O Leopardo homenageia os bares de BH em Beer House

A banda mineira O Leopardo divulgou mais um single do seu novo álbum, Mundo Selvagem EP, com um videoclipe bem divertido. A faixa escolhida é Beer House, uma homenagem aos bares de Belo Horizonte, cidade natal dos integrantes. Com influências de punk rock, reggae e ska, O Leopardo costuma trazer críticas políticas e sociais em suas letras. No Spotify é possível ouvir outros sons marcantes do grupo. Formado em Belo Horizonte, O Leopardo nasceu no Carnaval de 2015. Posteriormente se tornou a dupla composta por Bruno Moreno e Daniel Mello. Em resumo, a banda lançou até o momento um EP e dois singles desde 2015, passando pelo ska punk, reggae e punk rock. Aliás, em 2021, em plena pandemia, a banda está lançando o novo disco Mundo Selvagem EP, com sete faixas, começando pelo single Coronaradio.
Agonia do Silêncio entrega o punk rock do cancelamento

O grupo catarinense Agonia do Silêncio lançou o single Cancelado. Em resumo, trata da cultura do cancelamento, assunto amplamente discutido nos últimos meses e evidenciado no reality show Big Brother Brasil. “A música fala sobre o tribunal instaurado nas redes sociais, onde as pessoas podem julgar a seu bel prazer, como se nunca cometessem nenhuma falha. É um misto de ódio e hipocrisia das pessoas. E ao mesmo tempo, é sobre a saturação desse termo ou situação: Cancela, cansei, cansado!”, conta o vocalista Pio. Formada em 2018, em Brusque, a Agonia do Silêncio mistura punk rock com sarcasmo e referências do universo da publicidade. “Nossas letras são carregadas de crítica com humor, ironia, muita hipocrisia, deboche, e uma dose de sátira a termos e elementos publicitários. É uma mistura de punk rock com Publicidade e Propaganda”, revela Pio, que chama a atenção para a abreviação do nome da banda – ADS, termo para publicidade em inglês. Aliás, além do videoclipe, dirigido por Felipe KZ e editado por Sergio Caldas, o single produzido por Davi Pacote, contou ainda com uma ação de divulgação feita através de um filtro de Instagram com a tarja “cancelado”. Influenciada por bandas como Ramones, Descendents, Cólera, Blind Pigs, Bad Religion, Screeching Weasel e OFF!, o Agonia do Silêncio acredita na importância do posicionamento político. Anteriormente, debutou com o single O Melhor Alvejante, uma crítica ao governo Bolsonaro. Posteriormente, o grupo promete, através do mesmo projeto, lançar mais dez músicas inéditas, sendo uma por mês.
Afrodizia e Big Mountain retomam parceria com Back

Reeditando a parceria de sucesso com a música Regueiro de Jah, Afrodizia e Big Mountain estão juntos novamente em Back, novo single do projeto Reggaelização. Back é uma canção que retrata a realidade das duas bandas que, em determinado momento, passaram por um momento de reconstrução e retomada. Aliás, superando os desafios e voltando com tudo para a cena. Contudo, Afrodizia e Big Mountain trazem esta mensagem para os dias atuais. Em resumo, dando luz e chamando a atenção para o aumento dos casos de depressão nos artistas, causado pelos problemas enfrentados com a pandemia. Quino, a voz do Big Mountain, e Afrodizia têm uma ligação que transcende a música. São mais de 15 anos de parceria, que iniciou com a participação de Quino na música Regueiro de Jah, do álbum Mutação (2004), passando por shows e turnês juntos no Brasil. Ademais, a produção ficou por conta de Michi Ruzitschka e co-produção de Junior Marvin, lendário guitarrista da banda The Wailers, que construiu a história do reggae ao lado de Bob Marley. A mixagem é assinada por Victor Rice, referência no reggae mundial, enquanto a masterização é do premiadíssimo Felipe Tichauer. Confira abaixo o videoclipe dirigido por Louiz Baptista, além de um documentário do processo de gravação.
Red Fang volta com anúncio de álbum, single novo e vídeo divertido

