Simply Red disponibiliza ingressos adicionais para show no Allianz Parque

A turnê Simply Red – 40th Anniversary Tour 2025 chega ao Brasil para duas apresentações: no Rio de Janeiro, na Farmasi Arena, no dia 12 de março, com ingressos esgotados; e no dia 15 de março, em São Paulo, no Allianz Parque. Para o show na capital paulista, novos ingressos vão ser disponibilizados e as vendas já começaram, na Eventim ou nas bilheterias oficiais. Simply Red foi formado em 1985, no Reino Unido, pelo vocalista Mick Hucknall. Logo no início, chamou atenção do público. O single Money’s Too Tight to Mention, parte do álbum de estreia Picture Book, virou um hit instantâneo e conquistou uma indicação na respeitada premiação The Brit Awards. Na sequência Stars, de 1991, foi o álbum mais vendido por dois anos consecutivos na Grã-Bretanha e na Europa. Em seus 40 anos de estrada, o Simply Red lançou 13 álbuns, todos eles sempre incluídos entre os melhores do Reino Unido. Inclusive, o último lançamento, Time, de 2023. ServiçoSimply Red 40th Anniversary Tour 2025Produção: 30e RIO DE JANEIRO – ESGOTADOData: 12 de Março de 2025Local: Farmasi Arena – Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro/RJHorário de Abertura da casa: 16hClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 5 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. SÃO PAULOData: 15 de Março de 2025Local: Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo/SPHorário de Abertura da casa: 16hClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 5 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. IngressosCadeira Superior – 195,00 (meia-entrada legal) | R$ 351,00 (clientes Santander) | R$ 390,00 (inteira)Cadeira Silver – 280,00 (meia-entrada legal) | R$ 504,00 (clientes Santander) | R$ 560,00 (inteira)Cadeira Inferior Sul – 280,00 (meia-entrada legal) | R$ 504,00 (clientes Santander) | R$ 560,00 (inteira)Cadeira Gold – R$ 345,00 (meia-entrada legal) | R$ 621,00 (clientes Santander) | R$ 690,00 (inteira)Cadeira Inferior Leste – 345,00 (meia-entrada legal) | R$ 621,00 (clientes Santander) | R$ 690,00 (inteira)Cadeira Inferior Oeste – 345,00 (meia-entrada legal) | R$ 621,00 (clientes Santander) | R$ 690,00 (inteira)Lateral Leste Cadeira Gold – 345,00 (meia-entrada legal) | R$ 621,00 (clientes Santander) | R$ 690,00 (inteira)Lateral Oeste Cadeira Gold – R$ 345,00 (meia-entrada legal) | R$ 621,00 (clientes Santander) | R$ 690,00 (inteira)Lateral Oeste Cadeira Platinum – R$ 450,00 (meia-entrada legal) | R$ 810,00 (clientes Santander) | R$ 900,00 (inteira)Lateral Leste Cadeira Platinum – R$ 450,00 (meia-entrada legal) | R$ 810,00 (clientes Santander) | R$ 900,00 (inteira)Cadeira Platinum – R$ 550,00 (meia-entrada legal) | R$ 990,00 (clientes Santander) | R$ 1.110,00 (inteira)Cadeira Red – R$ 900,00 (meia-entrada legal) | R$ 1.620,00 (clientes Santander) | R$ 1.800,00 (inteira) Vendas online Bilheteria oficialAllianz Parque – Rua Palestra Itália, 200 – Água Branca, São Paulo/SPFuncionamento: Terça à Sábado das 10h às 17h | Não há funcionamento em feriados e em dia de jogos e eventos
Monsters of Rock anuncia side shows com quatro bandas; confira!

