Com parceria inusitada, Rod Stewart e Ivete Sangalo fazem show divertido e dançante em SP

Foram oito anos de espera até o retorno de Rod Stewart ao Brasil. A última vez havia sido na edição de 30 anos do Rock in Rio. No Allianz Parque com 35 mil pessoas, no último sábado (30), o britânico de 78 anos mostrou muita disposição para cantar, dançar, chutar bolas de futebol, trocar de roupa inúmeras vezes, além de prestar diversas homenagens. O show de Rod Stewart foi a atração principal da primeira edição do Legends in Concert, nova plataforma da Move Concerts, no qual dividiu o palco com a baiana Ivete Sangalo. Ivete veio primeiro e desfilou uma penca de hits, transformando o estádio do Palmeiras num Carnaval fora de época. Cantou sucessos do tempo da Banda Eva, passou por todos os seus hinos da carreira solo, além de ter incluído Faraó, Divindade do Egito, da ministra da Cultura, Margareth Menezes. O repertório de Ivete, tocado durante 1h20, reservou espaço para muita conversa com o público e brincadeiras sobre Rod Stewart. Em uma delas, ela disse que ele provavelmente estava dançando ouvindo suas músicas. A baiana ainda cantou Rua da Saudade, canção que escreveu durante a pandemia, relembrando a dificuldade de ficar longe dos fãs e não poder estar próxima das pessoas que ama. Guardou duas baladas para a reta final, Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim e Quando a Chuva Passar. Mas botou o estádio abaixo com Arerê, hit máximo da carreira solo. Foi o encerramento aguardado pelos fãs de Rod Stewart. Rod Stewart Ao som de Just Can’t Get Enough, do Depeche Mode, Rod Stewart e os integrantes da sua banda subiram ao palco do Allianz Parque. Sem muita conversa furada, o lendário cantor engatou uma sequência animada com Addicted to Love, de Robert Palmer, You Wear It Well e Ooh La La, do Faces. Na terceira, o telão apresentou uma série de fotos de Rod com a camisa do Celtic, time escocês de futebol. Torcedor apaixonado do clube, Rod exibiu imagens da conquista do último título nacional, na temporada 2022/2023. Sim, assim mesmo, mistura tudo e diverte. Aliás, a partir dessa canção, Rod não largou mais o cachecol do Celtic. Carregou na mão, pendurou no pescoço, mesmo após as inúmeras trocas de figurino. Sim, ele tem roupas específicas para cada canção. Foi do prata para o branco e preto, do amarelo e azul para o rosa. E vai girando o guarda-roupa o tempo todo. Sequência de covers Infatuation, Young Turks, Baby Jane e Forever Young vieram em sequência. Além de um excelente compositor, Rod também sempre foi um intérprete de alto nível. E provou isso com diversos covers. Incluiu Cat Stevens, Etta James, Tom Waits, Van Morrison, entre outros. Foram tantas releituras que a clássica Tonight’s the Night (Gonna Be Alright) foi uma ausência sentida pelos fãs. Maggie May, no entanto, foi mantida. E foi um dos pontos altos do show. Aqui muitos celulares foram levantados para registrar a canção e o coral do público pareceu ainda mais afinado que o normal. Outra característica do show foram os tributos. Christine McVie (Fletwood Mac), Tina Turner e o povo ucraniano foram homenageados. Em Rhythm of My Heart, por exemplo, várias imagens marcantes da Guerra na Ucrânia foram exibidas no telão, enquanto Rod pediu o fim da invasão russa com um figurino completo com as cores do país destruído pelo exército de Putin. Após esse tributo, as excelentes backing vocals de Rod proporcionaram uma bela versão de I’m Every Woman, hit do Chaka Khan. Aliás, essa não foi a única participação delas na linha de frente. Momentos depois também cantaram Lady Marmalade, eternizada no filme Moulin Rouge. Encontro com Ivete Antes do aguardado encontro com Ivete Sangalo, Rod ainda guardou algumas pérolas do repertório, como I Don’t Want to Talk About It, do Crazy Horse, Some Guys Have All the Luck, do The Persuaders, além de It Takes Two, de Kim Weston. Já com Ivete no palco, Rod iniciou a clássica Da Ya Think I’m Sexy? E quem ainda tava torcendo o nariz para a baiana, precisou se render. Para deixar o inusitado encontro ainda mais forte, cantaram juntos Sailing, da The Sutherland Brothers Band. Foi o fim mais acertado possível para a proposta da plataforma. Que venham mais encontros assim. O pontapé inicial foi de alto nível.
