Bad Bunny confirma show em São Paulo

O cantor Bad Bunny fará show em São Paulo, no dia 20 de fevereiro de 2026, no Allianz Parque. A venda de ingressos está prevista para começar na quarta-feira (7) para clientes Santander Private e Select e sexta-feira (9) para o público geral, por meio da Ticketmaster. Os preços variam entre R$ 267,50 (meia/cadeira superior) e R$ 1.075,00 (inteira/pit). Bad Bunny, que tem pouco mais de 10 anos de carreira, se tornou o cantor mais ouvido da América Latina em 2024. No mundo, ele só fica atrás de Taylor Swift. A turnê mundial DeBÍ TIRAR MáS FOToS dará vida ao álbum, imergindo totalmente o público em seu mundo e celebrando a essência e a cultura das raízes porto-riquenhas do artista. Esta turnê marca o retorno de Bad Bunny à Europa pela primeira vez desde 2019, à América Latina pela primeira vez desde que se tornou o principal artista em turnê em 2022 com sua World’s Hottest Tour e a países como Austrália, Brasil, Japão e mais pela primeira vez em sua carreira. * BAD BUNNY EM SÃO PAULOAllianz Parque – av. Francisco Matarazzo, 1.705, Água Branca, região oesteDia 20 de fevereiro de 2026A partir de R$ 535 em ticketmaster

Supergrass retorna ao Brasil após 19 anos; veja local e data

A banda Supergrass, um dos principais nomes da música britânica dos anos 90 e 2000, vem ao Brasil em apresentação única no dia 31 de agosto, no Terra SP, em São Paulo. Os ingressos já estão à venda online no site da Ingresse, nos setores pista e mezanino. O aclamado grupo inglês vem ao país em turnê comemorativa, celebrando os 30 anos de lançamento de seu álbum de estreia, I Should Coco, de 1995. Os fãs terão a chance de ver o disco tocado na íntegra, além de vários sucessos que abrangem as três décadas de carreira da banda, como Pumping on Your Stereo, Grace e Moving. Gaz Coombes, vocalista do grupo, expressou seu entusiasmo em entrevista recente. “É um álbum realmente especial para nós. Pensamos em comemorar esse aniversário antes que todos nós estivéssemos velhos demais para tocar essas músicas, porque todas elas são muito rápidas. E minha voz é realmente alta em todas elas”. Esta celebração não marca apenas um momento significativo na história da banda, mas também serve como um testemunho da longevidade e do impacto duradouro dessa obra na cena musical britânica. Formado em 1993 por Gaz Coombes, Mick Quinn e Danny Goffey na cidade de Oxford – com Rob Coombes integrando oficialmente o grupo em 2002 -, o Supergrass é uma das bandas mais duradouras e influentes do Reino Unido na década de 1990. Entre suas maiores conquistas, estão milhões de cópias vendidas, seis álbuns no top 10 do Reino Unido e dez singles no top 20 do Reino Unido. O álbum foi um sucesso estrondoso, alcançando o status de platina, impulsionado pelo mega hit Alright, que dominou as rádios de rock e festivais pelo mundo, além de músicas importantes na discografia da banda, como Caught by the Fuzz, I’d Like to Know, Mansize Rooster e Lose It. Ao longo de sua carreira inicial, o Supergrass lançou seis álbuns de estúdio antes de se separar em 2010. A reunião do grupo em 2019 trouxe uma série de apresentações ao vivo nos anos seguintes, incluindo uma participação memorável no concerto tributo a Taylor Hawkins, realizado no Estádio de Wembley em 2022. Agora, com esta turnê comemorativa, o Supergrass promete reviver a energia e a paixão de seus primeiros anos para uma nova geração de fãs, bem como para aqueles que acompanham a banda desde o início. A última passagem da banda pelo Brasil foi em 2006, no festival Campari Rock. Balaclava apresenta: Supergrass em São Paulo Data: 31 de agosto de 2025, domingo Local: Terra SP Endereço: Av. Salim Antônio Curiati, 160 – Campo Grande, São Paulo – SP, 04690-050 Horários: Portas 18h / Show 20h Classificação etária: 16+ / menores de 16 anos acompanhados dos pais ou responsável legal Ingressos Ponto de venda físico (sem taxa de conveniência) Takkø Café R. Maj. Sertório, 553 – Vila Buarque – São Paulo/SP Horários: terça a sexta, das 8h às 17h / sábado, domingo e feriados, das 9h às 18h.

