The Town confirma datas da edição de 2027 no Autódromo de Interlagos

The Town festival

O The Town já tem data para retornar a São Paulo. A terceira edição do festival será realizada nos dias 4, 5, 6, 11 e 12 de setembro de 2027, novamente no Autódromo de Interlagos. O anúncio foi feito durante uma reunião entre o prefeito Ricardo Nunes e representantes da Rock World, empresa responsável também pelo Rock in Rio. As primeiras atrações do line-up ainda não foram divulgadas. A confirmação dá início à preparação para a terceira edição de um festival que, em apenas dois anos, recebeu 925 mil pessoas e movimentou mais de R$ 4,1 bilhões na economia de São Paulo. A estreia, realizada em 2023, teve impacto econômico estimado em R$ 1,9 bilhão e gerou mais de 23,4 mil empregos. Em 2025, esses números cresceram para R$ 2,2 bilhões e 26,3 mil postos de trabalho. A segunda edição também ampliou o impacto do evento fora de Interlagos. Segundo dados divulgados pela organização, 182 mil pessoas utilizaram o trem para chegar ao festival, enquanto as reservas de hospedagens pelo Airbnb cresceram 240% durante o período. O consumo na capital também registrou aumento de 21% em comparação com a edição de 2023. Criado pelos mesmos responsáveis pelo Rock in Rio, o The Town estreou em setembro de 2023 com a proposta de estabelecer em São Paulo uma versão própria do modelo de grandes festivais desenvolvido pela Rock World. A chamada Cidade da Música foi construída no Autódromo de Interlagos com palcos e espaços inspirados na arquitetura e na cultura paulistana. Entre os principais espaços estão o Skyline, inspirado nos edifícios da cidade, e o The One, com referências aos museus de arte da capital. A estrutura também inclui a São Paulo Square e o Factory. Na edição de 2025, o festival ganhou ainda o palco Quebrada, dedicado à cultura das periferias brasileiras, e a The Tower Experience. A organização também pretende ampliar em 2027 as iniciativas relacionadas à sustentabilidade e ao impacto social. O festival mantém certificação ISO 20121 para eventos sustentáveis e estabeleceu metas relacionadas a educação, sistemas alimentares, mudanças climáticas, economia circular, inclusão e pluralidade. Com as cinco datas definidas, o próximo passo será a divulgação das atrações e das informações sobre ingressos. A edição de 2027 será novamente dividida em dois fins de semana, começando no sábado, 4 de setembro, e terminando no domingo, 12 de setembro.

Entrevista | Riviera Gaz – “Nesse álbum trabalhamos muito mais juntos para construir essas músicas”