The Mönic toca com Sami Chohfi dia 1 de outubro no Manifesto Bar

O músico Sami Chohfi, conhecido por suas poderosas performances no palco e sua mistura única de rock alternativo, folk e composições acústicas, está de volta ao Brasil e retorna a São Paulo para uma apresentação única. O show acontecerá no Manifesto Bar (R. Iguatemi, 36 – Itaim Bibi) no dia 1 de outubro, local onde o músico já se apresentou há alguns anos com sua antiga banda, Blue Helix. Quem toca antes no mesmo palco é a banda paulista The Mönic e os ingressos já estão à venda pelo site Bilheto. Além da capital paulista, Sami também se apresentou no último sábado (16) no Festival Rock in Lago, na cidade de Jacutinga (MG), que trouxe no line-up artistas consagrados do rock nacional como Plebe Rude, Biquíni (ex-Biquini Cavadão), e Paulo Ricardo. A The Mönic faz show do álbum Cuidado Você. Primeiro álbum no qual elas priorizam cantar em português (com exceção da faixa Walk All Over Me), Cuidado Você foi produzido por Rafael Ramos, trazendo 11 músicas inéditas e autorais com uma sonoridade bastante peculiar; um punk rock dançante misturando influências diversas, aliadas a um minucioso trabalho vocal, já que as quatro integrantes cantam, harmonizam vozes e recheiam os refrões com coros irresistíveis. Assim, o grupo formado por Ale Labelle (guitarra e vocal), Dani Buarque (guitarra e vocal), Joan Bedin (baixo e vocal) e Thiago Coiote (bateria e vocal) vai tocar Atear, Bateu e Simplifica, entre outras. Sami Chohifi, que já tocou em diversos países, está ansioso para se apresentar no Manifesto Bar mais uma vez. “O Manifesto é um local clássico de rock em São Paulo onde eu já toquei em outra oportunidade e foi excelente, a plateia é realmente muito animada! Estou muito feliz que vou encontrar meus fãs de São Paulo e mostrar as novidades que preparei para esta vinda ao Brasil, como a minha nova música, Complicated”, disse Sami Chohfi. SERVIÇO: Show Sami Chohfi Banda de abertura: The Mönic Data: 01/10 Local: Manifesto Bar Endereço: R. Iguatemi, 36 – Itaim Bibi, São Paulo – SP, 01451-010 Abertura das Portas: 17h Início do Evento: 18h Classificação: Livre Ingressos: https://bilheto.com.br/comprar/1718/sami-chohfi Camarote – Camarote Inteira – R$ 160,00 + Taxa Camarote – Camarote Meia – R$ 80,00 + Taxa Camarote – Camarote Promocional 1kg Alimento – R$ 80,00 + Taxa Pista – Pista Inteira – R$ 80,00 + Taxa Pista – Pista Meia – R$ 40,00 + Taxa Pista – Pista Promocional 1 kg de Alimento – R$ 40,00 + Taxa
Dino Galvão Bueno leva a Bossa Nova Paulista a Santos com show especial

Dino Galvão Bueno, músico e compositor renomado que participou ativamente da formação da Bossa Nova, mostra que o gênero segue relevante como sempre em um show único no Teatro Guarany. Este evento gratuito, que chega pela primeira vez a Santos, faz parte de uma série de seis apresentações que marcam o 80º aniversário de Dino Galvão Bueno e os 65 anos da Bossa, e acontece no dia 6 de outubro, às 20h. Neste show especial em Santos, Dino e os músicos recebem no palco a participação de uma das vozes santistas mais marcantes: a cantora Rosa Estevez, também dona de uma trajetória de 35 anos dedicados à música. Além disso, o evento oferecerá uma oportunidade única para aprender sobre a história da Bossa Nova com alguém que a viveu intensamente. Dino Galvão Bueno compartilhará suas experiências e conhecimentos, proporcionando uma visão interna desse movimento que moldou a música brasileira. Embora muitos associem a Bossa Nova às areias de Ipanema, a apresentação destacará a contribuição dos compositores paulistas para o movimento deste que é um dos gêneros musicais brasileiros por excelência. Dino Galvão Bueno, um artista que atuou nessa era da música brasileira, trará sua perspectiva única para o palco, com um repertório cuidadosamente selecionado. As