Wyn Starks celebra identidade e resiliência no novo single “Coco”

O cantor e compositor norte-americano Wyn Starks acaba de apresentar seu mais novo single, Coco. Lançada para celebrar o Juneteenth (feriado nos EUA que marca a emancipação da população negra), a faixa é um manifesto de celebração: uma ode à identidade preta, à resiliência e à liberdade de brilhar e ocupar espaços sem medo, unindo a força do Pop ao balanço do Soul. A melodia de “Coco” transita com naturalidade entre gêneros, confirmando Starks como um artista pronto para cruzar as fronteiras entre o R&B, o soul clássico, o pop moderno e o rock dos anos 80. Nome em ascensão global Com mais de 90 milhões de streams acumulados, Wyn Starks não é mais uma promessa, mas uma realidade consolidada. O artista ganhou projeção mundial com o estrondoso sucesso de Who I Am, faixa que ultrapassa 44 milhões de reproduções. A canção tornou-se um marco emocional ao protagonizar uma das cenas mais comentadas do documentário I Am: Celine Dion, onde a própria diva canadense canta junto após o impacto de sua recuperação. O fenômeno foi imediato no Brasil: os streams de Wyn Starks cresceram 400% em 2024, levando a música ao Top 200 do Shazam no país e motivando, inclusive, o lançamento de um lyric video em português, um reconhecimento direto à força da nossa base de fãs. De volta ao palco e ao estúdio Além do novo single, o artista segue lembrado por sua audição histórica na 17ª temporada do programa America’s Got Talent, onde sua performance levou a jurada Sofia Vergara às lágrimas e alcançou mais de 15 milhões de visualizações no YouTube. Atualmente, Wyn dedica-se à finalização de seu novo álbum de estúdio, que promete expandir ainda mais sua paleta sonora.

Rancore o peso e a maturidade de “Brio”ao Sesc Pompéia neste final de semana

Quinze anos depois de lançar seu último álbum de inéditas, o Rancore vive um dos momentos mais importantes de sua trajetória. Após um longo hiato, a banda paulista retornou às atividades com Brio, quarto álbum de estúdio que simboliza uma nova fase artística e criativa. Nos dias 3 e 4 de julho, o grupo apresenta esse trabalho ao vivo no Sesc Pompeia. O repertório reúne as músicas de Brio, lançado em abril, além de canções que ajudaram a consolidar a banda na cena hardcore brasileira, como os clássicos “Jeito Livre” e “Quarto Escuro”. O show propõe um encontro entre diferentes momentos da carreira da Rancore, unindo a energia dos primeiros discos à maturidade conquistada ao longo dos anos. Mais do que encerrar um jejum de 15 anos sem inéditas, Brio apresenta uma banda transformada pelo tempo. Se os primeiros trabalhos eram marcados pela urgência do hardcore melódico e do punk, o novo álbum amplia esse universo ao incorporar influências de post-hardcore e post-punk, punk 77, rock alternativo e noise rock, mantendo a intensidade que sempre fez parte da identidade do grupo. As dez faixas abordam temas como saúde mental, luto, esperança, paternidade e transformação, refletindo as experiências vividas pelos integrantes durante o período em que estiveram afastados. O disco também traz referências à filosofia, à espiritualidade e à teoria do caos, mostrando uma evolução tanto na sonoridade quanto nas letras. Produzido por Guilherme Chiappetta, Brio nasceu de um processo de redescoberta entre os músicos. O álbum preserva a essência da Rancore, mas evidencia uma banda interessada em explorar novos caminhos criativos sem perder a força que a tornou uma das principais referências do hardcore brasileiro dos anos 2000. Formada em São Paulo em 2001, a Rancore conquistou espaço no cenário independente ao unir peso, melodias marcantes e letras carregadas de emoção. Atualmente, a banda é formada por Teco Martins (voz), Alê Iafelice (bateria), Gustavo Teixeira (guitarra), Henrique Uba (guitarra) e Rodrigo Caggegi (baixo e voz). Serviço Rancore | Turnê do álbum Brio Quando: 3 e 4 de julho Onde: Sesc Pompeia Classificação: 14 anos Duração: 90 minutos Ingressos: https://www.sescsp.org.br/programacao/rancore-2/