O Riviera Gaz lançou, nesta sexta-feira (21), Catacroma, segundo álbum de estúdio do trio formado por Gustavo Riviera (Forgotten Boys), Paulo Kishimoto (Pitty, Forgotten Boys) e Steve Shelley (Sonic Youth). Sucessor de Connection, de 2018, o disco chega após um intervalo de oito anos e amplia a proposta experimental da banda, transformando estruturas inicialmente mais diretas de rock em composições marcadas por psicodelia, pós-punk, krautrock e experimentações de estúdio. O trabalho é lançado pela ForMusic Records em parceria com a Revolver. Diferentemente do primeiro álbum, construído principalmente a partir das composições de Gustavo Riviera, Catacroma nasceu de um processo mais coletivo entre os três músicos. A bateria de Steve Shelley assume papel central na condução das faixas, combinando elementos do blues com grooves hipnóticos, enquanto riffs, fuzz e diferentes camadas sonoras são constantemente desconstruídos e reorganizados. A mixagem e a edição também se tornaram parte do processo criativo, com influências que passam pelo produtor Roy Cicala, pelos remixes de Mind Games, de John Lennon, e pelas fases mais experimentais de Erasmo Carlos. Faixas como Lonely Moon, Name the River e o instrumental Crime Scene exemplificam essa nova fase, na qual o Riviera Gaz busca caminhos menos previsíveis e uma sonoridade mais expansiva. Formado em 2016, o grupo estreou naquele mesmo ano com o EP Pere Ubu e lançou Connection dois anos depois, período em que excursionou por Brasil, Argentina, Uruguai e Chile. Em Catacroma, o trio retoma essa trajetória com um trabalho que evita uma definição única de gênero e consolida uma identidade construída a partir da mistura entre rock, glam, psicodelia e experimentação. Em entrevista ao Blog N’ Roll, Gustavo Riviera, Paulo Kishimoto e Steve Shelley falaram sobre o processo coletivo de criação de Catacroma, os motivos para o intervalo de oito anos desde Connection e os planos de levar o novo álbum para os palcos. O trio também comentou a dificuldade de definir a sonoridade do Riviera Gaz, as mudanças na forma de consumir música e a relação de Shelley com o Brasil e outros projetos ao longo da carreira. Começando pelo Paulo e pelo Gustavo: como surgiu a ideia de aproximar o Steve do que acabaria se tornando o Riviera Gaz? Paulo Kishimoto: O Gustavo tinha algumas ideias para um projeto paralelo ao Forgotten Boys. Naquela época, eu estava na banda, tocava com o Forgotten Boys, e o Gustavo ia sair do país para passar um ano fora do Brasil. Então queríamos nos apressar e gravar uma espécie de demo dessas cinco músicas, acho que eram cinco músicas novas. Gravamos aqui no estúdio. Eu gravei o baixo e também a bateria, e ficamos com essa demo pronta. Depois ele passou um ano morando em Paris e compôs, na verdade, acho que o restante do primeiro álbum por lá, certo? Gustavo Riviera: Sim, sim. Paulo Kishimoto: Então tínhamos essa demo com cinco músicas. Antes de gravar o álbum inteiro, fizemos um EP com quatro ou cinco músicas chamado Pere Ubu. Foi a primeira coisa que gravamos. Eu tinha feito a bateria na demo, mas queríamos ter um baterista de verdade tocando com a gente. Eu já conhecia o Steve naquela época. A gente tinha se encontrado algumas vezes e tínhamos um amigo em comum, o Matias Corral, fotógrafo argentino que mora em Paris. Foi através do Matias que conheci o Steve quando ele veio para cá tocar com o Lee Ranaldo e, depois, com o Thurston. Quando ele voltou, acho que novamente com o Lee, tivemos a ideia de convidá-lo para gravar nosso primeiro EP. Foi assim que o Steve entrou para a banda. Steve: o Paulo e o Gustavo vieram da cena brasileira e você veio da cena americana, especialmente de Nova York, que também é muito rica. Rolou algum choque de referências musicais no começo ou vocês simplesmente começaram a tocar e tudo funcionou? Steve Shelley: Acho que no começo simplesmente começamos a tocar juntos. Muitas vezes, quando você inicia uma nova relação musical, as coisas acontecem muito rápido. Talvez o Paulo se lembre de uma maneira diferente, mas eu lembro que tudo se encaixou com bastante facilidade, sem muita discussão. Não precisávamos planejar muito. Para muitos músicos, você simplesmente entra lá e começa a tocar. E como foi a recepção ao primeiro disco? Você sentiu que seu nome levou alguns fãs do Sonic Youth até o Riviera Gaz e, consequentemente, apresentou o trabalho do Gustavo e do Paulo para essas pessoas, incluindo o Forgotten Boys e outros projetos? Steve Shelley: Acho que o background de todos nós ajuda a fazer as pessoas ouvirem. Então, claro, provavelmente alguns fãs do Sonic Youth foram conferir, mas também existem pessoas que conhecem o Paulo e o Gustavo da cena musical brasileira e ficaram interessadas. Acho que sim, mas não sei realmente. Vocês são praticamente um supergrupo, o que gera muito interesse. Agora vem a pergunta óbvia: oito anos! Por que demorou tanto para vocês fazerem outro disco? Gustavo Riviera: Talvez porque moremos em países diferentes e não estejamos juntos com tanta frequência. A distância entre nós torna difícil nos reunirmos e trabalharmos da maneira que gostaríamos. Acho que queremos tocar mais e gravar mais, mas não é tão fácil. Steve Shelley: Acho que talvez a pandemia também tenha ajudado a acelerar essa sensação. O tempo mudou desde a pandemia. Oito anos passam muito mais rápido hoje do que passavam algum tempo atrás. Paulo Kishimoto: Sim. E acho que depois da pandemia o mundo inteiro começou a fazer várias coisas. Desde a pandemia, eu tenho tocado bastante com a Pitty e comecei a tocar com muitas bandas. O Gustavo também trabalha com o mundo das artes, com galerias e instalações junto com a esposa dele. Então nós três estávamos viajando e tocando. Acho que foi por isso eque demorou tanto. E, na verdade, quando começamos a fazer esse novo disco, o Steve veio para cá e nós já tínhamos algumas ideias, alguns pontos de partida. Esse disco, diferentemente do primeiro, nós compusemos juntos. Também desconstruímos juntos. No primeiro,

