Get Back: ouça a nova música do Pearl Jam

Get it Back, a nova música de Pearl Jam já está disponível nas principais plataformas de música por streaming. A faixa integra a compilação Good Music To Avert The Collapse Of American Democracy, Volume 2, projeto que reúne canções inéditas, covers e regravações de alguns dos maiores nomes do mundo da música. O compilado faz parte do Bandcamp Fridays, uma iniciativa lançada em março de 2020 pela plataforma voltada para artistas independentes. Em resumo tem o intuito de viabilizar a produção independente de artistas afetados pela pandemia. O projeto Good Music To Avert The Collapse Of American Democracy, Volume 2 direcionou toda a verba arrecadada com esta edição ao Voting Rights Lab. Em suma, a organização que visa garantir o direito ao voto a todos os estadunidenses. Anteriormente, o Pearl Jam havia revelado Gigaton, 11º álbum de estúdio da banda. Produzido por Josh Evans e pelo próprio Pearl Jam, o lançamento foi o primeiro compilado do grupo desde Lightning Bolt.
Entrevista | Mel – “Ser uma mulher trans no mundo das artes ainda é negociação”

Na década passada, a Banda Uó, de Goiânia, movimentou o cenário musical brasileiro com uma mistura envolvente de música pop com tecnobrega. Além disso, revelou três nomes bem talentosos: Davi Sabbag, Mateus Carrilho e Mel Gonçalves. Do trio, somente Mel ainda não havia mostrado seu trabalho solo, após o término do grupo, em 2018. Na última sexta-feira (9), ela lançou o primeiro single dessa nova fase, A Partir de Hoje, que ganhou videoclipe. “Demorei porque o tempo é complicado. Nem sempre a gente consegue se realizar e estar pronta dentro do nosso planejamento. Além do mais, mesmo já tendo uma trajetória na música, ser uma mulher trans no mundo das artes ainda é local de negociação. Tudo isso pesou e fez o tempo ser maior. No fundo considero que foi totalmente necessário”, comenta Mel. No entanto, o período sem lançar música solo não a impediu de investir em outras frentes. Mel estreou sua carreira no cinema no longa Vento Seco, de Daniel Nolasco, que foi selecionado para o Berlinale, o Festival de Internacional de Cinema em Berlim, de 2020. O filme tem temática LGBTQIA+ e ainda conta com Leandro Faria Lelo, Rafael Theophilo,Renata Carvalho, Del Neto, Macelo D’Avilla, Leo Moreira Sá e Conrado Helt. Caldeirão de influências da Mel Quem escuta o novo trabalho de Mel consegue identificar um caldeirão de influências. Todos muito bem representados. Em resumo, a cantora cita nomes como Gipsy King’s, Maria Bethânia, Loreena Mckennitt, Sade, Erykah Badu, além de ritmos como carimbó, jongo, tribal fusion, zouk love, entre outros. “Esses artistas e esses ritmos são referências meio universais, é preciso ouvi-los! Ao mesmo tempo a gente sempre acaba imprimindo o nosso jeitinho quando colocamos no nosso corpo”. A cantora acredita que traz um pouco das vivências com a Banda Uó para o trabalho solo, o que pode facilitar o reencontro com o público. “É sempre bom mudar! Mesmo lá na Banda Uó, eu sempre fui camaleoa e agora solo não poderia ser diferente. Aprendi a encarar as coisas de frente e resolve-las mesmo enfrentando o desmembramento e a transfobia. Aprendi a lutar pelo que é meu e pelo que acredito ser bom pra mim, por mim e por quem acredita no meu trabalho. Acho que a principal mudança foram as minhas responsabilidades que aumentaram. Por ser uma artista independente, solo, tudo ainda é barril”. A Partir de Hoje é o primeiro passo de um álbum completo da cantora. Posteriormente os planos são ambiciosos. “O que posso dizer ainda é pouca coisa, mas fará parte de um trabalho maior e mais bem diagramado. Temos trabalhado muito pra isso. Espero que se apaixonem pelo que virá”.
Singles nacionais: Braza, Gabrre, Toquinho e De um Filho, De um Cego