músicas escolhidas para a apresentação homenageiam os sons que dominaram as noites de São Paulo durante o auge da Bossa Nova. Dino Galvão Bueno estará acompanhado dos músicos Ricardo Barros no violão e direção musical, e sua filha, Anita Galvão Bueno, como cantora, André Kurchal na bateria, Mauricio Orsolini no piano, Daniel Amorin no baixo e Paula Valente no sax e flauta. Dino Galvão Bueno: testemunha ocular e ativa da história da música brasileira Dino é dono de um legado duradouro na cultura musical brasileira. Com uma carreira que se estende por 58 anos desde sua primeira composição, Samba pra Alguém em 1965, o músico é autor de mais de cem canções e desempenhou papéis notáveis no cenário cultural brasileiro. Em 1967, se destacou ao apresentar suas composições no programa Dick Farney Show da TV Tupi. Participou ativamente do movimento Música Nossa em 1968, participou do Festival Brasil Canta no Rio da TV Excelsior, defendendo sua composição Canto do Morro e chegou a ser finalista no Primeiro Festival Universitário da TV Tupi. No ano seguinte (1969) conquistou o quinto lugar no V Festival da Record com a toada Monjolo (letra de Eric Nepomuceno), interpretada por Maria Odete. No teatro, atuou como violonista na histórica montagem de Morte e Vida Severina no TUCA, atuou na direção musical em outras montagens da peça, como Cia. Paulo Autran (1969) e recentemente nas leituras dramáticas do diretor Roberto Ascar. Ainda em 1969, atuou como músico no Teatro de Arena na peça Chiclete e Banana, de Augusto Boal. Em 1980, Convite ao Vento, composição de Dino em parceria com Carlos Queiroz Telles, representou o Brasil no Festival Latino-americano da Canção, defendida pela cantora Márcia. Em 2013, recebeu da Ordem dos Músicos do Brasil, o diploma de Honra ao Mérito pelo conjunto de sua obra como compositor. Em sua discografia, destacam-se dois trabalhos. Em 2011, lançou seu primeiro CD autoral, intitulado Mestre Navegador, pela Dabliú, com 14 faixas. Em 2022 foi lançado o álbum Notas Brasileiras, que reuniu Adylson Godoy, Dino Galvão Bueno e Theo de Barros e seus filhos. Esta história será reverenciada neste show. O evento no Teatro Guarany é realizado com recursos do ProAC editais, da Secretaria de Economia, Cultura e Indústrias Criativas do Governo do Estado de São Paulo. Serviço Dino Galvão Bueno e a Bossa Nova Paulista – com participação especial: Rosa Estevez Data: 06/10/2023 – sexta-feira Horário: 20h Local: Teatro Guarany Endereço: Praça dos Andradas, 100 – Centro, Santos – SP Entrada gratuita
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Bandas autorais embalam Santos durante o Coletivo Sardinhada no dia 24

Uma noite repleta de sonoridades envolventes para todos os públicos. Eis a premissa da nova edição do Coletivo Sardinhada, que reunirá bandas autorais de Santos, São Vicente, Cubatão e São Paulo no próximo dia 24, com início marcado para às 18 horas, na Rusbé (Av. Marechal Deodoro, 49, Gonzaga). Nesta edição, o coletivo traz duas bandas inéditas no festival, Amphéres e A Olivia. Além dos grupos convidados, o festival também conta no line com os conjuntos musicais pioneiros, O Último Banco do Bar e A Casa Imaginária. Em meio a este mergulho de um oceano de criatividade musical, o público poderá adquirir os ingressos antecipados (R$ 30,00) pelo site ou n’O Condado (Bulevar Ana Pimentel, 66, Centro de São Vicente). E, no dia do evento, a portaria venderá os bilhetes por R$ 35,00. Tradicional na Baixada Santista, o Coletivo Sardinhada é uma iniciativa dos amantes da música independente que buscam pela valorização dos artistas locais, fomentando a cena musical da região, conquistando plateias e trazendo cada vez mais os adeptos e fãs do segmento. Outras informações pelo Instagram (@coletivosardinhada).
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