Cadu Pereira apresenta quarto single de Vendo o Mundo; ouça!

O cantor, compositor e multi-instrumentista paulistano Cadu Pereira divulgou o quarto single do seu terceiro álbum, Vendo o Mundo. A faixa Antes da Evolução compõe o registro que terá sete faixas. Vendo o Mundo reúne um time de músicos de alto nível com guitarras de Alexandre Fontanetti (Rita Lee) e de Webster Santos (Elza Soares), baixo de Regis Damasceno (Arnaldo Antunes), teclas de Zé Ruivo (trilhas Netflix e HBO) e bateria de Pupillo (Marisa Monte). Quanto à execução musical de Antes da Evolução, Cadu Pereira comenta o que pensou em sua criação. “Uma guitarra atravessa o início da canção e rompe com tudo que veio antes. O ritmo acelera, o baixo evolui e faz tudo caminhar mais rápido. No refrão, a música se desenvolve no melhor do estilo das bandas de rock nacional. Por fim, um duelo de guitarras entra em ação com o Webster na esquerda e o Fontanetti na direita fazendo um final épico para essa canção”, explica Cadu.

CPM 22 lança “Tudo vale a pena?” em parceria com Sergio Britto dos Titãs

O CPM 22 lançou, nesta quarta-feira (13), o single Tudo vale a pena? em parceria com Sergio Britto (Titãs). A primeira parceria da banda com Britto é resultado da admiração mútua entre os artistas. “Quando o Badaui me procurou pra gente tentar compor alguma coisa juntos já tínhamos nos encontrado algumas vezes. Lembro bem da vez que ficamos trocando uma ideia e acabamos até dividindo o vocal de Epitáfio no show de uma rádio. Sempre achei o CPM 22 a banda mais legal da sua geração”, conta Sergio Britto. Com letra de Sergio Britto e Badaui, Tudo vale a pena? transmite uma mensagem positiva ao falar de coisas do dia a dia. A música é assinada por Britto e o guitarrista Luciano Garcia. “A letra fala sobre coisas simples e corriqueiras às vezes boas, às vezes ruins, mas que vale a pena pelo aprendizado e reconstrução, desde que se tenha a alma evoluída”, diz Badaui. Britto lembra, “a mensagem que Badaui mandou dizia mais ou menos assim – “Vamos fazer uma aí? Uma música pra cima, com um recado positivo e um refrão forte. Vamos nessa? No mesmo dia bolei o refrão e uma primeira parte da música, Badaui escreveu o resto e o Luciano deu uma arredondada em tudo”. “Além da participação de uma importante figura do rock e do punk rock nacional, um ídolo como o Sergio Britto, a maior satisfação foi compor a música em parceria com ele. Acredito que vá agradar tanto ao público do CPM 22 quanto do Titãs”, comenta Badaui. E Britto completa, “a música tá aí pra quem quiser conferir, foi um prazer gravar com eles. Acho que conseguimos realizar a ideia – ficou foda”. Tudo vale a pena? foi produzida por por Luciano Garcia, Ali Zaher Jr e Philippe Fargnoli e estará disponível em todas as plataformas digitais com distribuição Ditto Music Brasil.

Capital Inicial anuncia projeto 4.0, com álbum, DVD e turnê

Os próximos meses serão de celebração para os fãs de uma das maiores bandas de rock do Brasil. O projeto Capital Inicial 4.0 é uma comemoração da história e legado do grupo, com foco no futuro e na conexão cada vez mais forte com o público. Desdobrando-se em três frentes, álbum, DVD e turnê, essa nova era levará os grandes hits para audiências de todas as gerações. Amor em Vão, primeira canção autoral da banda em quatro anos, com feat de Samuel Rosa, inaugurou o projeto e foi lançada no último dia 1. Seu videoclipe contará com a participação da Orquestra Sinfônica de Heliópolis (SP). A música Natasha, com Marina Sena, chega no dia 22 às plataformas digitais e Passageiro, com participação de Pitty, dia 12 de agosto. O álbum/DVD com 12 faixas tem lançamento previsto para 26 de agosto e uma versão Deluxe, com cinco canções extras, estará disponível em novembro. Muitas das conhecidas e amadas músicas ganharam novos arranjos e contam com vários convidados especiais. Além disso, faixas lado B também foram revisitadas. O público reconhecerá tanto nomes consagrados, como Carlinhos Brown, Samuel Rosa e Pitty, quanto nomes da nova geração da MPB, como Marina Sena, Vitor Kley e Ana Gabriela. O DVD foi gravado ao vivo na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, e conta com produção musical de Dudu Marote, direção artística de Batman Zavareze e projeto de iluminação de Cesio Lima. A turnê estreia no dia 9 de setembro no Palco Mundo do Rock In Rio 2022. O show especial Capital Inicial 4.0 passará por 20 cidades, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte, Brasília, Salvador e Recife.

