Balaclava Fest anuncia Unknown Mortal Orchestra, American Football e Whitney; confira lineup
Johnny Monster traz o folk rock na hipnótica e escapista “Os Pássaros”

Johnny Monster lançou o single Os Pássaros via ForMusic Records. A faixa está presente no álbum A Nova Era do Só Você, que será disponibilizado ainda em 2023. “A música é um épico folk rock de sete minutos, com muitas camadas de instrumentos, como se fosse um encontro do Led Zeppelin com Almir Satter”, diz Johnny Monster sobre Os Pássaros. “O violão de 12 cordas é perceptível na mixagem. Ela passeia por diversas paisagens sonoras, com levada hipnótica, refrão à la Radiohead e letra contemplativa e escapista, com alusão aos pássaros que cantam na cidade logo que a madrugada termina”. Os Pássaros conta com as participações de Thiago Moretti (violino), Helena Hennemann (backing vocals), Júlio Pelloso (cello), Guga Almeida (bateria) e Carlos Eduardo Freitas (baixo). O último também é responsável pela produção da canção. O próximo disco de Johnny possui “uma linha ‘folk country rock psicodélico brasileiro’ diferente dos outros projetos, onde as faixas possuíam direções variadas, mesclando estilos. Dessa vez, é quase como um álbum ‘conceito’, todas as músicas realmente se completam”. A Nova Era do Só Você começou a ganhar forma durante o difícil cenário político e pandêmico em 2020. “O trabalho tem uma mensagem muito esperançosa e uma força e coesão que nunca senti”, revela Monster. “Creio que a maturidade chegou, tanto nas canções como nas letras e no estilo, retomando o meu lado cancioneiro, trovador”. A sonoridade do projeto é altamente influenciada pelos anos 60 e 70 e por artistas como Beach Boys, Buffalo Springfield, Velvet Underground, Kevin Morby, The Coral e mais. As dez faixas inéditas, assim, foram gravadas com poucas edições, sendo usados múltiplos arranjos de cordas e camadas de violões e guitarras que trazem um aspecto vintage.
Bayside Kings lança videoclipe do single (Des)obedecer; assista

A banda santista Bayside Kings lançou o videoclipe de (Des)obedecer, música que o quarteto punk/hardcore colocou semana passada nas plataformas de streaming. (Des)obedecer é a sequência direta dos clipes, Existência, Ronin e A Consequência da Verdade, todas do álbum conceito #Livreparatodos, que contam a história do universo criado pela banda para retratar as insatisfações em que somos inseridos por um sistema não igualitário, inspirados em obras como Watchmen, V de Vingança e Pulp Fiction. O clipe sugere a reflexão sobre a revolução pessoal, sobre como o indivíduo pode se tornar agentes de mudança em vez de apenas ficar indignado com as coisas. A produção destaca duas histórias que se entrelaçam em meio a um turbilhão do cotidiano, revelando como muitas vezes somos compelidos a aderir a regras que nem sempre ressoam conosco. O roteiro é assinado por Milton Aguiar e tem participação especial do rapper Felipe Flip. (Des)obedecer é o primeiro single do EP Dualidade, a terceira parte do álbum conceitual #livreparatodos, fragmentado em quatro registros com quatro faixas. Anteriormente, o Bayside Kings lançou os EPs Existência (2021) e Tempo (2022). (Des)obedecer consagra de vez a nova fase do Bayside Kings com letras em português e seu hardcore dançante, agressivo e crítico. É mais uma faixa que busca conexão direta com o público, principalmente ao vivo, com refrão marcante e recheada de coros, os chamados gang voice. A música é sobre romper limites e crenças que impedem o indivíduo de ser autêntico e seguir a vida por si. (Des)obedecer é um levante contra as amarras da sociedade e encorajar as pessoas a se posicionarem contra algo que não concordam.
Paul McCartney confirma cinco shows no Brasil; veja locais e datas
PAIM e Will Kevin abordam saúde mental e vulnerabilidade em novo single “Um Pouco de Tudo”

R&B, dark pop e música alternativa. É com essa mescla de influências que PAIM e Will Kevin lançam o single “Um Pouco de Tudo”. A música reflete sobre saúde mental e versa sobre um eu-lírico diante da própria vulnerabilidade. A faixa ainda antecipa o primeiro EP de PAIM, previsto para o decorrer deste ano. “Um Pouco de Tudo” também é a primeira collab de Will Kevin desde sua participação no álbum Negra Ópera, que Martinho da Vila, ícone nacional do samba, lançou em junho. O novo lançamento elucida uma parceria longínqua, tanto na música, quanto na vida pessoal. Isso porque PAIM e Will são amigos de longa data, tendo trabalhado em conjunto, inclusive, na composição de “Madrugada”, canção que PAIM divulgou no primeiro semestre de 2023. PAIM explica que a letra de “Um Pouco de Tudo” exibe como a saúde mental pode impactar o cotidiano. “É uma música sobre a saúde mental nos tempos atuais. Mostro como a insegurança, a síndrome do impostor, a depressão e outros transtornos podem nos afetar e nos isolar da realidade. Não só é uma música com uma temática bem atual, mas também é uma composição que reflete bem minha saúde mental da época, dando luz ao que enfrento diariamente como uma pessoa neurodivergente”. Novo enquanto artista solo, PAIM já obteve destaque na cena independente carioca com o duo The Mikes, pelo qual lançou o disco “Always Late” (2020). Agora focado no próprio trabalho autoral, PAIM segue finalizando o seu primeiro mini-álbum. Anteriormente em 2022, o músico lançou os singles “Órbita”, “Me Puxa Para Dançar”, “Fica” e “Ai Como Eu Me Iludo”.
Pato Fu celebra 30 anos com show especial na Audio