O Red Fang está de volta! Uma das bandas mais queridas da casa anunciou o álbum Arrows, que chega ao streaming em 4 de junho via Relapse Records. “Foi muito gratificante gravar essas músicas com Funk!”, disse o guitarrista e vocalista, Bryan Giles, sobre o álbum produzido pelo colaborador de longa data Chris Funk (Murder The Mountains). Nos sentimos muito confortáveis com uma rotina flexível. Não tocamos/criamos uma música de cada vez, mas adicionamos guitarras, vocais ou estranheza geral sempre que uma ideia surgia na mente. Foi muito divertido!Vida longa ao Rock!!” Aliás, a primeira prévia do álbum foi revelada com um videoclipe. Em resumo, a faixa-título recebeu uma produção bem digna do Red Fang com direção de Whitey McConnaughy. “O jeito dele de nos apresentar realmente funciona,” disse o guitarrista David Sullivan sobre a relação com Whitney. “O primeiro clipe que ele fez para a gente foi Prehistoric Dog, que deu um grande salto na popularização da banda. E nós amamos trabalhar com ele”. Pré-venda A pré-venda para o álbum de 13 faixas está disponível com uma variedade de formatos, incluindo versões padrões de LP, CD cassete e digital, assim como um LP de edição limitada com líquido, CD de luxo (exclusivo para Europa e Relapse.com) e dois pacotes colecionáveis: LP com um pôster limitado de setas pretas e um box set com tema Texas Hold’em de edição limitada Red Fang x Psycho Las Vegas. Chamado de Fortune Hunter Gamblers Pack, o pacote temático do pôquer inclui cartas de jogar com qualidade de cassino, dados, moedas de colecionador, box personalizado e um cartão de autenticidade (todos com artes de Ian Colazzo), assim como o LP, e uma camiseta. TracklistTake it BackUnreal EstateArrowsMy DisasterTwo HighAnodyneInterop-ModFonzi SchemeDays CollideRabbits in HiveWhyDr. OwlFuneral Coach
Current Joys revela novo single/clipe American Honey

O Current Joys, projeto de Nick Rattigan, divulgou o single American Honey, parte do próximo álbum, Voyager, que chega no dia 14 de maio. Dando sequência ao recente single Amateur, American Honey é um lamento aveludado. Consumidor ávido de cinema, artista visual tanto quanto músico, a música de Rattigan é tátil, seus cenários e sonoridades concebidos simultaneamente. Isso é notável no clipe de American Honey, que foi dirigido por Rattigan. Em resumo, ele começou a trabalhar em Nova York como assistente de produção na indústria de cinema/TV antes de se mudar para Los Angeles. Voyager se agita com a sensação de eletricidade que ecoou em todos os lançamentos anteriores do Rattigan: vocais trêmulos, gritos e roucos e um auto-interrogatório por meio da música. Mas aqui, aquela cacofonia de rock ‘n’ roll arrepiante e sentimental é sobreposta por uma orquestra de trilha sonora guiando-a. Em Voyager, Rattigan se afasta de gravações caseiras lo-fi e prefere uma banda completa e sessões de gravação no Stinson Beach Studios. Enquanto o público e as abordagens de composição/gravação mudaram e continuam a evoluir para Current Joys, a inspiração que Rattigan tira do cinema continua a ser uma força motriz. Frequentemente, ele usa o filme como ponto de partida para a composição. Aliás, Rattigan acredita no poder premonitório da música e se apega às ideias musicais que o atingem no momento, impulsionado por um existencialismo abstrato ou explosão de sentimento mais do que qualquer outra coisa. Isso impregna Voyager de intensidade e intimidade. Em síntese, com a sensação de que você está ouvindo, de uma só vez, as partes díspares que fazem um projeto.
Sinoptik fala sobre determinação e escolhas em Sell God’s Number

