Elevate Inside é mais um passo em projeto visual e sonoro de Pilar

Penúltima faixa do terceiro ato do projeto visual e sonoro Ascenda, da cantora Pilar, Elevate Inside já está disponível. Aliás, tem participação especial do icônico cantor Dada Yute. Sob a direção fotográfica de Felipe Morozini e luzes dançantes nas mãos de Oliveira Azul, o show multicolorido homenageia, com muito groove, a cultura rastafari. Meditação e elevação interior são os temas dessa composição autoral em inglês, com graves acolchoados e solos de guitarra envolventes. O arranjo musical ficou por conta do tecladista Adriano Magoo, mixada pelo multi-ganhador de Grammy Luis Paulo Serafim e masterização em L.A. por Brandon Duffey. Tendo como cenário a histórica Casa das Caldeiras em São Paulo, ao longo de três atos, Pilar percorre um jornada pessoal e universal, que se inicia com a tentativa de pertencimento, passa pela desconstrução de valores para culminar com o reencontro de sua essência. Distribuído pela Warner Music, o conteúdo está sendo lançado de forma fragmentada, estruturado nos 3 atos. O roteiro foi co-escrito pela própria cantora em parceria com a artista Alice Hellmann a qual foi responsável pela direção da obra, que conta também com animações e conteúdos visuais pela VJ Grazzi, captação e edição Libertá Films. Ouça Elevate Inside abaixo

Kika Malk e Renan Rodrix unem forças com Ney Matogrosso em single

A dupla Kika Malk e Renan Rodrix lançou o single Simples, com participação de Ney Matogrosso. Aliás, o clipe já se encontra no YouTube. A música é mais uma composição de Renan Rodrix e tem produção de Nani Dias. Anteriormente, Kika Malk e Renan lançaram, em setembro, um single com participação de Bruno Gouveia, do Biquíni Cavadão. Kika e Renan são cariocas, Kika é soprano, dona de uma voz doce com afinação precisa, o que potencializa o romantismo das músicas e do casal. Enquanto Renan é compositor e cantor e foi apresentado para o meio musical por ninguém menos que Ezequiel Neves, lendário e saudoso produtor e descobridor de Barão Vermelho e Cazuza. Ney Matogrosso, não só tem sua voz em músicas dos dois, mas também é uma espécie de mentor, e todo repertório antes de ir ao ar, passa pelo crivo dele. Aliás, ressaltando que o cantor acaba de completar 80 anos de vida. Renan também é escritor e lança em outubro o livro disparArte, de cartas e poemas, com prefácio de George Israel. Um fato interessante, foi que Nando Reis dedicou N, na live que fez para o canal Multishow, no Dia dos Namorados, para Kika e Renan.

Dejaneiro Soul entrega linda versão de hit famoso na voz de Marvin Gaye e Tammi Terrell

Ain’t no mountain is high enough, terceiro single da banda Dejaneiro Soul, chegou ao streaming na última sexta-feira (15). Em resumo, a faixa faz parte do EP com cinco músicas que está sendo lançado gradualmente até o final deste ano. O clássico foi originalmente lançado em 1967 por Marvin Gaye em dueto com Tammi Terrell, composição da dupla Ashford & Simpson. Trata-se de uma letra romântica que utiliza imagens bíblicas, típicas do estilo Gospel, para afirmar que apesar de estarem separados nenhum obstáculo será grande o suficiente para impedir um reencontro atendendo o chamado da pessoa amada. “Nenhuma montanha será alta o suficiente, nenhum vale será profundo o suficiente, nenhum rio será largo o suficiente, para me impedir de chegar até você, baby. Basta me chamar quando você precisar…” Trecho traduzido Admiradores da soul music tradicional, eles se reuniram para homenagear a Motown neste primeiro EP. A banda procura inovar buscando uma sonoridade atual ao mesmo tempo mantendo características fundamentais do original, por exemplo a linha de baixo do lendário James Jamerson. Aliás, neste arranjo de Ain’t no mountain is high enough, eles tiveram a ideia de acrescentar um piano acústico no estilo Elton John. Um elemento vintage da mesma época (final dos anos 60/início dos 70) que apesar de não estar presente na versão original combina tão bem que soa como se tivesse estado sempre lá. A banda de soul music Dejaneiro Soul é formada por uma cantora, Alexandra Milanez, acompanhada por um quarteto: Lúcio Fernandes Costa no baixo; Átila Moreira na bateria; Pedro Estrela nos teclados; e Fred Carvalho na guitarra e violão. Por fim, vale destacar que seus integrantes se dividem entre o Rio de Janeiro, Lúcio e Alexandra, e Sete Lagoas (MG), Átila, Pedro e Fred.

