Pedro Breculê revive momento complicado da vida em Vem Ser Comigo

Sob as dores e os perjúrios de uma separação, Pedro Breculê lançou Vem Ser Comigo, parceria realizada com o músico e jornalista Fábio Marques, que também integrou o grupo Breculê. Com guitarra de Saulo Duarte, a música mergulha no universo da misticidade brasileira para contar os percalços de uma relação longa e cheia de sutilezas. A estética sonora traz seu tradicional batuque nacional, mas foge ao padrão do artista quando busca o diálogo da composição com as referências do funk soul norte americano. “A letra faz uma leitura de um momento muito delicado da minha vida e foi escrita em parceria com o Fábio Marques. Anos se passaram desde a banda Breculê e foi uma necessidade minha de reatar essa parceria dentro desse trabalho”, comenta Pedro. “Essa faixa é um pouco diferente em termos musicais, nela eu trago inspirações e referências dos ritmos norte americanos que tanto me influenciaram.” Integrante do grupo Breculê, Pedro se prepara para o lançamento do álbum Na Latada do Terreiro, seu primeiro disco solo e autoral, que chegará nas plataformas digitais em novembro de 2021 com sete canções inéditas, entre elas Sabalangá, e a já lançada previamente, Paradeiro. “A escolha de Vem Ser Comigo como terceiro single a ser lançado como esquenta do álbum é também para trazer uma nova perspectiva instrumental e musical. Mostrar a amplidão da minha pesquisa com a música para além da nossa riqueza nacional”, reflete.

Burning Rage apresenta faixa de resistência; ouça Acorrentados

Desistir não é opção. Sempre em frente, a Burning Rage tem procurado se manter ativa mesmo diante de um cenário tão desolador com a falta de shows e as dificuldades de trabalhar com cultura no Brasil atual. Cinco meses após o lançamento de O Jogo Começou, a banda apresenta um novo single também acompanhado de clipe. Acorrentados já está disponível nas plataformas digitais e o lyric vídeo estreou no canal da Monstro Discos, no Youtube. O novo clipe também foi produzido pela Âncora Filmes, com direção de Sandrow Almeidan e arte visual de Gustavo Cruzeiro. A música foi produzida e gravada por Braz Torres (Hellbenders) no estúdio UP Music, em Goiânia, e traz uma sonoridade melódica, pesada, com um refrão poderoso, além de imprimir uma pegada mais abrangente que as outras canções da Burning Rage. Em poucos versos, Acorrentados apresenta uma mensagem de resistência, utilizando como temática os sonhos e projetos que muitas vezes ficam em segundo plano, diante de uma realidade monótona, vazia e obscura. Às vezes é necessário quebrar as correntes, se libertar e seguir em frente em busca do que acreditamos. A Burning Rage é hoje um dos grandes destaques do rock goiano. A banda foi formada em 2018 e apresenta um punk rock enérgico e autêntico, com influências do hardcore melódico, do punk rock californiano e do rock anos 1990 e 2000. Em 2019 a banda lançou o EP Outra Porta e desde então vem lançando singles com frequência nas plataformas digitais.

