Fresno apresenta turnê Eu Nunca Fui Embora no Espaço Unimed

Após lançar o álbum Eu Nunca Fui Embora (2024), que aborda as diferentes facetas de relacionamentos e tem Pabllo Vittar como participação especial em Eu te Amo / Eu te Odeio (Iô-Iô), a Fresno anunciou o seu primeiro show no Espaço Unimed, em São Paulo. A apresentação será em 18 de outubro. Os ingressos podem ser adquiridos a partir de sexta-feira (5). “Eu Nunca Fui Embora é uma celebração. Não tenho dúvida de que este é o disco e a turnê da nossa carreira”, resume Lucas. “A gente faz música pra cantar com a galera e poder viver isso juntos, mesmo depois de tantos anos, é incrível”, completa. O repertório da turnê mescla as novas canções com os clássicos que marcaram a trajetória do grupo. “Pensamos em uma seleção de músicas para que cada show seja único,” explica Lucas. Os lançamentos da Fresno se desdobram para além da parte sonora: o novo disco do trio, Eu Nunca Fui Embora , é marcado por uma nova identidade visual, inspirada no final da década de 1970. O processo de impressão adotado para os materiais do álbum é a risografia — algo equivalente a uma xerox colorida com quatro cores vibrantes, semelhante a uma foto de revista. “Sempre buscamos essa estética manual, não é apenas um filtro de Photoshop”, afirma Lucas. Sucessor de sua alegria foi cancelada (2019) e Vou Ter Que Me Virar (2021), Eu Nunca Fui Embora mostra como Lucas, Vavo e Guerra conseguem se reinventar. “São as melhores canções de toda a nossa carreira”, conclui o vocalista. SERVIÇOFresno @Espaço UnimedData: 18 de outubro de 2024 (sexta-feira)Local: Espaço Unimed – R. Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo – SPIngressos
Fresno dá contornos emo a “Disk Me”, sucesso de Pabllo Vittar

As diferentes vertentes sonoras sempre foram algo latente na história da Fresno. Resultado disso são músicas como The Rhythm Of The Night, regravação da banda italiana Corona; e o projeto INVentário, responsável por aquecer o público para a chegada do disco Vou Ter Que Me Virar (2021). Em abril deste ano, a aguardada parceria entre o trio e Pabllo Vittar ganhou forma com a faixa Eu Te Amo/ Eu Te Odeio (IO IO) e, logo, os fãs lembraram da versão de Disk Me, da Pabllo, criada durante uma das lives que Lucas Silveira (guitarra e voz), Vavo (guitarra) e Guerra (bateria) fizeram durante a pandemia. O grupo, então, propôs um desafio: se a canção recém-lançada alcançasse 1 milhão de streams no Spotify, eles liberariam o cover que estava na gaveta. A meta foi batida no primeiro mês após a estreia. Agora, chega às plataformas de áudio a regravação do hit pop com alma emo. Disk Me precede o show “Fresno convida Pabllo Vittar”, no Festival Turá, que acontece no próximo dia 29, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. “Eu acho que Disk Me é a canção mais bonita da Pabllo, no sentido de trazer essa coisa bem melancólica que se conecta em alguns graus com a Fresno”, resume Lucas. “Nunca tínhamos encontrado uma ocasião perfeita para lançar, mas esse momento se concretizou agora, com o Turá e com Eu Te Amo/ Eu Te Odeio (IO IO)”, completa. A regravação mantém a essência da letra, mas, agora, mergulha nas influências da Fresno. “Sonoramente falando, trouxemos o single para um lado mais emo, mas mantendo aquela levada de sofrência que a faixa tem”, explica o vocalista. A reinterpretação de Disk Me não só celebra a tão esperada colaboração entre Fresno e Pabllo Vittar, mas também destaca a capacidade dos artistas de transcender gêneros.
Fresno e Pabllo Vittar criam banda fictícia em Eu Te Amo / Eu Te Odeio (IO-IO)