No terceiro single antes do lançamento do primeiro disco de estúdio, os ucranianos de occult rock Sinoptik mais uma vez apresentam uma sonoridade explosiva e moderna em Sell God’s Number. Em resumo, a faixa fala de força de vontade e liberdade de escolhas. A música está nas plataformas digitais e também ganhou videoclipe. O clipe de Sell God’s Number foi filmado no Korostyshev BoardingSchool, na Ucrânia, uma unidade municipal de educação especial, onde a banda buscou inspirar as crianças por meio da música. Dmitry falou sobre como surgiu o vídeo e a colaboração entre a Sinoptik e o internato. Ligação com o internato “Em dezembro de 2020, um voluntário do internato Korostyshev entrou em contato comigo. Ele perguntou se nós, como banda, poderíamos visitar as crianças e passar algum tempo com elas. No total, são100 crianças que frequentam a escola e 50 deles vivem lá permanentemente porque não têm pais”. Segundo Dmitry, todas as crianças têm uma variedade de deficiências físicas ou mentais e algumas delas são vítimas de violência doméstica. “Queríamos dar uma janela para suas vidas cotidianas. Eles lutam contra problemas que fogem do controle, então pensamos que seria uma boa ideia aumentar a conscientização. Viemos para essa escola e fizemos uma verdadeira festa com música ao vivo para essas crianças. Trouxemos alguns presentes para eles, almoçamos juntos e conversamos. Tínhamos um plano de filmagem, mas as crianças tornaram ainda melhor com suas ações e energia. Tinha certeza deque todas as crianças se lembrarão desse dia para o resto de suas vidas”. A letra de Sell God’s Number ainda debate sobre liberdades individuais para a própria vida. “Às vezes, fazemos escolhas deforma imprudente e, depois de escolher, vamos em direção aoobjetivo apenas para abandoná-lo assim que surgirem obstáculos. Cada vez que você fizer uma escolha ou sair do seu caminho, lembre-se das pessoas que não tiveram escolha desde o início, mas ainda assim vão até o fim”, contextualiza Dimitry. Sell God’s Number, assim como os singles divulgados anteriormente, Black Soul Man e Apple Tree, estarão no debute do Sinoptik, que se chamará The Calling. O registro será mundialmente lançado no dia11 de julho deste ano. Origem da banda Sobre a banda Sinoptik foi formada em 2014 em Donetsk, mas a guerra civil forçou Dmitriy Afanasiev (guitarra, teclado e voz), Ruslan Babayev (bateria) e Aleksandr Savin (baixo) a mudarem para a capital Kiev. Combinando as influências do rock oculto dos anos 1970 com uma grande produção de rock de estádio, o power rock trio Sinoptik consegue homenagear a era clássica das bandas de rock enquanto injeta um toque contemporâneo que torna suas canções inesquecíveis, mas também inconfundivelmente Sinoptik. É altamente indicado para fãs de Pink Floyd, Black Sabbath e Jimi Hendrix. Na bagagem, carrega o prêmio de “Melhor Banda do Mundo”, em 2016, no Berlin Global Battle of the Bands, além de ser banda de abertura para nomes como Uriah Heep, Marilyn Manson, entre outros.
Revelação do R&B, Maggioli lança primeiro single autoral “Após”

