“O Pop é Punk Vol 2: 70’s”: coletânea traz clássicos brasileiros dos anos 70

Após o sucesso de O Pop é Punk: 60’s, o selo Grudda Records lançou nesta quinta-feira (23) um novo volume da coletânea com versões punk rock de clássicos da música popular brasileira. Dezessete bandas independentes apresentam suas releituras para nomes como Chico Buarque, Tim Maia, Cartola, Raul Seixas, Rita Lee, Secos e Molhados, Jorge Bem Jor, As Frenéticas, Caetano Veloso, Jerry Adriani etc. A década de 70 marca o período definido para o segundo volume deste projeto, que deve contar ainda com ao menos três edições, que contemplarão as décadas de 1980, 1990 e 2000. “A coletânea tem como objetivo resgatar clássicos da música brasileira com uma roupagem voltada para o Punk Rock. É uma forma de provocar e indiretamente incentivar os fãs de rock a ouvirem compositores brasileiros que não necessariamente focam no estilo, mas que possam abrir a cabeça das pessoas para apreciar o talento e a beleza da música brasileira”, revela Felipe Medeiros, idealizador do projeto Masterizado por Davi Pacote no Estúdio Hill Valley em Porto Alegre, O Pop é Punk Vol 2: 70’s navega entre canções que vão desde o início da década de 70, em uma fase mais dançante, até as músicas que marcaram o duro período da Ditadura Militar, como é o caso de Cálice, do Chico Buarque. “Convidamos algumas bandas que fizeram parte do primeiro volume, e o projeto chamou atenção de outras que entraram em contato depois do lançamento dos anos 60’s, por se interessarem pelo conceito criado, além de terem um estilo sonoro que segue a mesma linha. Acredito que todas as bandas fizeram um excelente trabalho e surpreenderam com muita criatividade nas suas releituras. É muito gratificante fazer um trabalho quando todos estão ativamente envolvidos para trazer o melhor resultado”, conta Medeiros.

Músico santista lança single com influências da bossa nova e MPB

O músico santista Felipe Tedesco lançou seu novo single, Amar Você, que já emplacou em diversas playlists somando mais de 90 mil ouvintes no total no Spotify. A música, que faz reflexões sobre o amor e a importância de seguir em frente em meio a um cenário de mudanças, traz fortes influências da bossa nova e MPB com uma roupagem mais moderna voltada ao público jovem. A faixa foi distribuída pela Ditto Music e produzida pelo conceituado artista e produtor musical Naka mrl, proprietário da Sadzone Brasil, que já possui mais de 8 milhões de streaming com suas músicas nas plataformas digitais. “Fiquei muito feliz quando vi que a minha música foi bem aceita e entrou em diferentes playlists. Meu gosto pela música é bem eclético, então, gosto de experimentar novos gêneros musicais nas minhas produções. No fim, o que mais importa para mim é transformar o amor que sinto pela arte em melodia e, se possível, me conectar de uma maneira especial com quem está ouvindo”, diz Felipe Tedesco. O músico santista iniciou a carreira em novembro de 2021. Seu primeiro EP, In Love Com Você, que mescla elementos do pop e R&B, saiu em janeiro de 2022 via Sadzone Brasil.

Músico santista Felipe Tedesco lança novo single; ouça Amar Você

O cantor e compositor santista Felipe Tedesco lançou seu mais novo single, “Amar Você”, que já está disponível para download em todas as plataformas digitais. A música, que faz reflexões sobre o amor e a importância de seguir em frente em meio a um cenário de mudanças, traz fortes influências da Bossa Nova e MPB com uma roupagem mais moderna voltada ao público jovem. A faixa foi distribuída pela Ditto Music e produzida pelo artista e produtor musical Naka mrl, proprietário da Sadzone Brasil, que já possui mais de 8 milhões de streaming com suas músicas nas plataformas digitais. O músico santista iniciou a carreira em novembro de 2021. Seu primeiro EP, “In Love Com Você”, que mescla elementos do pop e R&B, saiu em janeiro de 2022 via Sadzone Brasil. Ouça o single “Amar Você” pelo link: https://ditto.fm/amar-voce-felipe-tedesco Links Oficiais: https://felipetedesco.art https://www.instagram.com/ofelipetedesco https://www.youtube.com/felipetedescooficial

Uma das novas vozes da MPB, Andréia Zanella lança single

A cantora e compositora Andréia Zanella lançou o single Amor Compartilhado, parte da trilogia de canções que teve início em setembro, com a música Feito Nó. O projeto teve início quando Beatriz Schmidt, compositora e companheira de Andréia, decidiu transformar o amor entre elas em uma série de músicas. O novo passo na carreira da cantora também é acompanhado de arranjos que evocam a bossa nova de Tom Jobim, e o samba de Maria Rita. “É especial porque as letras são de cunho pessoal, trazem à tona a vontade de expressar um amor livre de preconceitos e amarras. Em Amor Compartilhado, o samba traz a identidade da música, com elementos percussivos que aparecem aos poucos, criando camadas que formam o ritmo como um todo”, explica Andréia Zanella. O projeto das três canções é o primeiro trabalho inédito da cantora, e traz como diferencial os arranjos, pensados exclusivamente para a voz da cantora, de modo a valorizar o que ela tem de melhor a entregar em cada estilo. “A canção é um olhar cuidadoso sobre o dia a dia, a tentativa de descrever um sentimento, a sorte de encontrar um par, lembrar o mundo mais uma vez que amor vale a pena, seja qual for, para quem for”, define a compositora Beatriz Schmidt. Pensado para unir estética e sonoridade, o projeto traz um conceito artístico que passa pelas flores e pelas cores: o single Feito Nó, evocou os tons de azul; em Amor Compartilhado, a tonalidade escolhida é o amarelo; A próxima canção de trabalho, Direção, contará com o vermelho. “A criação das composições foi inspirada no cotidiano, com a ideia de falar o simples através da poesia, para que o público também possa se identificar com a música. As flores fazem parte da identidade do projeto, e representam a generosidade da Beatriz em oferecer três canções para mim, traduzindo a parceria em vida e na profissão”, define Andréia.