Braza – Ando Meio Desligado O Braza homenageia uma das nossas grandes bandas com sua versão de Ando Meio Desligado. Lançada originalmente no álbum d’Os Mutantes A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado (Universal Music/ 1970), a música ganha uma nova roupagem sob os arranjos do quarteto carioca. Eternizada na voz de Rita Lee, Ando Meio Desligado (Arnaldo Baptista/ Rita Lee/ Sérgio Dias) é frequentemente incluída em listas de melhores canções da música brasileira, trazendo uma mistura de psicodelia e tropicália acompanhada de versos que refletem sobre uma existência desconexa em tempos de repressão. Cinco décadas depois, Danilo Cutrim (guitarra e vocal), Pedro Lobo (baixo), Nícolas Christ (bateria) e Vitor Isensee (teclados) homenageiam Os Mutantes criando uma ponte entre as duas eras e regravando o clássico no ritmo do reggae. Gabrre – elephants Gabrre, cantor e compositor gaúcho de 22 anos, de Gramado, lançou elephants, single que fala sobre as dores de um relacionamento instável. A música estará no álbum Tocar em Flores Pelado, que será lançado pelo selo Honey Bomb Records, no fim deste mês. “elephants é uma música esquecida da Urso Polar, minha antiga banda de adolescência. Às vezes, quando brigamos, não queremos acertar as coisas, apenas deitar e abraçar calados, principalmente em um relacionamento instável”, explica Gabrre. Toquinho – Papo Final Prestes a entregar ao mundo seu primeiro álbum de inéditas desde 2011, Toquinho divulgou o primeiro single do novo disco. A música Papo Final, cantada em dueto com Maria Rita, é um belo cartão de visitas. Assim como em todo repertório do inédito A Arte de Viver, a letra de Papo Final foi assinada pelo aclamado poeta e compositor carioca Paulo César Pinheiro. Esse é o segundo álbum de Toquinho que conta com Pinheiro como letrista de todas as músicas, assim como em Mosaico (Circuito Musical), de 2005. “Além da Maria Rita ser uma grande cantora, ela transmite uma coisa fundamental em arte: emoção. Arte sem emoção pra mim não existe. Quando ouvi a interpretação dela preencher a canção, já que minha voz estava gravada, percebi o quanto a música cresceu com sua maneira de cantar, com a dramaticidade na medida certa, com a grande afinação e com o timbre fantástico”, comentou Toquinho. Com participações especiais de Maria Rita, Hamilton de Holanda, Paulo César Pinheiro e Camilla Faustino, o álbum A Arte de Viver será lançado no dia 6 de novembro. De um Filho, De um Cego – Sibipiruna Sibipiruna é uma árvore de grande porte nativa da Mata Atlântica que é muito comum em boa parte do país. Tão comum que muitas vezes sua beleza passa despercebida. Inspirando-se na poesia do dia a dia, a banda paranaense De um Filho, De um Cego lançou o primeiro single de seu novo EP. Com nome dessa árvore, Sibipiruna já está disponível. “Minha mesa de trabalho ficava de frente pra uma parede de vidro, onde eu conseguia ver o estacionamento do local. Mas como meu andar era o 2º, as árvores do lugar eram tudo o que aparecia pra mim. Era um dia nublado, de vento, melancólico. Um dia lento. Parei pra sentir tudo – as árvores balançando, a digitação dos meus colegas de trabalho e a rotina – do começo ao fim do dia, nessa poesia que é a gente”, conta Lucas Waricoda, guitarrista e vocalista do De um Filho, De um Cego.
Rodolfo Cinel divulga o single My Magical Knife

O cantor de folk e blues Rodolfo Cinel lançou a música My Magical Knife em todas as plataformas digitais. A canção faz parte de seu primeiro projeto como cantor solo e vem inspirada no livro As Portas da Percepção, do escritor Aldous Huxley. Na obra de 1954, Huxley aborda sua experiência com o uso de mescalina, uma droga muito popular nos anos 1940 a 1960 e que era usada em cerimônias religiosas para uma melhor transcendência e autoconhecimento. Com esta história em mente, Cinel compôs My Maginal Knife contando como o personagem utiliza, de forma consciente, a mescalina e acaba entrando em uma tristeza sem fim, rumo a uma liberdade de corpo e alma. “Com o contato ao desconhecido, o personagem faz uma autocritica de sua vida. A experiência funciona em sua mente de forma completa, estudando seus medos e sonhos” explica o cantor. A gravação foi feita em junho de 2020, em meio à pandemia de covid-19, por meio de home studio em São Paulo. Ademais, contou com a participação do cantor Gabriel Delillo, da banda Avenoar nos violões. “O Gabriel foi uma parceria nota mil para esta canção! Ele gravou o solo da música de primeira, mas quando fui checar no e-mail, o arquivo não estava mais lá. Depois de entrar em desespero, eu peguei fragmentos de outros solos e editei para encaixar! Ficou incrível… ele só vai ficar sabendo disso depois, mas não queria incomodá-lo” disse Rodolfo rindo. Anteriormente, o músico já havia revelado The Devil I Know. Rodolfo Cinel é um dos artistas confirmados na segunda edição do Juntos Pela Vila Gilda.
A Banda Que Nunca Existiu convida Pedro Mariano para segundo single