A festa do Monsters of Rock continua. A Mercury Concerts confirmou mais dois shows em São Paulo. Judas Priest e Queensrÿche no dia 20 de abril; e Savatage e Opeth no dia 21 de abril. A venda dos ingressos tem início na sexta-feira (21), na plataforma Eventim. No dia 20 de abril (domingo) Judas Priest e Queensrÿche se apresentam na Vibra São Paulo. Em 21 de abril (segunda-feira) é a vez de Savatage e Opeth subirem ao palco do Espaço Unimed com shows completos. Serviço: Judas Priest & Queensrÿche Data: 20 de abril (domingo) Local: Vibra São Paulo Endereço Av. das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida, São Paulo – 04795-100 Portas: 18h Queensryche: 20h – 21h Judas Priest: 21h30 – 23h15 Classificação Etária: 18 (dezoito) anos desacompanhados. Menores de 18 (dezoito) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial. Preços Inteira Meia Pista R$ 680,00 R$ 340,00 Camarote 1 R$ 850,00 R$ 425,00 Camarote 2 R$ 750,00 R$ 375,00 Plateia Superior 1 R$ 400,00 R$ 200,00 Plateia Superior 2 R$ 350,00 R$ 175,00 Plateia Superior 3 R$ 300,00 R$ 150,00 Observação: Os assentos de camarotes e plateia são numerados. Ingressos a venda a partir do dia 21/02/24 (sexta-feira) às 10h Na internet * Serviço: Savatage & Opeth Data: 21 de abril (segunda-feira) Local: Espaço Unimed. Rua Tagipuru, 795 Barra Funda, São Paulo – 01156-000 Portas: 17h Opeth: 19h30 – 21h Savatage: 21h30 – 23h Classificação Etária: 18 (dezoito) anos desacompanhados. Menores de 18 (dezoito) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial. Preços Inteira Meia Pista Premium R$ 620,00 R$ 310,00 Pista R$ 350,00 R$ 175,00 Mezanino R$ 650,00 R$ 325,00 Camarote A R$ 750,00 R$ 375,00 Camarote B R$ 700,00 R$ 350,00 Ingressos a venda a partir do dia 21/02/24 (sexta-feira) às 10h Na internet
Diga: O silêncio dito e o grito calado, uma análise em três atos da trilogia da Fresno

Entre versos sussurrados e guitarras que cortam o silêncio, a Fresno construiu uma trajetória marcada pelo peso do tempo e pela arte de transformar sentimentos em som. Surgida em Porto Alegre no final dos anos 90, a banda – formada por Lucas Silveira, Vavo Mantovani e Thiago Guerra – atravessou gerações explorando a melancolia, o caos e a resiliência emocional em letras que funcionam como confissões abertas. Na trilogia Diga – Parte 1, Parte 2 e Parte Final –, lançada no álbum Eu nunca fui embora (2024), a Fresno leva essa narrativa a um novo patamar. O que poderia ser apenas um relato sobre o fim de um relacionamento se desdobra em três atos carregados de luto, aceitação e reconstrução. Uma história que não se encerra em palavras, mas se estende e ocupa o espaço entre o que se diz e o que se cala. A produção instrumental da trilogia é uma narrativa por si só, em que dedilhados suaves ao piano tecem o lamento inicial, enquanto explosões de guitarras distorcidas irrompem como gritos de revolta e desespero. Essa variação sonora é mais do que um pano de fundo: é o reflexo visceral dos altos e baixos emocionais do eu-lírico, um espelho das paisagens internas que ele atravessa. As participações pontuais surgem como vozes externas, ora como apoio, ora como confronto, intensificando o peso narrativo de cada instante. Cada capítulo dessa saga musical é como um fragmento de um espelho estilhaçado, onde as peças se encaixam apenas para mostrar uma visão incompleta, mas profundamente verdadeira, da dor e do luto. É aqui que o trabalho de escuta, tal como delineado por Cristian Dunker em O Palhaço e o Psicanalista, assume o protagonismo: escutar não é apenas um ato voltado ao outro, mas uma tarefa árdua de voltar-se para si, para o que ecoa nas cavernas mais profundas da alma. Essa escuta interna, que fere e transforma, guia o ouvinte por uma jornada intensa, onde súplicas, revoltas e aceitação coexistem como camadas de uma mesma experiência emocional. Tudo isso pulsa em consonância com as teorias freudianas sobre o luto, revelando que elaborar um trauma é um ato tanto de dor quanto de criação. Considerando que o imperativo Diga nomeia todas as partes da trilogia, será que esse que