Malevolent Creation e Mystic Circle anunciam show histórico no Hangar 110

Os veteranos do death metal norte-americano do Malevolent Creation retornam a São Paulo no dia 24 de outubro para uma apresentação especial no Hangar 110. O show marca a celebração dos 35 anos de The Ten Commandments, disco de estreia da banda e um dos registros mais importantes da primeira geração do death metal da Flórida. A noite contará ainda com a participação dos alemães do Mystic Circle, que voltam aos palcos após duas décadas sem apresentações ao vivo. Lançado em 1991, The Ten Commandments ajudou a consolidar o nome do Malevolent Creation entre os principais representantes do death metal norte-americano. Produzido por Scott Burns e com arte assinada por Dan Seagrave, o álbum trouxe clássicos como “Premature Burial”, “Multiple Stab Wounds” e “Thou Shall Kill!”, combinando a brutalidade do death metal com a velocidade e agressividade herdadas do thrash. A atual formação do grupo é liderada pelo guitarrista e fundador Phil Fasciana, único integrante presente em todas as fases da banda. Para a turnê comemorativa, o músico divide o palco com Deron Miller, Jesse Jolly, Chris Cannella e Ronnie Parmer, em uma formação com três guitarras que busca resgatar características dos primeiros anos do grupo. Mystic Circle de volta aos palcos Outro atrativo da noite será o retorno do Mystic Circle aos palcos. Formada em 1992, na Alemanha, a banda construiu uma carreira marcada pela mistura de black metal, death metal e elementos sinfônicos. Após encerrar as atividades em 2007, o grupo retomou suas atividades em 2021 e lançou uma sequência de trabalhos recentes, incluindo Mystic Circle (2022), Erzdämon (2023) e Hexenbrand 1486 (2025). A apresentação em São Paulo faz parte da turnê latino-americana do Malevolent Creation, que também passará por países como México, Costa Rica, Colômbia, Peru, Chile e Argentina. Serviço Malevolent Creation e Mystic Circle em São Paulo Data: 24 de outubro de 2026Local: Hangar 110Endereço: Rua Rodolfo Miranda, 110, Bom Retiro, São Paulo (SP) Ingressos: Fastix
Afghan Whigs celebra 40 anos de estrada e anuncia o álbum “Soft Control”; ouça primeiro single

Poucas bandas conseguiram atravessar quatro décadas mantendo a integridade e a relevância como o Afghan Whigs. O grupo, que se tornou um pilar do rock alternativo norte-americano, confirmou para o dia 21 de agosto o lançamento de Soft Control, seu décimo álbum de estúdio. A novidade chega acompanhada do single Jungle Roux, uma faixa que mantém o equilíbrio clássico do grupo entre guitarras pesadas, texturas de soul e uma urgência quase cinematográfica. Mudança de perspectiva de Greg Dulli Para Greg Dulli, o vocalista e mentor da banda, Soft Control representa uma ruptura na forma como ele encara a sua própria arte. Se o começo da carreira foi alimentado por uma raiva juvenil necessária, hoje o seu motor é outro. “Trabalhei muito na minha paz interior. Eu era um jovem raivoso, e isso alimentava minha arte. Agora, sei o que estou fazendo e há uma confiança tranquila que vem com a capacidade de sustentar isso”, explica Dulli. Processo criativo itinerante do Afghan Whigs O álbum foi um projeto de fôlego, gravado em uma verdadeira rota criativa que passou por Joshua Tree, Nova Orleans, East Hollywood e Cincinnati. O processo começou com nada menos que 22 canções, mas, fiel ao seu perfeccionismo, Dulli reduziu o projeto a 10 faixas essenciais. Segundo o músico, o formato de dez músicas é a “medida ideal” para uma declaração concisa e direta. A gravação contou com colaborações essenciais de parceiros de longa data, incluindo o produtor e guitarrista Christopher Thorn, o baterista Patrick Keeler (The Raconteurs), o tecladista Bo Koster (My Morning Jacket) e a cantora e violinista Petra Haden. Soft Control – tracklist1 Jungle Roux2 House of I3 Duvateen4 My Lover5 The Deepest Part of the Darkest Shadow6 Mariah Luster7 Memphis, Texas8 779 Loose Talk10 A Simulation
Mastodon canaliza o luto no novo single “Your Ghost Again”

