Rosana Reis, de São Vicente, está de volta: “o rap me resgatou”

Após 11 anos longe do rap, Rosana Reis, 45, de São Vicente, voltou à ativa. Ela, que por ter vivido tantas experiências e ter enfrentado condições subumanas, coloca o dedo na ferida dos problemas sociais que permeiam a sociedade. Das antigas, a rapper pegou no mic pela primeira vez em 1993. Mas em 2008 parou de cantar e foi estudar. Entretanto, em 2020, foi incentivada a voltar para o rap e assim o fez, após terminar o curso de Psicologia no final de 2019. Coincidentemente, foi um período que ficou desempregada, devido à pandemia da covid-19. “O rap me resgatou! Fiquei sem chão. Um ano desempregada, eu poderia ter entrado em depressão. Mas escrever, me ajudou a manter o foco”. Rosana Reis A rapper quer que as pessoas reflitam sobre os problemas da sociedade ao ouvirem suas músicas. “Eu falo do que vivencio, do que vejo, das queixas das pessoas, o ambiente em que vivemos. Aqui na Rua Mecanizada, em São Vicente, onde moro, conhecida como paraíso do sétimo céu, enche muito quando chove, por exemplo. Demora cerca de três dias para esvaziar. Os ônibus não passam, as pessoas demoram para chegar ao trabalho. Enfim, são queixas da população”. Linha do tempo de Rosana Reis Rosana nasceu em São Vicente, mas devido às dificuldades, aos noves anos o pai dela a levou para Sergipe. Retornou à cidade de origem aos 15 anos, quando teve o primeiro contato com uma das vertentes do movimento hip hop: o break. “Minha mãe me levava nas matinês (bailes à tarde). Foi o primeiro contato com a cultura hip hop, por meio do break. Vi a equipe Red Crazy Crew, os caras dançando”. Rosana Reis Mais tarde, a futura rapper frequentou outro baile onde entendeu de fato o que era movimento hip hop. “Entendi que existia DJ, grafiteiros, os mc´s, dançarinos, uma cultura de fato”. Nesse período, ela conheceu pessoas da cultura e foi acompanhando eventos. Recebeu um convite do rapper Marconi no final de 1993 para fazer parte do grupo Subúrbio Negro de São Vicente. Ela topou, na época tinha 18 anos, e foi a primeira experiência enquanto rapper. Mas ela ressalta que nesse período cantava as letras do grupo, não eram delas. Em meados de 1994 começou a fazer eventos junto com o Marconi e promover nas escolas. Único sistema Rosana então em 1996 criou um grupo chamado Único Sistema, porque estava deixando o Subúrbio Negro de São Vicente. Além dela, o grupo era composto pela Alcione Marçal, Luciana, Elaine, Chocolate e Dj.Claudinha. O objetivo era ter um grupo só de mulheres. Infelizmente, a formação só fez duas apresentações e não durou um ano. Após isso, o Marconi pediu que ela voltasse para o Subúrbio Negro de São Vicente, mas Rosana não queria, porque em São Paulo havia um grupo com o mesmo nome. Então, ela aceitou cantar junto com ele, mas usando o nome Único Sistema. Eles também ficaram pouco tempo em atividade, até 1997, pois ela não queria mais cantar. DRK Rosana casou em 1998 e só retornou ao rap em 2004, com o DRK. A formação consistia no rapper Doido, ela e o DJ Koala. Em 2008, ela parou de cantar novamente, porque o grupo se encerra e após isso termina o casamento. Em 2009, ela casou novamente, volta a estudar, mas não a cantar. Entretanto, continuou a escrever, tanto que gravou algumas letras, mas sem pretensão de cantar para o público. O retorno solo de Rosana Reis No início