Polo & Pan anuncia show em São Paulo com a turnê Americas Tour 2025

Aclamada dupla francesa de música eletrônica, Polo & Pan retorna ao Brasil em 2025 com sua nova turnê, Americas Tour. O show acontece em São Paulo, no dia 12 de novembro, na Audio, prometendo uma noite de ritmos tropicais, sintetizadores retrô e uma imensa pista de dança com uma abordagem lúdica e refinada de house, disco e electro com o inconfundível toque francês. Formada por Paul Armand-Delille (Polo) e Alexandre Grynszpan (Pan), a dupla é conhecida por criar atmosferas contagiantes. Faixas como Canopée e Dorothy já se tornaram hinos essenciais em qualquer festa. Mas é nas apresentações ao vivo que a dupla realmente brilha e se conecta com o público em uma energia vibrante e mágica. Em março passado, Polo & Pan lançaram seu terceiro álbum, 22:22, pelos selos Hamburger Records e Ekler’o’shock. Sucessor dos elogiados Caravelle e Cyclorama, o disco traz 12 faixas imersas na estética French Touch, com colaborações especiais de Joseph Mount (Metronomy), Beth Ditto, Kids Return, PawPaw Rod e Arthur Teboul. Gravado majoritariamente em fita analógica no estúdio da dupla em Paris e com uso extensivo de instrumentos ao vivo, o projeto aposta em uma sonoridade atemporal, lúdica e refinada. Uma colisão elegante entre disco, pop e house. POLO & PAN – AMERICAS TOUR 2025 Realização: T4F Data: 12 de novembro (quarta-feira) Local: Audio (Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca, São Paulo – SP, 05001-100) Abertura da casa: 19h Início dos shows: 21h Classificação etária: 10 a 15 anos acompanhado dos responsáveis legais e a partir de 16 anos, desacompanhado. Menores de 10 anos não entram. Ingressos – De R$190,00 (meia-entrada pista lote promocional) a R$ 450,00 (inteira camarote). Pré-venda exclusiva “Polo & Pan”: de 30/4, às 10h, até 1/5, às 10h Venda Geral: 1/5, às 10h

Entrevista | Machine Girl – “Estamos vivendo uma época muito distópica”

