Preparado no Airbnb, novo álbum do The Vamps tá no ar

O The Vamps está de volta com Cherry Blossom. O nome do álbum é um reflexo do tema renascimento que o permeia. E é um renascimento da banda. Lançado nesta sexta-feira (16), é seu álbum mais pessoal e plenamente desenvolvido até agora. Liderado pela arrasadora Married in Vegas, o álbum foi auxiliado pelo descanso forçado, com a banda tendo tempo e espaço para planejar meticulosamente o que eles exatamente queriam dizer. “Antes, estávamos apenas fazendo coisas na estrada. Estava funcionando e e adorávamos, mas precisávamos de tempo para ficar entediados. Esta é a primeira vez que estou tão entediado que comecei a tentar coisas que nunca fiz antes”, explica o cantor, compositor e produtor Brad Simpson. The Vamps nos AirBnbs No verão passado, insatisfeitos com os resultados das primeiras sessões, eles reservaram alguns AirBnbs e simplesmente começaram a tocar como banda. “Acabamos descartando todas as primeiras músicas e começando de novo”, diz McVey. “O verão passado foi o verdadeiro momento de grande avanço para nós. Nós escrevemos uma música chamada Part of Me em uma das sessões do AirBnb e foi aí que pensamos oh merda, vamos fazer um álbum inteiro assim”. Essa música imediatamente definiu o padrão para o resto do álbum, como Simpson explica: “Nós descobrimos para onde queríamos ir em termos de nossas próprias aspirações. Também tivemos tempo para fazer isso. Nós pensamos: ‘se podemos fazer isso, então não devemos nos contentar com nada menos do que isso’”. Esse sentimento se reflete na letra de Better: “não vou me contentar com menos do que o melhor, podemos fazer melhor do que isso“. Essas sessões também serviram como um futuro para a banda. Tendo uma década de carreira, e agora em seu quinto álbum, eles tiveram que fazer um balanço. “Quando você está em turnê, é muito reativo e você não está necessariamente mergulhando fundo em seus relacionamentos como uma banda”, diz Simpson.
Lana Del Rey lança Let Me Love You Like a Woman, single do novo álbum

A cantora Lana Del Rey, enfim, deu a primeira amostra do seu próximo álbum, Chemtrails Over The Country Club. A faixa escolhida é Let Me Love You Like a Woman. Anteriormente, Chemtrails Over The Country Club estava previsto para 5 de setembro, mas Lana Del Rey disse aos fãs que, “por causa do processo de vinil ser de 11 semanas, pode ser, tipo, 7 de janeiro”. O álbum é a sequência de Norman Fucking Rockwell, seu sexto disco de estúdio, que alcançou a posição número 3 na Billboard 200. Recentemente, a cantora divulgou a coleção de poemas Violet Bent Backwards Over the Grass, pela Simon & Schuster.
Marcelo Callado: ouça novo álbum e confira o faixa a faixa