Weezer lança seu 20º álbum de estúdio, o autointitulado The Gold Album

O Weezer está oficialmente de volta com uma nova era cromática e um retorno às origens criativas. Após as célebres fases do Blue, Green, Red, White, Teal e Black, Rivers Cuomo e sua turma inauguram o capítulo dourado da carreira com o lançamento de seu 20º álbum de estúdio, o autointitulado The Gold Album. Disponível agora nas plataformas digitais, o projeto nasceu de um processo analógico e coletivo. Embalado pelo sucesso de sua turnê de 30º aniversário, o quarteto se reuniu em um espaço de ensaios no condado de Orange, na Califórnia. A dinâmica marcou a primeira vez desde o disco de estreia de 1994 que Cuomo e o baterista Pat Wilson estruturaram a base de uma música juntos em uma sala de estar, lado a lado, durante meses. Participações especiais no Gold Album Para moldar a sonoridade do disco, a banda contou com a produção de Klas Ahlund e Kenneth Blume (Kenny Beats). Enquanto Ahlund trouxe uma abordagem “mais matemática e rigorosa”, Blume assumiu a missão de ajudar a criar “o álbum do Weezer mais violento de todos os tempos”. Composto por dez faixas, o trabalho inclui os singles principais Shine Again e We Might As Well Be Strangers, esta última contando com a participação especial da banda Wednesday. O grupo esteve recentemente nos palcos do programa The Tonight Show Starring Jimmy Fallon para apresentar a nova faixa e falar sobre o processo artesanal do disco. “O que você ouve no disco é algo que só pode ser criado por humanos se unindo, sendo vulneráveis e criando algo juntos”, destacou Rivers Cuomo a Jimmy Fallon. “Isso simplesmente não pode ser criado por IA ou por alguém sozinho trabalhando em um computador.”

Black Pantera lança o quinto álbum de estúdio, Continental

A banda mineira Black Pantera disponibilizou nesta sexta-feira (21) o seu quinto álbum de carreira, Continental, lançado pelo selo Deck. Consolidando a força do trio formado por Chaene da Gama (baixo e vocal), Charles Gama (guitarra e vocal) e Rodrigo “Pancho” (bateria), o novo trabalho chega às plataformas de streaming trazendo um som pesado, urgente e profundamente enraizado nas reflexões sociopolíticas e culturais do Brasil. Sucessor dos aclamados Ascensão (2022) e Perpétuo (2024), o disco funciona como um verdadeiro caldeirão sônico e conceitual. Um retrato dos “vários Brasis” Inspirado pela grandiosidade de um país de dimensões continentais e pelas teorias do renomado geógrafo e pensador Milton Santos (1926–2001), cuja voz inclusive abre trechos de depoimentos ao longo do projeto, Continental examina as belezas, contradições e feridas históricas do Brasil contemporâneo. Enquanto a sonoridade transita com maestria entre o rock pesado, o crossover e o thrash metal, as letras abordam desde a vida na estrada (Velho Jeans Rasgado) e polarizações políticas (Start the Game, Obsoleto) até denúncias contundentes contra o racismo (Hórus, Negusa Nagast, W.P.P. e Sic Mundus). “É o melhor álbum que a gente construiu até hoje. É a soma de tudo que a gente passou, e trata desse Brasil que é gigante e desse Black Pantera também, imenso, muito maior do que a gente”, destaca o baixista Chaene da Gama. Parcerias de peso e vozes intergeracionais em Continental Para traduzir a pluralidade sonora e cultural do país, o Black Pantera reuniu um time impressionante de participações especiais em Continental: produzido por Rafael Ramos e gravado no Estúdio Tambor (RJ), com mixagem de Leo Ramos e masterização de Fernando Delgado e Chris Gehringer (Sterling Sound), Continental coroa o momento mais maduro e expansivo da trajetória do grupo. Show de lançamento em São Paulo O lançamento do álbum abre alas para uma maratona de shows da banda, que inclui o aguardado show de estreia da turnê no Cine Joia, em São Paulo, neste domingo (23), onde tocarão o disco Continental na íntegra, antes de embarcarem para uma apresentação explosiva no Palco Sunset do Rock in Rio 2026.