LP anuncia álbum “Room 12” e lança o single “Love Is All I Have”

Se a vulnerabilidade fosse uma moeda, a LP seria a artista mais rica do mundo. A cantora e compositora norte-americana abriu um novo capítulo em sua discografia com o lançamento de Love Is All I Have. A faixa não chega sozinha: ela é o primeiro vislumbre de Room 12, oitavo álbum de estúdio da artista, que tem lançamento confirmado para o dia 2 de setembro de 2026. O clipe oficial, dirigido por Zack Mizurik, acompanha a estética contemplativa da canção. Filmado em uma propriedade rural, o vídeo alterna entre paisagens abertas e interiores sofisticados, refletindo o sentimento de uma artista que, após anos de estrada, parece ter encontrado o momento certo para encarar suas próprias histórias. Uma canção escondida em Room 12 Escrita em parceria com seu colaborador de longa data Mike Del Rio, Love Is All I Have nasceu de forma simples: um ukulele e uma melodia. Segundo LP, a música era como um fantasma que ela carregava há anos. “Essa canção parecia estar escondida dentro de mim, esperando o momento certo. Ela reúne fragmentos de diferentes términos que vivi. Tendo vivido os dois lados, o desespero de querer que alguém fique e o alívio de partir, senti que poderia ser a protagonista da minha própria história neste registro”, explica a artista. Marco de “Lost On You” O anúncio do álbum coincide com uma celebração importante: os dez anos de Lost On You, o disco que catapultou a LP para o estrelato global com mais de 1 bilhão de streams. Para comemorar essa década de sucesso, a turnê mundial atual da artista inclui um segmento especial onde ela executa o álbum na íntegra. É a chance dos fãs brasileiros ouvirem clássicos como a faixa-título ao lado de novas experimentações que virão em Room 12.

Chuck Hipolitho lança “short shorts vol. 1” e prova que menos é mais

Pode parecer que Chuck Hipolitho está surfando na tendência de faixas rápidas das redes sociais, mas a verdade é que o produtor e músico já cultiva esse conceito há mais de duas décadas. O veterano do rock nacional, figura carimbada na cena com passagens por Forgotten Boys, Vespas Mandarinas, CSS e no comando do estúdio Costella, lançou o EP short shorts vol. 1, um projeto onde a economia de tempo é a regra de ouro. Composto por cinco faixas que, juntas, mal atingem o tempo de uma música pop convencional, o EP não chega a 40 segundos por faixa. Segundo Chuck, a inspiração vem de um lugar afetivo e nostálgico: as aberturas de desenhos animados (Hora de Aventura, South Park), que conseguem apresentar um universo inteiro em um piscar de olhos. A inversão do processo criativo do Chuck Hipolitho Diferente da maioria dos compositores que busca a melodia primeiro, Chuck inverteu a ordem: ele começa com uma ideia, escreve uma letra “cirúrgica” e só então a música ganha forma. “Escolho uma ideia, escrevo a letra da forma mais sintética possível, defino verso e refrão e parto para a composição”, revela. O resultado é um processo ultra-rápido, com gravação e finalização acontecendo quase no tempo de um ensaio. O EP transita por diversos espectros do rock, sempre com a urgência do punk e a melodia do rock alternativo, condensando piadas internas, reflexões e homenagens, como a explícita the velvet underground, em instantes fugazes de pura energia.