de 2020, Rosana explicou que a artista Gabitopia a convidou para ir à Batalha do Caoz, em São Vicente. O objetivo era que Rosana se sentisse incentivada ao ver outras mulheres e meninas cantando. Outras pessoas também a incentivaram a voltar para o rap. E foi o que fez. Desde então, Rosana já foi soltando músicas e clipes, além de participar de cyphers. Ela afirma que mais um clipe está para sair, chamado Obstinação, produzido pelo Junior Castro. A artista ainda foi convidada para participar de uma parceria com um dos integrante do grupo Porcelanosos, da província de Kwanza norte, na Angola. Rosana pretende continuar com os lançamentos dessa forma, gravando e divulgando. Ela convive com um problema de saúde e afirma que tem períodos que está bem e outros que não. Assim, ela prefere lançar logo os trabalhos, sem ficar se contendo, por isso não tem planos para lançar um álbum. Equipe e aprendizados de Rosana Reis Para colocar os trabalhos na rua Rosana conta com um time importante. “O Douglas DGS é rapper e esse ano começou a fazer meus beats. O Canjão é o produtor dos beats também, o estúdio dele é o Dubarraco Produções. Ele faz a masterização e mixagem das minhas músicas. Junior Castro e G.Gomes fazem meus clipes. O Mysthério do grupo Wufologos faz meus Lyric vídeos”. Mesmo com o auxílio de todos, a rapper afirma que está tentando aprender para ser mais independente. “Esse ano também estou aprendendo a trabalhar com chroma key e a fazer beat, para conseguir ser mais independente. Apesar de gostar de trabalhar com essa equipe, tenho que ter mais autonomia e isso vem com conhecimento”. Por conta da pandemia do covid-19, Rosana afirma que o chroma key a ajuda a gravar os clipes em casa. Assim, toma os cuidados necessários para concluir os trabalhos. Somando ao RAP Rosana menciona admiração pelo duo Rap Plus Size, pela rapper M.I.A, pela Gabitopia e Preta Jô. Ela entende que toda mulher acrescenta ao rap, independente do tema ou bandeira que levanta em suas músicas. “Eu canto sobre problemas sociais, porque vivi isso. Eu tenho colegas que focam na questão do machismo, da mulher negra, e eu apoio. Se cada uma de nós ficarmos engajadas em uma luta a gente tem a acrescentar”. Rosana Reis Em relação a ser mulher no rap, Rosana desde que iniciou, lida com o machismo. Em suma, toma cuidado com quem ela faz feat, pois não aceita trabalhar com alguém que mantém essa postura. Além de não dar atenção
Guerreira: Fael CalaFati e Carol Corsini divulgam single em celebração ao Dia Internacional da Mulher

Música e empoderamento. Em resumo, esta é a aura do novo single de Fael CalaFati e Carol Corsini: Guerreira. O lançamento chega nas plataformas de streaming pelo selo Elevarte Music e é divulgado em celebração ao Dia Internacional da Mulher, comemorado no último dia 8 de março. O videoclipe conta com edição de Ygor Germano e foi gravado de forma remota. O roteiro frisa o protagonismo feminino frente à sua própria liberdade e felicidade. Aliás, o cantor ainda assina a composição e a produção da faixa, que dialoga com a sonoridade de nomes como Vitor Kley e Charlie Brown Jr. “A internet é incrível, mas pode nos imergir em ilusões e dores. Por isso, trouxemos uma série de mulheres fazendo aquilo que mais gostam. Dançaram, cantaram, andaram de skate, enfim. A autoestima e a alegria se elevam justamente nessas pequenas coisas”.