O mundo do metal extremo ainda tenta processar a ausência de Brent Hinds, cofundador do Mastodon, falecido em 2025. Mas, como o rock sempre encontrou na dor uma forma de combustão, o trio remanescente decidiu transformar esse luto em um documento sonoro visceral. O novo single, Your Ghost Again, acaba de ser lançado, servindo como uma carta de despedida e um tributo honesto ao companheiro de longa data. A faixa marca uma mudança importante na dinâmica da banda: sem o frontman original, o baixista Troy Sanders e o baterista Brann Dailor assumem as rédeas vocais, dividindo as harmonias em uma performance que transborda saudade. Reconstrução sonora Para esta nova fase, o Mastodon trouxe reforços para garantir que o peso não fosse sacrificado. O guitarrista Nick Johnston assumiu o posto nas seis cordas, enquanto a produção do novo material está nas mãos de Patrik Berger (conhecido por trabalhos com Spiritbox e Bring Me The Horizon) e Kurt Ballou (lendário produtor do Converge). “Quando estávamos no estúdio gravando, eu ficava vendo o Brent. Eu o via à minha direita segurando o violão, porque era ali que ele costumava ficar. É como com a minha mãe: continuo vendo-a. Você sente um frio na barriga porque pensa que está vendo a pessoa, mas aí você se lembra que ela não está mais aqui”, desabafa o baterista Brann Dailor. O single antecipa o sucessor do denso Hushed and Grim (2021). O grupo tem trabalhado arduamente em Los Angeles para garantir que o álbum completo não apenas honre o passado, mas aponte novas direções.
+LIVE+ confirma shows no Brasil e celebra legado do rock alternativo

A espera dos fãs brasileiros pela banda +LIVE+ (Live) chegou ao fim. O grupo, que ajudou a moldar o rock alternativo das décadas de 1990 e 2000, anunciou seu retorno ao país com duas apresentações exclusivas em setembro de 2026. O grupo, liderado pela voz marcante de Ed Kowalczyk, volta ao Brasil após um hiato de 25 anos desde a sua última passagem. As datas confirmadas são: A banda construiu uma carreira com mais de 23 milhões de álbuns vendidos e hinos que dominavam as rádios e a MTV no período pré-streaming, como Lightning Crashes, I Alone e All Over You. Ingressos e pré-venda As entradas começam a ser vendidas a partir do dia 5 de junho (para assinantes do Clube Opus) e, no dia 9 de junho, para o público geral, através da plataforma Eventim. Serviço: +LIVE+ no Brasil
Entrevista | Limmbo – “Eu não preciso escolher uma das duas coisas, posso ser as duas”