Biquini Cavadão em dose dupla: ouça Colhendo Flores e Eu Não Vou Recuar

O disco de inéditas Através dos Tempos, do Biquini Cavadão chegará às plataformas digitais ao final de novembro. Serão nove faixas, incluindo as já lançadas anteriormente Nada é Para Sempre, A Vida e A Gente é o Que é. Para seguir aquecendo a expectativa dos fãs, o Biquini Cavadão revelou mais dois singles na última sexta-feira (22): Eu Não Vou Recuar e Colhendo Flores, mais uma parceria com Dudy Cardoso, com quem a banda já teve a canção Roda-Gigante indicada ao Grammy Latino de melhor música brasileira em 2013 . Em ambas, o grupo explora a resiliência e perseverança. Enquanto Eu Não Vou Recuar, nascido de uma composição do baterista Alvaro Birita, a letra aborda a luta contra o jogo das palavras que nada dizem para buscarmos novas conquistas, Colhendo Flores analisa a jornada da própria banda, tirando o melhor de cada momento ao longo dessa trajetória de 36 anos para chegar até os dias de hoje. Os singles, que se diferenciam pelas artes em fundos, ora preto, ora branco, num projeto gráfico da Crama Design, também terão videoclipes lançados na próxima semana, com a mesma parceria de Carlos Coelho e Fabio Holtz na direção. Aliás, lançar um álbum através de singles não é novidade para o grupo, pioneiro na internet. Já haviam feito algo parecido com isso entre 2009 e 2011, quando apresentaram três faixas online antes do lançamento CD Roda-Gigante. Naquela época, o streaming ainda não havia se consolidado no país. “Era uma boa ideia, inspirado no que os Beatles faziam quase 50 anos antes, por sinal; mas naquele momento, estávamos adiantados no tempo”, diz Coelho. Mudança de estratégia do Biquini Cavadão Em resumo, com as plataformas digitais, novas estratégias surgiram, e a banda também teve que se reciclar. Como resultado, dobraram seus seguidores no Facebook, além das demais redes sociais. “É uma forma diferente de se apresentar um disco, dada a volatilidade do mercado, mas estou gostando da experiência. Mais da metade do álbum já será de conhecimento público antes de seu lançamento total em novembro”, analisa Bruno Gouveia. “As quatro faixas que faltam também trarão muitas surpresas. Serão novas sonoridades e temas abordados que se completarão com este projeto. Afinal, este disco também está sendo lançado através dos tempos, tal como o título do álbum, né?”, conclui o tecladista Miguel Flores da Cunha.

Os Remanescentes liberam os dois primeiros singles de Ficha Suja

A banda catarinense Os Remanescentes prepara seu novo álbum de estúdio, Ficha Suja, que deve chegar entre novembro e dezembro. Enquanto isso, eles divulgaram os dois primeiros singles, 10° Andar e Dia D. Ficha Suja contará com 15 faixas inéditas. Aliás, os integrantes prometem um “disco cheio, forte e muito coeso”. 10° Andar e Dia D são duas boas amostras. Refrões marcantes e punk rock de qualidade e nostálgico para ninguém botar defeito.

Retrogram abre nova fase da carreira da Kosmovoid

A banda santista de música instrumental experimental Kosmovoid prepara um novo álbum de estúdio. Aliás, o primeiro single de Space Demon, sucessor dos discos Escapismo (2020) e Crisálida (2020), já está disponível no streaming. A canção se chama Retrogram. “Essa é uma faixa que foi inspirada no filme de ficção científica Logan’s Run (1976), que retrata a história de um futuro distópico em que a humanidade vive em domas, dominada por um computador em todos os aspectos da vida. A fim de controlar os recursos e evitar a superpopulação, todo cidadão deve passar por um renascimento ao atingir a idade de 30 anos, através da máquina Carroussel, que na verdade vaporiza as pessoas”, comenta a banda em nota enviada à imprensa. A faixa, assim como todo o trabalho do Kosmovoid, tem forte relação com o cinema. Em resumo, as músicas têm uma sinergia que vai além somente do que é escutado. Por fim, vale destacar que a temporada do Kosmovoid vem dividida em três momentos. Primeiramente, o terceiro álbum de estúdio, Space Demon, previsto para novembro. Posteriormente, mais dois EPs: HyperSleep Capsule e Disintegrate, ambos em dezembro. Ouça Retrogram abaixo Kosmovoid é um projeto de música instrumental experimental que explora os gêneros do krautrock, psicodelia, space rock, música ambiente e rock pós-industrial. Aliás, formado em 2019, o trio tem como principais influências nomes como Ash Ra Temple, Dead Can Dance, Popol Vuh, Kraftwerk, Tangerine Dream e Goblin.