ordena banca esse lugar da escuta? Será que existem ferramentas para elaboração do que será dito? A escuta e a subjetividade: ecos de Dunker e Freud Em O Palhaço e o Psicanalista, Christian Dunker nos convida a perceber a escuta como algo que ultrapassa o simples ato de ouvir, pois implica ser atravessado pelo outro e permitir que palavras e silêncios reverberem na própria subjetividade. Seguindo essa lógica, a trilogia Diga, da Fresno, não apenas explora essa dimensão da escuta, mas também a ressignifica ao transformá-la em uma experiência musical que exige atenção plena e imersão emocional. Se a psicanálise selvagem desafia os limites da escuta analítica, poderíamos considerar essa uma forma de escuta selvagem, na qual som e significado se entrelaçam de maneira visceral? Aqui, escutar não se resume a acolher o outro, mas também exige um confronto direto com as próprias camadas, que se revelam fragmentadas, contraditórias e, por vezes, dolorosas. Freud, em Luto e Melancolia, argumenta que o luto não se encerra na mera aceitação da perda, pois demanda um trabalho ativo de desapego, no qual as pulsões, antes concentradas no objeto perdido, precisam ser deslocadas para que o sujeito possa reconstruir-se. Da mesma forma, Dunker, ao ampliar essa perspectiva, aponta que o luto também é atravessado pela escuta das vozes internas — aquelas que carregam as dores indizíveis e as verdades mais difíceis de encarar. Diga propõe uma jornada que oscila entre a dor da ausência e a necessidade de reorganizar os próprios afetos, criando, assim, um espaço onde a escuta se torna tão essencial quanto a própria enunciação. Em Diga Parte 1, essa escuta aparece como um apelo dilacerante, um grito contido que oscila entre súplica e resignação. O eu-lírico ainda está preso ao sonho, ao desejo de reconexão. Esse momento é marcado pela melancolia que Freud descreve como a fase inicial do luto: a negação da perda e a tentativa de preservar o objeto ausente no campo das memórias. Os dedilhados suaves e o piano que chora ao fundo intensificam a sensação de vazio, enquanto a voz fragilizada de Lucas ecoa como um lamento que encontra alento apenas no onírico. Diga Parte 2 já é outro cenário. A melancolia dá lugar à raiva, e o eu-lírico, que antes pedia, agora confronta. As memórias, que outrora traziam um certo consolo, tornam-se espinhos. É a fase da revolta, em que o objeto perdido não é mais idealizado, mas encarado com rancor. A música acompanha essa mudança com guitarras distorcidas e vocais incisivos, criando uma atmosfera de confronto e desgaste. Dunker diria que é aqui que a escuta se torna mais turbulenta, pois ouvir a si mesmo nesse momento é como olhar um espelho rachado — nada parece inteiro, tudo provoca. Já Diga Parte Final apresenta um ponto de ruptura definitivo. A voz feminina que surge é incisiva, cortante, quase um julgamento. Não há mais espaço para pedidos ou reconciliações. A negação, que antes era do luto, agora é do retorno. A voz feminina, ao dizer “você não vai mudar”, é o eco de um eu-lírico que finalmente se despede — não com a paz serena que se espera da aceitação, mas com o grito de uma liberdade que se conquista com dor. Aqui, Freud e Dunker se encontram: o que não é dito, o silêncio carregado, fala mais alto que qualquer palavra. A trilogia Diga não apenas narra um término; ela vive o luto. Cada etapa, cada acorde, cada pausa, reflete as nuances de um processo que é tão universal quanto íntimo. A escuta, como sugere Dunker, é o fio condutor: escutar o outro, escutar as memórias, escutar os silêncios. É um trabalho que dilacera, mas que também transforma. E assim, como em Freud, a dor da perda
The Wombats revela sexto álbum de estúdio, Oh! The Ocean