Hevo84 lança a session audiovisual Emo Vive Nostalgia unindo clássicos dos anos 2000

A banda Hevo84 está de volta com um projeto que celebra duas décadas de história sem cair na armadilha da repetição. O grupo disponibilizou em seu canal oficial no YouTube o audiovisual Emo Vive Nostalgia. Gravada no Quintal Bar com direção de Lucas Ferreira e produção de Pedro Damião, a session reúne sete faixas em um formato intimista que coloca o público ao redor dos músicos, recriando o clima de festa e o imaginário visual da geração 2000. O repertório costura a fase atual da banda com grandes hinos que marcaram a época, passando por clássicos de NX Zero, Fresno, Restart, Forfun, Maneva, Pitty, Evanescence, Replace e Charlie Brown Jr. Do recomeço à consolidação O projeto é aberto por Libertação, faixa lançada em 2026 e composta por Renne Fernandes (vocal e piano) durante os momentos mais difíceis do hiato de oito anos enfrentado pela banda. Mais do que olhar para trás, a escolha estabelece o ponto de vista do grupo em seu momento presente, marcado pela retomada dos álbuns, como o disco Livre (2024), e de uma agenda intensa de shows. A trajetória da Hevo84, eternizada no final dos anos 2000 pelo sucesso Passos Escuros (trilha sonora da novela Malhação), ganha novas cores através de convidados especiais que dialogam diretamente com cada vertente do repertório: Próximos passos e turnê internacional Completada por Eric Malfini na guitarra, Arthur na bateria e Daniel San no baixo, a Hevo84 incorporará o repertório de Emo Vive Nostalgia aos seus próximos shows pelo Brasil. Além disso, o grupo já mira novos horizontes: em outubro de 2026, a banda embarca para uma turnê pela Europa, com passagens confirmadas por Inglaterra, França, Espanha, Portugal e Irlanda.

Selvagens À Procura de Lei lançam Pivete, álbum conceitual que narra a vida de um marginal urbano

A banda cearense Selvagens À Procura de Lei disponibilizou nas plataformas de streaming o seu mais ambicioso projeto até o momento: o álbum Pivete. A obra é um projeto conceitual denso e visceral que acompanha a jornada completa, do nascimento à morte, de um personagem marginalizado em um ambiente urbano. O grupo, formado por Aragão (guitarra/vocal), Matheus Brasil (bateria), Jonas Rio (baixo) e Plínio Câmara (guitarra), abraçou uma abordagem analógica e livre, desafiando padrões da indústria. Segundo Aragão, o álbum busca a espontaneidade: “Vamos contra as ideias estabelecidas: se a música pede mais de 3 minutos ou se o projeto precisa de 20 faixas, nós fazemos. É pelo desafio de criar algo com as próprias mãos”. Um elenco de estrelas na construção do universo sonoro de Pivete Para dar vida à complexidade da narrativa de Pivete, a banda convocou colaboradores de peso que transitam entre a música, o ativismo, a literatura e as artes cênicas: Uma jornada musical por texturas e décadas O álbum é uma colagem de influências que vão desde o rock psicodélico e o grunge latino-americano até o stoner rock e o dub. Faixas como Eu Não Moro Mais Aqui dialogam com a sensibilidade de Tame Impala e Legião Urbana, enquanto Menino De Ouro flerta com o gingado brasileiro e guitarras carregadas no fuzz. A sonoridade nostálgica do rock dos anos 2000 também se faz presente em Revoada, contrastando com momentos experimentais como Gira Gira e o encerramento catártico de Cidade Baixa, que funciona como um coro de resistência.

