Paira lança O Fio, segundo single que antecipa disco pela Balaclava

O duo mineiro Paira apresentou O Fio, segundo single do seu EP de estreia – que leva o mesmo nome da faixa, com lançamento pela Balaclava Records. Seguindo o lançamento de Como um Rio, o single evidencia a versatilidade da dupla. Enquanto o primeiro lançamento apresentou uma canção introspectiva e doce, O Fio se destaca por pela sua agressividade: 185 bpm, batidas de Drum N’ Bass e Breakcore, guitarras rápidas e distorcidas em uma explosão de energia, mas que em momentos também mostra o aspecto calmo e flutuante presente em Como um Rio. O Fio foi produzido em colaboração com o produtor Adieu e chega nas plataformas digitais acompanhado por um videoclipe, dirigido por Lucas Campos e produzido pela Limão Capeta Filmes. “A ideia para esse clipe foi trazer elementos urbanos e caóticos, mas ao mesmo tempo reforçar o lado mais lúdico e leve da banda. Usamos técnicas de filmagem como o Snorricam para evidenciar uma loucura, um desespero, uma sensação de embriaguez, e em contraponto, colocamos o André e a Clara para flutuar pela cidade, em momentos de leveza e desapego do seu entorno”, comenta Campos.

Amyl and The Sniffers lança primeira música em três anos

Amyl & The Sniffers lançou U Should Not Be Doing That, primeiro som novo em três anos, que veio acompanhado do lado B Facts. O single será lançado em edição limitada de 7”, na sexta-feira (24). Gravado com Nick Launay (Nick Cave and the Bad Seeds), é a primeira música nova do quarteto de Melbourne, Austrália, desde seu segundo álbum Comfort To Me, de 2021. U Should Not Be Doing That possui toques de Miss You, dos Stones, um toque de garage grit de Detroit, mas os vocais de Amy Taylor e o charme do grupo de Melbourne estão no centro desse novo groove. “Em termos de letra, ambas são bem autoexplicativas. U should not be doing that me faz rir, mas, de certa forma, também é uma brincadeira com o choque que as pessoas ainda sentem com um pouco de roupa curta e com o jeito de colegial que a comunidade musical ainda tem (sim, estou falando com vocês, metaleiros aleatórios de 40 anos, sentados em volta de uma mesa fazendo falas e reclamando de uma garota de 28 anos em uma banda por usar shorts e “se vender”), mas principalmente me faz rir. É inconsciente e não significava nada na época em que a escrevi, mas agora acho que é uma forma cômica de esfregar o nariz do cachorro em seu próprio xixi depois que ele fez xixi em seu tapete favorito ou algo assim”, comenta Amy Taylor, em comunicado enviado à imprensa. A Amyl and The Sniffers confirmou um pequeno show no clube Scala, em Londres, na próxima segunda-feira (27). Além disso, também será a atração principal do festival Bearded Theory, em Derbyshire, no domingo (26). Logo depois, a banda sairá em uma turnê norte-americana em julho/agosto, abrindo para o Foo Fighters. Confira o videoclipe de U Should Not Be Doing That

Nelly Furtado junta Tove Lo e SG Lewis no single Love Bites; ouça!

Nelly Furtado lançou o single Love Bites, com participações de Tove Lo e SG Lewis, nesta quinta-feira (22). A faixa já está disponível nas plataformas de streaming. Composta por Nelly Furtado, Tove Lo e SG Lewis, com produção de SG Lewis, Love Bites é uma faixa dançante luxuosa que canaliza a energia escapista dos sets de DJs e do fervo das pistas que serviram de inspiração para Nelly. “Senti um chamado de volta à música pela comunidade de DJs”, diz Nelly Furtado. “Os DJs estavam remixando minhas músicas em shows, clubes e nas mídias sociais, e eu percebi o quanto as pessoas gostam de dançar e esquecer dos problemas ao som da minha música. É o vício mais saudável que você pode ter, e eu adoro a oportunidade de compor músicas que permitem que as pessoas escapem mais do que qualquer outra coisa”.