The Wombats revelou seu sexto álbum de estúdio, Oh! The Ocean. A banda embarcará em uma grande turnê pela Europa no próximo mês, onde fará seus maiores shows como atração principal até hoje. Junto com o álbum, a banda também compartilhou um novo videoclipe para a brilhante música disco I Love America and She Hates Me, estrelado por Hauke Narten, que viralizou e foi dirigido por Logan Fields. A música aborda a relação de amor e ódio de Murph com os Estados Unidos, suas ambições ambiciosas, política divisiva e leis brandas sobre armas. Falando sobre o videoclipe, o diretor Logan Fields diz: “Quando Murph me enviou um clipe da coreografia de Hauke, sabíamos que esse era o vídeo. Nós o trouxemos da Alemanha para participar do vídeo, pois ele captou perfeitamente as ideias da música. Trata-se realmente de assumir o controle da sua vida e tentar escapar das pressões externas do mundo por meio da paixão e da autoexpressão.” Dois anos desde que lançaram seu primeiro álbum mais ouvido no Reino Unido com Fix Yourself Not The World, os Wombats estão de volta e maiores do que nunca. Oh! The Ocean treme com a honestidade confessional que torna a música da banda de Liverpool tão libertadora e real quanto cativante e divertida, para sua base de fãs jovens em constante crescimento. Os três integrantes do Wombats levaram 50 músicas novas para Echo Park, Los Angeles, em julho de 2024, para seis semanas de sessões com o novo produtor John Congleton (St Vincent, Wallows, Death Cab for Cutie) para criar seu álbum mais sonoramente ousado até hoje. O título é inspirado em uma viagem reveladora à praia que o vocalista Matthew “Murph” Murphy fez em um feriado com a família. “Estive em muitas praias, mares e costas ao longo dos anos, mas, por algum motivo, essa foi a primeira vez que a vi e estive realmente presente. Houve essa revelação de que eu estava vivendo uma vida presa em minha própria cabeça, ou em algum tipo de capacete de corrida ou com antolhos. Foi realmente uma experiência potente. Senti como se tivesse visto tudo novo pela primeira vez e me dei conta de que tinha sido tão egoísta a ponto de não perceber a loucura do mundo e da vida. Fiquei preso em minha própria besteira por muito tempo. O álbum traz algumas perguntas internas, como: por que minha cabeça e meu corpo estão desconectados o tempo todo? Por que, às vezes, sou incapaz de ver qualquer forma de beleza no mundo ou nos outros? Por que espero que o mundo se adapte à minha vontade? Por que nunca paro para sentir o cheiro das flores? Por isso chamei o álbum de Oh! The Ocean“, comenta Murph.
Terraplana lança “hear a whisper” em parceria com Winter

Em hear a whisper, terraplana se une com Winter, curitibana radicada em Nova York, para lançar mais uma prévia do novo disco, natural, previsto para 11 de março pela Balaclava Records. Uma faixa bilíngue, que expressa de forma ambígua, entre instrumental e letra, os sentimentos e reflexões da convivência com uma pessoa que lentamente perde a memória sobre a própria vida. E que já chega com um videoclipe. O clipe foi dirigido por Julia Lacerda e Elbi, a partir de um encontro durante a residência S.E.E.D + BosqueGracias que aconteceu na Patagônia, Argentina, e foi inspirado por temas presentes na canção, como o sussurro, a respiração, a memória e a paisagem. “Foi legal que fluiu muito natural”, diz Winter. “Conheci a Stephani no estúdio e começamos a escrever juntas a música. Eu ouvi uma melodia que era como se fosse uma extensão da melodia dela e depois disso muita coisa surgiu em momentos de improviso”, complementa. “A Samira (Winter) foi uma pessoa muito importante para a produção desse álbum. Foi ela quem nos conectou com o JooJoo, que veio de Los Angeles para produzir nosso disco”, comenta Vinícius, guitarrista e vocalista da banda. “Quando ela comentou que estaria em Curitiba no mesmo período que a gente ia gravar o álbum, convidei ela pra participar. Desde o início da banda e até hoje a música dela é uma influência pro tipo de som que a gente faz, foi bem especial ter ela presente nesse disco”, pontua. O grupo está escalado no festival estadunidense South by Southwest (SXSW), que acontece em março deste ano, além de estarem confirmados no line do Festival Coolritiba, que acontece dia 17 de maio na Pedreira Paulo Leminski. Terraplana é composto por Stephani Heuczuk (voz e baixo), Vinícius Lourenço (voz e guitarra), Cassiano Kruchelski (voz e guitarra) e Wendeu Silverio (bateria).