Nesta sexta-feira (4), os fãs do Pato Fu têm um encontro marcado em São Paulo. A Audio, na zona oeste da capital, recebe o show especial de 30 anos de carreira do grupo mineiro. Formado em 1992, o Pato Fu já se destacou nas principais premiações nacionais, conquistou um Grammy Latino, vendeu discos de ouro e emplacou canções em trilhas de novela, e é, também, conhecido por se manter incansavelmente original. Com 13 discos e cinco DVDs lançados, atualmente o grupo é composto por Fernanda Takai (voz), John Ulhoa (guitarra), Ricardo Koctus (baixo), Richard Neves (teclados) e Xande Tamietti (bateria). Xande, que integrou a banda de 1995 até 2014, retorna agora em 2022 para celebrar os 30 anos de estrada. Neste show, que mostra o lado mais pesado do grupo, são apresentadas canções de todos os álbuns de sua discografia. Estão presentes os hits autorais– entre eles Canção Pra Você Viver Mais, Sobre o Tempo, Perdendo Dentes, Antes Que Seja Tarde, Simplicidade, Depois e Made in Japan– além das regravações criativas e originais, a exemplo de Ando Meio Desligado (Os Mutantes), Eu Sei (Legião Urbana) e Eu (Graforréia Xilarmônica). Somam-se, ao repertório, canções lançadas recentemente no álbum 30, projeto que celebra os trinta anos da banda. Os ingressos para o show do Pato Fu 30 anos na Audio vão de R$80 (meia entrada para pista) a R$160 (entrada inteira para mezanino), disponíveis na bilheteria da Audio (aberta das 13h às 20h- sem taxa de conveniência) e no aplicativo ou site da Ticket360. Serviço Pato Fu 30 Anos | Audio Data: 4 de agosto (sexta-feira) Abertura da casa: 21h Previsão de início do show: 22h30 Classificação: 18 anos Local: Audio Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694- Água Branca- SP Capacidade da casa: 3.200 Ingressos: A partir de R$80 (meia entrada) Onde comprar: Ticket360 ou na Bilheteria da Audio- sem taxa de conveniência. Horário de funcionamento bilheteria: Segunda a sábado das 13h às 20
The Presidents of The United States of America surgiu na efervescente Seattle e aproveitou lacuna pós Nirvana
Zeca Baleiro lança álbum Mambo Só e faz show gratuito em Santos