Muca e Roberto Menescal criam uma ponte entre gerações no álbum “Beleza”

Quando a tradição da Bossa Nova encontra a inquietação da produção moderna de Londres, o resultado é algo que transcende o tempo. O produtor e músico Muca (retornando ao Brasil após 16 anos no Reino Unido) uniu forças com a lenda viva Roberto Menescal para lançar Beleza, um álbum que não apenas celebra o passado, mas projeta a música brasileira para o futuro. O projeto é ambicioso: o disco foi concebido como um “coro global”, reunindo 12 cantoras de diferentes partes do mundo para dar alma às composições. A lista de convidadas é um verdadeiro caleidoscópio sonoro, incluindo Liana Flores, anaiis, Josyara, Fabiana Cozza, Sofia Grant, Sarah, Mirella Costa, Ilessi, Alice SK, Heidi Vogel, Joia Luz e Amanda Maria. Narrativa radial de Muca e Menescal Mais do que uma coleção de canções, Beleza é uma história contada em círculos. A estética de produção moderna de Muca, aliada ao DNA harmônico insuperável de Menescal, cria um terreno fértil para que cada intérprete explore facetas distintas: da melancolia à euforia. O álbum, gravado entre Londres, Rio de Janeiro e São Paulo, é um manifesto sobre a coexistência de diferentes tons. Para Menescal, a experiência foi revigorante: “Projetos assim permitem aprender algo novo e trazer novas ideias e pessoas. Eu me diverti muito trabalhando neste disco, e foi maravilhoso poder participar e oferecer orientação”. Significado de “Beleza” O título do álbum é uma ressignificação da expressão coloquial brasileira. Beleza aqui deixa de ser apenas uma palavra para confirmar que “está tudo bem”, tornando-se o conceito central da obra: uma escolha consciente pela alegria, positividade e pela irradiação de boa energia, mesmo diante do caos do mundo atual. É uma bossa nova com os pés no chão e a cabeça no mundo.

Rodrigo Sha e Carlinhos Brown lançam hino de esperança inspirado na Copa

O clima de celebração da Copa do Mundo 2026 vai muito além das quatro linhas. O multi-instrumentista Rodrigo Sha acaba de apresentar o single I’m Fighting Goal (Together We Make History), um encontro de gigantes que conta com a voz e a percussão de Carlinhos Brown. Com produção e composição assinadas por Sha e Philippe Neiva, a faixa não é apenas uma música sobre futebol, mas um hino sobre a capacidade humana de evoluir, unir nações e celebrar a diversidade. Uma colisão de talentos A música é uma verdadeira celebração da sonoridade brasileira contemporânea. As vozes de Sha e Brown se entrelaçam em uma melodia contagiante, apoiadas por um time de músicos que dá peso ao arranjo: Lancaster (baixo), João Viana (bateria) e o próprio Philippe Neiva nos teclados. A produção é o ponto alto: Rodrigo Sha traz sua assinatura nas flautas, saxofones e beats, enquanto Van Nissenbaum dá o toque final com sintetizadores e samples de coros que dão um ar épico à canção. O resultado é uma faixa que transborda esperança, feita para ser cantada em coro. “A canção celebra a evolução, diversidade e harmonia entre as nações, convidando todos a refletirem sobre a força da união em um mundo cada vez mais interconectado”, define Sha sobre o propósito da obra.