O duo novaiorquino Machine Girl se apresenta pela primeira vez no Brasil neste sábado (26), a partir das 18h, no Hangar 110, em São Paulo. Liderado por Matt Stephenson, o grupo promete um show intenso e caótico, que reflete sua sonoridade explosiva e difícil de categorizar. Ainda há ingressos disponíveis para a apresentação. Em entrevista ao Blog n’ Roll, Matt Stephenson contou que prefere não criar expectativas sobre a estreia em solo brasileiro. “Sempre que vamos para uma cidade nova como esta, é emocionante para nós estar em um lugar novo. Tento não ter expectativas porque cada show pode ser muito diferente”, explicou. O Machine Girl surgiu como um projeto pessoal paralelo enquanto Matt Stephenson ainda fazia parte de outra banda. Após a dissolução do grupo, o projeto tomou forma e se expandiu, mas sem perder sua essência independente. “Sempre houve uma hesitação em deixar mais pessoas participarem, mas também é um alívio envolver mais gente e ter mais ajuda”, comentou. A estética sonora do Machine Girl mistura punk, hardcore eletrônico, breakcore, noise e metal, criando uma identidade única. Stephenson descreve o processo criativo como algo natural: “Gosto de encontrar onde me sinto dentro desses gêneros que às vezes se sobrepõem e tentar fazer algo novo e único”. O álbum MG Ultra, trabalho mais recente do duo, reflete o caos da sociedade contemporânea e busca, mais do que denunciar, traduzir sensações. “Não tentei fazer os sons refletirem temas específicos, mas o caos presente em nossas músicas é um reflexo da cultura do TDAH nas redes sociais”, comentou Stephenson. Durante a entrevista, Matt Stephenson também revelou sua admiração pelo funk brasileiro, que chegou com força aos Estados Unidos. “A música fica tão distorcida que beira o noise, e ainda assim é algo mainstream no Brasil”. Confira a entrevista completa abaixo. Como estão as expectativas para o show?  É emocionante para nós estar em um lugar novo. E, além disso, tento não ter nenhuma expectativa de como será o show, porque pode ser tão diferente de um lugar para outro.  O Machine Girl surgiu como um projeto profundamente pessoal, quase como uma hiperfixação. Como esse impulso inicial evoluiu ao longo dos anos até se tornar esse universo sonoro tão expansivo e coletivo? Sim, começou só comigo e foi quase um projeto paralelo meu enquanto estava em outra banda. Quando essa banda acabou, Machine Girl se tornou meu projeto principal. Mas sempre quis expandi-lo para onde está agora.  No entanto, queria meio que levar meu tempo fazendo isso e, em vez de me apressar para adicionar mais duas pessoas ao grupo, ir mais devagar.  Como você disse, é definitivamente um projeto pessoal, sempre houve um pouco de hesitação da minha parte em deixar mais pessoas participarem, mas também é meio libertador. De certa forma, é um alívio envolver mais pessoas e ter mais ajuda e tudo mais.  Vocês trabalham com uma estética sonora que desafia classificações. Como é o processo de criar algo tão caótico e, ao mesmo tempo, tão coeso? Acho que tudo vem do mesmo lugar para mim, e gosto de encontrar onde me sinto, embora alguns desses gêneros se sobreponham, e aprimorar esses elementos e tentar fazer algo novo e único é o objetivo.  A cultura DIY parece estar no DNA do Machine Girl. De que forma esse espírito “faça você mesmo” ainda guia suas escolhas criativas e de produção? Fui influenciado por muitos artistas de subculturas “faça você mesmo” que vieram antes da Machine Girl. E isso me inspirou a sentir que não preciso esperar por uma gravadora ou por alguém que venha me ajudar a concretizar minha visão. Acredito que com o poder do seu laptop, você pode fazer praticamente qualquer coisa agora. Isso tem sido basicamente verdade nos últimos 15 anos, mais ou menos, quando comecei a mexer com música eletrônica. “Faça você mesmo” nem era uma escolha. Era simplesmente a única opção para começar a fazer música.  MG Ultra é descrito como uma “antítese surrealista” da sociedade atual. Como vocês traduzem essas ideias complexas, como tecno-feudalismo, vida algorítmica ou pós-verdade, para o som? Essa é uma boa pergunta. Não diria que necessariamente tentei fazer os sons em si refletirem esses temas específicos, além talvez do caos que isso envolve, como algumas das músicas do MG Ultra, que são loucas e confusas.  Acho que é um reflexo da cultura do TDAH nas redes sociais à qual todos estamos sujeitos. Em algum nível, como alguém que tem TDAH, no geral, foi meio fácil para mim fazer música muito louca e caótica. O álbum novo tem um lado quase distópico, mas também soa como uma forma de resistência ou catarse. Você enxerga a música de vocês como uma espécie de “arma” contra o colapso mental e social do presente? Não sei se a descreveria como uma arma. Mas acho que definitivamente não é um remédio, mas algo que pode aliviar alguns dos sintomas de viver. Estamos vivendo uma época muito distópica, cada vez mais distópica. Acho que, no mínimo, esse era meu objetivo.  Estava um pouco hesitante em fazer algo totalmente específico como o Rage Against the Machine, com exatamente os problemas que tinha e como lidar com eles, como uma espécie de apelo à ação.  Estava mais tentando pintar um quadro e criar um sentimento que acho que a maioria das pessoas tem no momento. Mesmo seis meses depois que o disco foi lançado, as coisas ficaram ainda mais loucas. Nem sei se o MG Ultra está à altura ou a par de como, pelo menos na América, as coisas estão meio sombrias atualmente.  O Machine Girl parece operar como um portal de universos paralelos, palavras discretas onde é possível escapar da vigilância e do controle. Como você visualiza esse mundo na prática? Você quer dizer como se um mundo melhor fosse possível? Espero que sim. Não sei se haverá um longo período de dificuldades antes de chegarmos a esse momento melhor, mas parece que muito do que está acontecendo no mundo é um ataque a velhas