Depois de divulgar cinco singles entre 19 de maio e 16 de junho, Zeca Baleiro lançou Mambo Só, álbum com dez canções e algumas vinhetas. Neste sábado (5), o músico fará um show especial com a Orquestra Sinfônica Municipal de Santos (OSMS), na Praça Mauá. A entrada é gratuita. “Era pra ser um EP com seis músicas no máximo, mas fui experimentando coisas com vários produtores parceiros e, quando vi, tinha material pra um álbum. Mas é um disco curto, de pouco mais de meia hora. Não foi intencional, mas as ‘narrativas musicais’ ficaram curtas, bem ao gosto do nosso tempo”, diz Baleiro, explicando o processo um tanto acidental do disco. O disco traz alguns feats curiosos, como a participação de Edson Cordeiro, na faixa-título. O cantor, atualmente radicado na Alemanha, empresta seus agudos ao mambo-quase-bolero que versa sobre a solidão destes tempos ultracapitalistas. “A música tem um tom dramático, que achei que combinaria com a voz do Edson. Há tempos combinamos um feat, e agora sua interpretação coube perfeitamente”, revela Baleiro. A cantora niteroiense Daíra comparece em De Longe Toda Serra é Azul, canção feita especialmente para o documentário homônimo do cineasta Neto Borges, inspirado livremente na vida e obra do indigenista mineiro Fernando Schiavini, a ser lançado em breve. “Chamei a cantora Daíra, de quem sou fã, para dividir os vocais comigo. Gostei tanto da canção que resolvi lançá-la independente do filme”, conta o artista. Colaboradoras assíduas dos projetos mais recentes de Zeca, as cantoras/vocalistas Ana Duartti e Tatiana Parra protagonizam Funk da Nova Era, bem-humorada crítica ao mundo das redes sociais, faceta já revelada no single Eu te Admirava Mais, samba composto em parceria com Vinícius Cantuária logo depois que finalizaram o álbum Naus. Três artistas refugiados no Brasil também colaboram no álbum. A integração é fruto da parceria iniciada ano passado entre Baleiro e a ONG Adus, que acolhe solicitantes de refúgio e busca a valorização e inserção social, econômica e cultural desses imigrantes. A síria/palestina Oula, a iraniana Mahmooni e o congolês Leon Matumona emprestam suas belas vozes à canção-manifesto Povero, parceria de Baleiro com o pernambucano autoexilado em Portugal, Raul Misturada. É pernambucano também o parceiro mais recente de Zeca, Juliano Holanda, com quem divide duas canções no álbum, Coração do Sol e Depois da Primavera. A dupla de roqueiros violeiros Moda de Rock (Ricardo Vignini e Zé Helder) encerra a lista de convidados do disco – e o próprio disco – com uma antielegia à tecnologia, batizada de Steve Jobs. A arte da capa é assinada pela artista maranhense Isabel Nascimento e o projeto gráfico virtual é criação de Andrea Pedro, capista de Baleiro desde O Coração do Homem-Bomba, vol. 1 (2008). Mambo Só sucede Canções D’Além-mar, disco de intérprete dedicado aos cantautores portugueses e premiado com o Grammy Latino 2021 na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira. O tributo ganhou uma edição Deluxe em 2022, dois meses antes do lançamento do álbum Naus, de parcerias com Vinícius Cantuária. No prazo de pouco mais de um ano, Baleiro lançou alguns projetos especiais e uma dezena de colaborações com diferentes artistas. Em 2023, para marcar os 26 anos de carreira, o artista lança Mambo Só no dia 28 de julho nas plataformas digitais e segue a celebração no segundo semestre com um disco de samba autoral e um álbum com Chico César. As comemorações incluem ainda um livro de memórias e um talk show.
Capital Inicial lança concurso para escolher shows de abertura

São 40 anos de estrada e incontáveis shows. Nesses milhares de quilômetros percorridos, várias foram as vezes em que o Capital Inicial aproveitou seu tamanho e longevidade para dar espaço a outros artistas autorais e, agora, chegou a vez de repetir tal ação com a Capital Inicial 4.0, turnê que está movimentando as casas de shows pelo Brasil. O quarteto formado por Dinho Ouro Preto, Yves Passarell, Fê e Flávio Lemos vai receber nas apresentações de Recife, Rio de Janeiro e Belo Horizonte três grupos convidados, escolhidos através de votação popular no Concurso de Bandas 4.0. Para participar, os interessados devem ser uma banda brasileira independente (sem vínculos com gravadoras, selos ou distribuidoras), possuir trabalho autoral em seu repertório, já ter se apresentado ao vivo e preencher um formulário oficial (acesse aqui). As inscrições acontecem até o dia 22 de agosto e todas as atualizações serão compartilhadas nas redes sociais do Capital Inicial. “Acreditamos que essa iniciativa colabora pra conectar músicos e público. Há muito talento pelo país afora e sabemos o quanto o caminho pode ser difícil para quem tá começando, já passamos por isso”, explica Dinho, que completa: “temos certeza que o futuro está nas mãos dessas pessoas e é nosso dever usar o espaço que conquistamos ao longo desses anos pra dar visibilidade a artistas novos”. Dividido em quatro momentos, o concurso tem como primeira etapa a curadoria realizada por uma das maiores páginas de rock do Brasil, Todo Dia Um Rock. Na sequência, um júri técnico fará a seleção dos nomes que vão passar pelo crivo do Capital Inicial, responsáveis por selecionar os seis artistas que seguirão para a votação popular. Os três vencedores serão anunciados no Instagram oficial da banda. Definida pelo vocalista como uma das turnês mais ambiciosas que já realizaram, o Capital Inicial 4.0 não só promove o encontro catártico com os fãs, como os inclui como peça fundamental nessa celebração de quatro décadas. O espetáculo conta com direção musical de Dudu Marote, produção executiva de Fernando Tidi, direção geral de Luiz Oscar Niemeyer e direção executiva de Luiz Guilherme Niemeyer. Batman Zavareze assina a direção de arte, Cesio Lima o projeto de iluminação, Eduardo Souza a direção de animação e Márcio Zavareze a direção de fotografia. Já os arranjos são da própria banda com Dudu Marote. Entre as próximas datas da tour Capital Inicial 4.0, estão: Manaus, no Amazonas, no dia 5 de agosto (ingressos aqui); Presidente Prudente, em São Paulo, no dia 11 de agosto (ingressos aqui); Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, no dia 12 de agosto (ingressos aqui); Lauro de Freitas, na Bahia, no dia 19 de agosto (ingressos aqui); Botelhos, em Minas Gerais, no dia 25 de agosto (ingressos em breve) e Campinas, em São Paulo, no dia 26 de agosto (ingressos aqui).