Rod Krieger dá início ao segundo disco com o single Cai o Sol e Sobe a Lua

Cai o Sol e Sobe a Lua foi a primeira canção a ser escrita, “talvez a única composta em Lisboa”, lembra o gaúcho Rod Krieger que escolheu Portugal como sua segunda casa desde 2019. Hoje, vivendo entre o oeste português e o Rio de Janeiro, ele lembra dos dias quando teve acesso a obras de compositores portugueses, tendo se conectado principalmente com os primeiros discos de Jorge Palma. Foi neste momento que nasceu a música que viria a ser o pontapé inicial para o disco, que será lançado em outubro. “Como essa música é mais antiga, e quando foi criada não existia a pretensão de gravar um álbum, fiz algumas versões até chegar no resultado final. Então, ela acabou por ser uma espécie de laboratório para o que viria a surgir, como se fosse uma matriz. Às vezes, ficava criando versões para ela e surgiam outros fragmentos que se transformavam em novas canções. Sem querer acabei gerando o que viria a ser o segundo disco”, comenta Krieger. Space Rock com batidas eletrônicas e melodias pop psicodélicas: é nesta fusão de ritmos que o artista aposta a sonoridade. Já sobre a letra, ele reforça a influência da vida numa aldeia portuguesa. “Penso que nessa nova fase estou escrevendo de uma forma mais introspectiva, muito influenciado pela minha vivência na aldeia Sobral do Parelhão, que fica no oeste português. De uma certa forma, aquela vida um tanto bucólica acabou caracterizando um pouco as letras”. O processo de composição foi sob controle total do compositor, tanto que todos os instrumentos foram registrados por ele mesmo, no seu próprio estúdio, com exceção da flauta por João Mello, e das teclas que ficaram por conta de João Nogueira. A obra completa, que será lançada em Outubro, vai compor um filme que tem como pano de fundo a pequena aldeia de Sobral do Parelhão, localizada na cidade de Bombarral, no distrito de Leiria, em Portugal, onde o disco foi gravado de 2021 a 2023.

Plutão Já Foi Planeta lança o single Ísis como presente para mãe e filha

Durante a campanha que culminou no lançamento do terceiro álbum de estúdio do Plutão Já Foi Planeta, disponibilizado em parceria com a Algohits, para divulgar o single Uma canção só sua, o trio incentivou os fãs a contarem uma história sobre alguma vivência pessoal que pudesse ser transformada em música. A história ganharia uma música produzida por eles. O resultado chegou com direito a uma série de novidades muito especiais. Uma delas é que é a primeira música que tem a vocalista Cyz Mendes na composição, junto de Sapulha Campos e Gustavo Arruda. Foram vários textos enviados e muitos deles poderiam mesmo render uma música. A história escolhida faz a música ainda mais especial, já que é uma canção sobre a história de Elieuda Guedes e sua filha, Ísis. “Ísis é uma mulher autista que tem uma mãe incrivelmente amorosa que a acompanhou e a acompanha em todas as suas fases de desenvolvimento e sente muito orgulho dessa criação e evolução como uma mãe atípica, e também fala sobre o lado bonito de toda essa cumplicidade, mesmo em meio as dificuldades”, relatam os integrantes do Plutão Já Foi Planeta. A banda relata que o caminho escolhido foi o de demonstrar na letra da música e dar todo o protagonismo, a cumplicidade entre mãe e filha, a compreensão que só a mãe tem de todos os sinais que a filha demonstra, suas emoções mistas, a maneira de se expressar e enxergar o mundo diferente, incluindo também na música alguns sintomas de espectro autista, como a sinestesia, quando a banda diz “sinto tudo colorido”. A produção, também assinada pela banda e comandada por Gustavo Arruda, remete a estética indie da década passada, década da qual a banda viveu ativamente e lançou dois álbuns, como uma sinalização de continuar sua essência. Para quem não conhece a real história da música, pode ser interpretada como uma carta de amor para um irmão, amigo, namorado, uma pessoa que te acolhe e te entende mesmo quando ninguém mais entende. Não por coincidência, o Plutão Já Foi Planeta resolveu lançar a música próximo ao dia das mães e presentear Elieuda com a audição da música alguns dias antes do lançamento. No instagram da banda é possível acompanhar como funcionou todo o processo e ver a reação de Elieuda com o presente. A capa do single, assim como os materiais visuais de divulgação, são assinados por Lívia Mendes, videomaker que conheceu a banda sendo fã e hoje trabalha ao lado da banda como criadora, diretora e social media.