Se tem clima melhor do que um belo romance para o feriado prolongado, ainda não conhecemos! Mas Maggioli já garantiu a trilha sonora para todos os apaixonados. Em resumo, a cantora e compositora de apenas 22 anos, divulgou seu primeiro single inédito, Após. Maggioli dá o pontapé em sua carreira musical com muita atitude e uma voz doce que conquista ao mesmo tempo que impacta pela potência. Após é o início de sua identidade musical com letra romântica e melodia inspirada no R&B clássico dos Estados Unidos. “A letra eu fiz no meio de um relacionamento, estava inspirada e me peguei escrevendo sobre isso, sobre o que estava sentindo. Pela força que eu acredito que a letra tenha, Após é simples, não é construída dentro de uma superprodução melódica com vários elementos, o que também é um diferencial do som que vem sendo produzido no mercado hoje, sabe? A proposta foi que a música fosse simples, mas sem deixar de ser eficiente no seu papel de atingir as pessoas”, conta Maggi, como já foi apelidada. O clipe engloba perfeitamente esse conceito minimalista. O jogo de câmeras mostra a cantora descobrindo o amor de forma pura e natural, tão natural que seu par romântico é seu próprio namorado, combinação que garante beijos apaixonados e verdadeiros. Quem é Maggioli Nasceu Amanda, mas floresceu Maggi. Essa é a melhor forma de descrever a artista forte, doce, imponente e delicada que é Maggioli. O início de seu contato com a música é bem comum: a igreja. Amanda se apaixonou pelas levadas de soul, blues, jazz, R&B, neo-soul- gêneros que embasaram o gospel norte americano-, mas foi Maggioli que fez dessas referências uma sonoridade única. Com apenas 13 anos, a paulistana já mostrou seu talento com violão. De lá para cá foi uma verdadeira autodidata, entendeu seus alcances vocais, seus tons confortáveis e a melhor forma de dar vida e voz às canções que escreve. Seu estilo musical? Não resta dúvidas, ela veio tomar seu lugar no R&B brasileiro que, apesar de estar se desenvolvendo, ainda sente carência de uma representante. Tendo como referência as grandes divas como Alicia Keys, Beyoncé, Mariah Carey, Maggi tem muita voz, emoção e atitude para mostrar nas canções e palcos. Agora, Amanda, de 22 anos, dá lugar de vez para Maggioli e se prepara para iniciar verdadeiramente a sua carreira na música. Posteriormente, ele virá com lançamentos em junho e julho.
Entrevista | Ana Carol: “quando me tornei mãe percebi que a música estava fazendo falta”