The Town confirma Mariah Carey, Jessie J e Ivete Sangalo para o mesmo dia

As cantoras Mariah Carey, Jessie J e Ivete Sangalo foram confirmadas na programação do The Town deste ano. De acordo com o festival, as três artistas se apresentarão no palco Skyline na noite de 13 de setembro. O evento também diz que Carey fechará a noite da data, enquanto Ivete Sangalo fará o segundo show do dia. O festival também anunciou a cantora Camila Cabello, que se junta a Katy Perry na programação do dia 14 de setembro. Mariah Carey é dona de hits como We Belong Together e Obsessed. A artista retorna a São Paulo pouco menos de um ano depois de fazer um show solo no Allianz Parque, em setembro do ano passado. Já Jessie J volta a se apresentar no Brasil depois de três anos, quando participou do Rock in Rio de 2022. A cantora de hits como Flashlight também tocou em São Paulo em 2019. Ainda nesta semana, na quinta-feira (20), será disponibilizada a venda do The Town Card, a partir das 20h. O ingresso permite que o comprador escolha a data de sua preferência após o anúncio do lineup completo. Os ingressos para o festival podem ser adquiridos pela plataforma Ticketmaster Brasil. O The Town Card custa a partir de R$ 895 (inteira). Membros do The Town Club podem acessar a pré-venda do The Town Card até o dia 19 de fevereiro, às 19h. O The Town acontece no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, nos dias 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro.
The Accüsed A.D. vem pela primeira vez ao Brasil em maio

A banda norte-americana de crossover thrash, The Accüsed A.D., derivada da lendária The Accüsed, fará sua estreia nos palcos brasileiros com um show imperdível em São Paulo, dia 1º de maio (feriado), na edição 2025 do Kool Metal Fest. O show será no Burning House, no bairro Água Branca. Mais bandas serão anunciadas em breve para se apresentar junto ao The Accüsed A.D. no Kool Metal Fest. Os ingressos já estão à venda. Conhecidos por seu estilo único e energético, os fãs brasileiros finalmente terão a oportunidade de vivenciar ao vivo a intensidade do “splatter rock” do The Accüsed A.D.. O The Accüsed, de Seattle, é pioneiro no gênero crossover thrash, uma fusão poderosa entre o hardcore punk e o thrash metal. A banda se destacou já na década de 1980 por suas composições rápidas e agressivas, letras provocativas e a presença marcante de sua mascote zumbi, Martha Splatterhead, que simboliza a essência do “splatter rock”. Ao longo de sua carreira, The Accüsed lançou álbuns icônicos que influenciaram gerações de músicos. A revista Decibel incluiu o álbum More Fun Than an Open Casket Funeral! no Hall da Fama, reconhecendo a influência duradoura da banda no gênero. Como The Accüsed A.D., no entanto, foi apenas um lançamento, The Ghoul in the Mirror, de 2019, produzido por Jack Endino (renomado por seu trabalho com bandas como Nirvana e Mudhoney) e masterizado por Scott Hull, recebendo elogios por manter a essência do “splatter rock” com uma abordagem contemporânea. A Terrible Tail é uma faixa de sucesso do álbum The Ghoul in the Mirror. A música destaca-se pelo seu ritmo intenso e letras provocativas. O videoclipe oficial, dirigido por Jason Frost, conhecido por trabalhos com bandas como Capitalist Casualties e Detonator, complementa a energia crua da faixa com uma estética visual marcante. A letra de A Terrible Tail é uma homenagem aos Bum Bar Bastards, responsáveis por uma série de trotes telefônicos entre 1975 e 1978, também conhecidos como “tube bar tapes” ou “red tapes”. Essas gravações tornaram-se lendárias no cenário underground da época. A apresentação em São Paulo promete ser um marco histórico para os fãs brasileiros, que enfim poderão assistir ao show de mais uma lenda do crossover. A vinda do The Accüsed A.D. ao Brasil faz parte da turnê pela América do Sul que é realizada pela La Cafeina. SERVIÇO Kool Metal Fest apresenta: The Accüsed A..DData: 1º de maio de 2025 (quinta-feira, feriado) Horário: 14h (abertura da casa); 20h (showtime) Local: Burning House Endereço: Avenida Santa Marina, 247 – Água Branca, São Paulo – SP (na rua da estação de trem Água Branca) Ingresso on-line Valores de 1º lote R$ 100,00 (meia-entrada para estudante), R$ 130,00 (meia entrada promocional, mediante doação de 1 kg de alimento no dia do evento); R$ 200,00 (inteira) Classificação Etária: 18 anos