Bon Jovi divulga Living Proof, mais uma prévia de Forever

O Bon Jovi lançou a faixa Living Proof, seu mais novo single, que chegou acompanhado de um lyric video. Disponível pela Island Records, a eletrizante e energética música prepara o terreno para o lançamento do 16º álbum de estúdio da banda, Forever, que será lançado em 7 de junho. A nova faixa vem logo após o sucesso do single Legendary, que acumulou mais de 8,2 milhões de reproduções, além de 3,5 milhões de visualizações no YouTube no videoclipe. Comemorando 40 anos, o Bon Jovi também estreou recentemente a série documental Thank You, Goodnight: The Bon Jovi Story, no Star+. Esta é a primeira série abrangente sobre a história da banda que foi feita com total cooperação de todos os membros passados e presentes do Bon Jovi. “Este álbum é um retorno à alegria. Desde a escrita até o processo de gravação, este é o Bon Jovi que aumenta o volume e faz você se sentir bem,” disse Jon Bon Jovi. Ouça! Confira a tracklist completa de Forever

Broken Gate e Lumee // Prismo lançam clipe da faixa “À Beira da Loucura”

A banda mineira Broken Gate e o duo paulista Lumee // Prismo lançaram o clipe da faixa À Beira da Loucura. O novo trabalho já está disponível no canal do YouTube da Marã Música. O clipe de À Beira da Loucura foi criado a partir de imagens de making-of das bandas gravando a faixa. A gravação ocorreu na Escola de Música Alemã, pertencente a Gui e Luma da Lumee // Prismo, e foi dirigido, editado e filmado por Rafael Castro. A faixa À Beira da Loucura, lançada em abril, apresenta uma fusão impressionante de estilos musicais, combinando a energia visceral do stoner rock da Broken Gate com o metal moderno característico da Lumee // Prismo. Esta música é uma verdadeira jornada sonora, cativando desde a primeira audição com suas letras marcantes que alternam entre inglês e português. “O single traz letra e melodia marcantes, que ficam na cabeça desde a primeira vez que se escuta. A música traz uma mistura de inglês e português de forma fluida e que faz jus às formas de compor das duas bandas,” compartilha a Broken Gate. Para Lumee // Prismo, o processo criativo foi “incrível”. Eles destacam que “sair da nossa zona de conforto e compor pensando em uma formação diferente foi bem divertido! Abriu muitas possibilidades.” A sonoridade de À Beira da Loucura é descrita como energética, com riffs impactantes e uma integração orgânica dos elementos sonoros das duas bandas. Os vocais melódicos e distintos da Lumee // Prismo se harmonizam perfeitamente com os intensos refrões da Broken Gate. Na produção, o guitarrista da prestigiada banda Far From Alaska, Raffa Brasil, teve um papel fundamental. Sua habilidade em trazer novas perspectivas e sua sensibilidade para organizar a música sem comprometer a identidade das bandas foram essenciais.

Rafa Martins faz indie folk esperançoso na poética Cartões Postais

Um indie esperançoso como uma mensagem para si mesmo, Rafa Martins lançou Cartões Postais, seu novo single. Destaque do indie nacional nos últimos 15 anos ao lado da banda Selvagens à Procura de Lei, ele traz uma faixa guiada ao violão que é um recado para seguir em frente. “Essa letra se divide na primeira parte em uma cartinha de amor e na segunda ,eu falando com a vida. Quando digo ‘vida, toma jeito’ eu tou falando comigo mesmo, escrevendo uma mensagem de esperança pra mim. O refrão tem um trecho muito forte, sobre continuar vivo que era bem como que eu sentia na época. A coisa de ir fundo, de cabeça e no final se sentir ainda disposto a recomeçar”, analisa Rafa, que lançará em breve seu segundo álbum Dunaduna. Os discos de Rafa Martins estão separados por dois anos, novas músicas e turnê com os Selvagens à Procura de Lei. Era preciso voltar ao aconchego da sua própria expressão e a partir desse porto seguro guiar o ouvinte por novos horizontes. “Pra mim, é muito importante o discurso estar alinhado com a fase de vida em que eu estou e, pra esse meu trabalho de agora, as músicas saíram meio que de uma vez, numa leva, contando uma história, trazendo a tona o meu momento de vida de agora. Eu gosto de defender minhas músicas no palco de uma forma sincera, cantando o que eu vivi ou estou vivendo. Assim como as músicas dos Selvagens que eu fiz e faço puxados por algo que no meu feeling tem a ver com a banda. Seja pela letra ou por um caminho sonoro que a gente quer seguir”, ele conta.