Val Santos lança videoclipe intenso para Fire

O guitarrista e produtor Val Santos lançou um clipe intenso e energético para a música Fire. A agressividade da canção tomou vida, traduzida visualmente com direção de Pietro Sargentelli, que já dirigiu mais de 40 clipes, incluindo de artistas como Jota Quest. De acordo com Val, esse clipe é especial por ser seu primeiro clipe gravado presencialmente. “Queria que fosse com muita pegada, já que a música é pesada e rápida – era como se tivesse me libertando dessa pandemia maldita”. O clipe também reuniu as participações especiais da faixa: Alexandre Grunheidt, vocalista e guitarrista da banda Ancesttral, no vocal; e deYohan Kisser, integrante da banda Sioux 66 e filho de Andreas Kisser, do Sepultura. “Espero que todos gostem, pois foi feito com muito amor, principalmente amor à música pesada”. A faixa faz parte do álbum 1986, primeiro álbum solo de Val, que foi lançado ano passado pelo selo Wikimetal Music. Em resumo, o álbum é uma homenagem ao metal da década de 80: mais especificamente, ao ano que batiza o projeto, em que foram lançados clássicos como Reign in Blood (Slayer), Peace Sells… But Who’s Buying?(Megadeth) e Master of Puppets (Metallica). Esse último influenciou diretamente Fire. Val buscou inspiração na velocidade mortal de Battery para criar a canção – e, para ficar ainda mais pesada, usou também uma técnica de afinação mais grave que o normal, em dó. Por fim, Val ficou responsável pelo primeiro solo, pelos arranjos e pela produção da faixa, enquanto Rob Gutierrez (Hollowmind) foi o compositor da letra.

Autoramas lança álbum “Autointitulado” e disponibiliza clipe de “No Dope”

O novo álbum da banda de rock Autoramas chegou em todas as plataformas digitais nesta quinta-feira (27) e tem produção musical dividida por Gabriel Thomaz com Alê Zastrás e Jairo Fajersztajn. “Autointitulado é o melhor título que um disco do Autoramas poderia ter: ‘Auto+intitulado‘. Como não pensamos nisso antes?”, dispara Gabriel. “Esse é um disco de sobrevivência: no tempo, no lugar e nas condições que estamos vivendo. Passamos dramaticamente pela crise, pelo covid, nos adaptamos a tudo sem nunca parar de produzir, sempre pensando no trabalho, na música e no que o Autoramas sempre significou”, diz o vocalista. Seu lançamento estava previsto para 2020, mas não pôde nem ser gravado por conta da pandemia do covid-19. O baixista Jairo, diante dos protocolos de saúde e de funcionamento do mundo da música tomou uma grande atitude e montou na sua casa em Itatiba, interior de São Paulo, um estúdio para a gravação do álbum, batizado agora de Estúdio Vegetal. “Lá pudemos tirar o atraso e registrar as ideias. Reunimos todos os nossos equipamentos vintage ou modernos pela primeira vez. E dá-lhe Eko, Farfisa, Mosrite, Ludwig, Giannini, Theremin Óptico EFX, Tremolo MG, Vibratoramas e muito mais”, completa Gabriel. “Depois de tudo ensaiado, chamamos o talentoso Ale Zastras – que já tinha, antes da pandemia, gravado duas músicas que estão no disco e recomeçamos. Érika estava na Chapada Diamantina se recuperando do covid e gravou suas vozes por lá no Virgun’s Studio,” explica o guitarrista. Em 2021 a banda lançou seu primeiro single A Cara do Brasil. A faixa que traz parceria com Rodrigo Lima, do Dead Fish, também ganhou videoclipe e já causou impacto com sua letra direta e verdadeira. Aliás, nas letras temos o que o Autoramas sempre foi, mas tudo a ver com os tempos atuais. “A vida fica dura sem amaciante” (Estupefaciante), “O que te conforta também vicia” (No Dope), “Querer que o mundo desapareça” (Nóias Normais), “Às vezes parece que eu vivo o mesmo dia todos os dias” (Dia da Marmota), “O tempo apressado pediu ao tempo estressado um pouco mais de tempo pra conseguir pensar” (Sem Tempo). Na sequência foram lançados a balada Eu Tive uma Visão, uma parceria entre Gabriel e Érika Martins, Sem Tempo também com participação do Rodrigo Lima (Dead Fish), Dia da Marmota e Nóias Normais”. Autointitulado é o nono álbum do Autoramas. Totalmente em forma, mantendo sua assinatura. Prontos para cair na estrada, nosso habitat natural. E loucos pra finalmente encontrar os amigos que frequentaram intensamente nossas lives, festinhas, redes sociais e plataformas digitais durante toda essa pandemia. O projeto gráfico do álbum é de Gustavo Cruzeiro, que já havia trabalhado com a banda em capas de singles. Autointitulado sai no Brasil pelo selo Maxilar, com distribuição da Ditto Music Brasil, na Europa e Japão pela Soundflat Records. A pré-venda da versão em vinil do álbum começa no início de fevereiro, fazendo parte do Clube da Vinil Brasil. A banda de rock criada em 1998, atualmente tem na formação, Gabriel Thomaz (voz e guitarra), Érika Martins (voz, miniguitarra, órgão, percussão e theremin óptico), Fábio Lima (bateria) e Jairo Fajersztain (baixo).