Estamos nos anos 80 e, em um galpão, a banda F.P.V faz a sua primeira aparição. Qualquer semelhança dos integrantes com Fresno e Pabllo Vittar não é mera coincidência: Lucas Silveira (voz e guitarra), Vavo (guitarra) e Guerra (bateria) convidaram Pabllo Vittar para ser a frontwoman deste novo conjunto criado especialmente para o videoclipe de Eu Te Amo / Eu Te Odeio (IO-IO), faixa que entoa versos sobre o contraste de sentimentos vividos em um relacionamento. O audiovisual, delineado visualmente nas cores preto e branco, tem influência nos registros analógicos de grupos de hardcore daquela década, chegou ao YouTube e faz parte do álbum recém-lançado Eu Nunca Fui Embora. “É um som um mais bem-humorado do que o normal da Fresno, mas, ao mesmo tempo, tem peso, tem uma sensualidade ali”, resume Lucas. Dirigido pelos irmãos Keops e Raony, vocalistas do Medulla, o clipe carrega a aura transgressora de um misto de Washington com ABC Paulista dos anos 80, principalmente por trazer uma drag queen como protagonista. “É um negócio muito à frente do seu tempo”, sintetiza Silveira. Entre as inspirações, estão o musical Hedwig and the Angry Inch (1998) e shows das décadas de 1970 e 1980 que aconteciam em centros culturais e imóveis abandonados que abrigavam coletivos contraculturais. Ter a Pabllo Vittar como participação era um desejo antigo do trio, que chegou a se materializar durante as lives QuarentEmo quando Lucas fez um cover de Disk Me. “Assim que comecei a escrever, mentalizei que esta seria a música com a Pabllo”, lembra. Fã assumida de Fresno, a cantora não hesitou em aceitar o convite. “Já faz um tempo que a gente vinha conversando e trocando ideias para criarmos algo juntos. Eu adoro passear por diversos ritmos e ainda não tinha produzido algo com essa pegada mais rock. A parceria e a canção casaram no momento certo. Foi muito divertido gravar com os meninos. Adorei ser a frontwoman deles”, afirma Pabllo Vittar. Após a construção inicial do universo de F.P.V, com a locação, figurino e estética, a Fresno adicionou o público como novo elemento da equação. Lucas, Vavo e Guerra sempre foram muito próximos de seus ouvintes e, para este novo trabalho, quiseram deixar essa aproximação ainda mais latente: todos os figurantes presentes na gravação são fãs da banda. Para que a atmosfera visual remetesse a shows antigos, eles optaram por um clipe totalmente em preto e branco. “As fotos dessa época são muito icônicas, referências clássicas pra muito do que se vê hoje na cultura mainstream. Normalmente em preto e branco, com aquele caráter jornalístico, traz um tom documental, meio eterno”, explica Lucas. O refrão Eu Te Amo / Eu Te Odeio (IO-IO) interpola o single Io-Io, do Trem da Alegria com a Xuxa, composição da dupla Sullivan / Massadas, de 1988. Esta é a quarta faixa do álbum Eu Nunca Fui Embora. O trabalho mostra como Lucas, Vavo e Guerra conseguem se reinventar e entregar composições sempre atuais. “Eu abri bastante meu horizonte de composição nesses últimos lançamentos da Fresno, experimentando com mais parcerias, e até interpolações como esta”, finaliza Silveira.
Fresno celebra carreira com o álbum Eu Nunca Fui Embora – Parte 1