Feito e inspirado na própria família. Essa provavelmente é a frase que melhor define o álbum de estreia Alma Nua, da cantora gaúcha Ana Carol. Totalmente delicado e conduzido pelas vivências de maternidade da artista, o novo projeto ainda conta com a participação do marido e cineasta André Moraes, responsável pela criação das melodias do álbum. Em dez faixas, o disco mescla composições autorais da cantora e homenagens a obras populares brasileiras, com um toque especial e uma linguagem afetiva. Aliás, mesmo sendo o primeiro disco lançado pela também atriz, escritora e bailarina, não é de hoje que a artista expressa tamanha vontade por cantar e compartilhar suas criações musicais. Todavia, Alma Nua é a realização de um sonho nascido há alguns anos, em Porto Alegre. “É um projeto tão antigo na minha vida. Eu comecei a querer criar um disco logo que eu saí da minha cidade, com 22 anos. Meu desejo sempre foi ser cantora, a vida que acabou me levando para outros caminhos. Foi um momento de pura realização a gravação desse disco, não tive nenhum nervosismo, apenas muita vontade para que ele se concretizasse”, revela a cantora. Amamentação Na faixa-título do álbum, Ana utilizou a própria experiência com a amamentação do primeiro filho, Francisco, para criar a letra e também o videoclipe, que foi totalmente adaptado e filmado em casa, devido à pandemia. Estando há alguns anos no universo maternal e tendo inclusive escrito e compartilhado suas vivências em um blog e no YouTube, a cantora sempre levantou bandeiras de humanização do nascimento e de uma maternidade ativa. Portanto, com o novo trabalho, ela não poderia deixar de lado a vontade de também trazer a família para o projeto musical. Antes disso, ela já trabalhava em conjunto com o esposo e cineasta André Marques em uma produtora, escrevendo roteiros audiovisuais. Segundo ela, a parceria é uma caraterística muito própria da família e nada mais natural do que refletir isso nas composições e no resultado da obra. “O disco é uma consequência de muitos questionamentos que surgiram com a maternidade. Comecei a rever minha carreira, a minha maneira de estar no mundo. O que eu gostaria de transmitir para as pessoas? Qual recado de fato queria dar? Além de uma vontade muito grande de não ficar só reproduzindo os discursos de outras pessoas ou simplesmente fazendo algo para o outro, mas sim fazer meus próprios projetos e então dar minha assinatura para as coisas. Isso veio muito forte com a maternidade e fazia parte disso o desejo de estar mais com a minha família, incluir eles no meu processo de trabalho”, conta. Retomada musical de Ana Carol Na época em que a artista partiu do sul do Brasil para iniciar carreira em solo carioca, sabia que amava música. Com três anos de idade já cantava e com 11 começou a ter ainda mais vivência vocal. Depois de adulta e deixando as apresentações nas casas noturnas de Porto Alegre, acabou dando de cara com os musicais do Rio de Janeiro, graças às experiências com atuação e dança. Neste longo processo colocou o canto de lado, voltando sua energia principalmente para a televisão e os conteúdos audiovisuais. “Quando me tornei mãe percebi que a música estava me fazendo muita falta. Que não podia ficar longe como estava, foi quando entrei nesse processo de retomada da minha carreira, seguindo meu desejo de estar perto. Isso culminou no lançamento do disco, algo que sempre esteve comigo e que tinha deixado de lado nos anos que me dediquei como atriz”. E essa multiplicidade de tarefas é de tirar o fôlego. Impossível desviar de tantas funções e interesses da artista, que está sempre buscando, analisando e se colocando nas situações propostas, conectando tudo ao trabalho, sem parar nunca. Mas com um currículo tão extenso, como escritora, compositora, cantora, bailarina, atriz e ainda formada em psicologia, o questionamento que paira pelo ar é: como ela consegue dar conta de tantas atividades ao mesmo tempo? Simplesmente dando um passo de cada vez. “Não existe uma conciliação de tudo isso, na verdade, isso tudo me habita. Eu sou essa colcha de retalhos, esse mix de influências. É impossível que isso coexista simultaneamente, no mesmo momento. Então, eu estou sempre priorizando coisas, não tem como dar conta de tudo ao mesmo tempo. As mulheres inclusive sofrem muito por acreditarem nessa ilusão de que a gente tem que dar conta de tudo, mas não temos e não conseguimos”. A música é prioridade de Ana Carol E nessa trajetória de quase dez anos como atriz, portas foram abertas para que o novo álbum chegasse ao público. Agora, no entanto, a prioridade é o lado musical. “Estou no momento, menos dedicada a minha carreira de atriz, para me dedicar mais a minha vida como cantora e compositora, já que são coisas que estão fazendo mais sentido para mim, como pessoa, mãe e como tudo aquilo que me constitui até agora”, diz. Ana Carol ainda conta sobre a proposta do novo projeto, já que propositalmente e de maneira intencional quis quebrar padrões pré-estabelecidos com este álbum. De acordo com ela, atualmente as produções estão próximas demais do convencional e deixando de lado o verdadeiro caráter artístico necessário. “Dentro da gente há um universo inteiro. E eu acho que o mundo hoje está muito na superfície das coisas, encaixotado. As pessoas fazem o que dá certo para a audiência e eu não gosto. Quero quebrar isso. Acho que temos que nos mostrar inteiros dentro das coisas que fazemos. Mostrar nossas camadas, singularidades e nosso colorido, porque é isso que faz com que sejamos únicos”, finaliza.
We Never Have Sex Anymore: o punk rock sumiu de vez em single do Offspring

Já está disponível We Never Have Sex Anymore, o segundo single do aguardado novo álbum do The Offspring, Let The Bad Times Roll. A faixa é uma canção que acena com o humor atrevido da banda, mas por baixo está a história de um cara que só quer que sua esposa sinta qualquer coisa em relação a ele, amor ou ódio. Contudo, We Never Have Sex Anymore pode não cair muito bem para os fãs mais antigos. Em resumo, a faixa deixa o punk rock característico de lado, apostando numa vertente muito mais pop. No entanto, não chega a ser novidade. No fim dos anos 1990, o Offspring mostrou um talento incrível para fazer canções mais pop em Americana. Seu décimo álbum de estúdio, Let The Bad Times Roll, estará disponível no dia 16 de abril e pode ser pré-encomendado no site da banda. O primeiro single apresentado, Let The Bad Times Roll, também teve seu videoclipe apresentado. Lendas e precursores da cena punk rock do sul da Califórnia, The Offspring vendeu mais de 40 milhões de álbuns em todo o mundo. Aliás, ganhou inúmeros prêmios e fez turnês consistentes, tocando em mais de 500 shows apenas na última década.