Cantor, compositor e multi instrumentista, Marcelo Callado transformou isolamento e solidão em múltiplos encontros musicais em seu mais novo álbum, Saída (YB Music). Fruto de um momento de reclusão que inspirou uma série de composições, o quarto disco solo entrega um artista refletindo sobre questões humanas e universais, ao mesmo tempo que muito pessoais. Presença marcante na última década da cena carioca, Marcelo Callado é nome de referência na bateria. Anteriormente, ocupou a função em projetos como a Banda Cê ao lado de Caetano Veloso. Ademais, se apresentou com artistas como Ava Rocha, Alice Caymmi, Branco Mello, Kassin e Jorge Mautner. Abaixo, Marcelo Callado fala um pouco sobre cada uma das faixas de Saída. “Saída veio de um momento sensível e importante na minha vida. Ele foi feito dentro desse período de reclusão, um tempo único, sui generis, onde vários sentimentos diferentes afloraram, e pude ter contato, e muita conversa comigo mesmo. A feitura do disco foi a saída para que me mantivesse nos trilhos, seguindo em frente. Uma coisa curiosa no processo de feitura do álbum foi que apesar do isolamento, é meu disco com mais trocas musicais no processo de composição. Das 12 canções, 9 são parcerias, o que demonstra a importância dos amigos num momento tão delicado”, reflete Marcelo. Faixa a faixa do novo álbum de Marcelo Callado 1. Tudo é natureza A ideia da música, surgiu a partir da leitura do livro Ideias para adiar o fim do mundo do Ailton Krenak, presente da amiga e parceira Rosa Barroso. Inspirado por alguns pensamentos do autor, me pus a refletir e a escrever sobre a importância fundamental do exercício do diálogo em nossa existência, a fala e a escuta, de um modo geral, não só entre uma humanidade homogênea que somos instruídos a crer, mas sim entre tudo que constitui a natureza; nós (e nossas diferenças), a terra, os rios, as montanhas, as árvores, os bichos, o cosmos. 2. Verso vivo Estava assistindo a live do Gilberto Gil, quando no fim ele disse “como diz a mãe de Caetano, Dona Canô: – quem não morre, envelhece”. Me veio a inspiração de escrever algo a partir dessa ideia. Comecei a letra e fiz toda a melodia e harmonia, mas acabei empacando na parte B, não conseguia concluir a ideia. Liguei pra Ava Rocha e pedi ajuda pra terminar. Acho que no dia seguinte ela me mandou o complemento lindo e assim a canção foi finalizada. 3. Assis Bueno 37 É o endereço da casa de minha avó em Botafogo. Casa que já não existe mais fisicamente, mas sim em minha memória e na de meus familiares e amigos mais próximos. Foi uma homenagem a todos que viveram momentos por lá, um local de suma importância em minha vida, e o fato de tê-la escrito e ouvido repetidas vezes, serviu como um acalanto pra alma. 4. Toque de mãe Surgiu de um texto que o Daniel Gnattali, meu eterno cunhado, escreveu no instagram dele no dia das mães. Li o texto e já foi me vindo um ritmo e uma melodia na cabeça. Aí foi só sentar, tirar a harmonia e meter bronca. 5. Curtavida Uma das duas músicas que não foram compostas durante a pandemia. O Bruno di Lullo me pediu alguma letra para musicar há uns 3 anos atrás. Tinha esse poema feito, e mandei pra ele. No dia seguinte ele mandou a música pronta. 6. Borboletas Na mesma conversa que tive com a Ava Rocha, para resolver a letra de Verso vivo, acabamos trocando uma ideia sobre como estava a vida, o momento na pandemia e tal, e contei a ela sobre as dificuldades que estava passando devido ao término de meu relacionamento amoroso. Com uma sensibilidade acima do normal, Ava me mandou a letra inteira da música e o começo da melodia. Peguei o violão terminei a música e fiz apenas algumas inserções de algumas palavras pra acertar a letra na melodia. Amizade é tudo! 7. Agora Créu Numa conversa com o amigo Pedro Montenegro, acabamos constatando que tínhamos alguns versos escritos separadamente que poderíamos juntar numa letra de música só, e assim se deu. Juntei os versos dele com os meus e musiquei-os. 8. À prova Das parcerias pandêmicas, a mais recorrente foi com a Rosa. Acho que fizemos 4 músicas juntos, e trocamos muito sobre muita coisa. Uma delas, a segunda, eu acho, foi essa letra minha que Rosa lindamente musicou. 9. Simbora Outra música da Rosa Barroso a partir de uma letra minha. Nessa Rosa acabou complementando a letra também com a segunda parte dos versos. Numa conversa super informal pelo Instagram sobre outras coisas, acabei chamando a Silvia Machete pra dividir os vocais comigo nessa música. Ela topou e gravou. Adorei! 10. Conte Comigo Parceria com o Bem Gil. Junto com Curtavida, também foi feita anteriormente à pandemia, mais precisamente no fim de 2016. Bem fez a música e me mandou pra letrar, e assim o fiz. 11. O Horror Música triste. Gosto dela, pois além de ter um cello lindo gravado pelo Moreno Veloso, conseguiu juntar na letra a ideia do horror e da dor de uma forma geral com a situação mundial da pandemia, e do descaso do nosso (des)governo, com minha situação pessoal de solidão pós separação. 12. Se quiser que vá Parceria de letra e música com Pedro Sá. Essa é engraçada pois é bem antiga. Começou a ser feita numa passagem de som da turnê do Abraçaço em 2015, mas acabou sendo finalizada somente agora. Foi no tempo certo!
Ouça Shot In The Dark, a primeira prévia do novo álbum do AC/DC

