Albert Hammond Jr divulga oito faixas do novo álbum; ouça!

O guitarrista Albert Hammond Jr, membro fundador do The Strokes, compartilhou oito novas músicas de seu aguardado álbum solo Melodies On Hiatus. Aliás, tambem soltou um vídeo de Old Man, o próximo de uma série de vídeos dirigidos por Angela Ricciardi e Silken Weinberg. “Old Man é uma música sobre a passagem do tempo e as realizações que vêm com ela,” diz Albert Hammond Jr. “Musicalmente, ela chegou até mim mais rapidamente do que qualquer outra música do disco. Até mesmo a introdução de Colin que foi feita em um único take. Ele nem sabia o que ia tocar. Ele simplesmente tocou e nunca consegui superar isso. Foi um momento incrível de se participar.” Melodies On Hiatus será lançado na íntegra dia 23 de junho pela Red Bull Records. “Estou passando por mudanças e essas músicas refletem comportamentos e momentos meus que, com o passar do tempo, tomaram forma e se tornaram universais”, explica Hammond Jr.  “Sempre me perguntam sobre o significado ou o panorama geral desse álbum, mas o fato é que escrever músicas e criar é quem eu sou e parece ser a razão da minha existência. Meu objetivo é fazer com que minha música seja parte da vida de alguém, parte de seu ciclo, e essa parece ser a melhor coleção de músicas que já fiz e minha melhor tentativa de alcançar isso.” As oito novas músicas, seguem a faixa 100-99 lançada anteriormente com a participação de GoldLink. Além disso, Hammond Jr recentemente confirmou sua turnê On Hiatus em setembro, incluindo datas esgotadas em Nova York e Los Angeles, com Rainsford como apoio e datas adicionais em Los Angeles e Santa Ana anunciadas hoje – veja o roteiro completo abaixo e compre ingressos aqui. Com contribuições de GoldLink, Steve Stevens, Matt Helders e Rainsford, Melodies on Hiatus tem produção de Gus Oberg e foi escrito remotamente com Simon Wilcox, mixado por Tony Hoffer (Beck) e masterizado por Dave Cooley (Paramore).

Supergrupo santista Apnea lança álbum de estreia, Sea Sound

Após meses de trabalho, a banda santista Apnea lançou o tão aguardado álbum de estreia, Sea Sound, na última sexta-feira (9). A produção veio acompanhada do videoclipe da canção Highs and Lows. Com proposta de apresentar um som influenciado pela música dos anos 1970 e 1990, mesclando grunge, heavy metal e stoner rock, a banda Apnea construiu seu som com influências que passam por A.S.G., Fumanchu, Alice in Chains, Soundgarden, Cave In, até Led Zeppelin e Black Sabbath. O álbum Sea Sound traz uma mistura ímpar e única de sonoridades. Em resumo, faz com que o Apnea alcance originalidade e personalidade dentro de elementos tradicionais das décadas citadas acima. Formada por músicos experientes com projeção e extensa carreira, o quarteto é considerado como um supergrupo com status de local hero no Brasil. A Apnea conta com membros das bandas Ratos de Porão, Garage Fuzz e Bayside Kings.

Sticky Fingers lança quinto álbum de estúdio; ouça Lekkerboy

A banda australiana Sticky Fingers está com álbum novo na praça. Lekkerboy é o reflexo da jornada em que o Sticky Fingers esteve até agora. Escrito durante a pandemia e com os integrantes isolados um do outro, morando em diferentes lugares do país, a banda acabou se reconectando para fazer alguns de seus melhores trabalhos até hoje. O baterista Eric “Beaker Best” da Silva Gruener compartilhou seu pensamento sobre o novo álbum. “Mesmo quando o mundo para, nossa história continua se desenrolando e somos bons em capturar essa história. Lekkerboy está aberto à sua própria interpretação e a poesia é deixada para ser tomada… mas para mim este álbum é potente e já soa nostálgico – é grande e cheio de coração”. >> Confira entrevista com o Sticky Fingers sobre o Lekkerboy O tecladista Daniel “Freddy Crabs” Neurath explica: “O momento era muito forte e as sessões de gravação resultantes no Grove afirmaram ainda mais o quão grande todas essas músicas eram. Lekkerboy é o nosso maior e mais longo álbum, pelo qual eu sei que os fãs estão loucos. Estou muito orgulhoso do que alcançamos e mal posso esperar para levar isso ao mundo. É hora do bop!” A banda segurou Lupo the Wolf até o fim, pois sabiam que era algo que os fãs iriam adorar e queriam fazer um momento em torno da música e do videoclipe. Um “clássico” Sticky Fingers, com todos os sons certos nos lugares certos, estão muito animados em lançar. Para o guitarrista Seamus Coyle, Lupo The Wolf tem muita energia. “É uma música bombástica. É suja, é legal e tem um retrocesso às nossas coisas antigas, mas também avança de uma maneira nova. O clipe dela é foda. Dizza disse que estava lendo sobre esse cara Lupo The Wolf, e Pats tipo foda-se, vamos escrever sobre isso. Foi uma das primeiras sessões que fizemos em Wollongong, então realmente levantou o ânimo desde o início e fez a bola rolar.”