Folk e solos de guitarra em novo clipe de Lucas Brenelli

A única canção em inglês do novo álbum do Lucas Brenelli, The Train, foi a escolhida para tornar-se um dos singles que antecipa o clima multigênero do disco. Com uma pegada folk, esta é a segunda música de trabalho do disco, sucedendo a faixa Quem Tem Que Saber Sou Eu. Com aspectos niilistas, a letra fala de uma salvação que vem por meio da morte, representada pelo trem. “A inspiração da composição foi a nostalgia com aspectos suicidas, de se aliviar para que o trem (representando a morte) não te convide para ser um passageiro. Essa música é de gênero folk/rock e ao comparar com o single anterior possui uma sonoridade um pouco destoante, porém, que fala com todas as outras canções do álbum. O clipe foi gravado em Salto (SP) e na cena que o trem passa nas minhas costas, a centímetros de distância, eu realmente estou ali tocando violão. Quase embarquei no trem (risos)”, relembra Lucas Brenelli. Músico desde os 15 anos, Lucas Brenelli teve sua estreia em 2016 com o single Flores Brancas, e desde então produziu os EPs Espírito Sólido (2017) e Interno – #1 sessão (2019). Atualmente se prepara para o lançamento do seu álbum de estreia, Avenida Lírica, que será lançado no próximo mês. As influências musicais do cantor e compositor passam por nomes como Caetano Veloso, Lenine, Chico César, Cássia Eller, Cazuza, e até mesmo, o poeta Leminski. Além de artistas como John Mayer, Nina Simone, Jeff Buckley, The Beatles, The Doors, entre outros. O single The Train conta com letra, música de Lucas Brenelli que também cantou e tocou violão na faixa. Acompanharam os músicos Gustavo Paschoalin (guitarra), Bruno Carlini (baixo) e Victor Rodrigues (bateria). A música tem arranjo de Lucas Brenelli e Bruxos do Asfalto, já a produção e mixagem é de Bruno Carlini e Lucas Brenelli. A masterização é de Fepa (Rockambole). O clipe de The Train contou com direção de Gabriel Napolitano, que colaborou no roteiro junto a Lucas Brenelli. O vídeo trouxe a atuação de Ana Claúdia (@bombacerejinha) e a fotografia é de Vitor Buchberger. Já a edição e finalização ficou por conta de Nicole Bello. Os stills são de Gabriel Napolitano.

Excluídos apresenta “Ar de Liberdade”, segundo single do novo disco

Os Excluídos lançaram o single Ar de Liberdade. O trabalho é o segundo lançamento do próximo disco full do grupo, que tem previsão de lançamento para fevereiro de 2022, e foi acompanhado por um videoclipe. Na ativa desde 1998, o quarteto, formado por Ronaldo Lopes (vocal e guitarra), Caio Klasing (baixo e backing vocal), André Larcher (guitarra e backing vocal) e Raphael Menuzzo (bateria), apresenta o novo single, que mantém o mesmo espírito questionador e crítico apresentado no som anterior e que é uma marca de toda a carreira do grupo. Em Ar de Liberdade, a banda apresenta uma visão nada otimista da sociedade atual, questionando a ideia de liberdade amplamente vendida e, também, a desigualdade e a exclusão. “Em 1 minuto e 40 segundos, esta música traz uma verdade incômoda: nós exaltamos uma liberdade e igualdade que simplesmente não são possíveis neste modelo de sociedade. Ou seja, ou mudamos a mentalidade ou nós vamos morrer como sociedade”, diz Ronaldo Lopes, vocalista da banda e compositor da música. A canção é direta e certeira, mas não é por isso que deixa de ter os elementos harmônicos, melódicos e instrumentais característicos da banda. Parte crucial da identidade que os Excluídos criaram durante seus mais de 20 anos de carreira. O videoclipe foi feito e produzido no melhor estilo “faça você mesmo”. O trabalho foi gravado na Virada Cultural de 2020, na Casa de Cultura do Butantã. A captação de imagens foi toda feita pela banda e a edição de imagens e finalização ficou nas mãos do próprio Ronaldo. A produção mescla momentos da banda no palco, com imagens dos integrantes contracenando em espaços da Casa de Cultura e a coloração do vídeo foi a inspiração para a confecção da capa do single. Ar de Liberdade foi gravada pouco antes do começo da pandemia, no Estúdio Espaço Som. O som contou com gravação e mixagem de Henrique Khoury e masterização de Wagner Bernardes.