Entrevista | Roger Taylor (Duran Duran) – “Faz parte da natureza humana se reunir para ouvir música e dançar”

Foram necessários seis anos para a banda inglesa Duran Duran lançar o sucessor de Paper Gods. Future Past chegou ao streaming nesta sexta-feira (22). Aliás, o nome não é mera coincidência. É um pé na nostalgia, outro no futuro. O novo trabalho traz colaborações que ampliam o universo do Duran Duran. Giorgio Moroder e o conceituado Erol Alkan assinam a produção de faixas e – além de Tove Lo – CHAI, Graham Coxon (Blur), Mark Ronson, Ivorian Doll e Mike Garson aparecem como participações especiais. “Quando entramos em estúdio pela primeira vez, no final de 2018, eu estava tentando convencer os caras que tudo o que precisávamos fazer era escrever duas ou três faixas para um EP. Quatro dias depois, tínhamos a base de 25 canções muito fortes, que precisamos desenvolver com calma. Então aqui nós estamos, em 2021, com nosso 15º álbum de estúdio querendo se libertar”, comenta o vocalista do Duran Duran, Simon Le Bon. O baterista do Duran Duran, Roger Taylor, conversou com o Blog n’ Roll sobre o novo momento da banda. Durante a entrevista, ficou muito empolgado ao ver um quadro do Rolling Stones na parede e lamentou a morte de Charlie Watts, um de seus heróis. Foram seis anos até Future Past. Por que esse intervalo tão grande? A pandemia contribuiu para essa demora? Com certeza contribuiu. Mas nós lançamos Paper Gods que foi um grande sucesso na América e com os nossos fãs. Então saímos em turnê por mais de dois anos… era uma turnê que não parava de crescer enquanto nós nos apresentávamos. Isso tomou muito do nosso tempo. Depois tivemos um tempo livre e finalmente voltamos para o estúdio. Trabalhamos por três ou quatro meses e aí veio a pandemia e fechou tudo. Ficamos nove meses em que não pudemos ir ao estúdio, trabalhar… tentamos trabalhar remoto, mas para fazer um grande disco, precisávamos todos estar na mesma sala. O mundo mudou completamente desde o último álbum. Future Past é uma luz do Duran Duran para os tempos sombrios? Algumas são alegres, enquanto outras são completamente profundas e sombrias. Acho que Invisible é uma música sombria. É sobre não ser visto em um relacionamento. Não conseguir se fazer visível para o mundo e isso serve para o período de lockdown. Escrevemos algumas músicas sobre celebração que foram feitas antes da pandemia… e agora são recebidas como: Que legal que vocês conseguiram que as pessoas ficassem animadas com as suas músicas, você não acha? Foi um feliz acidente. Nós escrevemos essas músicas que pareciam apropriadas para o momento. Nós fizemos um grande show aqui em Austin (Texas) e temos uma música Tonight United, que no disco não foi gravada ao vivo e que foi muito bem saudada pelo público. Todo mundo se unindo e curtindo de novo. Acho que as pessoas estavam sentindo falta disso. Faz parte da natureza humana se reunir para ouvir música, dançar… ter uma experiência compartilhada em comum. É por isso que parte do mundo está deprimida, nós não podemos fazer mais isso. Especialmente no Brasil e na América do Sul é uma grande parte da cultura de vocês estarem felizes juntos, dançando pelas ruas. Então é bom tocar para uma plateia de novo. Future Past é um nome curioso. É um pé no passado, outro no futuro? É parte do significado. Acho que com esse álbum nós, definitivamente, somos mais independentes e voltamos ao gênero que costumávamos tocar no início. Especialmente eu e o John estamos trabalhando como estávamos acostumados, muito mais organicamente, um som mais autêntico, que as pessoas remetem ao início dos anos 1980. Mas é um disco contemporâneo, com Erol Alkan, um produtor muito contemporâneo. Então é (um álbum) muito contemporâneo, mas remete um pouco ao início (da banda). Future Past é uma boa descrição de onde estamos, na realidade. Mas Alkan produziu essa ideia que nós deveríamos, sabe, quase que “voltar para o futuro”. Nós voltamos e recapturamos o som dos primeiros discos e o trouxemos para o futuro. Como está a expectativa para a retomada dos shows do Duran Duran? Já consegue vislumbrar uma turnê mundial? Com certeza. Os Rolling Stones postaram (sobre a turnê), infelizmente sem o Charlie Watts. Acho que as pessoas estão começando a ver um novo futuro. A pandemia parece estar diminuindo e acho que ela irá mesmo, com mais tempo e mesmo se você for uma pessoa a favor ou anti vacina, mas com uma mentalidade de vacinação. Acho que devagar, com a ciência, nós vamos vencer e ano que vem o mundo estará aberto novamente. Estamos vendo uma turnê mundial e com certeza voltaremos para a América do Sul. O que significa para você estar no palco à frente dos fãs depois de uma longa pausa devido à pandemia? Tem sido incrível. Quando você faz muito uma coisa, você perde um pouco da valorização daquilo. Se você faz 100, 200 shows, seja lá quantos… é como comer biscoitos de um grande pote. Os primeiros 20 são maravilhosos, mas quando você chega no quinquagésimo ou no centésimo não é mais tão excitante. Então precisam tirar isso de você para você ter isso de volta. Essa é uma das coisas boas, tirando as mortes e a tristeza. Acho que vamos ter uma grande valorização de todas as coisas que foram tiradas de nós. Temos visto isso nos shows que as pessoas têm feito. As pessoas estão fora de si, histéricas, porque elas não iam em um show há dois anos. Momentos emocionantes estão por vir. E é muito bom ter um disco novo que é recebido dessa maneira positiva. Você pode citar três álbuns que mudaram sua vida e por quê? Que mudaram a minha vida? Tem que ser o primeiro álbum do The Clash (The Clash, 1977), que teve muita mudança para mim. Acho que Low (1977), do David Bowie, foi um grande disco para mim. Eu estava meio que tentando criar um estilo para mim, como baterista. Aprendi muito ouvindo esse disco, particularmente. Só o

