Bayside Kings lança clipe de Entre a Guerra e a Paz; assista

O Bayside Kings soltou o dinâmico videoclipe da música Entre a Guerra e a Paz, com recortes de imagens reais e cenas da banda em estúdio. A canção faz parte do EP Dualidade, lançado em novembro de 2023 pelo selo Repetente Records (criado a administrado pelos músicos do CPM 22, Badauí e Phil Fargnoli, junto ao diretor artístico Rick Lion). O clipe tem roteiro de Milton Aguiar, o vocalista do Bayside Kings, com direção e edição de André Martins. Milton explica que Entre a Guerra e a Paz é um “experimento sonoro”. “É um convite crítico interno e externo de um ponto de vista de como a gente vive a vida dentro das nossas dualidades de convicções. E quando falo em experimento, é o lance do BSK inovando dentro do próprio jogo de trabalhar refrãos mais melódicos e também, como em quase todas as músicas dessa nova fase em português, terem perguntas diretas”. Entre a guerra e a paz, o que você escolhe? Essa é a pergunta que norteia a música e também o videoclipe. “É uma forma de sugerir para sair de cima do muro”, completa o vocalista. “De uma forma mais simples, imagina um copo com água até a metade dele. Como você vê ele? Meio vazio ou meio cheio? É o yin yang diário, ‘Ou se morre como herói, ou vive-se o bastante para se tornar o vilão’, essa frase do cavaleiro das trevas ela bate muito na minha cabeça dentro do conceito de dualidade”, ressalta Milton sobre o contexto desta complexa e reflexiva composição do EP Dualiade. O clipe ainda destaca uma frase crucial da letra de Entre a Guerra e a Paz: Organize o seu ódio. “Quando a gente assume esta postura com a frase, acredito nela como agente de mudança, social ou pessoal; um senso de coletivo humanizado, plural e de vitória”.
Desacato Civil divulga videoclipe para comemorar lançamento de álbum

Desacato Civil, banda paulista que se descreve como “hardcore punk antifascista com um posicionamento muito claro”, lançou nesta terça-feira (6) o videoclipe Paz entre nós, Guerra entre Classes. “Pensamos a música, além de diversão, como ferramenta de diálogo e divulgação de ideias mais igualitárias, construtivas e propositivas. A faixa fala sobre a necessidade de nos entendermos quanto classe, a união dos oprimidos para fazer frente aos opressores. Estamos distraídos brigando entre nós nas redes sociais, enquanto os poderosos estão cada vez mais ricos, pois não existe uma força coletiva capaz de questionar essa situação”, explica o vocalista Xande. Dirigido por André Leite, da Kärranca Vídeos, o videoclipe do single foi gravado no estúdio Antes do Fim do Mundo.Com influências de Ratos de Porão e do punk rock inglês dos anos 70, Paz entre nós, Guerra entre Classes faz parte do álbum de mesmo nome, o terceiro da carreira do grupo formado em 2012. Produzido por Henrique Khoury, o disco foi lançado em janeiro deste ano pela Redstar Recording. “Ele tem como conceito, a tentativa de levantar o que está acontecendo na conjuntura social e política do século 21, com algumas propostas do que acreditamos ser possibilidades de mudança, para construir um novo projeto de sociedade que não seja hiper individualista”, revela o baixista Felipe Suna. O álbum de 12 faixas conta com a participação de diversos músicos da cena independente do Brasil e da Argentina, como: Ariel (Invasores de Cérebro), Arthur Covre (Flicts), Flávia, Gabi e Jéssica Aguilera (Maga Rude), Kaneda (Asfixia Social), Silvio Campos (Karne Krua), Jhunior Oliver, Renan Brischese, Ariel e Simon (Rádio Inferno), Hernán e Ale (La Combination) e DJ Dener. Com a velocidade do hardcore e as raízes cravadas no punk rock, o Desacato Civil é composto atualmente por Xande (voz), Brunex (guitarra), Diego Jandoza (guitarra), Felipe Suna (baixo) e Ítalo Norô (bateria).
Berg Menezes transforma a beleza e os percalços da vida pela arte em clipe

O cantor e compositor cearense Berg Menezes celebra os altos e baixos sobre a vida de artista com o clipe Vagabundo. Gravado nos palcos, o vídeo da intensa música traz a força e o trabalho pela cultura como resposta a quem critica de modo ignorante. “Vagabundo foi escrita há 10 anos sobre um momento de ataques ao meio cultural, de críticas aos artistas, de acesso a políticas culturais e sobre o próprio existir de quem escolhe o caminho de viver através do que acredita e da sua arte. Muito piorou no entendimento de parte da sociedade com os artistas e sua importância na sociedade nesta década, sobretudo no contexto dos quatro anos do governo federal anterior e trazer de volta essa música, com outra roupagem, mais pesada, distorcida e intensa, era como reafirmar valores e vontades minhas como um artista neste mundo”. Cantor e compositor com quase duas décadas de atuação na cena musical de Fortaleza, Berg Menezes iniciou sua carreira nas bandas Relicário e Os Coadjuvantes, além de participar de projetos como o Coral da Universidade Federal do Ceará. Seu trabalho solo inclui os EPs Imperfeito (2013) e Vagabundo (2014) e os álbuns Pedra (2016) e Qual é a Sua Revolução? (2018), além de uma série de singles, como a própria Vagabundo, que ganha agora um vídeo. Recentemente, circulou pelo Nordeste com o show Sinais Musicais. Além disso, realizou uma oficina intitulada Música e Acessibilidade, discutindo desafios e possibilidades na comunidade artística em diversas cidades. Essa preocupação com acessibilidade na arte é refletida no próprio clipe, com tradução em libras. Gravado durante 2023 em pontos marcantes de Fortaleza como o Aterro da Praia de Iracema e o Centro Dragão do Mar de Cultura, o clipe está disponível no canal do YouTube do artista e a música, em todas as plataformas de música digital.
Yungblud une forças com Lil Yachty em When We Die; assista!