A Banda Que Nunca Existiu (ABQNE) está reunindo grandes nomes da música para dar voz ao seu álbum de estreia. Em resumo, um repertório inédito dos compositores Humberto Lyra e Luiz Pissutto. O primeiro single, Só Uma Vez, chegou nas plataformas digitais em julho trazendo no vocal o guitarrista gaúcho Augusto Licks (ex-Engenheiros do Hawaii). Ele ainda encorpou o arranjo com suas guitarras em overdub. A faixa, inclusive, foi uma das apresentadas por Augusto Licks na primeira edição do Juntos Pela Vila Gilda, em julho passado. Agora, A Banda Que Nunca Existiu recebe Pedro Mariano, um dos grandes intérpretes de sua geração, para cantar a romântica Essa Canção. “Participar de um projeto repleto de canções inéditas é tudo o que um intérprete pode querer, pois a vida do intérprete é garimpar composições. Quando esse mesmo projeto reflete todo o amor que seu autor tem pela música e tudo o que ela representa, as coisas ficam ainda mais especiais. Fiquei muito feliz com o convite”, comenta Pedro Mariano. Gravado em grande parte no estúdio NaCena, de João Marcelo Bôscoli, e programado para lançamento no início de 2021, o primeiro álbum da ABQNE reunirá nomes como Augusto Licks, Pedro Mariano, André Abujamra, Luana Camarah, Projeto Chumbo, Paulinho Moska e Zeca Baleiro, padrinho do projeto que tem uma causa social: parte da renda será revertida para uma instituição destinada a pessoas com câncer, em memória às mães dos compositores.
The Zasters recebe Alexandre Capilé em Tiny Terror Vol. II

Indie, sintetizadores e uma brincadeira pra lá de divertida com um aplicativo de videochamadas. É assim que a The Zasters divulgou o videoclipe de Tiny Terror vol. II. A faixa conta com participação especial do vocalista e guitarrista da Sugar Kane, Alexandre Capilé. O videoclipe é uma produção da Foca Audiovisual e tem direção de André Barreto. Na oportunidade, a banda realiza uma performance enquanto amigos e fãs interagem com a música. Toda a filmagem ocorreu de forma remota devido à pandemia do covid-19. As sessões de gravação aconteceram da mesma maneira. Assim, a mixagem e a masterização ficaram a cargo do guitarrista da The Zasters, Rafael Luna. Vale pontuar que a faixa foi originalmente lançada em 2017, apenas sob o título de Tiny Terror e integrando o EP This is a Disaster. A baterista Nabila Sukrieh destaca a mudança de título na canção. “Decidimos chamar esse single de Tiny Terror vol. II porque não é apenas uma regravação. Nós mudamos radicalmente a música. Desde os timbres ao arranjo e à interpretação da letra. Tudo tem uma nova estética, já que nos inspiramos em artistas que trazem elementos eletrônicos. Tais como Grimes, Tame Impala, Billie Eilish e Hot Chip”, frisou. Além de Nabila e Rafael, a The Zasters ainda é formada por Juliana Altoé (voz, synth e guitarra) e André Celkevicius (baixo). O grupo está em atividade desde 2015 e ainda divulgou os singles Come See The Band (2019), Going Down (2019) e Meltdown (2020) anteriormente.
Jamie Cullum se rende ao Natal com Turn On The Lights

