Documentário sobre o Kiss estreia no segundo semestre no Brasil

O Kiss ganhará um documentário especial que irá ao ar no segundo semestre pelo canal pago A&E. Batizado de Kisstory, o programa fará parte da série Biography, e irá retratar a história do grupo, formado em 1973 por Paul Stanley e Gene Simmons, em Nova York. O documentário celebra antecipadamente os 50 anos da banda, que serão completados em 2023. A direção é de D. J. Viola, que irá narrar as cinco décadas da banda na indústria da música. Em resumo, será possível assistir sessões de gravações originais do grupo, filmagens caseiras e histórias de bastidores. O especial também irá abordar os problemas com drogas e álcool nos anos 1980 enfrentados pelo Kiss. Além disso, como conseguiram voltar às paradas nos anos 1990. Aliás, o projeto conta com o apoio dos fundadores do grupo, que também participarão com reflexões sobre sua carreira. O especial terá os convidados Dave Grohl (Nirvana e Foo Fighters), Tom Morello (Rage Against the Machine), o gerente musical Doc McGhee (Motley Crue e Bon Jovi), o produtor Bob Ezrin (Alice Cooper, Pink Floyd), entre outros. Turnê no Brasil A novas datas para quatro dos seis shows previstos foram marcadas para: São Paulo (16/10, no Allianz Parque), Ribeirão Preto (17/10, na Arena Eurobike), em Curitiba (19/10, na Pedreira Paulo Leminski) e em Porto Alegre (21/10, na Arena do Grêmio). Contudo, os eventos em Brasília e Uberlândia foram cancelados. Aliás, a organização afirma que todos os ingressos adquiridos serão válidos para as novas datas. Anteriormente, o grupo já havia adiado os seis shows que faria em maio no Brasil para novembro.

Entrevista | Robin Zander (Cheap Trick): “depois desse álbum, certamente vem outro”