Limbo. A palavra limbo é derivada do latim “limbum,i”, que significa orla, borda, barra de vestido. Limbo a gente consegue encontrar no dicionário… Limmbo, não. Nascido Enzo Borges, o santista Limmbo de 25 anos, acaba de trocar a sua assinatura. Se no dicionário, limbo remete a extremidades, Limmbo escolheu esse nome para mostrar que é possível ser mais de um só. Na mesma pessoa. No mesmo artista. Dualidades que coexistem, e não se anulam. Ele é fascinado por aeroportos e estradas, e os não-lugares sempre foram sinônimo de conforto para ele. “Eu realmente sou uma pessoa muito imaginativa… Posso ficar o dia todo olhando para o céu, imaginando coisas”. E toda essa criatividade não é de hoje. Aos 12 anos, ganhou o seu primeiro violão e, antes mesmo de aprender a tocá-lo, começou a compor canções. Não podia ser diferente: tornou-se artista. Seu último lançamento foi a canção ON MY OWN, com produção da banda carioca Sound Bullet. No ano passado, lançou o álbum i care about what you think of me, composto por dez faixas. Aliás, a obra contempla o single dancing with wolves, que conta com um videoclipe no qual Limmbo protagoniza e faz assistência de direção, uma vez que é formado em Cinema e Audiovisual. Anteriormente, lançou o álbum Nineteen (2021), que ganhou versão deluxe em 2023, e o EP A Few Thoughts In a New Year’s Eve (2019), projeto composto majoritariamente por voz e ukulele. Vale ressaltar que esses três primeiros lançamentos de Limmbo ocorreram de forma independente. No entanto, este ano, o músico assinou com a Casalogo Records, um selo musical especializado em música indie e brasilidades. De fato, com o passar dos anos, muitas coisas mudam. Hoje, Limmbo tem uma nova assinatura e está prestes a lançar músicas novas no segundo semestre do ano. Mas, algumas coisas, permanecem essencialmente iguais: ele, seu quarto, seu violão e o seu computador. Sendo o Enzo. Mas também sendo o Limmbo. Por que não os dois? Leia a entrevista de Limmbo ao Blog n’Roll e descubra mais sobre o artista! Queria que você começasse falando sobre essa mudança importante de nome artístico: por que Limmbo? A mudança acabou acontecendo antes da minha parceria com o selo Casalogo Records. Eu sempre ficava refletindo se as pessoas viam alguém de 20 anos chamada Enzo e pensando “nossa, não vou levar a sério”. E aí, ao conversar com a Casalogo Records, o próprio pessoal do selo comentou que, caso eu quisesse, seria interessante mudar de nome. E aí, fazendo brainstorming de ideias, veio o Limmbo. Eu queria algo que fizesse sentido pra mim como pessoa e como artista. Principalmente porque as minhas músicas geralmente são muito pessoais. E aí, acho que para mim fazia sentido, esse lugar de dualidade. Sobretudo quando eu cheguei na vida adulta. Eu fui percebendo o quão fascinado eu sou com coisas que muitas vezes são entendidas como opostas, mas que conseguem coexistir. Em muitas áreas da minha vida eu me senti assim. Uma pessoa bissexual, birracial… E, ao mesmo tempo, também sempre me senti muito confortável em lugares que são pontes para outros lugares, como aeroporto e estrada. Sempre foram momentos que para mim eram tão divertidos quanto as próprias viagens, por exemplo. E daí veio a ideia do nome Limmbo. Ao mesmo tempo, pode ser a ponte entre dois lugares, mas é uma coisa por si só. “Sempre fui muito sonhador e imaginativo, e sentia um intenso senso de conforto em ‘lugares-não lugares’, como estradas ou aeroportos. Aquele meio do caminho, em que você não tem a responsabilidade de ser qualquer coisa, justamente te faz ser o que você quiser”. Na sua opinião, o pertencimento mora nos caminhos? Acho que sim. E eu acho, sobretudo, que é sobre o que a gente faz no caminho. Principalmente quando chegamos na vida adulta, naquela hora em que todo mundo à sua volta acaba te cobrando sobre o que você quer ser e o que quer fazer. Seja no trabalho, na vida pessoal, nas suas relações ou nas suas não-relações. E aí eu sempre senti esse senso de liberdade muito forte nesses lugares. Porque eu acho que o peso dessa responsabilidade (de ter que ser alguma coisa para as outras pessoas), não precisava ser nada. Eu só tinha que existir ali, naquele momento. Aquilo sempre foi muito confortável para mim. Eu tenho memórias na estrada, por exemplo. Lembro de ficar imaginando coisas no caminho, como o personagem voando comigo. Era a música no talo, e eu lá, imaginando… Então, eu acho que através disso, consegui encontrar o meu senso do meu eu mesmo. E me entendendo. Até na questão das dualidades. Eu sinto que sou uma pessoa muito alegre, mas ao mesmo tempo muito melancólica. Para muitas coisas [risos]. Então, eu acredito que esses lugares tenham um pouco de agridoce, que me fazem entender um pouco mais de quem eu sou. E me fazem entender que eu não preciso escolher uma das duas coisas, eu posso ser as duas e está tudo bem. Os seus primeiros álbuns, Nineteen (incluindo a versão deluxe) e I Care About What You Think Of Me foram feitos em processos de DIY. Você mesmo gravou, produziu, mixou e masterizou suas músicas. Agora que você vai assinou com a Casalogo Records, como passam a funcionar as suas produções? O que muda no seu fazer artístico nesse momento? Em relação à produção das músicas, não vai ter alteração. Eu vou continuar fazendo tudo da forma como eu já venho fazendo. Claro, agora vou estudar cada vez mais e colocar em prática o que aprendi com os trabalhos passados. Mas o processo do DIY, de fazer as coisas em casa, permanece o mesmo. O selo é como um parceiro, no sentido de ajudar as minhas canções a chegarem em mais pessoas. Existia, sim, a possibilidade de gravar com a Casalogo. Mas o próprio pessoal do selo falou que gostava das minhas produções e que seria interessante manter o meu fluxo de trabalho dessa forma. Então,
Laufey confirma show único no Espaço Unimed em São Paulo