O músico e multi-instrumentista Jamie Cullum, que recentemente ganhou seu primeiro prêmio Ivor Novello, anunciou seu álbum comemorativo The Pianoman At Christmas. Na sexta-feira (9), foi apresentada a primeira faixa, Turn On The Lights. O novo disco, o mais expansivo de Jamie até agora, conta com dez canções originais e a participação de 57 músicos. Em resumo, o álbum foi gravado durante um período de cinco dias nos icônicos estúdios Abbey Road e contou com a produção de nomes como Greg Wells (Adele, Dua Lipa, The Greatest Showman). Definido para se tornar uma celebração de Natal atemporal, The Pianoman At Christmas tem previsão de lançamento no dia 20 de novembro. No entanto, o artista deve apresentar outros singles antes. Em nota à imprensa, Jamie Cullum falou sobre o novo trabalho. Em suma, destacou o cuidado que teve com a gravação. Além disso, destacou a importância de registrar essas canções. “Grande parte das músicas de Natal que todos amamos está repleta de todas as coisas que realmente me atraem nas canções. De dezembro em diante, nossos ouvidos parecem prontos para grandes bandas, grandes orquestras, belas mudanças de acordes e letras focadas e atemporais. Tive a sorte de que cada trecho deste álbum foi feito em dos melhores estúdios e equipes, no lendário Studio 2, em Abbey Road. Espero que esse cuidado e a atenção aos detalhes traga a alegria absoluta e um pouco da magia do Natal que colocamos neste disco”.
Greta Van Fleet reaparece com o single My Way, Soon

O clima sententista não ficou apenas com o The Struts na sexta-feira (9). O Greta Van Fleet aproveitou a data para lançar sua primeira música em mais de um ano. My Way, Soon é uma faixa libertadora e jubilosa, que celebra e reflete a transformação pessoal da banda nos últimos três anos. Também hoje, foi disponibilizado o videoclipe, que foi filmado, editado e dirigido pela banda. Em setembro, o grupo disponibilizou em seu canal no YouTube um vídeo da turnê Anthem of the Peaceful Army, interrompida por conta da pandemia. Na gravação de setembro de 2019, são apresentadas as faixas The Cold Wind, Safari Song e Black Smoke Rising. Seu álbum mais recente, Anthem Of The Peaceful Army, que chegou às plataformas digitais em 2018, alcançou o 1º lugar na Top Rock Albums da Billboard. Quando Greta Van Fleet lançou Highway Tune, em março de 2017, uma música que escreveram na garagem dos pais antes de qualquer um deles completar 18 anos, eles não tinham ideia da mudança que isso traria para suas vidas. Os quatro membros da banda Greta Van Fleet, Josh e seu irmão gêmeo Jake Kiszka (guitarra), seu irmão mais novo Sam (baixo, teclado) e o amigo de longa data da família, Danny Wagner (bateria), ainda estavam abaixo da idade legal para beber, e dois deles ainda não haviam se formado no ensino médio. No entanto, em poucos meses, eles deixaram suas casas familiares seguras em Frankenmuth, Michigan, e entraram em um mundo totalmente novo – e inesperado. Um mundo onde aprenderiam e cresceriam além de sua imaginação.
The Struts apresenta a bela I Hate How Much I Want You com o Def Leppard

O The Struts animou a sexta-feira (9) ao apresentar sua nova música, I Hate How Much I Want You, com a colaboração explosiva de Phil Collen e Joe Elliott, guitarrista e vocalista do Def Leppard, respectivamente. Em suma, foi o terceiro single do novo álbum. A música é um conto de amor perdido e luxúria, na qual os vocais de Luke Spiller e Elliott ganham um efeito magnífico. “Eu amei o som dos Struts desde o momento em que os ouvi pela primeira vez. Me dá grande prazer que Luke e os meninos tenham nos convidado a participar dessa confusão mútua, numa mistura explosiva”, disse Phil Collen. “Quando Luke me ligou e perguntou se eu gostaria de emprestar minha voz para o novo álbum do The Struts, eu disse sim antes mesmo de saber o que ele queria”, completa Joe Elliott. Todavia, Luke Spiller, vocalista do The Struts, não escondeu a admiração pelos músicos convidados. “Phil e Joe realmente deram à música tanta personalidade que soa como um stomper de glam rock atemporal”. A faixa é a última amostra do que se pode esperar de seu terceiro álbum, Strange Days, que chega no próximo dia 16 de outubro. O novo disco está disponível para pré-venda aqui. Anteriormente, o The Struts liberou os singles Strange Days e Another Hit of Showmanship.