Dona Mag convoca Paulão, da Velhas Virgens, para Litro de Rum

A Dona Mag lançou um single ao lado do vocalista das Velhas Virgens, Paulão. Contudo, a união não poderia deixar de ser em uma música sobre bebidas: Litro de Rum. A versão original da faixa faz parte do álbum Magna Carta, o último da banda. Aliás, o vocalista Rui Ventura comenta sua relação com o trabalho de Paulão. “Eu sempre curti demais o trabalho das Velhas Virgens. Gosto destas letras e deste rock escrachado. A comédia que eles fazem é incrível”. Em resumo, o frontman da Dona Mag conta que parceria se concretizou por meio das redes sociais. “Entrei em contato com o Paulão pelo Instagram, ele me mandou um email, conversamos e mandamos a música. Ele curtiu demais e disse: ‘vamos fazer, vamos gravar’. No dia deste show, ele veio antes para a cidade e passou a tarde toda conosco, e gravamos”, relembra Rui. Todavia, o próprio Paulão comentou, da sua maneira característica, o trabalho da Dona Mag quando o ouviu pela primeira vez. “Senti até o gosto do rum. Adorei”. Por fim, o vocalista das Velhas Virgens ainda acrescentou. “Parede sonora respeitável, vozes ótimas e solo muitíssimo legal”, finalizou. Ouça abaixo Litro de Rum, o single mais recente do Dona Mag.

Ghostbusters – Mais Além tem trailer novo revelado

Ghostbusters

A Sony Pictures divulgou nesta segunda-feira (18) um novo trailer de Ghostbusters – Mais Além. O filme, dirigido por Jason Reitman, chega aos cinemas brasileiros em 18 de novembro. Aliás, tem a produção de Ivan Reitman, diretor do clássico de 1984. O filme é estrelado por Paul Rudd, Finn Wolfhard (Stranger Things), Carrie Coon e Mckenna Grace. Em Ghostbusters: Mais Além, quando uma mãe solteira e seus filhos se mudam para uma pequena cidade, eles começam a descobrir sua conexão com os caça fantasmas originais e o legado secreto que seu avô deixou para trás.

Cidrais lança Entre, single que anuncia o álbum de estreia

Mudar, transcender, revelar-se ou revolucionar são sentimentos/desejos latentes diante da radicalização causada por tempos pandêmicos. O apreensivo ineditismo do mundo, em algum momento, fez o indivíduo parar e refletir sobre quais transformações quer para si e para a humanidade. A resposta às vezes custa a aparecer e ser seguida e é entre o este ‘agora’ e ‘depois’ que a Cidrais (dos irmãos Vinicius, Larissa e Binho), em parceria com Gerra G, fala da importância do amor para seguir em frente na música Entre. Entre, o single que anuncia o tão sonhado caminho de produzir e gravar o primeiro álbum, está disponível nas plataformas de streaming por meio do selo Toca Discos, aliás, a nova ‘casa discográfica’ da Cidrais. O novo single é uma composição coletiva, produzido por Gerra G, é um passo consciente da Cidrais à maturidade, que emerge cada vez mais entre as tantas e distintas referências de MPB, pop e indie. A capa desse trabalho foi criada pelo artista Filipe Celestino e aponta o anseio de uma nova fase. Entre é uma canção suave, que sugere calmaria e plenitude, e que ao mesmo tempo ganha contornos dançantes com os beats de Gerra G. Fala também de transições, do tempo e um olhar sobre tudo que eles e todo o mundo passou – e ainda passa – neste período de distanciamento social e restrições. “É um trabalho de grande importância na minha busca pela infusão da cultura brasileira com a música eletrônica’’, afirma Gerra G. Ao mesmo tempo, Entre mantém intacto o embrião da Cidrais, que é conectar pessoas por meio de mensagens de amor e que exaltam a poesia de viver. A banda ganhou os primeiros esboços em 2013, quando Lari, Vini e Binho começaram a compor e cantar quando a mãe deles lutava contra o câncer e a música era a forma de acalentar o coração de todos. A poética sensível e delicada da Cidrais pulsou, perseverou e reverberou – já lançaram três EPs e um extenso currículo de apresentações ao vivo, como em 2020 no Festival Aceleração Labsonica.