A artista islandesa-chinesa Laufey, vencedora do Grammy, confirmou seu show solo em São Paulo para o dia 9 de setembro de 2026, no Espaço Unimed. Conhecida por sua habilidade técnica no piano e violoncelo e por uma voz que remete às grandes divas da era dourada do jazz, Laufey se tornou um fenômeno global. Com mais de 4,25 bilhões de streams, ela transformou o que poderia ser um nicho em um movimento cultural vibrante, liderando as paradas de jazz e encantando multidões com sua estética autêntica. Novo capítulo com “A Matter of Time” O show brasileiro integra a fase de divulgação de seu terceiro álbum, A Matter of Time. Após o sucesso estrondoso de Bewitched, que lhe rendeu o Grammy de Melhor Álbum Pop Vocal Tradicional, Laufey decidiu romper com as expectativas que ela mesma criou. O novo trabalho traz um som mais transcendental, com composições que buscam uma honestidade brutal e arranjos que equilibram a formação clássica com a sensibilidade pop moderna. Como parte de seu compromisso social, a artista confirmou que 1 dólar de cada ingresso vendido será destinado a apoiar programas de orquestras juvenis e iniciativas de educação musical, reforçando o papel da música como ferramenta de transformação. Ascensão de uma artista singular A trajetória de Laufey é meteórica. Formada na prestigiada Berklee College of Music, a artista deixou de tocar com orquestras sinfônicas na adolescência para se tornar uma potência das redes sociais, onde cultivou uma comunidade global que batizou sua estética de “Laufey-core”. De apresentações no Royal Albert Hall de Londres à colaboração com Norah Jones, ela mostra que o seu “lugar de fala” na música é versátil, ousado e, acima de tudo, autoral. Serviço: Laufey – “How Did We Get Here?” Tour
Em clima de Copa do Mundo, Belle and Sebastian celebra a Escócia com “It Only Takes One Lion”

Não é todo dia que uma banda de indie-pop com a sensibilidade de Stuart Murdoch se aventura pelo terreno dos hinos esportivos. Mas a seleção da Escócia tem um efeito especial no vocalista do Belle and Sebastian. O grupo acaba de lançar It Only Takes One Lion, uma aposta vibrante e orquestrada para o torneio mundial de 2026. A faixa nasceu no dia seguinte a um jogo inesquecível: a vitória da Escócia sobre a Dinamarca por 4 a 2. A melodia surgiu de forma espontânea, capturando a energia de uma nação que, segundo Murdoch, sofreu muito nas últimas cinco décadas com o futebol, mas que não perdeu a fé. De hino a disco-pop no single do Belle and Sebastian Musicalmente, It Only Takes One Lion é uma jornada. A música começa como uma balada esperançosa, quase um cântico de arquibancada, mas evolui rapidamente para um disco-pop acelerado, cheio de camadas de cordas e uma produção que não deixa ninguém parado. Coescrita com Pete Ferguson, a faixa mantém a marca registrada da banda: letras que misturam o pessoal com o coletivo. “É uma canção pessoal sobre acompanhar as dificuldades da seleção escocesa nos últimos 50 anos, e surgiu naturalmente no dia seguinte ao jogo”, explica Murdoch. Fase prolífica O lançamento coroa um período de intensa atividade criativa para o grupo. Nos últimos três anos, a banda entregou dois álbuns de estúdio (A Bit of Previous, 2022, e Late Developers, 2023) e Stuart Murdoch ainda encontrou tempo para lançar seu romance de estreia, Nobody’s Empire (2024), recebendo ótimas críticas por sua habilidade na escrita.
Primeiro rapper brasileiro a ocupar o Allianz Parque como headliner, BK’ anuncia convidados