Quase 50 anos depois do início da carreira, o Cheap Trick mostra que é possível seguir lançando álbuns em alto nível. O mais novo é In Another World, o vigésimo de estúdio de Robin Zander e companhia, que chegou ao Brasil via BMG na última sexta-feira (9). Aliás, os primeiros versos de The Summer Looks Good on You, faixa que abre o álbum, já mostram que a energia segue lá em cima. Em resumo, rock and roll dançante e com refrões poderosos. O Cheap Trick não perdeu sua essência. Contudo, o guitarrista e fundador do Cheap Trick, Rick Nielsen, resumiu bem esse sentimento dos integrantes. “Nós somos irresponsáveis o suficiente para não desistir. Amamos nos unir e tocar. No nosso primeiro disco eu dizia ‘tenho 30 anos mas sinto como se tivesse 16’. E bem, ainda me sinto assim… Pelo menos até a realidade me alcançar. Mas quando toco, me sinto o cara mais jovem do mundo”. Fundado em 1974, o Cheap Trick atualmente conta com sua formação quase inteiramente original. A exceção é o baterista Bun E. Carlos, que foi substituído por Daxx Nielsen, filho de Rick. Robin Zander (voz, guitarra base) e Tom Petersson (baixo) seguem desde o início na linha de frente. Além dos explosivos singles Light Up The Fire e Boys & Girls & Rock N Roll, o álbum conta com uma versão da clássica Gimme Some Truth, de John Lennon, com a participação especial de Steve Jones (Sex Pistols) nas guitarras. O vocalista Robin Zander conversou com o Blog n’ Roll, via Zoom, sobre o novo álbum, influências, Brasil, além de ter dado dicas para as bandas que estão começando. Confira abaixo. Robin, como foi o processo de criação de In Another World? Nós fizemos o álbum quase todo no estúdio. Às vezes nós fazemos isso porque cria um som espontâneo, que geralmente tem mais energia do que quando você pensa demais em algo. Algumas coisas foram escritas antes, naturalmente, mas a maior parte foi adicionada já no estúdio. O Cheap Trick já carrega quase 50 anos de carreira nas costas. Qual foi o pior momento para vocês? E como acertaram o rumo? A pior parte da nossa carreira foi em 1981, depois que lançamos All Shook Up (1980). Foi quando o Tom saiu da banda (ficou fora até 1987) e formou uma outra banda, chamada Another Language. Depois disso, a gente não sabia exatamente o que fazer. Posteriormente, o Roy Thomas Baker, famoso produtor do Queen, salvou nossa carreira. As apresentações ao vivo do Cheap Trick são notórias e lendárias. Como está sendo esse período sem turnês para vocês? Nossas performances ao vivo ainda existem. Sempre nos consideramos uma banda viva. Já fizemos mais turnês do que qualquer outra banda que consigo pensar agora. E continuamos gravando novos álbuns, o que é algo único para bandas que começaram na mesma época que nós. Vocês continuarão gravando álbuns de estúdio? Estamos sempre gravando. Eu estou cercado por gênios. Cheap Trick sempre teve essa qualidade. Robin, qual é a chave para esse sucesso do Cheap Trick? É uma mistura de tudo. De todos os rapazes da banda, com tudo que crescemos escutando, com nossas influências… nós roubamos dos melhores. O que domina esse caldeirão de influências de vocês? Eu diria que o Rolling Stones, The Who, Queen, The Beatles e (Jimi) Hendrix. Mas principalmente dessas bandas da invasão britânica. Impressiona a consistência da discografia da banda. Sabemos que geralmente, a banda considera o seu último trabalho como o melhor da carreira. Você compartilha desse pensamento? Eu tenho esse sentimento também. O mais recente é sempre o melhor. Eu o recomendaria para novos fãs, claro. A pandemia deixou muitas bandas novas desanimadas por conta das restrições. Qual conselho você dá para esses músicos? Não desistam. Se é algo que vocês gostam de fazer, simplesmente não desistam. O Cheap Trick sempre foi uma banda com um astral lá em cima, esperançosa nas letras. A pandemia mudou isso, Robin? Nós não pensamos muito no que está acontecendo no mundo. As letras saem naturalmente, na verdade. Como foi o período de isolamento para vocês? Foi assim como foi para você. Isolamento é uma faca de dois gumes, porque te dá a oportunidade de olhar para si mesmo. Eu finalmente consegui ter tempo para minha esposa depois de 27 anos, pelo menos. Acredita que o mundo será um lugar melhor após a pandemia? Acho que sim. Essa é uma experiência de morte para o mundo. Nunca se falou tanto de mortalidade. E é algo que não vai embora se não revidarmos. Estamos no meio dessa batalha. Mas, ganhamos novas munições a cada semana. Sempre surgem com coisas novas que podem ajudar. Nós todos temos que ser responsáveis, usar máscara, manter o distanciamento, evitar aglomerações… até que isso acabe, temos que ser responsáveis. Acho que se lutarmos sério contra isso por mais um ou dois meses, podemos vencer. Talvez não a ponto de voltar ao normal, mas o suficiente para que possamos aproveitar a vida novamente. Como é o desafio de promover o álbum com as casas de shows fechadas? Acho que isso é um desafio positivo. O streaming é algo novo e que ajuda muito. Além disso, existem projetos de shows em estádios para pessoas em suas casas. Várias telas com um público participando pelo Zoom (risos). Em 2016, vocês entraram para o Rock and Roll Hall of Fame. Como receberam essa homenagem? Depois de 25 anos, você se torna elegível para entrar no Hall da Fama. Os anos vão se passando, e você sempre acha que pode ser seu momento, até que vai perdendo a esperança. Mas, de repente, você recebe uma ligação dizendo que você está dentro, e toda a espera é perdoada. Imaginava ser tão grande e relevante um dia, Robin? Não. É uma honra que as pessoas ainda contratem a gente para lançarmos novos álbuns. Na nossa idade, estar na ativa significa que estamos fazendo algo certo. Música é o que amamos, então a gente vai

Guns n’ Roses libera VT de show no Brasil, em 2016; assista!

Em novembro de 2016, o Guns n’ Roses retornou ao Brasil com Slash e Duff em sua formação. A turnê era uma das mais aguardadas pelos fãs, após uma série de apresentações com formações totalmente desfiguradas. Contudo, a boa notícia é que a banda liberou em seu YouTube, no sábado (10), os melhores momentos da apresentação no Estádio Nacional, em Brasília. Aliás, na ocasião, a banda se apresentou também em Porto Alegre, São Paulo (duas vezes), Rio de Janeiro e Curitiba.

Entrevista | Richie Kotzen: “Adrian e eu temos pensamentos em comum e outros diferentes”