Biffy Clyro lança The Myth of the Happily Ever After, o “primeiro álbum totalmente escocês”

O Biffy Clyro lançou na sexta-feira (23) o álbum The Myth of the Happily Ever After. Dentre as novidades, o disco traz Errors In The History of God, que foi revelada na quarta no programa Hottest Record da Radio 1. Neste final de semana a banda ainda se apresenta no show Radio 1’s Out Out! Live, na Wembley Arena, que terá passagens transmitidas na BBC One, Radio 1, e na BBC iPlayer. The Myth é um projeto autoproduzido que representa uma reação ao primeiro álbum da carreira, A Celebration of Endings. Ademais, uma resposta rápida e emocional ao turbilhão que foi o último ano. É o ying do yang que A Celebration representou, o outro lado da moeda, o antes e depois em comparação. Em resumo, o otimismo do início de 2020 deu espaço à um retorno à terra. É o produto dos tempos estranhos e cruéis em nossas vidas, mas que também foram especialmente revigorantes para o Biffy Clyro. “Esse álbum é uma jornada real, uma colisão de cada pensamento e emoção que tivemos nos últimos dezoito meses. Havia uma fortaleza real em A Celebration, mas nesse disco nós abraçamos as vulnerabilidades de ser uma banda e sermos humanos nessa era caótica de nossas vidas. Mesmo o título é o exato oposto. É sobre perguntar: nós criamos essas narrativas em nossas próprias cabeças para nos dar alguma segurança quando ao fim do dia ninguém está esperando por nós?”, diz o vocalista e guitarrista Simon Neil. Totalmente escocês Encerrado no lockdown, Biffy Clyro gravou The Myth de uma forma completamente diferente de como chegaram em A Celebration. Em vez de gastar meses em Los Angeles, eles trocaram uma costa pela outra para gravar por apenas seis semanas em sua sala de ensaios (convertida em um estúdio funcional pelos irmãos responsáveis pela sessão rítmica, James and Ben Johnston) em uma fazenda próxima das casas deles. O trio foi com a intenção de completar algumas canções não terminadas de A Celebration mas, em vez disso, The Myth tomou conta de tudo e começou a ganhar forma no final de 2020, com tudo escrito e gravado em um raio de dez milhas. Tradicionalmente, 90% das canções do Biffy foram escritas na Escócia antes que a banda seguisse para Londres ou Los Angeles para gravar, mas esta representou a primeira vez que eles gravaram em suas próprias casas. Como Simon brinca: “nosso primeiro álbum totalmente escocês!”