O músico britânico Yungblud lançou o seu primeiro single de 2024, When We Die (Can We Still Get High?), que traz a participação do rapper e produtor norte-americano Lil Yachty. A música foi lançada junto com um videoclipe oficial, que foi dirigido por Logan Fields & Yussef Haridy e filmado em Atlanta, na Geórgia. “When We Die (Can We Still Get High?) foi uma das primeiras músicas que escrevi quando cheguei a Nova Orleans para fazer nova música. Eu e Yachty estamos conversando desde 2019 e sempre achei que estávamos na mesma vibe – quebrar as regras, avançar com as coisas. Então, quando escrevi a música, sabia que ele acrescentaria algo incrível. Eu queria que esse momento fosse um choque entre a imaginação e o som de cada um. Estou realmente empolgado com isso e pelo que poderia potencialmente inspirar no futuro da música alternativa e do hip-hop. Aperte o play”, comenta Yungblud.
Uns e Outros divulga o single A Verdade Está Voltando; assista

Às vésperas de completar 38 anos de carreira, a banda de rock Uns e Outros lançou o single A Verdade Está Voltando. É o terceiro trabalho já com a nova formação: Marcelo Hayena (vocais), Gueu Torres (baixo), Bruno Baiano (bateria) e Raul Dias (guitarras e violões). A música com clara influência de Enio Moricone, já diz a que veio nas primeiras notas. Um riff de guitarra poderoso embalado por uma envolvente levada de baixo e bateria, entregam o clima perfeito para tudo desaguar num refrão matador. Na letra a banda propõe uma reflexão sobre um tema bem atual: Qual o lugar da verdade em tempos da pós-verdade? O clipe é dirigido por Rafael Ramos (Okami Produções), que também havia trabalhado com a banda em outras produções, com edição de Paulo Gabriel (Space Horse Films) e conversa intimamente com o belíssimo design de Fernando Ramos, que assina a capa. “Com o acelerado desenvolvimento da Inteligência Artificial, esse é um dilema ao qual devemos nos debruçar com muito cuidado…do contrário, pode ser tarde demais. A verdade não necessariamente poderá ter correspondência com a realidade e isso é mais perigoso do que pensamos”, comenta Hayena. Assista o videoclipe de “A Verdade Está Voltando” abaixo
Idles divulga single Gift Horse com clipe bem estranho; assista

Um novo ano chega e o Idles já está alimentando a expectativa para o lançamento de seu novo álbum Tangk, em 16 de fevereiro, ao revelar o single Gift Horse. A faixa continua a mostrar a ambição cada vez maior da banda com o novo disco, que já foi antecipado pela euforia mântrica de Dancer e por Grace. Gift Horse aumenta a intensidade dos singles anteriores do álbum, sua intensidade equilibrada por uma corrente subterrânea de grooves e entrega carismática do sempre instigante Joe Talbot. No entanto, apesar de todo seu vigor, também é sensível: um testemunho de redenção, de encontrar algo ou alguém que faça com que as preocupações do mundo pareçam não apenas toleráveis, mas motivadoras. Coletivamente, Tangk celebra o amor, a comunhão e todas aquelas emoções poderosas que fazem a existência valer a pena e Gift Horse está firmemente nessa linhagem, declarando “Tudo é amor e amor é tudo”. “Olhe para nós, vá! música e movimento para você e os seus. Seja ousado e monte-nos como os burros da discoteca que somos. Ou pelo menos assista ao nosso vídeo”, comenta Joe. Gift Horse é acompanhado por um vídeo que encontra a unidade entre os personagens quase fantásticos que espreitam nas periferias da sociedade com a mundanidade do dia-a-dia. O cenário em um supermercado, onde um caixa com olhos mortos escaneia distraidamente os itens enquanto o resto da loja transborda de imagens surrealistas: criadores de mídia social do personagem principal, pessoas aparentemente no meio de um episódio maníaco, um pregador e o guitarrista Mark Bowen pegando um touro mecânico pelos chifres.
Aposta da cena indie brasileira, Jambu começa 2024 “lentamente”