Detonautas libera vídeo do single Medo e divulga set no Lollapalooza

Escalados para o Lollapalooza 2022, nesta sexta-feira (25), o Detonautas vem do lançamento de dois álbuns: Esperança (2022) e o Álbum Laranja (2021). Além disso, hoje, o grupo divulgou o visualizer da música Medo, com participação de Frejat. Como uma banda de rock que faz o seu contundente papel crítico há tempos, o Detonautas vem se posicionando com suas canções. São músicas lançadas com temas que abrangem interesses do povo brasileiro, seja com temática social ou política, como os últimos lançamentos durante o período de isolamento social, que incluem o Álbum Laranja. Já “Esperança” passa longe da política, incluindo uma regravação de Amanhã é 23, do Kid Abelha. O álbum foi gravado no início da pandemia, entre abril e agosto de 2020. No repertório do show do Lolla, Carta ao Futuro e Racismo é Burrice, do Álbum Laranja, A Quem Precisar de Mim, do Esperança, Ilumina o Mundo, single de 2019, além de clássicos da banda. Confira abaixo o visualizer de Medo Set list do Detonautas no Lolla Carta ao futuro Racismo é burrice O dia que não terminou Ilumina o Mundo Quando o sol se for O amanhã Você me faz tão bem Olhos certos A quem precisar de mim

Entrevista | Alice Merton – “Aprendi com a música a não me pressionar tanto”