Dois grandes guitarristas unidos em um projeto de tirar o fôlego. Adrian Smith e Richie Kotzen estrearam o álbum Smith / Kotzen, projeto gravado nas Ilhas Turcas e Caicos, um pouco antes do início da pandemia. Composto por nove faixas, Smith / Kotzen é uma perfeita colaboração entre os dois músicos altamente respeitados que escreveram todas as músicas, compartilharam os vocais principais e também trocaram as funções de guitarra e baixo ao longo do disco. Repleto de melodias e harmonias poderosas, o disco incorpora a atitude espirituosa do rock clássico dos anos 1970 com um caldeirão de influências que vão do blues, hard rock, R&B tradicional e mais, misturando as origens e experiências de cada um do par para resultar em um som totalmente contemporâneo. Kotzen conversou com o Blog n’ Roll sobre a parceria com o guitarrista do Iron Maiden, carreira, gravação do álbum na ilha, Brasil e lockdown. Confira o papo abaixo. Como surgiu essa parceria com Adrian Smith? Nós nos conhecemos há uns nove ou dez anos. É difícil dizer exatamente como nos conhecemos, porque em Los Angeles você vê e conhece pessoas com frequência. Mas, ao longo dos anos, nossa amizade foi crescendo, nossas esposas ficaram amigas, e sempre falamos muito sobre música. E sempre nos feriados, a gente se encontrava para fazer uma sessão e tocar algumas músicas. Mais recentemente, em uma dessas sessões, alguém sugeriu que eu e o Adrian tentássemos fazer uma música juntos. E, felizmente, isso aconteceu, e hoje estamos aqui. O que permeou a montagem desse set? Todas as músicas são idênticas… brincadeira (risos). As faixas me lembram muito aquele rock clássico que cresci ouvindo. É um álbum agradável, que tem um flow muito bom. É um daqueles álbuns legais de rock clássico, e cada música tem sua personalidade. O single Taking My Chances é uma faixa forte, que queríamos mostrar primeiro, mas todas são importantes. Você percebe que as canções são da mesma banda, mas a vibe muda, claro. Cada música representa nosso sentimento quando as escrevemos. Como foi gravar o álbum em uma ilha paradisíaca do Caribe? Cara, isso foi muito divertido. Eu nunca tinha ido para lá. É um lugar lindo, tropical, com um mar maravilhoso. Foi incrível! O único problema foi que eu não queria fazer nada além de ficar deitado na praia (risos). Tivemos alguns dias de folga, e depois começamos os trabalhos. Foi bem legal, e gostei muito de ter feito dessa forma. Espero que o próximo seja assim também. Tiveram problemas na hora de voltar por conta da pandemia? Não tivemos problemas, porque saímos de lá antes de tudo começar por aqui. Eu lembro que tive minha festa surpresa de aniversário em Las Vegas, depois fiz shows em um cruzeiro em Miami, e em seguida encontrei o Adrian para gravarmos o álbum. Quando terminamos, já estávamos planejando a turnê mundial e marcando os shows. Nossa ideia era lançar o álbum em março ou abril de 2020 e começar a turnê logo em seguida. Mas, obviamente, a pandemia chegou e tudo isso mudou. Como estão os planos para a divulgação de Smith / Kotzen com esse impedimento? Estamos fazendo o que podemos. Divulgamos algumas músicas, o álbum completo está pronto para ser lançado, estamos dando muitas entrevistas e contando nossa história. Eu sou um cara das antigas, então não vejo a hora de poder tocar ao vivo. No Texas, por exemplo, eles liberaram shows, então talvez a gente faça uma turnê por lá. O lockdown dificultou algo em sua vida? Para mim, não foi tão ruim como para muitas pessoas. Eu sou grato por ter conseguido descansar um pouco, porque precisava de um tempo livre. Quando você é um cara como eu, se te oferecem três semanas de shows da América do Sul, você vai. Ou então, meses na Europa, eu vou também. Então, é difícil dizer não quando essas oportunidades surgem. Eu não queria tirar essa folga, mas senti uma tranquilidade quando as coisas pararam. Claro que odeio a covid-19, obviamente, mas ficar em casa nesse lockdown funcionou para mim. Voltando ao álbum, como foi cruzar as influências de vocês dois? Adrian e eu temos pensamentos em comum e pensamentos diferentes. Por exemplo: nós dois amamos bandas clássicas de rock. Mas, por outro lado, eu também gosto de alguns elementos, e o Adrian de outros, como jazz e blues. Eu não curto tanto, mas tenho muita influência do soul e do r&b. E isso foi bom, porque tivemos muitos pontos onde nos conectamos bem, e outros que nos ajudaram a trazer algo diferente para o álbum. Você é um cara com muita bagagem no rock, ainda mais pelas passagens pelo Poison e Mr Big. Acredita que ainda carrega algo dessas vivências no seu som? Todas as coisas que você faz como músico ajudam a formar suas características. Para mim, eu não sei ao certo o que aprendi com cada membro de cada banda que passei, porque são anos na estrada, e períodos relativamente curtos com as bandas. Mas, certamente, para um cara jovem que tocava na garagem, tocar com outros grandes artistas e interagir com eles é um aprendizado enorme. Conheci muita gente gigante, e essas pessoas me ensinaram muitas coisas que começaram a fazer parte da minha personalidade musical. Você tem uma relação legal com o Brasil, certo? Brasil é um dos lugares que mais gosto de visitar e tocar. Sempre tenho experiências incríveis quando vou ao Brasil, com ótimos públicos e pessoas apaixonadas por música. Minha esposa é brasileira e a conheci em São Paulo. É um lugar importante para mim, e espero voltar logo. Já aprendeu a falar em português? Só frases ridículas e palavrões (risos). Mas vou parar de ser preguiçoso e tentar aprender algo útil.

