, participou do Festival Nômade 2018, onde apresentou suas músicas autorais no mesmo palco que os renomados Lulu Santos, Céu, Silva, 5 a Seco e Maria Gadú. Recebeu premiações de melhor intérprete e melhor música em festivais de MPB no interior de São Paulo. Foi segundo lugar no concurso que elegia os melhores artistas de rua da capital paulista. Lotoy é o coordenador de eventos musicais no Mosteiro de São Bento, além de cantor da Bolero Freak e da Be Bowie! (Tributo a David Bowie).

Wildflowers, de Tom Petty, ganha versão de luxo; Ouça!

Tom Petty inicialmente imaginou Wildflowers (1994) como álbum duplo, mas foi forçado a deixar várias canções de fora quando chegou a hora de finalizar. Alguns deles acabaram em projetos posteriores, como a trilha sonora de Petty’s She’s the One. No entanto, a maioria ficou guardada por décadas. Agora, essas raridades foram finalmente descobertas como parte de uma edição de luxo intitulada Wildflowers & All the Rest. Ao todo são 50 faixas, divididas entre o álbum original, gravações caseiras, versões alternativas e apresentações ao vivo. Wildflowers & All the Rest, lançado pela Warner Records, está disponível em vários formatos. A Super Deluxe Edition – distribuída em cinco CDs e nove LPs – oferece a maioria dos mimos, incluindo um disco Wildflowers Live com 14 apresentações ao vivo, uma introdução escrita por Rick Rubin e um ensaio do veterano jornalista musical David Fricke.

Presentão do dia: The Struts divulga álbum Strange Days

Se tem uma banda da nova geração que consegue colocar a expectativa por álbuns novos lá em cima, certamente ela se chama The Struts. E o melhor de tudo: consegue corresponder sempre. Strange Days, o terceiro disco de estúdio do The Struts, comprova isso mais uma vez. Lançado nesta sexta-feira (16), Strange Days é um tributo ao rock, com várias referências de glam, hard e classic. Mas tudo com a originalidade de Luke Spiller e companhia. Além disso, traz convidados especiais, como Albert Hammond Jr (The Strokes), Phil Collen e Joe Elliott (Def Leppard), Robbie Williams e Tom Morello. “O plano original era ir para o estúdio por dez dias e gravar três, talvez quatro músicas, mas todos tinham um desejo tão apaixonado de entrar nisso que no quarto dia tínhamos seis ou sete músicas prontas. E então nós pensamos: certo, nós temos cinco dias restantes, vamos ver o que mais podemos fazer’”, contou Luke em entrevista à Kerrang.

Hybrid Theory: estreia do Linkin Park ganha versão após 20 anos

Em 24 de outubro de 2000, o Linkin Park lançou o álbum Hybrid Theory e mudou o curso do rock para sempre. Duas décadas depois, eles entregam a visão definitiva da estreia e lançam Hybrid Theory: 20th Anniversary Edition pela Warner Records, com distribuição nacional pela Warner Music Brasil. O projeto ascendeu a expectativa dos fãs em todo o mundo e o burburinho da crítica. Antes da chegada, o grupo liberou In The End (Demo) na semana passada. Em uma semana, o single acumulou mais de 1 milhão de streams. Para não deixar de mencionar, Hybrid Theory: 20th Anniversary Edition promoveu o mito de uma joia em particular não lançada intitulada Pictureboard, que finalmente aparece no disco de Forgotten Demos. Por vinte anos, os fãs exigiram a faixa documentada pelo HYPEBEAST. Eles atenderam a demanda, é claro. O Linkin Park preparou o terreno para o lançamento, revelando a tão procurada demo de 1999 de She Couldn’t. Em apenas um mês, ela gerou mais de 3 milhões de streamings.