Fabiano Negri é escolhido Tracy G, ex-guitarrista de Dio, para novo álbum

O vocalista, compositor, guitarrista e produtor brasileiro Fabiano Negri acaba de dar um dos passos mais importantes de sua carreira internacional. Com mais de 30 anos de trajetória no heavy metal, o músico foi escolhido para assumir os vocais do novo álbum de Tracy G, guitarrista que integrou a banda de Ronnie James Dio entre 1993 e 1999. Tracy G foi responsável por boa parte da identidade sonora dos álbuns Strange Highways (1993) e Angry Machines (1996), além de participar do disco ao vivo Inferno: Last in Live (1998). Sua abordagem mais pesada e sombria marcou uma fase distinta da carreira de Dio e influenciou gerações de guitarristas. Convite surgiu pelas redes sociais A parceria nasceu de forma inesperada. Após assistir a vídeos de Fabiano Negri interpretando clássicos do heavy metal, Tracy G entrou em contato diretamente pelas redes sociais. A sintonia artística foi imediata e rapidamente evoluiu para a produção de um álbum completo. No projeto, Tracy G assina toda a parte instrumental, enquanto Fabiano Negri será responsável pelas letras e melodias vocais, além de colaborar criativamente sempre que novas ideias surgirem durante o processo de composição. Segundo o guitarrista, a versatilidade do brasileiro teve impacto direto na construção das músicas. “Fabiano tem uma grande voz e é um vocalista extremamente versátil. Além disso, é muito criativo, compondo suas próprias melodias e letras. Quando lhe enviei a primeira música e ouvi o resultado, soube imediatamente que havia encontrado a combinação perfeita. Ele entrega interpretações cheias de emoção, escreve melodias e letras incríveis e acrescenta uma identidade única às composições. Já concluímos duas músicas e estamos trabalhando na terceira. Vai ser um álbum fantástico”, afirma Tracy G. O lançamento está previsto para o fim deste ano. Inicialmente, o disco será disponibilizado de forma independente, embora o guitarrista não descarte uma parceria com uma gravadora durante a produção. “Achei que era uma brincadeira” Para Fabiano Negri, o convite foi uma surpresa. “Foi totalmente de surpresa. Ele me mandou uma mensagem via Facebook, se apresentando, como se fosse necessário, já que sou fã dos álbuns que ele gravou com o Dio, e disse: ‘você pode ligar? Gostei do seu vocal e tenho algumas músicas que talvez você possa gravar’. Achei que era uma brincadeira. Mas não. Liguei para ele e, a partir daí, tudo fluiu como se nos conhecêssemos há décadas. O cara é brilhante. O som que ele tira da guitarra, combinado com a técnica explosiva e a capacidade de compor riffs brutais e belos ao mesmo tempo, me deixaram embasbacado e feliz ao mesmo tempo. Que baita surpresa na minha vida”, comenta o músico. Reconhecimento internacional O convite amplia o reconhecimento internacional conquistado por Fabiano Negri ao longo de uma carreira construída em diferentes projetos. O músico reúne uma discografia consistente como integrante das bandas Rei Lagarto, Dusty Old Fingers e Unsaved, além da carreira solo, sempre atuando como vocalista, compositor, multi-instrumentista e produtor. Seus três trabalhos mais recentes, ZebathY (2022), Mysteries The Night Hides (2023) e The Outlaw’s Journey (2025), receberam destaque na imprensa especializada brasileira e internacional. Agora, a parceria com Tracy G une dois nomes de diferentes gerações do heavy metal. De um lado, um guitarrista que ajudou a definir uma das fases mais marcantes da carreira de Ronnie James Dio. Do outro, um dos vocalistas brasileiros mais respeitados do gênero, que passa a integrar um projeto com potencial para ampliar ainda mais sua presença no cenário internacional.

Black Pantera anuncia álbum “Continental” e confirma lançamento para agosto

O Black Pantera confirmou o lançamento de seu quinto álbum de estúdio. Intitulado Continental, o novo trabalho chega às plataformas no dia 21 de agosto, pela Deck, marcando mais um capítulo na trajetória de ascensão do trio mineiro dentro do rock brasileiro. O primeiro single do disco, “Start The Game”, será lançado em 13 de julho, Dia Mundial do Rock, e dará início à divulgação do álbum, que promete ampliar a identidade musical construída pela banda ao longo dos últimos anos. O anúncio acontece após um primeiro semestre de 2026 repleto de conquistas. O Black Pantera foi confirmada pela terceira vez no Rock in Rio e também garantiu presença, pela segunda vez, no Primavera Sound. Além disso, abriu o show da Korn no Allianz Parque, lançou o primeiro projeto audiovisual da carreira e conquistou, pelo segundo ano consecutivo, o Prêmio da Música Brasileira na categoria Melhor Artista de Rock. Brasil como ponto de partida Segundo a banda, o título Continental traduz o conceito central do álbum. O trabalho parte de reflexões sobre o Brasil e utiliza o rock como base para explorar diferentes influências musicais, ampliando o alcance sonoro característico do grupo. As novas composições também refletem as experiências pessoais de Chaene da Gama, Charles Gama e Rodrigo ‘Pancho’, além de aprofundar temas ligados à ancestralidade, presentes na identidade artística do Black Pantera desde o início da carreira. Com Continental, a banda busca expandir tanto sua sonoridade quanto sua mensagem, mantendo o rock como essência enquanto explora novos caminhos criativos. O lançamento reforça o momento de consolidação vivido pelo trio, que segue ampliando seu espaço nos principais festivais e premiações da música brasileira.