A Jambu abriu 2024 com o single e clipe de lentamente, faixa inédita produzida por Yasmin Costa e Lucas Cajuhy. O lançamento pode ser acessado nas principais plataformas digitais e no canal oficial da banda no Youtube. Após um ano rodando o Brasil com shows lotados e aclamados, a banda manauara foi, aos poucos e de modo muito orgânico, bebendo de fontes sonoras diversas, aplicando nas novas produções elementos oriundos de estilos como o funk e o rap. “Além disso, a gente pensou em como reconstruir novidades em cima do rock, nosso principal pilar, e aí fomos na guitarra distorcida. Percebemos que nossos desenhos melódicos soavam familiares, mas não sabíamos de onde”, comenta o vocalista e guitarrista Gabriel Mar. “Acho que em lentamente foi a primeira vez em que a gente materializou o momento musical em que estamos. Existe uma similaridade na guitarra com o estilo mais quente e dançante da guitarra do Norte, guitarradas como do Amazonas ou do Calypso, no Pará, que ajudam a construir uma atmosfera feliz e dançante ao mesmo tempo”, ele completa. Além dele, integram a banda Yasmin Costa (vocalista e baterista), Roberto Freire (guitarrista) e Gustavo Pessoa (baixista). A Jambu suspeita que para algumas pessoas o som de lentamente fuja da atmosfera indie-rock já tão característica do grupo, mas para Yasmin isso não é um problema. “Essa faixa marca o início de uma busca da Jambu pela criação de seu próprio ritmo, estamos bem felizes com ela e animados com esta fase”, ela celebra. A produção da música é dela em parceria com o produtor Lucas Cajuhy, que também mixou o single, com pré-produção no Big House Studios, em São Paulo (SP), e masterização feita no MTM ViP Recording Studio, em Manaus (AM). “A principal intenção com a nossa arte daqui pra frente é impactar e propor tendências sonoras. A gente quer misturar, experimentar e recriar sons que nos ajudem a chegar na nossa própria estética. A gente espera que a potência da arte manauara se reflita não só na nossa música, mas nas nossas influências, nos nossos filmes e na nossa forma de se vestir e que, assim, a gente consiga potencializar esse movimento artístico de Manaus para que ele se torne influência em outros locais do país também”, discorre Gabriel Mar. O clipe de lentamente, gravado em novembro de 2023 no Rio de Janeiro, traduz este momento da Jambu, coletando imagens externas do grupo em cenários calmos e tranquilos à beira mar, no intuito de reforçar a ideia de uma vida que possa ser levada sem tanta pressa, de maneira mais descontraída. A direção e produção do clipe é de VEVE MILK e a direção fotográfica de Wagner Isquierdo.
Lara lança clipe de “Saudade”, audiovisual que instiga o lúdico

Lara oferece ao púbico, em seus trabalhos audiovisuais, uma viagem pelo mundo lúdico que ela cria ao compor e gravar suas músicas, revisitando as texturas e cores das melodias, traduzindo as nuances da voz em imagens e cenas. A artista, que assina direção criativa ao lado de Gabriela Matarazzo, chega com o clipe de Saudade, já disponível no YouTube. A faixa compõe o EP Faíscas, seu trabalho de estreia. “Saudade me faz viajar no tempo e espaço. Unimos uma letra que brinca com o lúdico, junto a uma produção moderna inspirada no bolero. Certos sentimentos não conseguem existir só através de palavras, apenas através da música mesmo. Espero que Saudade te alcance assim como eu…”, comenta a cantora. Com luzes mais escuras, a atmosfera do audiovisual vai se construindo no ritmo do bolero: lento e romântico. Lara aparece interpretando a canção com vestimentas largas e vermelhas ao lado dos dançarinos Mayara Cristina e Felipe Ferreira, que carregam na performance o poético da letra. “Saudade é coisa do passado/ O nome do que eu sinto não existe não/ Eu juro com você eu fujo/ Sei não é seguro e eu não largo mão”. Saudade é o terceiro clipe do EP Audiovisual. Anteriormente, Lara disponibilizou os clipes de Faíscas e Pela Última Vez. Em breve, serão lançados os das demais faixas.
andre L.R. mendes e as cores da Bahia no single “Da Barra ao Bonfim”

As cores da Bahia e seu eterno estado de verão estão impressas no novo single (e videoclipe) do cantautor andre L.R. mendes; sendo esse o primeiro lançamento do artista em 2024, podemos afirmar que o ano promete muitas cores e canções solares… Da Barra ao Bonfim narra um passeio de carro entre dois bairros clássicos da capital baiana e todo o espanto que a beleza da visão da paisagem e das pessoas causa no narrador da canção. Mais uma vez, andre é responsável por toda a linha de produção do fonograma: da composição à masterização, passando pela gravação dos instrumentos, o canto e a capa…tudo extremamente pessoal e íntimo. Da Barra ao Bonfim se junta à canção Cabeça de Cinema (lançada em dezembro) na sequência de singles mensais que desembocarão no 11º álbum do cantautor baiano a ser lançado em julho. Com um clima de Road Movie Soteropolitano, a canção vem acompanhada de um videoclipe artesanal dirigido e editado pelo próprio artista em dois planos sequência sobrepostos.