Hollywood Undead une rock e hip hop no novo single “Trap God”

A Hollywood Undead está prestes a lançar seu oitavo álbum de estúdio. Hotel Kalifornia é um pesado e reflexivo trabalho sobre as desigualdades sociais no estado natal da banda, a Califórnia, unindo rap e rock e que refletirá toda a carreira da Hollywood Undead. O novo single, Trap God, é uma viagem pelo começo da jornada dos músicos como artistas, tentando fechar as contas enquanto dividiam o tempo entre se sustentar a banda. “Estávamos em um mundo de merda”, reflete Johnny 3 Tears. “As oportunidades para o fracasso eram muito maiores que as de sucesso, com traficantes e gangues. Fizemos algo especial juntos por causa de todas as dores que vieram de todas as nossas experiências”, ele diz. “Hotel Kalifornia me traz de volta a uma época em que tudo o que importava era a música”, completa J-Dog. Trazendo uma união de rap, hard rock e alternativo, a banda é formada também pelos MCs Charlie Scene, Funny Man e Danny. Iniciada em 2005, a Hollywood Undead já é um dos nomes mais consolidados de sua cena. Seu álbum de estreia Swan Songs (2008) chegou ao disco de platina.

Vocalista do Keane, Tom Chaplin anuncia álbum solo e lança single

Aos 43 anos, o vocalista do Keane, Tom Chaplin, se encontra em equilíbrio agora. Ou, na verdade, na metade. O artista acaba de anunciar seu novo álbum, Midpoint, uma bela coleção de canções de reflexão e imaginação, calorosamente produzidas por Ethan Johns. Na faixa-título, Midpoint, a voz de Tom eleva-se, pintando um retrato de um homem que está ao mesmo tempo perturbado e confuso com pensamentos de sua meia-idade. Poderíamos incluir um subtítulo bem humorado pra Midpoint: “crise, que crise?”, enquanto Chaplin – com sua voz mais bela – apresenta um homem que está pensativo, perplexo e confuso sobre a meia-idade capturados na letra: “your passions yield to the will of the world… quicksand in the hourglass… a beach of dreams on the shores of the past…”.

π Teco Martins antecipa álbum biográfico com “Entrelaçados”

Com duas décadas de uma carreira eclética e multicultural, π Teco Martins coloca sua vida e arte como um prisma sendo tocado pela luz e dissecado em cores para seu novo álbum. A Espectrum Solar vai trazer o rock, a MPB, os tons mântricos e a eletrônica em faixas biográficas, cada uma representando uma faceta do artista e uma das cores do espectro visual. Ao colocar em primeiro plano a paz que o artista encontrou em família, com sua companheira e seu filho, ele propõe a cor azul no single Entrelaçados, que ganhou um clipe cinematográfico. A faixa conta com participação especial de A.Z. (vocal) e As Quartettas, o Quarteto de Cordas Feminino de Santa Catarina. Destaque da cena independente brasileira desde o começo deste século, Teco traz em sua trajetória única a participação como vocalista, compositor e violonista na Rancore, banda que caminhou entre o hardcore e o rock alternativo e se tornou símbolo de uma cena. Desde 2014, integra também a big band performática e de influência circense Sala Espacial. Além do projeto solo, ele ainda produz músicas voltadas a rituais xamânicos e trabalhos espirituais no CEU Luz Ametista, com quem já produziu três álbuns. Em paralelo a esses projetos, πTeco Martins viaja em turnê pelo Brasil desde 2009 no formato voz e violão. Já foram mais de 1.000 shows realizados em parques e praças de todas as regiões do Brasil, incluindo a ousada turnê Oiapoque ao Chuí, com 111 shows indo de um extremo ao outro do Brasil.

Maria Diva expõe vivências de uma MC no Litoral Norte em “Ok, tô bem”