Dada Yute, Matuê e Rael lançam clipe da inédita Aquarela Luz

Aquarela Luz está entre nós! A parceria inédita entre Dada Yute, Matuê e Rael promove um encontro musical entre reggae e trap numa linguagem pop e moderna. A faixa já está disponível nas plataformas de áudio pelo Inbraza, selo da Som Livre em parceria com a Liga Entretenimento e os produtores Pablo Bispo e Ruxell. Dada Yute se mostra em êxtase com o trabalho e exalta os nomes da parceria: “Esse encontro é muito especial, é muito mágico o que está acontecendo, eu sou fã e admiro muito o trabalho do Matuê e Rael, isso faz o trampo ficar muito mais lindo e verdadeiro. O Matuê começou a carreira no reggae, a gente já se ouvia sem saber, antes de se conhecer. A gente está criando uma tríade muito forte, estamos resgatando essas raízes. Eu quero dar a asa que o reggae nunca teve. E a gente faz reggae, rap, trap, samba, funk, tudo música de matriz africana, queremos furar a bolha e materializar essa mensagem”. Um dos maiores artistas do trap nacional, Matuê dá seu relato sobre o experimento e sobre a mensagem que querem passar. “Essa música veio através de uma conexão muito especial nossa. Quando o Dada me mostrou o som eu fiquei emocionado, achei incrível, eu falei ‘eu tenho que botar um verso’, algo que esteja também a altura da parada que ele fez. São várias mensagens condensadas nesta música, no clipe, quem ouvir e assistir vai receber um som de cura, de positividade e crescimento. Cada um tem sua luz e seu brilho, acreditem nisso’’. Artista consagrado na cena musical urbana, com forte raiz entre o rap e o reggae, Rael complementa o trabalho de Aquarela Luz com suas impressões e manda um recado para o público. ‘’E essa luz é isso, o suporte e o apoio de um é a luz do outro também, caminhando junto, pra dizer que você que tá aí no seu corre, que você merece amor, merece ser bem pago e merece uma vida criativa, gratificante’’.

They Are Among Us: Marcus Marques retrata natureza e elucida passagem do tempo em novo videoclipe

Marcus Marques - They Are Among Us - Piano

Uma obra que retrata a natureza, o etéreo e o fim. Este é o novo videoclipe do compositor Marcus Marques: They Are Among Us – Piano. O lançamento dá sequência à divulgação do debut Teatro de Estrelas. They Are Among Us é uma faixa instrumental e regada de melancolia. Para captar essa essência, Marcus convocou a produtora CARANVIDEO, que realizou as filmagens na Espanha. O roteiro elucida as quatro fases da vida de uma mulher, pontuando a sentimentalidade e o mistério.  O material foi captado pelas praias de La Coruña, Galicia e Catalunya. A região fica no noroeste do país, às proximidades das fronteiras com Portugal e França. As atrizes Maya Zaitceva, Nina Mirez, Vera Kuznetsova e Isabel Arriola estrelam o videoclipe, que é escrito e dirigido por Andrei Zaitcev e Vera Kuznetsova. O álbum Teatro de Estrelas também conta com uma versão cantada de They Are Among Us. A faixa foi originalmente composta sob encomenda para um curta sobre extraterrestres.  No entanto, Marcus frisa que o audiovisual para a variante instrumental faz com que a canção tenha uma interpretação mais aberta. “O vídeo permite uma experiência sensorial. Isto é, o ouvinte agora pode escutá-la e viajar livremente, com infinitas possibilidades em mente”. Tanto o videoclipe de They Are Among Us – Piano, quanto o disco Teatro de Estrelas em si, correspondem ao início da trajetória solo de Marcus Marques. O trabalho mistura soft rock, MPB, jazz e rock progressivo, trazendo aspectos da música dos anos 1970. Em breve, o cantor deve divulgar outros conteúdos autorais. 