O início da carreira da cantora alemã Alice Merton foi arrasador. Em pouco mais de cinco anos de estrada, ela já acumula mais de 650 milhões de streams, um mega hit, além de uma temporada vitoriosa como treinador na edição alemã do The Voice. No entanto, a autora de No Roots não vai parar aí. Quase três após seu disco de estreia, Mint, Alice Merton já prepara o sucessor, ainda sem nome, mas com três singles incríveis: Vertigo, Hero e Island. Em entrevista ao Blog n’ Roll, via Zoom, Alice Merton revelou que não se sente pressionada para lançar algo tão estrondoso como o seu primeiro álbum. “Só quero conectar pessoas e sentimentos”, resume. Confira abaixo a nossa entrevista com Alice Merton. Vertigo, Hero e Island são ótimas amostras de sua nova fase. Elas compõem um álbum cheio? Sim, elas são parte de um álbum que está chegando. Não posso dizer exatamente quando esse álbum chega, mas deve vir no começo de 2022. E os fãs podem esperar várias partes diferentes de mim. Decidi que gostaria de trabalhar com vários produtores nesse álbum, então sinto que ele consegue ser colorido e obscuro. Não posso dizer que é só um álbum divertido, porque todos nós passamos por momentos muito complicados nos últimos anos, então isso acabou refletido no álbum. Hero parece autobiográfica. Ela tem a ver com sua jornada nos últimos meses? Absolutamente. Tudo que você ouvir ou sentir desse álbum vem de alguma parte de mim, porque fui a única que escreveu as letras. Todas as músicas representam algum sentimento que tive neste ano ou no ano passado. E foi uma jornada interessante fazer isso. A pandemia atrapalhou de alguma forma a gravação do álbum? Na verdade, no começo de 2020 eu queria ir para os EUA para trabalhar com esses produtores, porque moro na Europa, e todos estavam lá. Mas a covid chegou e mudou todos os meus planos. Então, encontrei produtores em Berlim que já tinham trabalhado comigo. E foi ótimo trabalhar com eles. Me diverti muito. O que você trouxe de inspiração para essa sonoridade tão distinta entre seus singles? Ouço muita música, para ser honesta. Mas, na realidade, tento me deixar inspirar pela visão dos produtores e pelo que sinto no momento também. Todo sentimento que tenho, tento colocar em palavras ou em música. E dependendo do sentimento, é assim que a música vai sair. Então, acho que vai muito da mágica do momento. Deixo o sentimento me levar. Como está sua expectativa para a volta aos palcos? Vertigo tem tudo para ser muito grandiosa nos shows. Nós já temos alguns shows na Alemanha neste ano. E sobre Vertigo, não sabia onde colocá-la no começo, porque é uma música vocalmente muito difícil de se cantar. Quando a canto, minha garganta fica um pouco cansada. Por isso pensei em colocá-la no meio do show. Sabe aquele momento que a empolgação diminui um pouco e até os fãs podem respirar um pouco? É antes desse momento que Vertigo vai entrar. Vertigo também chegou com uma produção audiovisual incrível. Queria que você falasse um pouco como foi essa gravação. O vídeo foi muito divertido de se fazer. Fiz com uma diretora que já conhecia e amava o estilo. Só expliquei o que queria e como me sentia, e ela trouxe ótimas ideias. Foi muito divertido e confortável trabalhar com ela. E tivemos um vídeo bem legal como resultado. Island veio como b-side de Hero. Apesar da sonoridade distinta, você acredita que elas conversam entre si? Acho que de vez em quando é legal quebrar essa estrutura de ter um single e pronto. As duas músicas significam muito para mim de formas bastante diferentes. Por isso o conceito de b-side. São músicas bem diferentes, mas que pertencem uma a outra. Mint, seu primeiro álbum de estúdio, foi um sucesso imenso. Você se sente pressionada para manter o sucesso comercial? Estou indo com o flow. Se tem uma coisa que aprendi com a música é não se pressionar tanto. Você pode contratar os melhores produtores do mundo, mas não é isso que vim para fazer. Não penso em fazer o melhor álbum do mundo, mas penso em fazer o melhor álbum para mim, o mais honesto. E é assim que gosto de fazer música. Minha intenção é fazer com que as pessoas criem alguma relação com as canções, que elas sintam um pouco do que me inspirou em cada uma. Tentei me distanciar daquele ‘você tem que ser a melhor e tem que ser única’. O primeiro álbum saiu só com as coisas que vieram de mim, então busquei produtores diferentes para explorar coisas que poderiam surgir de diferente e trazer naturalmente a inspiração. É isso que tenho feito. Só quero que as pessoas entendam e curtam o álbum. Nunca foi meu objetivo ter o melhor álbum do mundo, só quero conectar pessoas e sentimentos. No Roots foi o single responsável pelo sucesso de Mint. Como é a sua relação com a música? Está cansada de cantar nos shows? Tenho uma relação muito boa com as minhas músicas, especialmente com No Roots, porque essa música foi um ‘chute na porta’. Me abriu muitas portas e me ajudou a tocar nos mais diferentes lugares. Aliás, me dói muito não ter conseguido ir ao Brasil ainda, porque sei que a música foi grande aí, e nunca tive a chance de tocá-la para o público por aí. É surreal, porque eu adoraria estar no Brasil e ouvir minha música na rádio. Espero ir em 2022 ou 2023. Sou muito grata por essa música. Música é minha paixão, e espero poder tocar cada vez mais e compor cada vez mais para que as pessoas possam se relacionar de alguma forma. Você nasceu na Alemanha, tem nacionalidade canadense e inglesa, além de ter morado em vários lugares. Isso de alguma forma impacta no seu trabalho? Acho que me deixou mais aberta a conhecer e conversar com pessoas novas. Tenho morais fortes e uma ideia de

Biquini Cavadão em dose dupla: ouça Colhendo Flores e Eu Não Vou Recuar

O disco de inéditas Através dos Tempos, do Biquini Cavadão chegará às plataformas digitais ao final de novembro. Serão nove faixas, incluindo as já lançadas anteriormente Nada é Para Sempre, A Vida e A Gente é o Que é. Para seguir aquecendo a expectativa dos fãs, o Biquini Cavadão revelou mais dois singles na última sexta-feira (22): Eu Não Vou Recuar e Colhendo Flores, mais uma parceria com Dudy Cardoso, com quem a banda já teve a canção Roda-Gigante indicada ao Grammy Latino de melhor música brasileira em 2013 . Em ambas, o grupo explora a resiliência e perseverança. Enquanto Eu Não Vou Recuar, nascido de uma composição do baterista Alvaro Birita, a letra aborda a luta contra o jogo das palavras que nada dizem para buscarmos novas conquistas, Colhendo Flores analisa a jornada da própria banda, tirando o melhor de cada momento ao longo dessa trajetória de 36 anos para chegar até os dias de hoje. Os singles, que se diferenciam pelas artes em fundos, ora preto, ora branco, num projeto gráfico da Crama Design, também terão videoclipes lançados na próxima semana, com a mesma parceria de Carlos Coelho e Fabio Holtz na direção. Aliás, lançar um álbum através de singles não é novidade para o grupo, pioneiro na internet. Já haviam feito algo parecido com isso entre 2009 e 2011, quando apresentaram três faixas online antes do lançamento CD Roda-Gigante. Naquela época, o streaming ainda não havia se consolidado no país. “Era uma boa ideia, inspirado no que os Beatles faziam quase 50 anos antes, por sinal; mas naquele momento, estávamos adiantados no tempo”, diz Coelho. Mudança de estratégia do Biquini Cavadão Em resumo, com as plataformas digitais, novas estratégias surgiram, e a banda também teve que se reciclar. Como resultado, dobraram seus seguidores no Facebook, além das demais redes sociais. “É uma forma diferente de se apresentar um disco, dada a volatilidade do mercado, mas estou gostando da experiência. Mais da metade do álbum já será de conhecimento público antes de seu lançamento total em novembro”, analisa Bruno Gouveia. “As quatro faixas que faltam também trarão muitas surpresas. Serão novas sonoridades e temas abordados que se completarão com este projeto. Afinal, este disco também está sendo lançado através dos tempos, tal como o título do álbum, né?”, conclui o tecladista Miguel Flores da Cunha.