Hardcore eletrônico do Machine Girl é a pedida no Hangar 110

Machine Girl surgiu em 2012 como um projeto nascido das hiperfixações de seu criador, Matthew Stephenson. Inspirado pelo caráter do footwork de Chicago e por uma proteção de referências culturais móveis e amplas — originadas das culturas digitais — o Machine Girl tornou-se sinônimo da cultura DIY (faça você mesmo) e de uma visão cultural maximalista em alta fidelidade. Suas faixas falam diretamente a uma geração sedentária por estímulos, com influências que vão desde o som frenético do metal e do hardcore punk até uma verdadeira carta de amor ao hardcore eletrônico. Neste sábado (26), Machine Girl se apresenta no Hangar 110, em São Paulo. Os ingressos estão à venda. Machine Girl une gêneros eletrônicos pouco reconhecidos da web 1.0 com filhos emergentes do início dos anos 1980, num ato vertiginoso que se revela com ainda mais intensidade em suas apresentações ao vivo. Os meios — pelos mais diversos que sejam — são a mensagem. Ao contrário das tradições tradicionais entre artista e público, Machine Girl alcançou uma popularidade popular (ainda que subdesenvolvida) evitando os caminhos da visibilidade convencional, mantendo-se próximo das cenas e do ethos das comunidades onde nasceu. Machine Girl e seu público existem em um ciclo de retroalimentação cultural, sustentado pela desconstrução das barreiras de entrada e pela facilidade de acesso à criação coletiva global.

Awolnation faz show de gente grande em NY e prova estar pronto para festivais no Brasil

O Awolnation, projeto de dance-rock liderado por Aaron Bruno, lotou o Irving Plaza, em Nova York, no último dia 14, e mostrou estar pronto para enfrentar grandes festivais pelo Brasil. De cara, para quem assiste ao show, é nítido que cairia super bem no meio da tarde no Lollapalooza. Atualmente, o Awolnation divulga o álbum The Phantom Five, lançado em 2024, que chegou a ser tratado como o último álbum de Aaron Bruno frente ao seu projeto. “Havia um senso de urgência na mentalidade de tentar tratá-lo como um álbum de despedida, agora resta saber se continuo. Provavelmente irei, mas me sentiria confortável em ir embora porque acho que isso é o melhor que tenho a oferecer”, comentou em entrevista ao Blog n’ Roll. No Brasil, assim como em boa parte do mundo, o Awolnation ganhou muito alcance com o hit Sail, de 2010, que entrou na trilha de séries, filmes e até comerciais. Na apresentação, Sail é a faixa que encerra o show. E isso é muito válido porque prende a atenção para o restante do trabalho de Aaron Bruno em quase 1h30 de tempo corrido. Jump Sit Stand March, um dos destaques do novo álbum do Awolnation, ficou ainda mais pesada ao vivo, garantindo alguns pulinhos do público na frente do palco. >> CONFIRA ENTREVISTA COM AWOLNATION Apesar de todo orgulho pelo álbum Phantom Five, a atenção maior na atual turnê está no debut, Megalithic Symphony, de 2011. Foram seis faixas adicionadas no repertório contra três do disco mais recente. Sempre muito performático, Aaron Bruno não para por um segundo. Anda de um lado pelo outro, sobe no palco da bateria, corre em direção ao público e despeja um som potente atrás do outro. Soul Wars e Kill Your Heroes, ambas do Megalithic, mexeram demais com o público. Era nítida a emoção de quem estava mais próximo ao palco e cantou tudo do início ao fim. Outra pedrada do debut, Burn It Down é praticamente um punk rock, só não rendeu um circle pit porque o público estava mais na faixa 40+ e optou por contemplar a energia infinita de Aaron Bruno. O rápido intervalo no fim não tirou ninguém da frente do palco. O público estava esperando o hit de quase um bilhão de streams apenas no Spotify. Sail, que foi precedida por Panoramic View, principal single de Phantom Five, rendeu a maior quantidade de vídeos gravados daquela noite em Nova York, perdendo talvez apenas para as filmagens de turistas com golpistas vestidos de Homem-Aranha, Mickey e monges budistas da Times Square. Bandas de abertura Tão eclética como Aaron Bruno, a programação da noite no Irving Plaza rendeu boas surpresas com Makua e Bryce Fox.  O primeiro é formado pelo surfista havaiano Makua Rothman, que já foi campeão mundial de ondas grandes em 2015. Apesar do visual Netinho, aquele do Milla, Makua tem boas inspirações. Flutua entre Sublime, No Doubt e alguns repentes de skazinho. Fez um show honesto e curto, cerca de 30 minutos, que agradou em cheio ao público que acompanhou nas palminhas e gritos de apoio. Bryce Fox, que veio na sequência, também com set de 30 minutos, parecia já mais familiarizado em tocar com grandes artistas. Com quase 1 milhão de ouvintes mensais no Spotify, aproveitou a ocasião para apresentar seu álbum mais recente, The Butterfly and The Bomb, lançado no fim de março. Mas também teve espaço para seus singles mais conhecidos, Stomp Me Out e Horns, ambas de Heaven on Hold, de 2017. Golden Boy, do Strenght (2022) e responsável por abrir o show, foi outro grande acerto. O single é bem poderoso. Setlist de Awolnation    Jump Sit Stand March Soul Wars Kill Your Heroes Run The Best Barbarian Burn It Down Holy Roller Hollow Moon (Bad Wolf) Like People, Like Plastic Not Your Fault Knights of Shame Bis Panoramic View Sail