Balara canta sobre aprendizados na inédita “Algo Me Diz”

A banda santista Balara lançou, nesta sexta-feira (26), o pop inspirador Algo Me Diz, que chega acompanhada de videoclipe com imagens de estúdio. Com letras que remetem à mensagens positivas, líricas de amor e sonoridade do famoso pop rock brasileiro, nesta faixa a banda traz elementos acústicos e orgânicos que se fundem com timbres modernos, para compor o DNA sonoro da canção. Sempre carregados de influências, Luccas Trevisani, Daniel Debski e Danilo Almeida entregam o presente de natal adiantado aos fãs com essa canção. “Espero que essa faixa possa inspirar e emocionar cada pessoa que ouvir, o tanto quanto me emocionou ao compor”, comenta Luccas, vocalista da banda. Para fechar com chave de ouro a lista de lançamentos do grupo este ano, a música chega para trazer uma mensagem de aconchego aos ouvintes fiéis da Balara, que já somam mais de 429 mil ouvintes mensais e mais de 10 milhões de streams no Spotify. Sobre a composição, Trevisani comenta que “é uma das letras mais especiais que escrevi até hoje”. “É uma canção que versa sobre amor, fé, e vários aprendizados que a vida nos traz. Mas nem sempre sabemos dizer como chegamos a essas lições, então costumamos simplesmente dizer algo me diz. Algo me diz, pode ser a nossa intuição, pode ser Deus, um anjo, um guia espiritual, para quem acredita, pode ser a voz do coração, ou a sua razão analisando tudo aquilo que você já viveu, pode ser seus sentimentos, ou tudo isso junto e misturado”. Após os lançamentos de Deixa Ela Voar, que foi contemplada com um versão remix ao lado de Guz Zanotto, Não Deu Pra Disfarçar com Raphael Ota e Recomeço, a banda santista tem se preparado para o retorno aos palcos, com shows de abertura para artistas como Zimbra e Esteban Tavares. Para o próximo ano, o grupo pretende lançar seu segundo álbum de estúdio no primeiro semestre, reunindo os singles lançados e músicas inéditas.

Lost Boy: novo single de Sv7urno apresenta a alma do artista nos versos

O novo single do rapper Sv7urno, Lost Boy, tem um beat produzido pela Cabine 808 e traz a essência de um artista que retrata seus sentimentos nas letras. O videoclipe foi uma produção realizada entre uma parceria da produtora audiovisual Maresias TV e a Huracán Filmes. O clipe está no canal do artista no YouTube e foi gravado no bairro Porto Novo, nas proximidades do Rio Juqueriquerê, em Caraguatatuba. Para Sv7urno, este é o tipo de música que pode transformar a carreira dele, através da sinceridade, autonomia e representatividade que transmite na letra desta canção. O fato mais interessante dessa canção é que ela foi produzida em setembro de 2019 e o vídeo gravado durante julho do ano passado. O artista relatou que definiu anunciar o lançamento só agora por conta da reformulação do canal, redes sociais e plataformas de streamings dele. A intenção do artista com esta nova faixa é fazer com que as pessoas compreendam as inúmeras facetas do verdadeiro Svturno e do trabalho dele. A história do Lost Boy O mais novo trabalho de Sv7urno surgiu em meio ao afastamento do rapper do lar em que vivia com a mãe. Na época, Sv7urno estava morando nos em uma república. O artista vivia sentindo crises de ansiedade e se via perdido por vários motivos relacionados a situação da vida dele. “Escrevi esta faixa em 20 minutos, enquanto o Diogo Masthifi finalizava o instrumental no estúdio. Tudo nesta track é de verdade, cada linha, cada verso, cada sorriso e cada choro, esse é o Saturno, e este sou eu!”, explicou o rapper. De acordo com Sv7urno, após esta música, ele não se perde mais e finalmente descobriu o que ele quer para ser: “Ele mesmo”. “Não vou me apoiar em personagens pra ser alguém e nem basear o meu sucesso em bens materiais, para de fato ser alguém na vida. Não preciso me apoiar em nada que vá me fazer infeliz pra ser alguém, mais do que sou hoje. Lostboy é a criança que perguntou o porquê de ter que estudar tanto ‘para ser alguém na vida’, LostBoy é o Wesles Santos, LostBoy é o Sv7urno”, concluiu o cantor. Esta é a mensagem que Sv7urno deixa para todos refletirem sobre aonde estamos e porque fazemos tudo em prol de algo que, às vezes, nem foi determinado por nós mesmos. Então, todos somos “Lost Boys”, “Lost Girls” “Lost LGBTQIA+. Redes sociais e streamings do artista: Spotify SV7URNO, twitter/Instagram @sv7urno e YouTube.

Lucifer Kabra canta a melancolia em seu videoclipe “Horror”

Lucifer Kabra é um peregrino. Nascido em Porto Alegre, se embrenhou pela selva de pedra paulistana por cerca de sete anos. Aliás, foi por lá que encontrou o cenário perfeito para suas realizações cinematográficas e musicais. Em resumo, seu primeiro videoclipe, dirigido e editado pelo próprio Lucifer Kabra com direção de fotografia de Rafael Avancini, traz a melancolia de quem fechou o bar, a solidão dos últimos proprietários da pista de dança ao alvorecer, num techno-sonho que emerge tomando fôlego para resistir ao horror cotidiano. Por fim, confira abaixo o videoclipe de Horror