Blind Pigs lança vinil com tecnologia inédita no Brasil; confira The Last Testament

Os fãs da banda punk rock Blind Pigs, que anunciou o seu fim em 2016, não têm do que reclamar. Neste ano, os porcos cegos decidiram abastecer as prateleiras de vinil dos colecionadores que clamam pela volta da banda. Após o lançamento do inédito Lights Out no início do ano, e da edição comemorativa do clássico São Paulo Chaos, é a vez do The Last Testament, um EP doze polegadas com tecnologia ainda inédita no Brasil. Com impressão UV digital, o EP parece ser um ‘picture disc’, mas o vocalista Henrike explica que, apesar da semelhança, a sonoridade é outra. “O picture disc tem as ranhuras impressas em uma película de plástico que é colada no vinil, deixando a qualidade sonora aquém de um LP comum. Já o disco com a impressão UV é um vinil transparente, com as ranhuras prensadas direto no lado A do vinil, e a impressão a laser do lado B, que não toca”, revela. The Last Testament é assinado pela gravadora americana Pirates Press Records e conta com as três faixas autorais do álbum Lights Out: Restless Resistance, Steel Toe Judges e Not Dead Yet. Além do formato especial, as músicas do novo lançamento foram remasterizadas nos Estados Unidos por Dan Randall, deixando o som da banda ainda mais potente. “Com essa nova masterização, consegui ouvir nuances que não ouvia antes. O som agora parece um soco na cara” diz o guitarrista Gordo. Apesar do Blind Pigs ainda não cogitar uma retomada nas atividades, a banda diz que pretende manter os lançamentos em vinil. “Ano que vem, teremos algumas surpresas inéditas em vinil para a legião de inconformados. Posso adiantar que pelo menos dois compactos serão lançados, um deles é o EP Porcos Cegos de 2002”, conta Henrike. The Last Testament já está à venda pelo site da Pirates Press Records.

Entrevista | Tom Morello – “nunca mais toco uma nota musical que não acredito”

Tom Morello está de volta! Nesta sexta-feira (15), o lendário guitarrista lançou o álbum solo, The Atlas Underground Fire. Aliás, o sucessor de The Atlas Underground (2018) conta com um time de peso entre os convidados: Bruce Springsteen, Eddie Vedder, Chris Stapleton, Mike Posner e Damian Marley. Cofundador do Rage Against The Machine, Audioslave e Prophets of Rage, além de graduado em Ciência Política na Universidade Harvard, Tom Morello reuniu Springsteen e Vedder para uma releitura do hino do AC/DC, Highway to Hell. “Nossa versão de Highway To Hell é uma homenagem ao AC/DC, mas com Bruce Springsteen e Eddie Vedder, traz essa lendária música para o futuro. Uma das maiores músicas de rock’n’roll de todos os tempos, cantada por dois dos maiores cantores de rock n’ roll de todos os tempos. E então eu solto um solo de guitarra louco. Obrigado e boa noite”, disse Morello. Tom Morello conversou com a imprensa recentemente e falou mais sobre o novo álbum, planos, política, entre outros assuntos. O Blog n’ Roll participou desse papo e traz alguns dos destaques da conversa. Processo de gravação Este foi um álbum feito no pico da pandemia. É um álbum da praga, realmente. Do tempo que eu tinha 17 anos até março de 2020, vinha escrevendo, gravando e fazendo shows constantemente. E então foi uma abstinência para mim. Eu tenho o meu próprio estúdio como você pode ver, mas não sei como ele funciona. Eles só deixam eu mexer no volume agora. Mas mesmo isso muito raramente. Então em um momento estava olhando e não fazendo música em um futuro próximo. E a inspiração veio de um lugar estranho. Estava lendo uma entrevista do Kanye West, na qual ele disse que estava gravando os vocais para o álbum dele pelo Voice Memo (app do iPhone). Gravei licks de guitarra no meu iPhone e enviei para os engenheiros e produtores. Então, esse álbum se tornou não tanto como “eu vou fazer um disco”, mas foi mesmo uma salvação durante esses dias de ansiedade, depressão e medo. Pensava em como manter a minha avó viva, tentando não deixar as crianças enloquecidas. Foi uma maneira de fugir entre 30 a 45 minutos por dia para ser uma pessoa criativa e, em seguida, perdido quase como uma roleta russa… Eu vinha com alguns riffs e gravava no meu celular. Logo depois, pensava com quem eu poderia fazer uma música, quem poderia ser perfeito para esse disco, com quem seria divertido colaborar comigo… Ou quem iria me jogar para cima e fazer o dia parecer menos desesperador. E essa foi a gênese do álbum The Atlas Underground Fire. Parceria com Chris Stapleton em The War Inside Eu conheci o Chris Stapleton no tributo ao Chris Cornell alguns anos atrás. Ele é uma pessoa adorável e nós trocamos números, e eu queria trabalhar com ele. Queria ver onde isso iria dar. De fato, ele foi um dos primeiros colaboradores que trabalhei neste disco. Nós fizemos uma ligação pelo Zoom com a guitarra nas mãos. A intenção era escrever uma música, mas nós não escrevemos uma música. Ao invés disso, nós desabafamos sobre como eram os dias tentando não enlouquecer, tentando lembrar como era ser um músico e como nossas famílias estavam, o estresse de ser pai, filho, marido etc… Às vezes era como uma sessão de terapia de duas horas, antes mesmo de tocar uma nota da guitarra. E esse bate-papo virou a temática de fundo da música War Inside. Então, mesmo antes de partilhar acordes, licks (frases de guitarra) e outras coisas… nas entrelinhas, o que nós estávamos conversando durante horas virou a base da música. Let’s Get The Party Started, com Bring Me The Horizon Um dos meus fortes é que realmente amo coerência. Não me importa se é um jogo de futebol de crianças ou um álbum com diversos artistas. Olive (vocal do Bring Me The Horizon) está no Brasil, Jordan (guitarrista do BMTH) está no Reino Unido e eu aqui. É um amigo por correspondência do rock. Amigos por correspondência de três países. É um disco solo sob uma visão de arte onde escolhi os colaboradores. Os colaboradores têm a minha guitarra como voz-guia para cada faixa. Mas também é um disco colaborativo. Cada uma das canções depende exclusivamente da química entre eu e o artista com o qual estou colaborando. Em resumo, não é algo ditatorial. É sobre deixar levar esse tipo de personalidade que devo ter muita e fazer uma imersão minha em qualquer situação que surgir. O que me fez chegar no Bring me the Horizon, por exemplo. Eu tinha um monte de riffs que mandei para eles. Eles tinham ideias firmes sobre a estrutura da música… Nós conversamos sobre qual tipo de solo de guitarra deveria ter… Dei vários exemplos. Trocando ideias que iam e voltavam. E permitindo que esse processo tomasse seu curso, que cada canção tivesse liberdade de se tornar o que ela viria a ser. Enquanto ao mesmo tempo, no geral, manter a missão de ser um disco do Tom Morello. Descoberta de novos artistas Alguns dos artistas deste disco são amigos antigos, como Bruce Springsteen e Eddie Vedder. Trabalhei com o Phantogram antes, o Dennis do Refused é um camarada. Mas tinham dias que eu vinha aqui e gravava no meu iPhone alguns licks de guitarra e pensava: Com quem quero fazer um som hoje? Ligo para um amigo que tem um gosto musical mais legal que o meu e pergunto qual foi a última melhor música que ele escutou de um artista que nunca ouvi falar? Foi assim que descobri Phem, sabe? E eu pensei, ela é fantástica. Entrei em contato com ela. Não penso que ela já tivesse nascido quando saiu o último álbum do Rage Against The Machine… e eu apenas falei, o que você acha? Eu sou o Tom Morello, não sei se você já ouviu falar de mim, mas você quer fazer uma música? E ela, sim, claro! Sama’ Abdulhadi é uma jovem