New Order fará show com transmissão paga em Londres

O New Order recentemente voltou a se apresentar ao vivo com um show triunfante em sua cidade natal, Manchester, no Heaton Park. Eles estarão de volta ao The O2, em Londres em 6 de novembro para um show esgotado, mas vão estender a apresentação aos fãs de redor do mundo. Em resumo, eles anunciaram que fãs de qualquer lugar podem participar de uma transmissão ao vivo para vivenciar a noite por si próprios. “Estávamos muito ansiosos para ver todos em turnê agora. É frustrante não poder tocar ao vivo pessoalmente, mas essa é a segunda melhor coisa. Parece certo reunir todos ao redor do mundo por todos os meios possíveis. Este é um show especial para nós e queremos compartilhá-lo com todos vocês”, disse a banda em comunicado à imprensa. O show do New Order será transmitido ao vivo pelo Live Here Now. O horário do palco é às 17h45 (horário de Brasília). Aliás, a transmissão ficará disponível por 72 horas. Compre ingressos para a transmissão via AXS. Anteriormente, no ano passado, o New Order estreou o single Be a Rebel. Recentemente, lançou Be a Rebel Remixed, o conjunto completo de 11 remixes de alguns dos melhores produtores e DJs do planeta. Por fim, eles celebrarão o 40º aniversário de seu álbum de estreia, Movement, em 13 de novembro, lançando o filme Taras Shevchenko no YouTube. O predecessor do New Order, Joy Division, lançará uma edição especial em vinil de aniversário do álbum Still, em 11 de fevereiro de 2022, com exclusividade no site da banda.

Surra prepara “reality show” para mostrar gravação de single em 24h

A banda santista de rock desgraçado Surra anunciou que irá promover, no próximo dia 6, a partir das 11h, um “reality show” para compor, gravar e lançar um single em 24 horas. A empreitada será realizada no renomado estúdio Family Mob, em São Paulo, e contará com a contribuição do artista Lobo Ramirez, que irá estar presencialmente produzindo, do zero, uma arte para esse lançamento. O público poderá interagir e acompanhar a transmissão ao vivo através dos canais da banda na Twitch e no YouTube. Ano cheio do Surra E o Surra, trio mais veloz da Baixada Santista, retorna com seu novo EP, Ninho de Rato, justamente quando já estávamos sentindo falta do furioso crossover que o grupo despeja sem dó em nossos ouvidos. Leeo Mesquita (voz, guitarra), Victor Miranda (bateria) e Guilherme Elias (baixo, voz) formam essa verdadeira máquina de destruição. Se você curtiu os ótimos Tamo na Merda (2016), Escorrendo Pelo Ralo (2019) e Ainda Somos Culpados (2018), Ninho de Rato é audição obrigatória. A tradição de sons curtos e diretos se faz presente mais uma vez aqui, e o EP espreme 12 músicas em apenas nove minutos de duração. Parece pouco, mas para adeptos de um bom crossover thrash é um verdadeiro paraíso. Também pudemos notar que o material do Surra recebeu um interessante toque grindcore, lembrando um pouco os também brasileiros do Facada e lendas como Cripple Bastards.