Lesoir anuncia novo álbum e lança single inspirado em Volodymyr Zelensky

A banda holandesa Lesoir iniciou a divulgação de seu sétimo álbum de estúdio com o lançamento de “Back to You”. A faixa antecipa Tomorrow Is Now Today, previsto para chegar às plataformas digitais e em formatos físicos no dia 23 de outubro, pela V2 Records. Conhecida por transitar entre o rock progressivo e o art rock, a Lesoir aposta em uma canção que aborda temas como esperança, coragem, perseverança e liberdade. A inspiração veio da atuação do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky durante a guerra na Ucrânia. Segundo a banda, “Back to You” retrata como a coragem de uma única pessoa foi capaz de gerar um impacto mundial, tornando-se uma homenagem àqueles que lutam pela liberdade. “Infelizmente, a história ainda não tem um desfecho definitivo, pois ninguém conhece o resultado da guerra na Ucrânia. O que permanece é a manifestação respeitosa e emocional da Lesoir de esperança, força e humanidade”, afirma o grupo. Musicalmente, a faixa começa de forma intimista, sustentada por violão acústico, voz e uma delicada linha de violino. Aos poucos, ganha intensidade com a entrada da bateria e de novos arranjos até chegar a um refrão grandioso, característica marcante da sonoridade da banda. A construção dinâmica e a riqueza instrumental reforçam o clima emocional da composição. Novo álbum chega em outubro Tomorrow Is Now Today será lançado em 23 de outubro pela V2 Records, selo europeu independente que reúne artistas como Moby, Mumford & Sons, Skunk Anansie, Kaiser Chiefs, Temples e Blood Red Shoes. A pré-venda do álbum já está disponível no site oficial da banda. Quem adquirir o disco antecipadamente também receberá, por e-mail, o álbum digital Lesoir Live at Hedon 2025, já mixado. Antes do lançamento do novo trabalho, a Lesoir ainda embarca na turnê europeia de Anneke van Giersbergen, ex-vocalista da The Gathering, na qual fará os shows de abertura em novembro. Trajetória em ascensão Formada em 2009, na cidade holandesa de Maastricht, a Lesoir construiu uma trajetória consistente dentro da cena progressiva europeia. Um dos momentos decisivos aconteceu em 2019, quando a banda excursionou por cinco semanas ao lado do Riverside, ampliando sua projeção internacional durante o ciclo do álbum Mosaic. Mesmo com os planos interrompidos pela pandemia, o grupo manteve a atividade criativa com o lançamento de Babel, obra de 20 minutos lançada em edição limitada de vinil artesanal, que esgotou rapidamente. Em 2024, a banda lançou Push Back The Horizon, primeiro álbum com distribuição global pela V2 Records. Produzido por John Cornfield, com produção vocal de Paul Reeve e masterização de Steve Kitch, o trabalho apresentou uma abordagem mais direta e melódica, sem abandonar as raízes progressivas. Agora, com Tomorrow Is Now Today, a Lesoir abre um novo capítulo de sua carreira, reforçando a combinação entre composições elaboradas, mensagens humanistas e forte identidade musical.