AMY: Igor B reverbera música alternativa e melancolia em novo single

A perda de um ente querido é uma vivência que pode desnortear qualquer um. Em resumo, esse é o assunto que o cantor Igor B aborda no single Amy. O lançamento marca uma nova fase do compositor outrora ligado ao rap, tendo em vista que a faixa dialoga com a música alternativa, assemelhando-se principalmente à sonoridade de bandas como MGMT e Glass Animals. Durante as sessões de gravação, o músico contou com o suporte do guitarrista e tecladista Paulinho Moreno para produzir e desenvolver a direção musical. A bateria foi gravada por Fernando Ramil, enquanto os backing vocals ficaram a cargo de Eduardo Flor. O lançamento chega nas plataformas de streaming através do selo MondoGroove Records. Aliás, Igor B destaca a melancolia da canção. “A música fala aborda uma despedida e constatação de que nada será como antes. Não é fácil superar esse tipo de dor. Tanto, que conseguir isso soa quase como uma libertação para o eu-lírico. Para trazer esse sentimento, preenchemos a música com uma atmosfera mais densa, recheada de sintetizadores” Baiano e radicado em Brasília (DF), Igor B divulgou o EP Verão Interlúdio anteriormente em 2021. Atualmente, o músico trabalha em novas faixas. Todavia, elas devem ser lançadas nos próximos meses.
Morte do rapper MF DOOM é anunciada por sua família nas redes sociais

Foi anunciado nesta quinta-feira (31), a morte do rapper Daniel Dumile – mais conhecido como MF DOOM. O informe que pegou todos de surpresa foi feito pela família do músico em seu perfil no Instagram. Ademais, a publicação conta que Dumile faleceu no dia 31 de outubro, mas que seus familiares decidiram tornar a notícia pública agora. “O maior marido, pai, professor, estudante, parceiro de negócios, amante e amigo que poderia pedir. Obrigado por todas as coisas que mostrou, ensinou ou deu a mim, a nossos filhos e nossa filha”, diz parte da mensagem escrita pela esposa do artista. Nascido na Inglaterra em 1971, Doom é lembrado por nunca tirar sua máscara, que é inspirada no vilão Doutor Destino, da Marvel. No início da carreira, Daniel fez parte do grupo KMD. Contudo, sua trajetória estourou com os discos solo e uma parceria incrível com o músico Madlib, que gerou o disco Madvillainy (2004). A junção dos beats de Madlib e as letras de Doom é considerada até os dias atuais como a maior obra do hip hop underground na história.
Das Minas | Taylor Swift, Britney Spears, Gwen Stefani e mais

Que ano ótimo para os Swifties de plantão! A grande novidade do dia é o álbum Evermore, lançado de surpresa por Taylor Swift. Ideal para encher nossos corações de esperança em tempos tão difíceis! E a dose de nostalgia pop foi restaurada com sucesso: temos novo álbum da princesa Britney Spears e single revival de Gwen Stefani. Bora pros Lançamentos da semana? Zedd e Griff – Inside Out O DJ e produtor e compositor Zedd lançou uma parceria com a cantora inglesa Griff. Agora, o videoclipe da faixa foi liberado. Com uma coreografia nostálgica de dança contemporânea, a faixa ganhou novas cores e emoções, embalada pela voz suave da artista soul. Nilüfer Yanya – Feeling Lucky? Navegando entre indie, soul, alternativo e pop (uma mistura das boas!), a britânica Nilüfer Yanya lança seu segundo EP. Feeling Lucky? conta com três faixas de peso, e sucede o grande sucesso crítico de seu debute, Miss Universe (2019). Uma artista para manter em seu radar de novidades. Dove Cameron – We Belong Com doçura e sensibilidade, Dove Cameron lança uma faixa acompanhada de videoclipe bem no estilo quarentena. Na canção, a artista lamenta a perda de um amor antigo e compartilha uma percepção coerente da expressão “surtos leves e tênis”. Kamaiyah – No Explanations Uma ótima pedida do rap contemporâneo para incluir em sua playlist. A rapper Kamaiyah lança seu terceiro projeto de 2020, o disco No Explanations, que conta com 11 faixas. Com