O rapper carioca BK’ confirmou que o seu show comemorativo de 10 anos do álbum Castelos & Ruínas acontecerá no dia 19 de setembro de 2026, no Allianz Parque, em São Paulo. O marco é inédito: é a primeira vez que um artista solo de rap do país ocupa o estádio principal da capital paulista sem o auxílio de festivais ou outras bandas de grande porte. Mais do que um show, o evento promete ser uma radiografia do rap nacional da última década. BK’ convocou uma “seleção” de parceiros que cruzaram sua trajetória: Marcelo D2, Djonga, Marina Sena, L7nnon, Evinha, Luccas Carlos, Febem, Sain, Akira Presidente, Ashira, 2ZDinizz e FYE. Castelos & Ruínas é o foco do show do BK’ no Allianz Parque Lançado em 2016, Castelos & Ruínas foi o pontapé inicial que deu a BK’ a voz de uma geração. O álbum não só moldou a carreira do artista, mas também abriu portas para que outros nomes da cena periférica fossem ouvidos. “Ocupar um espaço desse é uma conquista gigante. Quero trazer comigo uma galera que não só faz parte da minha história, mas que representa muito para o movimento”, afirma o artista sobre o time de convidados. Guia de ingressos Os ingressos já estão disponíveis na Eventim. Clientes Itaú contam com 15% de desconto e parcelamento em 3x sem juros na pré-venda. Serviço: BK’ Monumental – 10 anos de Castelos & Ruínas
Lvcas explora o “e se” da vida em seu novo videoclipe

Como seria a nossa trajetória se tivéssemos tomado outros rumos em momentos decisivos? Essa é a pergunta que move E Se?, o quarto single do EP Abatido Mas Não Derrotado (2025), que ganha agora um videoclipe visualmente ambicioso. O projeto de Lvcas, a faceta musical de Lucas Inutilismo, abandona a zona de conforto do barulho desenfreado para investigar a melancolia e o peso da autocrítica. Se o EP transita entre gêneros como trap metal e metalcore, E Se? é a faixa que puxa o freio, focando na melodia e na construção dramática. É um rock introspectivo que prova que não é preciso “fazer barulho pelo barulho” para prender a atenção de quem ouve. Tecnologia e cinema no estúdio O videoclipe de E Se? é um dos pontos altos da produção visual do artista até hoje. Utilizando tecnologia de cinebot (câmera com movimentação automatizada de alta precisão), o vídeo apresenta três versões do próprio músico em cena ao mesmo tempo. A estética, marcada por sombras, névoa e um ambiente onírico, cria a sensação de claustrofobia mental, como se o espectador estivesse preso dentro da cabeça do protagonista. Do YouTube para os estádios Lvcas construiu uma base de fãs extremamente fiel muito antes de pisar nos palcos profissionais. Com o fenômeno da série ANO em uma Música e uma transição consistente para álbuns autorais como Humanamente (2024) e o recente EP, ele hoje acumula mais de 12 milhões de seguidores e meio bilhão de streams. O próximo grande desafio já está marcado: a estreia no Rock in Rio 2026, no dia 5 de setembro, no Palco Supernova. O show, que segue o modelo de sua bem-sucedida apresentação no Espaço Unimed, terá quase duas horas de duração com banda completa, transformando a energia do estúdio em uma experiência física de larga escala.