A Fresno lançou a primeira parte do novo álbum, Eu Nunca Fui Embora. Ao longo de sete faixas, o décimo trabalho de estúdio aborda as diferentes facetas de relacionamentos e recebe Pabllo Vittar como participação especial em Eu Te Amo / Eu Te Odeio (Iô-Iô). “Não tenho dúvida de que este é o disco da nossa carreira”, sentencia Lucas. Pode até parecer exagerada, mas esta afirmação chega em um dos melhores momentos da história da banda. A maturidade deles também se reflete em como trabalham cada disco: Lucas, Vavo e Guerra criam os próprios padrões dentro da indústria musical. Assim como fizeram com o projeto INVentário (2021) — lançamento de uma série de singles que aqueceram os fãs para a chegada do disco Vou Ter Que Me Virar (2021) —, eles optaram por dividir o novo álbum em duas partes. “Foram muitas horas preparando um negócio que queremos que seja tão marcante quanto inspirador, e, se a gente soltasse tudo de uma única vez, ninguém ia ter ‘memória RAM’ pra processar tudo. Nem a gente”, comenta Lucas. A segunda parte está prevista para o meio deste ano, junto ao início da nova turnê. A Fresno mescla o factual com o imaginário em Quando o Pesadelo Acabar, que conta com uma crítica aos resquícios do último governo e acordes pesados. “É uma reflexão sobre a época do governo anterior, mas acho que é bem atemporal no sentido de que, às vezes, sem perceber, mostramos para o mundo só o pior de nós”, sintetiza Lucas. Me and You (Foda Eu e Vc), por sua vez, parte de um simples questionamento: ‘por que não escrever sobre relacionamentos que deram certo?’. O resultado é uma canção dançante que não dá espaço para tristeza. Na sequência vem Eu Te Amo / Eu Te Odeio (Iô-Iô), composição baseada no single Io-Io, do Trem da Alegria com a Xuxa, de 1988. Ela traz a participação de Pabllo Vittar e foi criada depois de um sonho do vocalista. “Estava na hora de termos uma parceria com a Pabllo e assim que comecei produzir esse som, entendi que seria perfeito para ela”, explica Lucas, que completa: “é uma música um pouco mais bem-humorada do que o normal da Fresno, mas ao mesmo tempo pesada e sensual”. Já Camadas e Pra Sempre abordam questões da vida adulta e de um relacionamento amoroso com maturidade. “Elas têm o drama, a beleza, a coisa suave e as contemplações”, conta Lucas. O encerramento da primeira parte de Eu Nunca Fui Embora fica a cargo de Interlude, um poema musicado com samples de todas as canções do álbum. “Conta um pouco sobre o que é nunca ir embora e tem participação de nós três nos vocais. É um poema relacionado com a história da Fresno e como a gente se enxerga como pessoas”, finaliza Lucas. Anteriormente, o grupo já tinha apresentado a faixa-título, Eu Nunca Fui Embora. Os lançamentos da Fresno se desdobram para além da música: o novo momento do trio apresenta uma identidade visual renovada, inspirada no final da década de 1970. O processo de impressão adotado para os materiais de Eu Nunca Fui Embora é a risografia — algo equivalente a uma xerox colorida com quatro cores que dá um aspecto de bolinhas e tem cores vibrantes, semelhante a uma foto de revista. “Sempre buscamos essa estética manual, não é apenas um filtro de Photoshop”, afirma Lucas. Sucessor de sua alegria foi cancelada (2019) e Vou Ter Que Me Virar (2021), responsáveis por ressignificar a Fresno e sua trajetória, Eu Nunca Fui Embora mostra como Lucas, Vavo e Guerra conseguem se reinventar e entregar composições atuais mesmo com o passar dos anos. “São as melhores canções de toda a nossa carreira”, conclui o vocalista.
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Fresno revela data e tracklist do seu novo álbum, Eu Nunca Fui Embora

5 de abril de 2024: esta foi a data escolhida pela Fresno para divulgar a primeira parte do seu novo álbum, Eu Nunca Fui Embora. O trabalho chega como sucessor do elogiado Vou Ter Que Me Virar (2021), responsável por reforçar a banda como um dos principais nomes do rock nacional. Eu Nunca Fui Embora lista sete faixas e participação de Pabllo Vittar. Criando os próprios padrões dentro da indústria musical, assim como fizeram com o projeto INVentário (2021) — lançamento de uma série de singles que aqueceram os fãs para a chegada do disco —, Lucas Silveira (voz e guitarra), Vavo (guitarra) e Guerra (bateria) vão trabalhar este lançamento dividido em duas partes. A primeira chega neste primeiro semestre. Já a segunda está prevista para o meio deste ano, junto ao início da nova turnê. Eu Nunca Fui Embora irá somar à discografia de estúdio da Fresno, que é composta por: Vou Ter Que Me Virar (2021), sua alegria foi cancelada (2019), A Sinfonia de Tudo que Há (2016), Infinito (2012), Revanche (2010), Redenção (2008), Ciano (2006), O Rio a Cidade a Árvore (2004) e Quarto Dos Livros (2003). Até o momento, apenas uma faixa do álbum já foi revelada. A escolhida é justamente Eu Nunca Fui Embora. Tracklist de Eu Nunca Fui Embora 01 – EU NUNCA FUI EMBORA02 – QUANDO O PESADELO ACABAR03 – ME AND YOU (FODA EU E VC)04 – EU TE AMO / EU TE ODEIO (IÔ-IÔ) feat. PABLLO VITTAR05 – CAMADAS06 – PRA SEMPRE07 – INTERLUDE
Entrevista | Guerra – “Foi uma cascata de sentimentos que se entrelaçaram”
I Wanna Be Tour: Fresno abre programação, Simple Plan fecha