mais de 100 milhões de streams, o trabalho da californiana está em constante ascendência. Logo na primeira faixa, já sentimos várias referências diferentes em sua música e todo seu potencial artístico. Victoria Justice – Treat Myself Após sete anos sem novidades, Victoria Justice lança um comeback poderoso. A atriz e cantora prometeu um EP completo aos fãs, mas devido à pandemia, teve que atrasar seus planos. Com uma mensagem positiva diante de temas como solidão e ansiedade, a cantora comentou a relevância da faixa diante do momento que vivemos. “Fomos forçados a passar mais tempo sozinhos do que nunca. O que pode em alguns dias ser uma coisa boa, e em outros não. Essa voz em nossas cabeças pode nos derrubar… E eu queria que vocês soubesse que não estão sozinhos”. Troye Sivan e Kacey Musgraves feat. Mark Ronson – Easy O produtor Mark Ronson ataca novamente com uma dupla de potencial. Troye Sivan e Kacey Musgraves dividem vocais em uma canção de vibe oitentista, bem ao estilo do produtor. Para Kacey, a experiência do clipe é uma das partes mais interessantes da faixa. Joss Stone – Walk With Me Cheia de força e com mensagens inspiradoras de superação, Joss Stone lança uma faixa que relaciona R&B, soul e gospel nas medidas certas. Walk With Me é o primeiro single solo da britânica em três anos, porém, não deve ficar muito tempo desacompanhado; um novo álbum pode estar a caminho! Gwen Stefani – Let Me Reintroduce Myself E Gwen Stefani volta aos velhos tempos! Com um single que balanceia o ska e reggae deliciosamente, Gwen apresenta uma faixa inédita gravada durante a quarentena e que com certeza nos dá aquela nostalgia de No Doubt. Britney Spears – Glory [deluxe] Nossas preces foram atendidas! O feat tão aguardado (desde 1990, né mores) entre Brit e Backstreet Boys está entre nós. E este é apenas um dos destaques na versão deluxe de Glory, um álbum cheio de possibilidades divertidas. O álbum foi lançado originalmente em 2016. Taylor Swift – Evermore Não satisfeita com um álbum, Taylor Swift lançou seu SEGUNDO disco nesse ano! Evermore veio para surpreender os fãs de Tay como um presente pelos seus 31 anos (que são 13 ao contrário, o número da sorte de Taylor que norteia vários de seus projetos). Com 15 faixas inéditas, o disco inclui colaborações com Haim, The National e Bon Iver. Entretanto, para a versão deluxe do disco, mais duas faixas serão incluídas. Neste projeto, a cantora vai ainda mais fundo em seus sentimentos e pensamentos, tornando suas obras cada vez mais intimistas. Além do novo álbum, Taylor também lançou um novo clipe. A faixa escolhida foi Willow, a primeira de seu disco. Cheio de delicadeza, o vídeo remonta à fantasia e magia.
Matheus Sorriso: “por causa do meu primeiro EP, meu vulgo será Makiaveliko”

Com o EP Makiaveliko lançado há poucas semanas, o rapper Matheus Sorriso, morador do bairro Topolandia, na região central de São Sebastião, garante que esse é apenas o primeiro trabalho de muitos que ainda virão. Sorriso é membro do super grupo de rap All In, um novo projeto que envolve vários nomes do rap caiçara do Litoral Norte. Além disso, Sorriso ainda é representante e modelo da marca de streetwear Topo Store que representa vários artistas da cultura hip-hop no município. “As referências desse EP são desde Bezerra da Silva que meu pai escutava, até o trap que tocam atualmente. Estou satisfeito e feliz com o alcance e reconhecimento do público por essa primeira produção solo, apesar de ter um love song com participação do Menxr. Por causa desse EP, vou mudar meu vulgo para Makiaveliko”, revelou o MC. Chora Agora, ri depois Com várias participações em trabalhos de outros rappers, Sorriso tinha alguns singles lançados, mas para o rapper tudo começou a fluir de verdade depois do lançamento do videoclipe da canção Chora agora, ri depois. “Foi com esse clipe que tudo foi começando a se encaixar para o projeto virar um EP. A produção foi um trabalho simples em parceria com a produtora audiovisual Maresias TV e o resultado foi incrível. Chegou a ter mais de 10 mil views no Facebook e quase mil no canal do YouTube”, disse o rapper. Posteriormente, Sorriso afirma que irá lançar um álbum com o novo vulgo e acredita que o rap de São Sebastião um dia terá mais reconhecimento. No entanto, neste meio tempo, Makiaveliko seguirá tentando realizar o sonho de ser o novo Makaveli. Instagram: @matheussorriso_FacebookYouTube