Os Remanescentes liberam os dois primeiros singles de Ficha Suja

A banda catarinense Os Remanescentes prepara seu novo álbum de estúdio, Ficha Suja, que deve chegar entre novembro e dezembro. Enquanto isso, eles divulgaram os dois primeiros singles, 10° Andar e Dia D. Ficha Suja contará com 15 faixas inéditas. Aliás, os integrantes prometem um “disco cheio, forte e muito coeso”. 10° Andar e Dia D são duas boas amostras. Refrões marcantes e punk rock de qualidade e nostálgico para ninguém botar defeito.

The Used lança edição deluxe de Heartwork, com 11 faixas novas

The Used compartilhou na última sexta-feira (10) uma coleção de novas músicas com os fãs, com a edição deluxe de seu oitavo álbum, Heartwork. Em resumo, o álbum estendido apresenta 11 novas faixas, todas escritas durante as sessões originais do Heartwork. Vários colaboradores, incluindo o produtor John Feldmann, Mark Hoppus (Blink-182), os artistas convidados Travis Barker, Jason Aalon Butler (Fever 333), Caleb Shomo (Beartooth) e outros ajudaram a entregar este álbum de 27 faixas que simultaneamente mostra o que fez The Used emergir como uma das bandas mais prolíficas do início de 2000, bem como o que os manteve na vanguarda do gênero desde então. >> Confira entrevista com o The Used “Parecia que cada novo dia trazia consigo uma música que valia a pena ouvir. Portanto, estamos orgulhosos de apresentar a vocês todas as músicas que não fizeram parte do álbum; toda a sessão”. Aliás, os fãs podem ouvir Heartwork Deluxe, comprar merchs de edição limitada, incluindo uma variante de vinil deluxe, no site da banda. Heartwork, originalmente lançado em 2020, chegou com o espírito dos primeiros álbuns que apresentaram The Used ao mundo, misturado com o ar dramático de seu terceiro disco, Lies for the Liars. Por fim, a emoção, sinceridade e vulnerabilidade encontradas em The Used (2002) e In Love and Death (2004) são mais urgentes do que nunca em Heartwork.

O Abba voltou! Show inovador, álbum novo e singles liberados

O Abba, um dos grupos pop mais bem-sucedidos de todos os tempos, anunciou nesta quinta (2) que, pela primeira vez em 40 anos, eles estão de volta, com um novo show revolucionário. Em resumo, Agnetha, Björn, Benny e Anni-Frid vão se apresentar digitalmente com uma banda ao vivo formada por dez integrantes, em uma arena construída em Londres para este propósito, a partir de 27 de maio de 2022, além de um novo álbum de estúdio. As versões digitais do Abba foram criadas após semanas e meses de técnicas de captação de movimento e performance com os quatro membros da banda e uma equipe de 850 pessoas da Industrial Light & Magic, a empresa fundada por George Lucas, no que é a primeira incursão da empresa na música. Agora, após 40 anos desde seu último álbum de estúdio, The Visitors, o Abba não apenas gravou duas novas músicas, I Still Have Faith In You e Don’t Shut Me Down, que serão ambas apresentadas no concerto, mas também gravaram e produziram um novo álbum inteiro. Gravadas juntas no estúdio Riksmixningsverket, do Benny, em Estocolmo, Voyage será lançado em 5 de novembro pela Universal Music Group. “ABBA Voyage será inaugurado no dia 27 de maio de 2022, na ABBA Arena, uma arena de última geração com capacidade para 3 mil pessoas, localizada no Parque Olímpico Queen Elizabeth, em Londres. As pré-inscrições para os ingressos abrem hoje no abbavoyage.com e os ingressos estarão à venda a partir de terça-feira 7 de setembro, veja abaixo mais detalhes.