Tiny Moving Parts faz show único no Brasil em julho

A combinação balanceada e dinâmica entre o math Rock, emo e post-hardcore define muito bem a banda norte-americana Tiny Moving Parts, que faz a sua estreia na América Latina em julho deste ano, com shows no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica e México. A realização é da ND Productions. O show único no Brasil acontece dia 13 de julho, em São Paulo, na Casa Rockambole, como uma edição especial do Banda de Casinha, criado pela jornalista e editora do Downstage, Bia Vaccari. Zero to Hero, Chão de Taco e Glover completam o lineup. O trio, já descrito pela conceituada revista Alternative Press como “uma das bandas mais emocionantes do emo revival moderno”, está na ativa desde 2013 e se diferencia pelas músicas com riffs técnicos e complexos amparadas pelas letras emotivas e confessionais. O guitarrista Dylan Mattheisen usa muito a técnica de tapping, criando linhas melódicas intricadas e rápidas. As músicas frequentemente mudam de andamento e estrutura, dando uma sensação de imprevisibilidade. Vocais, intensos e às vezes gritados completam a aura autêntica do Tiny Moving Parts. A banda é formada por Dylan Mattheisen na guitarra/vocal e os irmãos Billy e Matt Chevalier na bateria e baixo, respectivamente. Midwest emo é outro termo usado para definir a sonoridade da banda. A discografia contém sete álbuns de estúdio – Deep in the Blue é o mais recente, de novembro de 2024, que reforça a identidade sonora da banda, mantendo a mistura característica de riffs intrincados, letras emotivas e energia punk. SERVIÇO Tiny Moving Parts em São Paulo Data: 13 de Julho de 2025 (domingo) Local: Casa Rockambole (Rua Belmiro Braga 119, São Paulo, SP) Ingresso: 1º Lote – Meia Entrada / Solidária: R$ 110,00 | Inteira: R$ 220,00 Venda