Ceano revela Bonsenso, terceiro álbum de estúdio; ouça!

Formada em 2014, a banda paulista Ceano mistura rock alternativo com uma pitada de MPB e emocore. Com influência de Maglore, Marina Sena e Céu, o grupo lançou nesta quinta-feira (13) o álbum Bonsenso. O terceiro disco da Ceano entrega sete canções sobre o amadurecimento nos tempos atuais, desejos e a busca pela felicidade. Novos elementos sonoros – de violões e violinos às programações e sintetizadores – foram incorporados na banda, e apontam para uma brasilidade antes adormecida e para onde o grupo pretende caminhar, agora, com mais firmeza. De acordo com o baixista Leonardo Rodrigues, a evolução da banda se dá também na parte lírica. Bonsenso tem o intuito de incentivar o “sentir”. Enquanto a vida contemporânea nos atropela com o imediatismo, a banda nos convida a refletir. “Um término mal conversado, uma briga sem resolução, sentimentos que são ao mesmo tempo confusos, mas claros como água podem ser tão difíceis de lidar que as pessoas passaram a acreditar que o melhor é suprimi-los, fingir não se importar, partir pra outra: próxima festa, próxima pessoa, próxima vida. O trabalho da Ceano sempre foi na contramão dessa ideia. Entendendo que ‘sentir’ é o que nos faz humanos, expressar emoções e falar delas pode ser a melhor terapia para um coração partido ou uma cabeça confusa. As músicas do novo álbum contam histórias sob diferentes perspectivas, abrindo espaço para a interpretação do ouvinte”, conta o baixista. A Pressa é Inimiga é a música de trabalho escolhida pela banda. Rodrigues diz que a letra versa sobre os tropeços e reviravoltas da busca por um relacionamento. “Vem de uma perspectiva de um eu-lírico deslocado, alguém que não está em um relacionamento e busca por um. É sobre sentir falta de ser quisto e de querer alguém. Sobre os atalhos pra encontrar alguém não necessariamente funcionarem. Sabe quando você encontra alguém que parece ser a pessoa certa no lugar mais improvável? Isso não rola há um bom tempo”. Além do baixista Leonardo Rodrigues, a Ceano é composta por André Vinco (voz e guitarra), Rafael Lira (guitarra) e Arthur Balista (bateria).

O Grito lança poderoso blues em “Coração Miserável”

O Grito, trio de rock e MPB formado em 2015 e com seis anos de estrada nas costas, conquista imaginários e vibes ao som de Coração Miserável. Ano passado já havia lançado seu debute, Telas Vivas, além dos oitos singles e dois EPs antes da estreia. Com influências – fortíssimas – de rhythm and blues, rockabilly, afrobeat e blues (estilos que também podem ser notados no debut), O Grito chega a ser notável no single com o quanto conseguem afundar o pé na sonoridade soturna. Além disso, somam com a poesia em uma vibe que te envolve na melancolia profunda. Confira o primeiro álbum da banda.

Cidrais lança Entre, single que anuncia o álbum de estreia

Mudar, transcender, revelar-se ou revolucionar são sentimentos/desejos latentes diante da radicalização causada por tempos pandêmicos. O apreensivo ineditismo do mundo, em algum momento, fez o indivíduo parar e refletir sobre quais transformações quer para si e para a humanidade. A resposta às vezes custa a aparecer e ser seguida e é entre o este ‘agora’ e ‘depois’ que a Cidrais (dos irmãos Vinicius, Larissa e Binho), em parceria com Gerra G, fala da importância do amor para seguir em frente na música Entre. Entre, o single que anuncia o tão sonhado caminho de produzir e gravar o primeiro álbum, está disponível nas plataformas de streaming por meio do selo Toca Discos, aliás, a nova ‘casa discográfica’ da Cidrais. O novo single é uma composição coletiva, produzido por Gerra G, é um passo consciente da Cidrais à maturidade, que emerge cada vez mais entre as tantas e distintas referências de MPB, pop e indie. A capa desse trabalho foi criada pelo artista Filipe Celestino e aponta o anseio de uma nova fase. Entre é uma canção suave, que sugere calmaria e plenitude, e que ao mesmo tempo ganha contornos dançantes com os beats de Gerra G. Fala também de transições, do tempo e um olhar sobre tudo que eles e todo o mundo passou – e ainda passa – neste período de distanciamento social e restrições. “É um trabalho de grande importância na minha busca pela infusão da cultura brasileira com a música eletrônica’’, afirma Gerra G. Ao mesmo tempo, Entre mantém intacto o embrião da Cidrais, que é conectar pessoas por meio de mensagens de amor e que exaltam a poesia de viver. A banda ganhou os primeiros esboços em 2013, quando Lari, Vini e Binho começaram a compor e cantar quando a mãe deles lutava contra o câncer e a música era a forma de acalentar o coração de todos. A poética sensível e delicada da Cidrais pulsou, perseverou e reverberou – já lançaram três EPs e um extenso currículo de apresentações ao vivo, como em 2020 no Festival Aceleração Labsonica.