Augusto Pakko canta sobre ter sangue frio para enfrentar racismo

Desde a morte de George Floyd por forças policiais em Mineápolis, nos Estados Unidos, em maio último, a luta contra o racismo ganhou força no mundo todo. Mas o racismo em si ainda está muito longe de ser exterminado. Casos como de Floyd e João Alberto, no Carrefour de Porto Alegre, acontecem diariamente no Brasil. Quase sempre na periferia, onde não há câmeras, muito menos apelo popular nas redes sociais. O rapper Augusto Pakko, de 23 anos, morador do Ilhéu Baixo, na Zona Noroeste, sabe bem o que é ser preto e viver sob esse perigo constante apenas pela cor que tem. Seu novo single, Moncler, em parceria com o Trap da Quebrada, usa a marca de roupa de inverno como analogia para o “sangue frio que é preciso ter para sobreviver nas ruas”. “A Moncler é uma marca de luxo, conhecida pela jaqueta puffer, para quem pratica esqui. E usei o conceito que é preciso ter sangue frio para tudo que estamos à mercê de acontecer para nós que somos pretos e periféricos. É narrando essa vivência com esse conceito que consegui unir moda e vivência”. Videoclipe A faixa veio acompanhada de um videoclipe, que foi gravado na Vila Olímpia, em São Paulo, e no Saboó, em Santos. “Traz todo esse conceito à tona, além de narrar a vivência de um jovem preto periférico”, comenta Pakko sobre a produção audiovisual. Em pouco mais de um ano, Pakko já lançou seis singles, três feats com outros artistas e a recente colaboração com o Trap da Quebrada. Posteriormente, em 2021, ele pretende lançar a primeira mix tape. “Ainda não posso falar sobre os sons”. Os singles #Blacklivesmatter, Jesus Era Preto e 1038 ajudaram a impulsionar a carreira de Pakko, que chegou a ser incluído em uma playlist do ator, cantor e ex-BBB Babu Santana. Em suma, a ideia era apresentar artistas negros em evidência no Brasil. O reconhecimento, no entanto, acontece em São Paulo e outras grandes cidades, não no município de origem do rapper. “Santos não é o lugar onde sou mais escutado. Em São Paulo, por exemplo, tenho muito mais público. Não sei se a galera daqui valoriza os artistas locais”, comenta. Bastante engajado, Pakko teve um cuidado especial na hora de lançar #Blacklivesmatter. O lançamento aconteceu num dia 23, às 20h23. Em resumo, o número carrega uma simbologia triste: a cada 23 minutos um jovem negro é assassinado no Brasil.
Rica Silveira narra vivência no DeCore em novo single
Rica Silveira acaba de disponibilizar o single Quem Tava Lá? Parte IV (Hardcore Punk) em parceria com o produtor Vital Beats. Com versos raivosos, o rapper retrata parte da trajetória da banda de hardcore crossover DeCore. Em resumo, Rica foi vocalista e guitarrista do DeCore entre 2001 e 2013. Ademais, lançou dois álbuns, diversas coletâneas e turnês pela Argentina e Europa na bagagem. Anteriormente, Rica anunciou que fará uma reunião, em maio de 2021, para comemorar os 20 anos da banda. Além disso, também vai celebrar os 15 anos do lançamento do primeiro CD, Agora sim, SNP! Indicado ao Prêmio Profissionais da Música 2020 na categoria Artistas | Intérpretes Hip Hop e Rap, Rica lamenta o período de pandemia. “Lancei meu EP chamado Low no início da pandemia e não tive como fazer shows de divulgação. Ninguém esperava isso tudo que vem acontecendo até hoje, espero que no próximo ano tudo volte ao normal”, finaliza.
Rohmanelli, Warllock e Zara Dobura se juntam em single