A I Wanna Be Tour divulgou os horários dos shows que acontecem no sábado (2), no Allianz Parque, em São Paulo. A mesma programação é válida para Curitiba, Recife, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. O evento, que reúne expoentes do pop punk, emo, metalcore e post-hardcore, tem em seu lineup nomes como Simple Plan, A Day To Remember, The All-American Rejects, All Time Low, The Used, Asking Alexandria, NX Zero, Pitty, Boys Like Girls, Mayday Parade, Plain White T’s e Fresno. As doze atrações estarão presentes em todas as cidades pelas quais a I Wanna Be Tour passar: São Paulo (2 de março, no Allianz Parque), Curitiba (3 de março, no Estádio do Couto Pereira), Recife (6 de março, na Área Externa do Centro de Convenções Pernambuco), Rio de Janeiro (9 de março, em novo local, no Riocentro) e Belo Horizonte (10 de março, na Arena da Independência). Os ingressos estão à venda na Eventim. HORÁRIOS 11h – Fresno 11h53 – Plain White T’s 12h46 – Mayday Parade 13h49 – Pitty 14h52 – Boys Like Girls 15h55 – Asking Alexandria 16h58 – The Used 18h01 – All Time Low 19h04 – The All American Rejects 20h07 – NX Zero 21h10 – A Day To Remember 22h13 – Simple Plan DATAS E LOCAIS 2 de Março – São Paulo – Allianz Parque 3 de Março – Curitiba – Estádio do Couto Pereira 6 de Março – Recife – Area Externa do Centro de Convenções Pernambuco 9 de Março – Rio de Janeiro – Riocentro 10 de Março – Belo Horizonte – Arena da Independência SIDE SHOW | I WANNA BE TOUR @São Paulo Atrações: Simple Plan e NX Zero Data: 1 de março (sexta-feira) Local: Vibra São Paulo – Av. das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida – São Paulo/SP Ingressos Classificação: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Guerra mistura MPB, pop, funk e brega no álbum Numatofuturo

O músico e produtor pernambucano Guerra acaba de lançar seu aguardado álbum de estreia, Numatofuturo, no qual une influências de MPB, pop, funk e brega de forma inovadora. Depois dos singles Deve Ser Difícil Ser Artificial, que traz influências de sintetizadores oitentistas; e É Massa!, uma marchinha frevo-pop repleta de humor; o grande destaque do álbum é a faixa Saudade, uma emocionante composição acústica que conta com a participação especial da artista recifense Isadora Melo. Este projeto assinala um novo capítulo na trajetória de Guerra, que, além de fazer parte da banda Fresno desde 2013, já colaborou em projetos como La Cumbia Negra, do aclamado produtor Miranda, e Cara Palavra, ao lado de Débora Falabella, Mariana Ximenes, Bianca Comparato e Andreia Horta. Composto por 11 faixas, o álbum nasceu de maneira despretensiosa durante a pandemia, quando Guerra encontrou no Estúdio Concha um santuário para a criatividade, assumindo todos os instrumentos. “Neste período de introspecção, o estúdio se tornou meu refúgio para uma criação sem limites ou expectativas. Foi nesse espaço de liberdade que nasceu o Numatofuturo, um processo terapêutico de autodescoberta e cura. Espero que este disco toque as pessoas de forma semelhante, proporcionando momentos de reflexão e conforto”, revela ele. O impacto audiovisual também está presente em Numatofuturo: Deve Ser Difícil Ser Artificial, o primeiro single, ganhou um visualizer assinado por Letícia Ribeiro (reconhecida contadora de histórias visuais e diretora de cena), apresentando um universo fantástico através da linguagem handmade. Ouça Numatofuturo, de Guerra