Popload Gig anuncia Kim Gordon e The Lemon Twigs para shows no Cine Joia

Idealizado pelo Popload e realizado pela Time for Fun, o Popload Gig segue consolidando sua história como uma das principais plataformas de música ao vivo no Brasil. Neste ano, o projeto leva ao Cine Joia, na capital paulista, dois shows que reafirmam sua identidade e compromisso com a música alternativa global: na sexta-feira, dia 30 de maio, o duo The Lemon Twigs sobe ao palco com seu pop psicodélico inspirado nos anos 70. No domingo, dia 1º de junho, Kim Gordon , ícone do rock experimental e fundadora do Sonic Youth, encerra a concorrida programação de shows oferecidos pelo Popload. Na noite do The Lemon Twigs, Tim Bernardes será atração de abertura com um DJ set em vinil. Já para a apresentação de Kim Gordon, que sobe ao palco é Moor Mother. Camae Ayewa (Moor Mother) é musicista em turnê nacional e internacional, poeta, artista visual e professora de composição na USC Thornton School of Music. Seu trabalho abrange diversos gêneros, desde a música eletrônica até o free jazz e a música clássica. Suas obras já foram apresentadas no Museu Guggenheim, no The Met, no Carnegie Mellon e no Carnegie Hall, na Documenta 15, no Festival de Jazz de Berlim e no Festival de Glastonbury. Com mais de 50 edições realizadas em São Paulo e outras capitais, esta série de apresentações é considerada a mais consistente em atividade no país. Desde 2009, o Popload Gig já trazia ao Brasil nomes como Nick Cave & The Bad Seeds, LCD Soundsystem, Air, Tame Impala, Feist, Metronomy e mais recentemente Travis, The Hives e Franz Ferdinand, sempre oferecendo ao público uma curadaria inovadora e relevante. Agora, Kim Gordon e The Lemon Twigs se unem essa história. Além das noites no Cine Joia, Kim Gordon e The Lemon Twigs também integram o line-up do Popload Festival 2025 ao lado de Norah Jones, St. Vincent, Terno Rei & Samuel Rosa e Tássia Reis, que acontece em 31 de maio no Parque Ibirapuera, reunindo artistas de diferentes vertentes e gerações da música. Os ingressos para os shows paralelos de Kim Gordon e The Lemon Twigs no Cine Joia já estão disponíveis para compra no site oficial e ponto de venda oficial. Um lote promocional limitado e com valor especial oferece ingressos a R$175,00 (meia-entrada legal) e R$350,00 (inteira). Mais informações podem ser obtidas nos canais oficiais do Popload e no site da Tickets for Fun. POPLOAD GIG 2025 Realização: Popload The Lemon Twigs Data: 30 de maio, sexta-feira Local: Cine Joia, São Paulo Horário: 21h00 Capacidade: 900 pessoas * Kim Gordon Data: 1 de junho, domingo Local: Cine Joia, São Paulo Horário: 20h00 Capacidade: 900 pessoas Ingressos venda geral – Lote Promocional : Meia Entrada: R$ 175,00 Inteira: R$ 350,00 Ingressos venda geral – Primeiro Lote (a partir dos ingressos do lote promocional esgotados) : Meia Entrada: R$ 190,00 Inteira: R$ 380,00

Com show em São Paulo nesta sexta, Last Dinosaurs lança EP

Recém-saídos de uma bem-sucedida turnê como headliners por Cingapura, Japão, China, Malásia e Indonésia, além de vários shows esgotados na América do Norte, o enérgico trio de indie rock Last Dinosaurs está se preparando para sua estreia como headliner na América Latina, incluindo o Brasil. Para celebrar essas datas inaugurais e o relançamento em vinil de seu querido álbum de 2018, Yumeno Garden, os Dinos estão empolgados em compartilhar o EP Yumeno Garden (Alternate Versions). Esse lançamento especial traz colaborações emocionantes com alguns de seus artistas favoritos da América Latina e do Sudeste Asiático, oferecendo novas interpretações de canções clássicas. Desde os queridinhos do indie indonésio Grrrl Gang em Eleven até os psicodélicos argentinos Isla De Caras em Italo Disco, o Last Dinosaurs apresenta versões reinventadas de suas faixas favoritas do setlist, agora com um toque global. Os garotos iniciam sua turnê pela América Latina na Cidade do México, no Foro Indie Rocks!, diante de um público com ingressos esgotados! Em seguida, seguem para Lima, Peru, no Teatro Legua; Buenos Aires, Argentina, no Club Central Bula; São Paulo, Brasil, no Jai Club; e Santiago, Chile, no Club Ambar. TURNÊ 29/03  – Mexico City, Mexico @ Foro Indie Rocks! – ESGOTADO 01/04 – Lima, Peru @ Teatro Legua 03/04 – Buenos Aires, Argentina @ Bula 04/04 – São Paulo, Brasil @ Jai Club 05/04 – Santiago, Chile @ Club Ambar