Considerada umas principais vozes femininas da cena trap e rap do Litoral Norte de São Paulo, a cantora, produtora musical e compositora Maria Diva, 27 anos, lançou o videoclipe da canção Ok, ‘tô’ bem!, repleto de referências em prol ao combate do machismo e sexismo sofrido pelas mulheres na atual sociedade. Com uma estética e composição artisticamente periférica, o videoclipe possui coreografia de break-dance criada pelo Grupo de dança RT e um figurino cheio de cores que foi elaborado pela própria rapper que remete ao estilo de clipes de pop music. Além disso, o elenco de figurantes foi formado apenas por mulheres e a inspiração para compor a letra veio através das vivências, sentimentos e pensamentos dela durante um longo período de autoconhecimento passado na pandemia de covid-19. “Esse trabalho vai ficar para sempre na minha memória, foi um projeto incrível! Acredito que nós, mulheres, continuamos uma luta incessante para conquistarmos cada dia o nosso espaço em setores diferentes e o rap é uma dessas áreas. Por isso, sigo ‘batendo’ de frente e trabalhando com esse viés revolucionário”, comenta Diva. A produção do videoclipe ficou a cargo da Produtora Maresias TV e os espaços usados como cenários foram a praça, a pista de skate e o parque de diversões localizados no Centro de Caraguatatuba. A Inspiração e a luta para produzir De acordo com Diva, a inspiração vem e as ideias fluem de forma natural nas obras dela. Com este método, ela conseguiu dar vida as melhores composições de sua carreira. “Dessa vez, não foi diferente. Não sou de forçar para tentar escrever e a criação de qualquer letra em si, para mim é algo único”, explica a rapper. Diva estuda produção musical constantemente para ganhar maior independência nas gravações, apesar de ainda não produzir os beats, a artista é responsável por realizar a captação de voz, a mix e master da maioria dos trabalhos atuais em um Home Studio construído por ela, conhecido como LabWood. “A letra de Ok, tô bem! já estava pronta, só precisava de um beat para tirar o projeto do papel. Escutando o catálogo de beats do RB Alves, uma batida me chamou atenção, logo me identifiquei com a base e comecei a cantar o que havia escrito naquele ritmo. Após isso, tudo aconteceu igual mágica”, detalha Diva. Embora, o projeto de Ok, tô bem! tenha sido concretizado com fluência, outros planos de estreias musicais da artista acabam sofrendo com a falta de reconhecimento, investidores e tempo. “No Litoral, vejo que tem poucas mulheres envolvidas no hip hop, mas elas existem! Analiso que falta valorização da cena do Litoral e um destaque maior para as mulheres do rap nacional. Sigo um conselho próprio para superar as adversidades desse ramo: Se você deseja viver da sua arte não espere incentivo de amigos, nem mesmo da sua família, seja você o seu próprio estimulador, vai lá e faça”, conclui a rapper. Quem é a Diva? Ao se deparar com o nome forte e empoderado dessa artista, logo se imagina se tratar de um nome artístico/fictício. Entretanto, se enganou quem tirou essa conclusão. Maria Diva Martins de Abreu foi denominada diva quando nasceu, em 1995, na pequena cidade mineira de Josenópolis, mas há cerca de sete anos, mora no Litoral Norte paulista. A jovem garante que desde a infância é ligada à música e sempre sentiu vontade de se tornar uma cantora e compositora. Quando completou 16 anos, definitivamente, Diva decidiu que iria escrever canções e cantar. A partir daí, a artista se encontrou no rap e segue se dedicando para conquistar o sucesso tão sonhado. Atualmente, Diva trabalha como garçonete em um hotel no expediente de oito horas diárias, cuida do filho de cinco anos, e, nos poucos momentos vagos, usa o tempo livre para fazer shows em eventos e produzir no estúdio caseiro dela. “Meu maior sonho sempre foi inspirar as pessoas que estão a minha volta, conquistar meu espaço na cena e poder ter minha renda exclusivamente com meu trabalho musical. O que eu mais quero é dar uma vida melhor para meu filho e para minha família com a minha vocação artística”, afirma a rapper. A rapper garante que tem muitas novidades para serem divulgadas nos próximos meses, pois a principal intenção é lançar um álbum só com faixas inéditas. “Estou com muitas letras e músicas sendo trabalhadas em meu Home Studio, faltam alguns detalhes para a conclusão do álbum. Aguardem”, completou Diva.

Sv7urno e Sigma mesclam trap com game em “Fliperama Shawty”