Bossinha Legal: conheça projeto de Roberto Menescal e Georgeana Bonow

O músico e compositor carioca Roberto Menescal acaba de lançar seu primeiro projeto dirigido às crianças, Bossinha Legal (Deck). Aliás, foi uma ideia da cantora e atriz Georgeana Bonow, sua nora. “Fizemos esse álbum para as crianças e seus pais. Todo o processo criativo das músicas inéditas e dos arranjos para as canções que escolhemos chegam com uma levada da bossa nova moderninha. Por isso acredito que os pais irão curtir e quem sabe os avós. É um projeto de família para família, criado pela minha nora Georgeana Bonow, cantora e parceira na maioria das inéditas, meu filho Márcio Menescal e minha netinha Majú, que canta que é uma delícia! Entrei com tudo, com toda energia e meu amor”, comentou Menescal. No próximo sábado (16), vai ao ar o especial que eles gravaram para comemorar esse lançamento e homenagear as crianças. A atração conta com convidados especiais: os cantores mirins Renan Alves, Majú Menescal, Sofia Gilberto e a já estrela Analu Sampaio. No repertório, músicas do álbum como Bossinha Legal (Georgeana Bonow/ Roberto Menescal), O Barquinho (Ronaldo Bôscoli/ Roberto Menescal), Vovô e Vovó (Georgeana Bonow/ Roberto Menescal), O Leãozinho (Caetano Veloso), O Pato (Neuza Teixeira/ Jayme Silva) e O Calhambeque (John Loudermilk/ Gwen Loudermilk/ versão de Erasmo Carlos). ServiçoEspecial – “Bossinha Legal”Data: 16 de outubro (sábado)Horário: 16hAmbiente de transmissão