Touché Amoré, referência mundial do post-hardcore, anuncia show em São Paulo

A intensidade sonora junto à sinceridade lírica do quinteto de Los Angeles Touché Amoré rapidamente alçaram o quinteto à banda de destaque mundial do gênero post-hardcore. Conhecida e reverenciada pelos shows enérgicos e conexão intimista com plateias, agora é a vez de São Paulo recebê-los para um show exclusivo no Brasil da turnê do disco Spiral in a Straight Line, que acontece dia 10 de maio, no City Lights. Os ingressos estão à venda. O show, parte de uma turnê latino-americana com mais sete datas pelo continente, tem realização da ND Productions em parceria com a Destiny. Ao longo dos anos e em sua discografia, a banda explorou e navegou pela ansiedade, isolamento, doença e luto. Atualmente um alicerce do post-hardcore, o Touché Amoré nunca parou de olhar para o futuro. Seu trabalho mais recente, Spiral in a Straight Line, continua na trajetória de inovação, transformação e reflexão, traduzindo experiências vividas em um disco amplamente ressonante que continua a explorar novos territórios sonoros para a banda. É um acerto de contas com uma mudança monumental — um resultado evocativo de turbulência interna e externa. É a segunda vez que a banda trabalha com o notório produtor Ross Robinson (At the Drive-In, Slipknot, Glassjaw). Essa colaboração contínua marca uma nova dimensão de complexidade à medida que o Touché Amoré expande ainda mais os limites de seu som e se aprofunda ainda mais em seu núcleo emocional. Jeremy Bolm (o principal compositor), os guitarristas Nick Steinhardt e Clayton Stevens, o baixista Tyler Kirby e o baterista Elliot Babin, cada um chegou ao espaço de ensaio e estúdio com evoluções muito diferentes. No processo de criação de Spiral in a Straight Line, eles se fundiram da mesma forma, mas de forma diferente, que o Touché Amoré fez durante sua carreira de mais de uma década. Havia algo no ar que toda a equipe aproveitou durante a segunda estação mais chuvosa já registrada em Los Angeles. As músicas fluíam mais livremente e se aprofundavam mais do que nunca. Linear e circular ao mesmo tempo, Spiral in a Straight Line trata do medo e da trepidação que acompanham mudanças fora do controle. A ansiedade de um círculo quebrado: como descobrir uma saída. Touché Amoré, e sua larga experiência em grandes festivais (Fest, Sound and Fury, Furnace Fest e Outbreak Festival), continua sendo uma das bandas mais respeitadas dentro do post-hardcore moderno e o Brasil terá a chance de comprovar essa força ao vivo. Vale ainda mencionar que a banda já rodou Estados Unidos e Europa ao lado de outros nomes de peso, como Deafheaven, Thrice, Circa Survive e Converge, consolidando ainda mais sua posição dentro da cena alternativa. Touché Amoré em São PauloData: 10 de maio de 2025 Local: City Lights Endereço: Rua Pe. Garcia Velho 44, São Paulo, SP Venda on-line Ingresso em 1º lote: R$ 130,00 (meia entrada e meia solidária); R$ 260,00 (inteira)
Camila Cabello é escalada para o mesmo dia de Katy Perry no The Town

O festival The Town anunciou, nesta segunda-feira, 17, uma apresentação da cantora de pop Camila Cabello, dona dos sucessos Señorita e Havana. O show de Camila Cabello ocorre no dia 14 de setembro, no palco Skyline, cuja headliner é Katy Perry. O festival ocorre nos dias 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Ainda nesta semana, na quinta-feira (20), será disponibilizada a venda do The Town Card, a partir das 20h. O ingresso permite que o comprador escolha a data de sua preferência após o anúncio do lineup completo. Cabello já alcançou o número 1 da Billboard Hot 100, pelo hit “Havana”, com Young Thug. Já foi indicada ao Grammy e recebeu dois Latin Grammy, cinco American Music Awards e um Billboard Music Award. Em junho de 2024, lançou seu quarto álbum de estúdio, C,XOXO, que explora gêneros além do pop e as raízes da cantora, original de Miami, nos Estados Unidos. Inclui os singles I Luv It, com Playboy Carti, He Knows, com Lil Nas X, e Hot Uptown, com Drake. Os ingressos para o festival podem ser adquiridos pela plataforma Ticketmaster Brasil. O The Town Card custa a partir de R$ 895 (inteira). Membros do The Town Club podem acessar a pré-venda do The Town Card até o dia 19 de fevereiro, às 19h.