Os trappers Sv7urno e Sigma misturaram o trap com o mundo dos games em um novo trabalho intitulado Fliperama Shawty. O single está repleto de referências aos jogos de videogame dos anos 1990, como Mario Kart, Sonic, Street Fighter, entre outros. Trazendo uma tendência que é a de mesclar formas de expressão de uma maneira inovadora, os trappers surpreendem em uma wave diferenciada e com um beat/instrumental produzido pelo beatmaker Caio Lopes Hellboy, que remete a trilhas e vinhetas de games antigos. A canção foi inspirada nas várias madrugadas de sono perdido em que os cantores ficavam jogando RPG’s e escutando hip hop. Para Sv7urno, essa é a realidade de muitos jovens que são considerados nerds na atualidade e de muitos adultos que são players até hoje. “Busco ser real e falar das coisas que eu realmente vivo. Já perdi muitas horas online, acredito que tenho mais horas de League of Legends e Tibia do que na rua com os meus amigos. De fato, tudo isso realmente faz parte da minha vida, antes de conhecer a música, eu já conhecia a trilha sonora do Super Mario World inteira”, explica Sv7urno. Com produção musical da Cabine 808, a música está em todas plataformas de streaming e no canal do YouTube do Sv7urno. A capa do single foi feita a mão pela artmaker Gabriela Mantoan, e para Sv7utno, este é o ponto alto do trabalho, pois apresenta a estética necessária para introduzir o público no mundo de Fliperama Shawty. Featuring with Sigma Amigos de vida e adversários de inúmeras batalhas de rima pelo Litoral Norte há cerca de seis anos, os trappers decidiram se unir para esse feat depois que Sv7urno percebeu o talento do Sigma na faixa solo Passion Fruit Shawty. “Estava de olho na originalidade do Sigma faz tempo. Teve uma época que ele começou a ‘dropar’ várias músicas no SoundCloud, até que ele lançou Passion Fruit e a minha mente entrou em transe. A estética era de plug, totalmente diferenciado de tudo que já tinha visto por aqui. Foi quando percebi que era o momento certo para convidá-lo para essa parceria”, conta Sv7urno. Sigma comenta que se aproximou mais do Sv7urno em 2017 e que decidiu produzir músicas só em 2020, pois até o momento citado, ele só participava de batalhas de rap. “A partir de uma releitura de um som meu que essa música nasceu, desacredito disso até hoje! Apesar de ter sido rápido, foi muito bom porque a liberdade para falar sobre coisas que eu gosto”, disse Sigma. Fanfic Para contextualizar o trabalho de Fliperama Shawty, Sv7urno foi além e criou uma fanfic inspirada na composição para dar mais detalhes sobre o mundo criado nessa música. “Senti que faltava alguma coisa… era uma história ampla, algo que desse vida ao som”. Os sentimentos causados por nostalgia, a imersão em um mundo repleto de aventuras e a magia se juntam com as recordações da fase de criança que Sv7urno procura nunca esquecer. “Gosto muito de trabalhar com nostalgia, gosto muito de sentir essa energia. Para mim, é o melhor sentimento que existe, pegar algo que eu amava quando era mais novo e continuar fazendo, simplesmente, porque eu gosto. Amo games, mangás, HQ’s e ainda amo me viver coisas de quando eu era uma criança”, complementou. Trecho da Fanfic “O Mundo colorido era um planeta muito feliz, cheio de vida, cercado de experiências únicas e repletas de amor e paixão em meados dos anos 2000”. “Sua princesa, a Diamante Amarelo, era doce, bondosa e muito carismática. Sempre zelava por todos do seu reino, e amava todos os seus súditos menos uma pessoa, uma maga terrível e com muita inveja da felicidade dos outros, isso irritava ela de uma forma que fazia ela tremer em nervos”. “Os habitantes desse planeta se alimentam de Passion Fruit, uma fruta amarela muito abundantemente no nosso mundo, ela impedia que os habitantes do mundo colorido ficassem velhos, porém com o tempo, e com uma ajudinha da Maga Negra, essa fruta deixou de existir no mundo colorido, e consequentemente seus habitantes cresceram, se tornando velhos, chatos e rabugentos”. Para conferir a fanfic completa com animação e áudio visite as redes sociais e o canal do artista: Spotify, Instagram, TikTok e YouTube.

DELNUR celebra o encontro de duas pessoas em sintonia em Intimacy

Depois de estrear seu novo projeto solo, DELNUR, o carioca residente em Nova York Victor Delnur mostra a força da união entre duas pessoas em uma celebração da intimidade e das jornadas compartilhadas. O novo single, Intimacy, chega com um clipe protagonizado pela bailarina Duda Mattos e com roteiro, fotografia e direção assinadas pela dupla Cadu Millet e Xerxes Frozi, da Monochroma Films. A novidade vem para somar a uma fase prolífica de DELNUR, que lançou seu projeto com a bem recebida Mind-Brain-Body e se apresentou no Okeechobee Festival, na Flórida. E, embora seja o responsável por música, letra, teclados, guitarras, baixo, violões, percussões, programação de baterias, vozes, produção, mixagem e arte da capa, Vic recebe colaborações de Hannah Rae Faulk (backs e vozes fx) e Thiago Dom (hihats adicionais) neste novo single – provando que, mesmo quando a trajetória é solo, o caminho é melhor quando é compartilhado. “Intimacy é uma faixa pulsante e meditativa. Estamos todos imersos em união, afinidade e confidencialidade a alguém. Os violões marcam minha brasilidade. A letra cita o verão, estamos entrando nessa temporada aqui em NY e passa tão rápido! Essa faixa vem como um abraço caloroso para todos nós!”, resume, empolgado, o artista. Embora musicalmente solar, a canção ganha um clipe que expõe o lado sombrio das entrelinhas, com Intimacy se tornando uma celebração do encontro após um período de solidão. O clipe segue um caminho menos exuberante do primeiro, Mind-Brain-Body, porém igualmente instigante, como uma amostra dos caminhos possíveis para DELNUR.