Show de mgk (Machine Gun Kelly) em São Paulo muda de local para a Audio

A produção do show de mgk (Machine Gun Kelly) em São Paulo anunciou a mudança de local da apresentação, marcada para o dia 6 de setembro de 2026. O evento, que acontecia originalmente em outro espaço, foi transferido para a Audio. Validade dos ingressos e realocação de setores Para quem já garantiu a entrada, os ingressos continuam válidos e não é necessário realizar troca física. A organização confirmou a realocação automática dos setores conforme o mapeamento abaixo: Observação: Não será permitida a troca de setores fora da regra de realocação estabelecida. Política de reembolso e cancelamento Caso o público não possa comparecer ao novo local e opte pelo cancelamento, o reembolso poderá ser solicitado a partir desta quarta-feira, 20 de agosto (às 15h), até o dia 28 de agosto de 2026 (às 23h59). O estorno é realizado de forma integral (incluindo taxas). Prazos de estorno: Serviço: mgk em São Paulo

Hot Chip anuncia show em São Paulo em novembro para celebrar 20 anos do álbum The Warning

O grupo britânico Hot Chip está de volta ao Brasil. Liderada por Alexis Taylor e Joe Goddard, a banda realizará uma apresentação única no país no dia 22 de novembro de 2026 (um domingo), na casa de shows Audio, localizada na Barra Funda, em São Paulo. A noite especial cumpre um duplo propósito: promover a antologia definitiva de carreira da banda, Joy in Repetition (lançada no final de 2025), e celebrar o aniversário de 20 anos de The Warning, disco lançado em 2006 que se tornou um marco na fusão entre o rock alternativo e a música eletrônica de pista. Uma rara experiência em formato de clube Completando sua sétima passagem pelo Brasil, o Hot Chip repetirá um formato raro em sua história por aqui: apresentar-se em um clube fechado (algo que não acontecia em São Paulo desde a passagem pelo Cine Joia em 2013). A acústica intimista e a iluminação controlada prometem transformar a Audio em uma imersiva indie-rave, garantindo graves potentes e a catarse coletiva que caracteriza os shows da banda. No repertório, o público pode aguardar uma sequência implacável de hinos que definiram os anos 2000 e 2010, como Ready for the Floor, Over and Over, Flutes, Boy from School e o lançamento mais recente Devotion. Serviço: Hot Chip em São Paulo Setores e valores:

Balu Brigada inicia nova fase com o lançamento do single BedHead

Após uma passagem memorável pelo Brasil durante o Lollapalooza 2026, a aclamada dupla neozelandesa Balu Brigada está de volta. Os irmãos Henry e Pierre Beasley apresentaram hoje o single BedHead, a primeira novidade inédita desde o lançamento de seu elogiado álbum de estreia, Portal (2025). A faixa já está disponível em todas as plataformas digitais, acompanhada de um videoclipe oficial no YouTube. Conceito por trás de BedHead Com uma sonoridade que mantém a marca registrada do duo, o equilíbrio entre sintetizadores envolventes, guitarras nostálgicas e letras introspectivas, a nova canção carrega um peso pessoal e reflexivo sobre os sacrifícios necessários para viver de música. “BedHead fala sobre trocar o sono por um sonho”, explicam os irmãos. “É ter consciência de todas as dores e desilusões que inevitavelmente surgem quando você decide se dedicar a um projeto pelo qual é apaixonado e, ainda assim, concluir que vale a pena. […] fala, de forma doce, sobre os sacrifícios que fazemos nos relacionamentos, no sono e na vida em casa e chega à conclusão de que não gostaríamos que fosse de outro jeito.” Ascensão meteórica O Balu Brigada vem consolidando uma trajetória de destaque no cenário alternativo global. Seu álbum de estreia, Portal, já ultrapassou a marca de 328 milhões de streams globais e conta com o sucesso So Cold, que atingiu o 1º lugar na parada Alternative Airplay da Billboard e integrou a trilha sonora do EA Sports FC 25. O reconhecimento internacional da dupla foi reforçado recentemente ao serem convidados pelo Twenty One Pilots para integrar a Clancy World Tour em diversos continentes, além de realizarem uma turnê própria com ingressos esgotados pela Europa e Reino Unido. Com BedHead, Henry e Pierre Beasley não apenas dão sequência a esse sucesso, como também preparam o terreno para uma nova etapa criativa em sua carreira.