No dia 13 de novembro de 2020, o AC/DC lançará seu décimo sétimo álbum, Power Up. A primeira prévia do disco, que já está em pré-venda, foi divulgada nesta quarta-feira (7). O single escolhido é Shot In The Dark, que mantém a energia vibrante dos australianos. A música traz o line up formado por Angus Young (guitarrista), Brian Johnson (vocalista), Cliff Williams (baixista), Phil Rudd (baterista) e Stevie Young (guitarrista), aquecendo todas as turbinas mais uma vez. Para este álbum, a banda se reuniu com o produtor Brendan O’Brien, que dirigiu Black Ice, de 2008, e Rock Or Bust, de 2014. Carregados de energia até a próxima década, o AC/DC editou 12 faixas novas para o álbum. Power Up é o primeiro álbum do AC/DC desde a morte do guitarrista e um dos fundadores da banda, Malcolm Young, em 2017. Young já estava afastado da banda desde 2014, em função do seu sofrimento com a demência. Nos últimos anos de vida, ele permaneceu completamente recluso. Angus já adiantou que todas as faixas de Power Up estão creditadas ao irmão. “Acho que ele ficaria orgulhoso do trabalho que fizemos por ele. Até o título que damos, Power Up, o resume muito bem também. Quando ele colocou aquele violão, ele era um grande violão. Colocando desta forma: quando ele tocava violão, parecia que havia duas pessoas tocando”, declarou ao USA Today. Shot In The Dark e a volta de Brian Johnson O novo álbum também marca o reencontro de Brian Johnson com os companheiros. Em 8 de março de 2016, ele foi afastado do AC/DC após laudos médicos comprovarem que ele poderia perder totalmente a audição se prosseguisse com as turnês. Imediatamente, o AC/DC surpreendeu o mundo ao convocar Axl Rose para assumir o vocal de forma temporária. “Os membros da banda gostariam de agradecer Brian Johnson por sua contribuição e dedicação à banda ao longo desses anos. Desejamos a ele tudo de melhor com seus problemas auditivos e projetos futuros. Queremos que esta turnê termine como começou, entendemos, respeitamos e apoiamos a decisão de Brian de interromper a turnê e salvar a sua audição. Estamos dedicados a cumprir o resto de nossos compromissos de turnê para todos que nos apoiaram ao longo dos anos, e somos afortunados que Axl Rose gentilmente ofereceu seu apoio para nos ajudar a cumprir esse compromisso”, declarou a banda à época. Mas os problemas ficaram pra trás. Em entrevista para o Loudwire, Brian Johnson comentou o retorno ao AC/DC. “Quem teria pensado? Mas aqui estamos e muito orgulhosos disso. Três anos atrás, poderia não ter sido possível. Mas o vínculo na banda é tão forte que, alguns podem dizer que é inevitável, mas o fato é que estamos muito feliz por estarmos aqui agora”. Faixas do Power Up RealizeRejectionShot In The DarkThrough The Mists Of TimeKick You When You’re DownWitch’s SpellDemon FireWild ReputationNo Man’s LandSystems DownMoney ShotCode Red
Wonder: Shawn Mendes divulga primeiro single do novo álbum

O cantor e compositor Shawn Mendes lançou, na última sexta-feira (2), Wonder, o primeiro single e faixa-título de seu quarto álbum de estúdio, que será lançado dia 4 de dezembro. A música foi escrita por Shawn Mendes, Scott Harris, Thomas Hull e Nate Mercereau e produzida por Mendes, Kid Harpoon e Mercereau. O álbum foi gravado durante uma série de sessões de gravação em Rhinebeck, NY, e Big Sur, CA, no ano passado. O vídeo foi dirigido por Matty Peacock e escrito por Shawn Mendes, Matty Peacock e Connor Brashier. O clipe estreou na segunda posição do ranking “Vídeos em Alta” do YouTube Brasil. Junto do anúncio de Wonder, a Universal Music Brasil disponibilizou na plataforma Umusic Store, uma loja exclusiva para os fãs brasileiros de Shawn Mendes. A página permite que os usuários se cadastrem para serem avisados sobre novidades do lançamento, que já está em pré-venda. Além de variados formatos físicos de Wonder, como CD standard, vinil e cassete, os fãs também encontram camisetas oficiais do novo álbum.
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Vinih Amorim solta o single mais comercial do novo álbum

Foi em meados de 2018, num ensaio fotográfico feito pela Jéssica Valente para o CAOZ, que conheci a Vinih Amorim. Eu e ela fomos convidadas para ter uma faixa no álbum do CAOZ, uma grande honra poder trabalhar com artistas desse peso! De lá pra cá, eu conheci novos caminhos para a minha poesia e fui acompanhando aos poucos o processo da Vinih como drag. Suas primeiras maquiagens, primeiras perucas… De certa forma as redes sociais fazem a gente se sentir parte de algo, que bom! Hoje, é com imensa felicidade que vamos falar um pouquinho dos novos trabalhos da Vinih. Vinih Amorim sobre o single “Boy é o primeiro single do meu primeiro álbum de estúdio. Eu já tinha lançado duas faixas promocionais do álbum (Tô um nojo e Sou trava mas não travo) pras pessoas irem conhecendo um pouco mais do meu trampo, porém Boy é o 1° single oficial do álbum”. Ele aparentemente fala sobre uma decepção amorosa, sobre como as pessoas enxergarem as outras como objetos descartaveis e deixarem elas na mão facilmente. Mas além disso, como nós somos autossuficientes e que no final de tudo nós somos nosso próprio abrigo. Na verdade, a única a pessoa que não nos deixa na mão somos nós mesmos. Escolhi como primeiro single pois sonoramente ela é a mais comercial do álbum, a mais “clean” e a que vai transitar e conversar facilmente com todos os públicos! O lançamento desse clipe é a realização de um sonho que eu tenho desde muito pequeno, e trabalhar nesse projeto durante 1 ano e ver ele criar forma e sair do papel não tem preço!” Aaaaah! É importante lembrar que idealizamos o clipe e já partimos para as gravações. Sem ensaio, sem esboço só com a cara e a coragem. Estreou em 27/08/2020Prod: Pedro DornellesDiretor: Vinih Amorim/Pedro DornellesAtor: Miguel SantosFigurinos e maquiagem: Vinih AmorimProd musical : Grape TvComposição: Vinih AmorimLocação: Grape Tv Redes Sociais@amorimvinih@dornellesofficial@grape.oficial_producoes