Future Islands, enfim, solta seu sexto álbum, As Long As You Are

O Future Islands lançou seu sexto álbum, As Long As You Are. Anteriormente, no início da semana passada, a banda havia divulgado As Long As You Are Listening, Together, um evento interativo de audição do álbum em tempo real, e apresentou For Sure no The Late Show com Stephen Colbert. Na última sexta (9), para celebrar o lançamento de As Long As You Are, o Future Islands fez seu único show de 2020. O grupo de Baltimore tem estado na estrada por mais de uma década, mas 2020 é o primeiro ano em que a banda não pega a estrada desde 2008. Para seu 1.235º show ao vivo, o grupo ficou online para uma livestream global e única. A Stream of You and Me foi filmado em Maryland e contou com um show de luzes único criado pelo artista Pierre Claude (The Strokes). A transmissão foi dirigida por Michael Garber (Phoenix). As Long As You Are olha para o passado e também para o futuro, enfrentando velhos fantasmas e abraçando uma nova esperança. É um álbum sobre confiança, cheio de honestidade, redenção e desapego, permitindo que velhas feridas cicatrizem ao encerrar capítulos dolorosos. O álbum inclui os dos singles anteriormente lançados, Thrill e For Sure. Sinalizando uma nova era para o Future Islands. O baterista Mike Lowry se junta oficialmente como membro e compositor, complementando o trio fundador: William Cashion, Samuel T. Herring e Gerrit Welmers. O quarteto assumiu funções de produção pela primeira vez, co-produzindo As Long As You Are com Steve Wright, no Wrightway Studios, em Baltimore. Em resumo, seu synth-pop new wave repleto de melodias alegres e refrões celestiais é tão eufórico e alegre quanto qualquer obra da banda em seus 14 anos de carreira.

Com aura solar e pra frente, Muito Demais, de Lucas Bernoldi, é lançado

Muito Demais, terceiro disco de estúdio de Lucas Bernoldi, está na área. O cantor, compositor e produtor assina pela primeira vez a direção musical de um álbum próprio, tendo realizado a maior parte dos processos de criação em seu home studio, batizado de Estúdio Prata. “Tem momentos contemplativos, umas paisagens urbanas, experimentos… é um disco muito pra frente, com uma aura solar”, adianta Bernoldi. Itamar Assumpção, Tom Zé, Raul Seixas e Mutantes formam o quarteto fantástico de influências do jovem artista. O clipe da faixa homônima já provocou boas risadas. Muito Demais narra a saga matinal do personagem Gabirú, morador do bairro Vila Romana em São Paulo que, junto aos seus privilégios, caminha pela cidade refletindo sobre as notícias cotidianas da televisão. Lucas Bernoldi e as participações O universo sintético e de colagens sonoras de Lucas Bernoldi passa pela faixa Lua Nova, que conta com a participação da Papisa, representante do dream pop nacional. Outra musa indie que participa do álbum é Mãeana, na preguiçosa faixa Areia. Rafael Rocha (Tono) também está na canção. A canção-manifesto Eu Quero Viver fala sobre a vida de forma suave, dançante e solar. Não à toa, virou um lyric vídeo onde o espírito dança com alegria e consciência no meio de todas as barbáries do mundo contemporâneo. A música conta com a participação muito especial do ator, escritor, poeta, cantor, diretor e um dos fundadores da banda Aláfia, Jairo Pereira. Muito Demais é o terceiro disco de Lucas Bernoldi, que conta com Filipe Gomes (bateria), Gabriel Catanzaro (baixo), Pedro Bienemann (guitarra), Mirella Celeri (vocais). Este álbum é o sucessor de Prateado (2017) e de Sombras Coloridas (2014) – o disco de estreia de Bernoldi que caiu nas graças da crítica de todo o Brasil. Com a Banda Cigarra, que faz a festa de muitas festas de música brasileira, Bernoldi lançou o dançante e delicioso álbum Cigarra (2018). “Vamos cuidar da saúde mental e da vigília dos nossos pensamentos para conseguir ultrapassar barreiras e ‘colocar o bloco na rua’ como cantou o grande Sérgio Sampaio” indica o cantor e compositor Bernoldi.