Norah Jones anuncia primeiro álbum ao vivo e solta It Was You

Norah Jones terá show extra em SP

A cantora Norah Jones anunciou o lançamento de seu primeiro álbum completo ao vivo, Til We Meet Again, previsto para 16 de abril. Em resumo, é uma coleção de performances realizadas nos EUA, França, Itália, Brasil e Argentina, que foram registradas entre 2017 e 2019. Aliás, o novo trabalho conta com repertório de 14 faixas, seis das quais foram gravadas no Brasil, durante a última visita da cantora ao país com a turnê do álbum Begin Again, e inclui a música que compôs em parceria com o brasileiro Rodrigo Amarante, Falling. O primeiro single, It Was You, que já está disponível, foi gravado no Ohana Festival 2018 em Dana Point, Califórnia. As músicas apresentadas no disco abrangem toda a histórica carreira de Jones desde sua estreia, em 2002, até sua série de singles mais recentes. Contudo, o álbum fecha com a performance de piano solo da cantora em Black Hole Sun, do Soundgarden. Aliás, um tributo a Chris Cornell que foi gravado no Fox Theatre, em Detroit.

Vivendo como uma Runaway: Biografia de Lita Ford chega ao Brasil

A biografia de Lita Ford, guitarrista do The Runaways enfim chegou ao Brasil. Ademais, o livro, intitulado Vivendo como uma Runaway, conta história da integrante da primeira banda de rock feminina do mundo. Publicada no país pela Editora Belas Letras, o lançamento vem junto de um kit exclusivo de colecionar: 1 livro de 336 páginas com caderno de fotos, capa brochura e prefácio de Dee Snider + 1 lambe-lambe das Runaways + 1 marcador de páginas personalizado + 3 adesivos no clássico estilo Lita Ford. Ademais, este kit está em pré-venda e os envios começam a ser feitos no dia 15 de março. Assim como toda a banda, Lita destruiu todos os estereótipos de mulheres na música ao longo dos anos 1970 e 1980. Ela ainda teve uma consistente carreira solo.

Com Friends e Game of Thrones, HBO Max chega ao Brasil em junho

Após muita especulação, o HBO Max ganhou data de estreia no Brasil. A nova plataforma de streaming estará disponível para os brasileiros em junho, sem dia definido. Em resumo, a confirmação veio por meio de um vídeo promocional da HBO Max, divulgado nesta quinta-feira (11). No entanto, ainda não há informações sobre a mensalidade da plataforma. O novo serviço vem para acirrar ainda mais a disputa das plataformas de streaming. Com um catálogo poderoso, oriundo da fusão da Warner com a HBO, o HBO Max traz entre seus destaques as séries Game of Thrones, Friends, Two and a Half Men, Euphoria, Big Bang Theory, além de filmes como O Mágico de Oz, Casablanca, quadrilogia Mad Max, Coringa, Aves de Rapina, entre muitos outros. Os títulos citados acima passam a ser exclusivos do HBO Max a partir de junho. Vale lembrar que após Friends sair da grade da Netflix, no último dia 1 de janeiro, os fãs ficaram extremamente preocupados com a possibilidade de não ver mais os seis amigos. Aliás, o especial deles, previsto para 2021, será exclusivo do HBO Max. Outra novidade apresentada no fim do vídeo é o anúncio da série House of Dragon , um spin-off de Game of Thrones . No entanto, essa produção chega ao streaming somente em 2022. O HBO Max oferecerá acesso a conteúdos de qualidade extraídos dos 100 anos da icônica e amada programação da WarnerMedia para fãs de todas as idades – desde crianças na fase pré-escolar com coleções do Cartoon Network e do Looney Tunes Cartoons, até adolescentes e adultos fãs de marcas de sucesso como HBO, Warner Bros., New Line, DC, CNN, TNT, TBS, truTV e Adult Swim. HBO GO será descontinuado No lançamento, tanto os assinantes diretos da HBO GO como aqueles que pagam o serviço por meio dos parceiros participantes terão acesso ao novo serviço. Aliás, o atual serviço da HBO GO na América Latina e no Caribe será descontinuado. Todavia, os assinantes terão acesso ao aplicativo, que reproduzirá a experiência com o produto disponível nos Estados Unidos, incluindo recursos que aprimoram a maneira como a audiência se conecta com os conteúdos da WarnerMedia. Confira abaixo o vídeo promocional